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  1.  # 41

    Colocado por: DR1982Tudo a meias é muito lindo
    Sim, mas não particularmente justo. As coisas complicam quando há um filho, férias, investimentos. Não podem contribuir ambos com metade, se um dos elementos do casal ganha muito menos.

    O que defendo é que cada elemento mantenha alguma independência financeira (manter cada um contas particulares), e depois as despesas comuns (casa, contas, colégios, alimentação) serem divididas em termos percentuais. Já as despesas e pequenos luxos pessoais (roupa, ginásio, cabeleireiro, barbeiro, hobies, etc) cada uma paga os seus.

    Num casamento, ou união de facto, não é prático estar a dividir tudo 50/50, contudo exigível que a partilha de despesas seja justa, de modo a que cada elemento individualmente possa fazer as suas poupanças e manter uma certa independência financeira.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, Vítor Magalhães, Olim, Ana_Dado, LMGuerreiro
  2.  # 42

    Colocado por: HAL_9000O que defendo é que cada elemento mantenha alguma independência financeira (manter cada um contas particulares), e depois as despesas comuns (casa, contas, colégios, alimentação) serem divididas em termos percentuais. Já as despesas e pequenos luxos pessoais (roupa, ginásio, cabeleireiro, barbeiro, hobies, etc) cada uma paga os seus.

    Num casamento, ou união de facto, não é prático estar a dividir tudo 50/50, contudo exigível que a partilha de despesas seja justa, de modo a que cada elemento individualmente possa fazer as suas poupanças e manter uma certa independência financeira.


    Exactamente, é isso.
    • DR1982
    • 22 dezembro 2020 editado

     # 43

    Precisamente, nao defendo isso de dividir tudo e fé em Deus, quando se comora uma casa por exemplo pode -se comprar com percentagens diferentes, que é o mais justo, ja nem falo em dividir as contas do dia a dia, mas nas compras de maior valor nao é justo que seja 50/50 quando ha grandes disparidades de valores ganhos, cada um faz como acha melhor mas para mim as coisas sao muito pão pão, queijo queijo,
    So entendo que seja 50 50 quando os ordenados sao parecidos e entram no casamento em pé de igualdade.
  3.  # 44

    Colocado por: rjmpiresjá certos homens em certas regiões parece que pararam no tempo.


    Não será culpa das mãezinhas...
  4.  # 45

    Colocado por: DR1982s nas compras de maior valor nao é justo que seja 50/50
    Basicamente o DR1982 defende que se a sua esposa contribuir com 3/4 do valor da prestação da casa e o DR apenas com um quarto, sendo que ela ganha 4 x mais, então a casa não seria 50/50 para cada um? Não era bem isso que eu queria dizer

    Contudo concordo consigo se for uma compra a pronto, usando poupanças feitas aquando solteiros.
  5.  # 46

    Colocado por: HAL_9000Basicamente o DR1982 defende que se a sua esposa contribuir com 3/4 do valor da prestação da casa e o DR apenas com um quarto, sendo que ela ganha 4 x mais, então a casa não seria 50/50 para cada um? Não era bem isso que eu queria dizer

    Sim, defendo precisamente isso.
    Se contribui com 3/4 da prestação tem direito a 3/4 da casa.
    Mas como disse isso tem de ser acordado entre ambas as partes, enque ambos se sintam bem com a situação.
  6.  # 47

    Colocado por: Pedro Barradas

    Não será culpa das mãezinhas...

    Por vezes a sociedade tem um papel mais preponderante na "moldagem" dos indivíduos que o próprio seio familiar.
  7.  # 48

    Colocado por: DR1982Se contribui com 3/4 da prestação tem direito a 3/4 da casa.
    E se para o DR poder auferir esse salário, a sua esposa não pode investir tanto na carreira dela, por exemplo para manter a base familiar (refiro isto aqui porque sei que está emigrado). Não acha injusto dividir a casa apenas na proporção do investimento monetário feito?

    Cada caso é um caso, mas muitas situações há, em que mesmo não contribuindo por igual, o justo é dividir as coisas por igual se um dia houver uma separação. Outras há em que não será assim.

    Pergunto apenas por curiosidade, porque este tipo de gestão é algo que cada um de nós deve aprender a fazer sozinho e do modo que garanta a sã convivência familiar.
  8.  # 49

    Eu sou o que ganho mais no agregado, mas acho o que disseram um verdadeiro disparate. Quem quiser ter uma relação "tóxica" força, muito bem apostem nisso.

