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  1.  # 441

    os desenhos servem para mostrar como se quer que fiquem as coisas é um facto
  2.  # 442

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    Quantas e quantas vezes perco mais tempo a explicar por palavras o que explico melhor num rabisco de 20 segundos com umas legendas...
    Concordam com este comentário:antonylemos

    Era assim que deveriam ser os projetos de execução.
    Por vezes basta um rabisco com meia dúzia de notas para fazer a diferença.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, Pedro Barradas
  3.  # 443

    Oops, lamento, afinal repeti o que escreveram os users Pedro e Antony.

    Manuel, basicamente PE+CE/MQ são duas ferramentas que trabalham para o mesmo objectivo, dar mais detalhe, haver menos erros, pensar antes de fazer, para não encarecer demasiado ou fazer algo que não queira ou não goste.

    É certo que se você ou o construtor não "ligar aos papeis", é dinheiro deitado ao lixo. Pense assim: se o seu carpinteiro não tem pachorra para ler, o seu CE é um pouco inutil (serve apenas de prova em caso de litigio). Se o seu carpinteiro não sabe ou não quer entender um desenho, então um PE é inutil (serve apenas de prova em caso de ligitigio).


    Não existe PE vs CE/MQ. São da mesma equipa, percebe?
  4.  # 444

    Colocado por: zedasilvaSe o roupeiro é de 2 ou 3 porta resolvo com um MQ ou CE, onde ainda defino o tipo de material os puxadores, quantas gavetas e prateleiras leva.
    Demora 10 minutos e tem bastante mais informação que o desenho A3 que levou 2h a fazer e apenas serve para encher o olho.
    Eu sou o 1 defender os projetos de execução para obras de 150.000 mas verdadeiros projectos de execução, não um monte de fotocópias que não servem para coisa nenhuma


    eu sou dos que defende que um desenho vale mais do que "mil palavras" (um texto), é muito mais facil explicar tudo com um esquema (mais uma vezes, nao precisa ser detalhado) do que com texto.
    Tal como referi anteriormente, o importante é passar a ideia do que se pretende, não é "ensinar" o carpinteiro a fazer a arte que domina.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  5.  # 445

    Colocado por: zedasilvaEra assim que deveriam ser os projetos de execução.
    Por vezes basta um rabisco com meia dúzia de notas para fazer a diferença.


    Já me aconteceu de fazer um mapa de armários todo ele em esquisso, pintado com lapis de cor (parecia na primária...) Por questões de tempo e urgência. E serviu na mesma. O que importa é que se seja explicito.

    É como os desenhos feitos nas paredes em pladur, na obra... São partes do Projecto de Execução, simplesmente não se usou o computador.
    Em reabilitação acontece muito.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
  6.  # 446

    Mas também já me aconteceu o extremo oposto. Durante um PE, fazer maquete de uma escada à escala real... Ou fazer maquetes dos gradeamentos de varandas ou escadas à escala real... Por questões de ergonomia e coisas do género...

    Tudo depende do que se quer e de quanto se quer gastar, seja em projecto, seja na obra. Por vezes gasta mais 500 no projecto, mas pouca 20'000€ em obra... Mas nada disto é linear.

    Também há casos, em que o projecto para um armário custa mais que o próprio armário, quando se desiste de encomendá-lo por exemplo... Ou quando faz 30 versões da mesma coisa...
  7.  # 447

    Quer seja excelente quer ser uma bela bosta, um PE só será eficiente se o DO o encarar como uma peça fundamental.
    Quantas vezes em obra os DO porque "emprenham pelos ouvidos" mandam às ortigas todo o trabalho que demorou meses a afinam para aceitarem o "já agora" ou o "aqui fica e bem"?
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, ArcDynamic
  8.  # 448

    Colocado por: zedasilvaQuer seja excelente quer ser uma bela bosta, um PE só será eficiente se o DO o encarar como uma peça fundamental.
    Quantas vezes em obra os DO porque "emprenham pelos ouvidos" mandam às ortigas todo o trabalho que demorou meses a afinam para aceitarem o "já agora" ou o "aqui fica e bem"?


    Exactamente, e a estes ainda se podem juntar os carpinteiros/trolhas/serralheiros... que no final nem olham para o papel e fazem como sempre fizeram... e depois lá levam o DO de paleio, porque corrigir vai demorar mais tempo...

    O mal disto é que por vezes perde-se a leitura da casa como um todo, com um estilo... e fica antes uma valente salsada.
    Concordam com este comentário: zedasilva, Pedro Barradas, ADROatelier
  9.  # 449

    Num projecto de 150.000 não existe muito espaço para a invenção. O que por vezes faz a diferença é um ou outro pormenor.
    Se me borrifar para o pormenor, aquilo que por vezes demorou meses a afinar deixa de existir e acabo com um copy past
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, N Miguel Oliveira
  10.  # 450

    Colocado por: zedasilvaNum projecto de 150.000 não existe muito espaço para a invenção. O que por vezes faz a diferença é um ou outro pormenor.
    Se me borrifar para o pormenor, aquilo que por vezes demorou meses a afinar deixa de existir e acabo com um copy past
    Concordam com este comentário:Pedro Barradas


    eu sou dos que sou um pouco obcecado com alinhamentos, mesmo em obras que orçamento mais curto e com materiais de baixo custo, gosto que tudo tenha uma metrica e alinhamento e se não fizer esquemas em desenho de como colocar mosaicos, etc, já sei que quem os lá for colocar, vai começar num canto e siga a marinha. Não custa nada pensar um pouco o espaço, estudar a localização das peças de maneira que bata com a estereotomia do revestimento de uma w.c. por exemplo.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  11.  # 451

    Colocado por: zedasilvaNum projecto de 150.000 não existe muito espaço para a invenção.


