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    • nunomp
    • 28 novembro 2020 editado

     # 21

    Será que as rendas das lojas antigas também vão baixar? Essas é que não há maneira de fecharem. Percebo que os donos, já de idade, se queiram entreter, mas aquilo não são negócios. No fim, fecham os negócios recentes e ficam cá as lojas que não servem para nada. Brilhante.
  1.  # 22

    https://www.dinheirovivo.pt/economia/associacao-de-bares-do-porto-quer-isencao-de-impostos-e-apoio-para-pagar-salarios-13095283.html

    De que adianta pedirem o prolongamento do contrato de arrendamento por mais 18 meses? Ou será que querem que seja de borla?
  2.  # 23

    Colocado por: Sirruper
    Quem nao fala assim nao é inquilino.
    Concordam com este comentário:pguilherme


    Sou senhorio e antes da pandemia era inquilino de dois imóveis onde desenvolvia um micro-negocio. Como parou tudo com a pandemia, devolvi os imóveis aos senhorios.
  3.  # 24

    Com a Restauração não é "tao fácil" devolver o imovel após terem feito um investimento elevado com benfeitorias, mobiliario, máquinas... entende-se o desespero de alguns.
    Mas a negociação das rendas tem de ser um acordo das duas partes intervenientes (senhorio e inquilino) e não imposto pelo Estado.
    Foi assinado um contrato de arrendamento e este tem de ser cumprido! Ou, afinal, já nao é assim?
    Se o Estado voltar a mexer onde não deve, e continuar a favorecer os inquilinos / penalizar os senhorios, está visto o que vai acontecer, mais cedo ou mais tarde, com alguns inquilinos...
    Concordam com este comentário: imo, Nortenho
  4.  # 25

    Colocado por: DonaRuteCom a Restauração não é "tao fácil" devolver o imovel após terem feito um investimento elevado com benfeitorias, mobiliario, máquinas... entende-se o desespero de alguns.
    Mas a negociação das rendas tem de ser um acordo das duas partes intervenientes (senhorio e inquilino) e não imposto pelo Estado.

    "O que é o estado de emergência?
    O estado de emergência está previsto na Constituição da República e pode ser declarado em caso de calamidade pública, permitindo a adoção de medidas como a suspensão ou restrição de determinados direitos, liberdades e garantias dos cidadãos. No contexto da pandemia COVID-19, a declaração de estado de emergência inclui a imposição destas medidas, necessárias para a proteção da saúde pública."
  5.  # 26

    E o estado de emergência dá ao estado o direito de beneficiar uns cidadãos em prejuízo de outros?
  6.  # 27

    Colocado por: rjmsilvaE o estado de emergência dá ao estado o direito de beneficiar uns cidadãos em prejuízo de outros?

    Do ponto de vista de um senhorio e se governasse o País que medidas justas aplicaria neste estado de emergência?
  7.  # 28

    Colocado por: rjmsilva

    Sou senhorio e antes da pandemia era inquilino de dois imóveis onde desenvolvia um micro-negocio. Como parou tudo com a pandemia, devolvi os imóveis aos senhorios.

    Se o seu micro-negocio fosse o seu unico sustento e tivesse de fechar ou tivesse quebras que nem para tirar um salário dava, quanto mais pagar a renda, como via estas medidas?
  8.  # 29

    Colocado por: Sirruper
    Se o seu micro-negocio fosse o seu unico sustento e tivesse de fechar ou tivesse quebras que nem para tirar um salário dava, quanto mais pagar a renda, como via estas medidas?


    As rendas também podem ser o único sustento do senhorio.
    Concordam com este comentário: carlosj39
  9.  # 30

    Colocado por: rjmsilva

    As rendas também podem ser o único sustento do senhorio.

    Num estado destes uns estão mais prevenidos do que outros. E outros vão sair de rastos.
    O dever de um Estado é minimizar os danos e não o dever de beneficiar todos. Até porque nao ha dinheiro para tudo.
  10.  # 31

    Estou fora do meu país e longe da minha família e amigos. Do sol azul, do mar e da boa comida. Com o que poupo investo em imoveis para arrendamento tradicional. Só tenho inquilinos portugueses.

    Acha mesmo que eu vou dar mais "borlas" aos inquilinos que nao me pagam?
    Os senhorios tem obrigacoes e deveres. Os inquilinos simplesmente deixam de pagar e está tudo bem!
    Os senhorios pagam obrigatoriamente o seguro do imovel, imi, impostos, condominio,...
    Os inquilinos pagam o quê? Neste momento... Nada! :)
  11.  # 32

    Colocado por: rjmsilvaE o estado de emergência dá ao estado o direito de beneficiar uns cidadãos em prejuízo de outros?