    A casa é dos dois ponto.

    Quando se começa a envergar por contas bancárias diferentes, posses diferentes e estatutos diferentes a verdadeira razão para a existência de uma relação, na minha óptica, deixa de existir. O verdadeiro pilar numa relação é a igualdade e a confiança, tirar isso a alguém é como "castrar" o próprio amor próprio a alguém.
    Concordam com este comentário: Dominus, Olim, Raquel A, TicMic, Anonimo09092021, eu, LMGuerreiro
  9.  # 50

    Colocado por: HAL_9000E se para o DR poder auferir esse salário, a sua esposa não pode investir tanto na carreira dela, por exemplo para manter a base familiar (refiro isto aqui porque sei que está emigrado). Não acha injusto dividir a casa apenas na proporção do investimento monetário feito?

    Cada caso é um caso, mas muitas situações há, em que mesmo não contribuindo por igual, o justo é dividir as coisas por igual se um dia houver uma separação. Outras há em que não será assim.

    Pergunto apenas por curiosidade, porque este tipo de gestão é algo que cada um de nós deve aprender a fazer sozinho e do modo que garanta a sã convivência familiar.
    Sao formas de ver as coisas, como disse o importante é que cada um se sinta bem!
    No meu caso apenas ha um ordenado, o dinheiro que entra em casa é dos dois, usado pelos dois, mas o que se compra nao é dos dois em percentagens iguais!
  10.  # 51

    Colocado por: Leao91Quando se começa a envergar por contas bancárias diferentes, posses diferentes e estatutos diferentes a verdadeira razão para a existência de uma relação, na minha óptica, deixa de existir.
    Concordo com a sua visão global, mas acho importante cada um manter a sua própria conta além da conta conjunta. Apesar da relação, temos também direito à nossa independência financeira. Por exemplo se a minha esposa imaginasse o que eu gasto em maquinas para bricolage, punha-me fora de casa :P
  11.  # 52

    Colocado por: Leao91Quando se começa a envergar por contas bancárias diferentes, posses diferentes e estatutos diferentes a verdadeira razão para a existência de uma relação, na minha óptica, deixa de existir


    Ter contas bancárias pessoais, não obriga a ter estatutos diferenciados... Digo eu...
    É benéfico haver uma conta conjunta, para as despesas familiares correntes.
    Ou não havendo, que se combine quem paga o quê... E não esquecer do pé de meia, da Família, se conseguirem poupar, é conveniente.
    Concordam com este comentário: HAL_9000
  12.  # 53

    quando as coisas começam a entrar na divisão do dinheiro eu pergunto se depois também dividem as tarefas domésticas e a educação dos filhos.

    a vida em casal é baseada na partilha e não na divisão.

    eu quando me casei, tinha a minha conta a mulher tinha a conta dela e abrimos uma conta para a casa, passado uns anos fechamos porque era mais uma conta a pagar despesas de manutenção e mais um cartão a pagar todos os anos. Eu pago umas coisas ela paga outras e quando chega ao fim do mês paga quem ainda tem dinheiro na conta. Mas não olhamos a quem paga o quê. O que tentamos é que nós os dois consigamos todos os meses fazer uma poupança.
    Concordam com este comentário: Dominus, mica
  13.  # 54

    Colocado por: DR1982Sao formas de ver as coisas, como disse o importante é que cada um se sinta bem!
    No meu caso apenas ha um ordenado, o dinheiro que entra em casa é dos dois, usado pelos dois, mas o que se compra nao é dos dois em percentagens iguais!

    Pronto já percebi a sua perspectiva, ou seja o meu post anterior não é de todo o caso, peço desculpa.

    Se bem que ainda assim não consigo ententer a sua perspectiva. Para quem olha de fora o que dá a entender é que está talvez inocentemente a "sequestrar" uma pessoa a fazer vida consigo.
    A outra pessoa dificilmente sai da relação mesmo que o queira, tal é os danos que advém desse acto. Não sei se tem a noção disso, quem está de fora racha lenha é o que se costuma dizer, mas também não é menos verdade que quem está de fora tem uma visão mais límpida das coisas.
    • DR1982
    • 22 dezembro 2020 editado

     # 55

    Colocado por: Leao91
    Pronto já percebi a sua perspectiva, ou seja o meu post anterior não é de todo o caso, peço desculpa.

