Colocado por: DVilarNão são 26K, mas 13K. A compradora entregou 13K, o vendedor, em caso de não cumprimento de contracto por motivo imputável a si, teria de devolver o que recebeu e mais 13K.
O CPCV, pretende que o negócio seja firme. Se você entrega 2K num negócio de 100K, sujeita-se a que alguém ofereça 102,1K e a ultrapasse no negócio.
Eu como vendedor poderia aceitar isso, mas não considerava o negócio muito seguro. Como comprador, ainda menos seguro achava o negócio.
Colocado por: hangas
Nunca é uma entrada ao banco. O dinheiro da compra não vai para o banco, vai para o comprador.
E é sim uma entrada para o imovel.
Como vendedor nunca aceitava um sinal tão baixo. Nada me garantia que o comprador ia mesmo cumprir a promessa de comprar.
Ok, eu ficava com o dinheiro do sinal, nao vendia a casa e perdia tempo que me podia sair mais caro que o sinal ganho.
Como comprador o mesmo, um sinal tão baixo não me dava garantia nenhuma. Arriscava-me a que 2 semanas depois o vendedor perante uma proposta melhor me mandasse pastar. E ai apesar de receber o meu sinal em dobro tinha que começar o processo todo de novo.
Eu em qualquer dos lados com um sinal tão baixo e que mandava o negocio ir pastar.
Como se costuma dizer,put your money where the mouth is:)
Colocado por: Tyrande<
Oh homem, o dobro de 13k não são os 26k que eu mencionei?! Então você começa a dizer que não são 26k e depois chega à conclusão que afinal são 26k?!
Correto, o CPCV pretende que o negócio seja firme.
Você dá 2k, o vendedor tem de lhe devolver 4k se desiste da venda, logo não faria sentido alguém oferecer 102,1k, pois o homem ficaria a perder dinheiro.
Pra mim, uma pessoa desistir de um negócio previamente acordado para vender a outro mais caro é pura falta de caracter.
Colocado por: Tyrande
Oh homem, o dobro de 13k não são os 26k que eu mencionei?! Então você começa a dizer que não são 26k e depois chega à conclusão que afinal são 26k?!
Correto, o CPCV pretende que o negócio seja firme.
Você dá 2k, o vendedor tem de lhe devolver 4k se desiste da venda, logo não faria sentido alguém oferecer 102,1k, pois o homem ficaria a perder dinheiro.
Pra mim, uma pessoa desistir de um negócio previamente acordado para vender a outro mais caro é pura falta de caracter.
Ex. está a vender a casa por 100k. Aparece alguém disposto a lhe pagar os ditos 100k. Fazem o CPCV. Comprador vai tratar do CH. Aparece entretanto alguém a oferecer uns tostões a mais e você desiste do negócio com o comprador original. Isso pra mim é falta de carácter. Já lhe estão a pagar o que pede, mas as pessoas vendem a integridade por uns € a mais. Aparece alguém que dê 2 tostões a mais e diz-se "olhe, já não vou lhe vender a si. Vou vender ao chinês que me deu mais uns tostões. Boa sorte na compra de casa."
Chamem-lhe "negócios". Eu chamo falta de integridade e carácter.
Colocado por: mmarinhoEu ia ficar com o retorno do sinal em dobro, ou seja ia ficar com 60% do valor do imóvel.
Colocado por: Picareta
obvio, e eles tem todo o direito em não aceitar.
Com essa cláusula a casa fica 3 meses fora do mercado e no final pode não estar vendida se o banco não lhe conceder crédito.
Colocado por: hangas
O que conheço como habitual é ser 10% do total.
1 ou 2k num investimento de 100k ou 200k não dá garantia nenhuma a ninguém.
Colocado por: Tyrande
Por acaso :)
O CPCV é para sinalizar a intenção de compra. É um ato de boa fé.
Não é uma entrada ao banco.
Se me pedissem 20k num CPCV mandava pastar.
EDIT: até gostaria de ver se o proprietário, se o negócio desse pro torto por culpa dele, tinha 26k para pagar à autora do post.