    Governar não é isso mesmo?
    Os impostos pagos por uns utilizados para benefício de outros, geridos ainda por uns terceiros (Governo) que determinam quem recebe o quê e onde os impostos são investidos / gastos...
  12.  # 33

    Colocado por: DonaRuteMas a negociação das rendas tem de ser um acordo das duas partes intervenientes (senhorio e inquilino) e não imposto pelo Estado.
    Foi assinado um contrato de arrendamento e este tem de ser cumprido! Ou, afinal, já nao é assim?
    Concordam com este comentário:imo


    Repare que o contrato que os inquilinos com negócios tinham com o estado relativamente ao horário de funcionamento dos seus estabelecimentos também foi alterado sem o seu acordo...

    Porque é que os contratos de arrendamento devem passar incólumes?
  13.  # 34

    .
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  14.  # 35

    Colocado por: Principiantedeobras

    Governar não é isso mesmo?
    Os impostos pagos por uns utilizados para benefício de outros, geridos ainda por uns terceiros (Governo) que determinam quem recebe o quê e onde os impostos são investidos / gastos...


    Não é disso que estamos a falar. É o estado dar o aval ao incumprimento contratual.
  15.  # 36

    Colocado por: Principiantedeobras

    Repare que o contrato que os inquilinos com negócios tinham com o estado relativamente ao horário de funcionamento dos seus estabelecimentos também foi alterado sem o seu acordo...

    Porque é que os contratos de arrendamento devem passar incólumes?


    Então o estado que compense essas pessoas. Não o pode é fazer à custa dos senhorios.
    Concordam com este comentário: carlosj39, DonaRute
  16.  # 37

    Colocado por: carlosj39Querem que os senhorios partilhem os prejuizos derivados da pandemia , dos quais não teem culpa nenhuma, ok, mas então partilhem tambem os lucros com os senhorios em tempos normais e favoraveis e lucros gordos!


    Sim claro que todos os empresários tem lucros gordos todos os anos, e todos os que têm lucros gordos já o partilham com os estado em quase 50%.
  17.  # 38

    Colocado por: imoE ja agora, paguem-lhes uma percentagem do preço do trespasse


    Sempre que há um trespasse o senhorio tem direito de opção, só não fica com o negócio se não quiser.
  18.  # 39

    Colocado por: rjmsilva

    Então o estado que compense essas pessoas. Não o pode é fazer à custa dos senhorios.
    Concordam com este comentário:carlosj39


    Certo, o Estado que pague aos empresários aos quais lhes é imposto que fechem os seus negócios por causa da pandemia, mas que não toque nos contratos de arrendamento que são sagrados.

    O restaurante só pode abrir meio dia, a discoteca tem que estar fechada, mas o contrato de arrendamento é sagrado...

    Parece-me que tem uma visão bastante enviesada e não compreende a crise em que nos encontramos
  19.  # 40

    Colocado por: rjmsilvaSou senhorio e antes da pandemia era inquilino de dois imóveis onde desenvolvia um micro-negocio. Como parou tudo com a pandemia, devolvi os imóveis aos senhorios.
    Eu concordo que os senhorios não tenham de fazer ação social. Se fazem um contrato de renda, devem receber esse valor. A haver apoios aos inquilinos em dificuldades, os mesmos devem vir do estado, que é para isso que vivemos num estado social.

    Agora o Rjmsilva diz que entregou os dois imóveis onde desenvolvia o seu micronegócio, mas isso para si foi fácil, sendo que o estado é o seu patrão, o seu ordenado nunca vai falhar, mesmo que o seu inquilino não consiga cumprir com as rendas, em princípio não corre o perigo de passar fome. Agora esqueça o ordenado que recebe enquanto funcionário público, e imagine que o seu negócio e a sua renda enquanto senhorio eram as suas únicas fontes de rendimento, se calhar, não encararia a situação com o ânimo tão leve.

    Se o estado tem dinheiro para nos mandar a todos para casa durante dois dias de trabalho, inclusivamente quem já estava em teletrabalho, se tem dinheiro para injetar numa empresa falida como a TAP, então também tem de ter dinheiro para apoiar as pequenas e microempresas a pagar as suas obrigações nesta altura de dificuldades provocadas pela pandemia e confinamento necessário.
 
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