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  1.  # 321

    Este ano andei por arcos de valdevez, monção, melgaço, etc. Foram meia duzia de dias a comer e beber com uma qualidade incrivel.
    Concordam com este comentário: Vítor Magalhães, N Miguel Oliveira
    • FFAD
    • 4 setembro 2025 editado

     # 322

    independentemente do dinheiro, com alguma criatividade consegue-se férias interessantes para todas as carteiras...

    nem que seja uma roadtrip de roulote pela N2 ou ir a Marrocos ou Espanha...
  2.  # 323

    Como em tudo na vida cada um prioriza aquilo a que dá valor ou que necessita.
    Eu tenho uma amiga que ganha entre 6k a 9k todos os meses há já muitos anos.
    Podia estar bem na vida e ter uma conta recheada mas não tem porque torra tudo em viagens.
    Ela própria diz que se precisar de 5k no imediato não tem pois tem tudo investido em viagens.
    Estamos num grupo de amigos do Whattsapp que só se fala de viagens e ainda no mês passado ela postou que já só lhe faltam conhecer 7 países e que pretende conhece-los até final de 2026.
    Ela tinha casa própria paga que vendeu para investir em viagens, tem um ford fiesta com 20 anos é super simples e gosta de colocar a mochila as costa e lá vai ela para o fim do mundo e quase sempre sozinha e não há cá hotéis de 5* é sempre do mais barato o que ela gosta é de conhecer nem que seja dormir numa tenda que já aconteceu.
    Uma coisa é certa ela envia para o grupo cada foto que é de cortar a respiração.
    Mas é como tudo uns dizem que ela é doida ela diz que nós é que o somos por não aproveitarmos mais a vida.
  3.  # 324

    Não sei se se passa com mais alguém mas ao longo da minha vida as preferências de férias também vão mudando.
    Neste momento é ir a pé para a praia. Não quero conduzir nem cozinhar. Encontra-se vários restaurantes que fazem take away. Tenho familiares com muita idade e pelos quais tenho q zelar. Não quero estar muito longe de casa.
    Já visitei vários países, diversas culturas e ainda assim Portugal está nos meus favoritos.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  4.  # 325

    Colocado por: rcd2023

    Por princípio nunca visitaria ditaduras, logo China, Cuba, Rússia, vários países africanos... tudo excluído.

    África em geral está também excluída, não tenho interesse.

    Médio oriente e Ásia idem. Não gosto das culturas, que já foram grandes, sim, mas há mais de mil anos que não produzem nada de jeito, só desgraças.

    Da América latina abria a excepção para a Argentina, em especial agora com Milei (esqueci-me na lista acima).

    Austrália... É longe.


    sim, isso faz todo o sentido, todos os argentinos antes de Milei desapareceram, e agora há novos argentinos depois de Milei, todos sabemos que a cultura de rua e a massa humana que trabalha nos serviços de turismo muda de um dia para a noite quando muda o presidente, o desrespeito pelas regras e pelo sistema que é fruto de anos de "desgoverno" já não existe, a busca caótica pelo privilegio da mais pequena coisa já não existe, eu até posso dizer que este ano voei de Miami ao Chile e a metade de Argentinos ricos que fazia fila para entrar no avião era toda muito bem portada realmente mudaram da noite para o dia, portanto a sua teoria faz todo o sentido.

    LOL
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  5.  # 326

    Colocado por: palmstroke, isso faz todo o sentido, todos os argentinos antes de Milei desapareceram, e agora há novos argentinos depois de Milei


    Um pais não se muda num dia, obviamente, mas a Argentina não é uma ditadura, caramba (e no passado recente também, era só um pais politicamente inviável).

    Agora na América latina diria que pais que abriria a excepção para visitar seria a Argentina, já antes de Milei, e mais agora, claro.
  6.  # 327

    férias são quase sempre no gerês, e este ano foi igual, não tenho pachorra para ferias de papo para o ar na praia, quando viajo para o estrangeiro é para visitar.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  7.  # 328

    Colocado por: carlota74Não sei se se passa com mais alguém mas ao longo da minha vida as preferências de férias também vão mudando.
    Neste momento é ir a pé para a praia. Não quero conduzir nem cozinhar. Encontra-se vários restaurantes que fazem take away. Tenho familiares com muita idade e pelos quais tenho q zelar. Não quero estar muito longe de casa.
    Já visitei vários países, diversas culturas e ainda assim Portugal está nos meus favoritos.
    Concordam com este comentário:N Miguel Oliveira


    Acho que é perfeitamente normal que as vontades e destino mudem ao longo do tempo.