Colocado por: ferreiraj12510% é um absurdo.
Então ter a casa 3 meses "bloqueada" a um comprador tem um custo de 10% do valor da casa?
Se tiver uma casa de 300 mil euros, perde 30 mil euros (!!!!!) só porque ao fim de 3 meses um negócio de venda não se concretiza?
Colocado por: ferreiraj125Não deve servir para o vendedor se salvaguardar caso o negócio não aconteça por motivos que não podem ser imputados ao comprador, como o caso de não conseguir financiamento.
É claro que se o comprador comprasse com capitais próprios não haveria essa questão. Mas nesse caso boa sorte a vender o imóvel apenas a quem comprar a pronto...
Colocado por: joseduroOk então vamos lá.
Uma reserva de 2.5k€ apenas faz com que o imóvel fique fora de mercado por 15 dias, dando tempo ao comprador ir tratar da avaliação bancária do imóvel. Avaliaçáo essa que tem custos e demora +- 10 a 15 dias a ser feita. Depois disso passamos para CPCV (tudo correndo bem). Isto é o correto a ser feito dado que dá segurança a ambas as partes que o negócio vai concretizar-se.
No CPCV é normal haver um sinal de 10% que vai para a conta bancária do proprietário MAS isso já foi acordado previamente na proposta apresentada (valor do imovel+sinal+data para cpcv). Este sinal faz com que a casa saia do mercado e há uma real intenção do comprador para que o negócio ocorra.
O valor do empréstimo, imaginemos que o valor pedido pela casa sao 150k, logo temos o sinal de 15k, o emprestimo vai ser de 135k dado que já pagou os tais 10%.
Isto faz sentido?
É o procedimento correto a ser feito, claro que há casos que nada disto se passa, maior parte das vezes são casos de particular para particular. E outros até mesmo com intermediação imobiliária, na qual não concordo porque tem que haver acordos escritos para dar segurança às pessoas que o negócio irá ocorrer.
Colocado por: ferreiraj125
10% é um absurdo.
Então ter a casa 3 meses "bloqueada" a um comprador tem um custo de 10% do valor da casa?
Se tiver uma casa de 300 mil euros, perde 30 mil euros (!!!!!) só porque ao fim de 3 meses um negócio de venda não se concretiza?
Chupistas.
Colocado por: ferreiraj125
Então ter a casa 3 meses "bloqueada" a um comprador tem um custo de 10% do valor da casa?
Se tiver uma casa de 300 mil euros, perde 30 mil euros (!!!!!) só porque ao fim de 3 meses um negócio de venda não se concretiza?
Chupistas.
Colocado por: Apostador
E se o negócio não se concretizar o vendedor perdeu 3 meses... Possivelmente deixou de vender a outros e fica com os bolsos cheios de nada!
Como está o mercado é fácil saber quem dita as regras.
Há mais procura do que oferta, portanto....
Os 10% é o normal.
Colocado por: luisvv
3 meses podem significar muita coisa. Para já, são 3 meses de custo de capital - se estiver a pagar empréstimo, são 3 meses de juros que não vai reaver. Mas são também potenciais compradores perdidos.
Se há interesse sério das partes, há que dar sinal, que só faz sentido se tiver um valor razoável para dissuadir desistências. Se é 5 ou 10%, cada um sabe de si. Mas "chupista" talvez seja quem quer ter o risco todo do outro lado sem estar disposto a assumir o custo.
Acrescento que vendi 2 imóveis no final de 2019 / início de 2020 e em ambos recusei qualquer hipótese de os tirar do mercado antes de CPCV com sinal de 10%.
Num dos casos houve inclusive uma tentativa do comprador de adiar o CPCV por motivos financeiros, que teve da minha parte a resposta óbvia: se quiser fazer o CPCV com um prazo mais longo para a escritura, não tenho objecções. Mas enquanto não houver CPCV e sinal, a casa continua à venda.
Colocado por: Picareta um proprietário não vai retirar um imóvel do mercado por causa de um pelintra