    Se bem que ainda assim não consigo ententer a sua perspectiva. Para quem olha de fora o que dá a entender é que está talvez inocentemente a "sequestrar" uma pessoa a fazer vida consigo.
    A outra pessoa dificilmente sai da relação mesmo que o queira, tal é os danos que advém desse acto. Não sei se tem a noção disso, quem está de fora racha lenha é o que se costuma dizer, mas também não é menos verdade que quem está de fora tem uma visão mais límpida das coisas.
    Entao como seria justo? Tudo 50/50? Nestas coisas raramente ha justiça, neste caso em caso de divórcio ela tem direito à parte correspondente da percebtagem dela precisamente para nao sair da relação de maos a abanar, mas nao seria justo que ela sai-se com tanto como eu
  14.  # 56

    E o DR tem isso acordado com a sua esposa? Está registado "legalmente"?

    Isso que descreve não existe legalmente, julgo eu ... aliás, não sei se vive na Suíça ou em França, mas se estiver na Suíça, até salário tem de lhe pagar se ele estiver dependente de si, em caso de divórcio! :P

    Edit: achei a sua posição um tanto ou quanto fria, no que a este assunto diz respeito e nem é por eu própria ser mulher, afinal de contas, vocês têm uma filha em conjunto. Ela não trabalha por opção apenas dela ou de ambos?
  15.  # 57

    Colocado por: Ana_DadoE o DR tem isso acordado com a sua esposa? Está registado "legalmente"?

    Isso que descreve não existe legalmente, julgo eu ... aliás, não sei se vive na Suíça ou em França, mas se estiver na Suíça, até salário tem de lhe pagar se ele estiver dependente de si, em caso de divórcio! :P

    Edit: achei a sua posição um tanto ou quanto fria, no que a este assunto diz respeito e nem é por eu própria ser mulher, afinal de contas, vocês têm uma filha em conjunto. Ela não trabalha por opção apenas dela ou de ambos?

    Sim temos as coisas registadas dessa forma!
    Nao trabalha ainda porque sirgiu isto da pandemia e preferimos nao colocar a miuda na creche!
    Assim que trabalhar o ordenado dela sera apenas dela, fara com ele o que entender, nao entrará nas contas de casa!
  16.  # 58

    Pronto, se vocês têm essa situação definida às claras e é de comum acordo, nada a dizer.

    (vou torcer para a sua esposa ganhar o Euromilhões e não lhe dar um tusto! :D :D)
    • DR1982
    • 22 dezembro 2020 editado

     # 59

    Colocado por: Ana_Dado
    (vou torcer para a sua esposa ganhar o Euromilhões e não lhe dar um tusto! :D :D)
    Nada é mais justo!
    Se bem que ela tem mensalmente à disposição dela apos as despesas fixas pagas mais do que se trabalha-se na área dela em Portugal, por isso nao creio que viva uma situação assim tão má 😂
    Concordam com este comentário: Ana_Dado
  17.  # 60

    À exceção de segundos casamentos, pessoas com filhos e/ ou muito ricos, nao vejo razão para o regime não ser o da comunhão de adquiridos (50/50).
    Quando casei fomos morar para uma casa só minha. Era suposto pedir renda ao meu marido?
    E as contas do supermercado? Ele come mais do que eu! É suposto dividir as contas?
    A empregada perde muito tempo a passar a ferro as camisas dele. É para contabilizar isso tb?
    Não consigo entender certos comentários/ pontos de vista (não é uma crítica, apenas acho complicado de gerir).

    Na minha opinião: O que é meu é teu, e o que é teu é meu.

    Muitas pessoas sao bem sucedidas (e ganham mais) pois tem na retaguarda o cônjuge que as apoia e acompanha.
    Infelizmente, os homens ganham mais do que as mulheres, no mesmo cargo!

    A mulher "sacrifica" a parte profissional (e o corpo!) para criar família e ter filhos. Isso não deverá ser contabilizado nas "partilhas"?

    Conhecem a canção da Ágata?
    Podes ficar com as joias,a casa, o carro, ( e as ferramentas)...

    O bem mais precioso ( e sem preço) são os filhos!
    Tudo o resto se compra.
    Concordam com este comentário: Dominus, TicMic, Ana_Dado, eu, mica
    Estas pessoas agradeceram este comentário: NLuz
 
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