    Em solteiro pensa-se de determinada maneira, casado doutra, com filhos doutra, com pais para cuidar doutra, com o ninho vazio doutra, quando há outros gastos como universidade dos filhos, remodelações da casa, etc etc...

    Até digo mais, estranho era se pensassemos de igual forma com 18 ou 81 anos. Até porque há outras pessoas que são envolvidas nessas viagens, que também têm os seus gostos.

    Daí referir, não creio que neste tema haja certo ou errado. Cada qual com as suas pancas. E ainda bem que assim é.
  8.  # 329

    No que me toca, não gosto muito da ideia de contar países, mas sim regiões. Ir a Lisboa é conhecer Portugal? Ir a Madrid é conhecer Espanha? Nem de perto.
    Tampouco sou de ir e ficar parado (agora, no futuro quem sabe), prefiro visitar. A praia não me diz muito, fico logo escaldado com 15 min ao sol. Vivi 6 anos a 1min da praia. Mas gosto muito do mar, seja quente ou frio. Não gosto do rio por medo, a calma da tona da água é manhosa. Com o mar ao menos sei com o que conto. Não gosto de muita gente, pelo que o resort só se fôr mesmo para dormir. Prefiro a praia vacia. Gosto bastante da montanha, e das cidades/vilas/aldeias, de comer bem, de beber melhor.

    Agora mudar de ideias acho normal. Por exemplo gostei de ir a Marrocos solteiro. Não regressaria lá casado. Nesta fase, tento que pelo menos uma viagem no ano, seja com os pais e irmã, para que conhecem outras coisas, e sobretudo para obrigarmo-nos a estarmos juntos. E tanto pode implicar viagem de avião, como conhecer melhor a nossa zona, o Minho é fantástico, Trás-os-Montes idem, as beiras, etc... não é preciso contar kms.

    Ainda assim, este 2025 vai assim:
    - ilha Madeira (com os pais)
    - Minho (zona Natal, com os pais)
    - Cidade do México (com os sogros)
    - Santa Cruz, San Jose, San Francisco, California
    - Acapulco, México (com os sogros)
    - Medellín ou Bogotá, Colombia, a definir

    Destes, só o último será pela primeira vez. Os restantes são todos cromos repetidos. Serviu para desfrutar de coisas que não desfrutei das primeiras vezes.
  9.  # 330

    Colocado por: N Miguel OliveiraAinda assim, este 2025 vai assim:
    - ilha Madeira (com os pais)
    - Minho (zona Natal, com os pais)
    - Cidade do México (com os sogros)
    - Santa Cruz, San Jose, San Francisco, California
    - Acapulco, México (com os sogros)
    - Medellín ou Bogotá, Colombia, a definir


    Tem tempo de ir a isso tudo nos 4 meses (já roubados) que 2025 ainda tem?
  10.  # 331

    Por esta altura já deve ter ido até metade da lista
  11.  # 332

    Colocado por: ClioIITem tempo de ir a isso tudo nos 4 meses (já roubados) que 2025 ainda tem?


    Faltam as duas últimas. O resto já passou.
    Mas é como digo, não é uma questão de kms... para descansar mesmo, por vezes melhor ficar em casa, a fazer umas bricolages, etc... ou a desfrutar do sossego.

    Acapulco é já este Sábado. E ainda hei-de lá voltar no finalzinho deste ano para um casório. Pelo que nem sempre são "férias 100% livres".
  12.  # 333

    Depois dizem que os projectos de arquitetura estão caros. 😁
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  13.  # 334

    Colocado por: rjmsilvaDepois dizem que os projectos de arquitetura estão caros


    Uma que outra viagem, foi junta com deslocações em trabalho na verdade. Se se faz uma viagem laboral tão longa, faz sentido aproveitar. E vice versa... Depende de muitos factores obviamente.
    Uma coisa não exclui a outra.
    Por acaso, a Arquitectura é algo que permite isso se se quiser. Tanto exercendo, como em mood "formação". A melhor maneira de aprender Arquitectura e "ter novas ideias" é precisamente sair de casa e experimentar vivências diferentes, ver outras coisas, comer outras coisas, etc etc... Serve para relativizar os preconceitos e pôr em perspectiva o que achamos que sabemos.
    Essa formação também se paga.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, NLuz
 
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