    É como noutro projecto qualquer.
    Depende não só do preço, mas dos requisitos do cliente também, do terreno, etc.

    Se o cliente quer uma combinação insual de materiais por exemplo, pode necessitar um esforço adicional precisamente por não existir um precedente para replicar.
    Essa "inovação" não é necessariamente mais cara que o que o standart. Apenas é diferente.

    Já sobre a organização dos espaços. Tal como escrevi antes, uma obra barata baseada numa área menor implica, a meu ver, uma "invenção" maior, um esforço em responder ao mesmo programa, mas numa área menor. Não basta apenas "imprimir a 70%".
    Concordam com este comentário: pguilherme, antonylemos
  12.  # 452

    Até acrescentaria:

    Muitas vezes a "invenção" surge precisamente para embaratecer a obra.

    Com um orçamento folgado, se calhar até diria: "ai quer uma mesa para 8, tem esta aqui, custa 600€"
    Se for um orçamento apertado talvez justifique uma "invenção"... A ver se se faz a coisa por 300 ou 400...
    Concordam com este comentário: pguilherme
  13.  # 453

    Colocado por: N Miguel OliveiraAté acrescentaria:

    Muitas vezes a "invenção" surge precisamente para embaratecer a obra.

    Com um orçamento folgado, se calhar até diria: "ai quer uma mesa para 8, tem esta aqui, custa 600€"
    Se for um orçamento apertado talvez justifique uma "invenção"... A ver se se faz a coisa por 300 ou 400...


    Quando se fala em chave também inclui mobilias ou eletrodomésticos?

    Se no projecto o roupeiro que eu escolhi tiver 3 portas e 3 gavetas é isso que vai ter..
    Se eu escolhi assim não vão ser os carpinteiros que me vão fazer mudar de ideias
  14.  # 454

    Colocado por: zedasilvaNum projecto de 150.000 não existe muito espaço para a invenção. O que por vezes faz a diferença é um ou outro pormenor.
    Se me borrifar para o pormenor, aquilo que por vezes demorou meses a afinar deixa de existir e acabo com um copy past
    Concordam com este comentário:Pedro Barradas,N Miguel Oliveira

    Penso que projectos como o meu é fácil para qualquer arquiteto .
    Não vou ser daqueles clientes esquesitos que com pouco quero muito sei até onde posso ir e não vou pedir milagres
  15.  # 455

    Colocado por: Manuel2020Quando se fala


    O "quando se fala" não existe.
    É o que está escrito e acabou.

    Para uns uma diária é um "prato+sopa", para outros é "prato+sopa+café+vinho+pão"... Depende.
    Concordam com este comentário: Picareta
  16.  # 456

    Mas por norma os orçamentos "chave na mão"não incluí mobílias, a não ser as de WC e cozinha, eu pelo menos nunca ouvi falar de um empreiteiro que dê orçamento com salas de jantar ou mobília de quarto incluída.
  17.  # 457

    Colocado por: Ajnt1985por norma os orçamentos "chave na mão"não incluí mobílias, a não ser as de WC e cozinha


    Nem sempre.
    Não é dificil encontrar quem não forneça o armário por debaixo do lavatório... Ou por oposição, quem venda a cozinha com todos os electrodomésticos essenciais.
  18.  # 458

    Colocado por: N Miguel OliveiraJá sobre a organização dos espaços. Tal como escrevi antes, uma obra barata baseada numa área menor implica, a meu ver, uma "invenção" maior, um esforço em responder ao mesmo programa, mas numa área menor.


    Colocado por: N Miguel OliveiraMuitas vezes a "invenção" surge precisamente para embaratecer a obra.

    Com um orçamento folgado, se calhar até diria: "ai quer uma mesa para 8, tem esta aqui, custa 600€"
    Se for um orçamento apertado talvez justifique uma "invenção"... A ver se se faz a coisa por 300 ou 400...

    Precisamente!
    Tentar aproveitar o máximo, sejam espaços ou orçamento, exigirá maior esforço. Encontrar a solução mais eficiente é sempre trabalhoso.

    Até no supermercado acontece... o esforço de andar a comparar preços de diferentes marcas ou até entre estabelecimentos, cupões, promoções, etc.

    Colocado por: N Miguel OliveiraNão basta apenas "imprimir a 70%".

    Na mouche!
    Estas pessoas agradeceram este comentário: N Miguel Oliveira
  19.  # 459

    Concordo... Mas também há programas, que aquilo não tem nada que enganar... Um rectângulo, 2 águas e está feito...

    Lá está depende...
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, zedasilva, pguilherme
  20.  # 460

    Parece que não vou mesmo pagar licença (:
      20201012_211742.jpg
 
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