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  1.  # 81

    Colocado por: LMVB

    Estas 3 que refere fazem mais isso que refere e contribuem para uma cadeia de valor maior do que aquilo o comum cidadão imagina.

    Podemos entrar ainda mais nos termodomésticos com empresas como A Termobrasa e a Aquafer entre outras, aqui já a fugir ao e-lar

    Não estou aqui a contrariar nem a tourear ninguém, só a mostrar que há marcas mais portuguesas que outras...

    Mas na generalidade concordo consigo, este programa e-lar é um esquema para encher pançudos


    Não era minha intenção afirmar que o "programa e-lar é um esquema para encher pançudos".

    O objetivo era simplesmente esclarecer que marcas nacionais não implica fabrico nacional.

    E que, mesmo havendo fabrico nacional de uma marca, não significa que toda a gama dessa marca é feita no mesmo sítio.

    Pode parecer óbvio, mas há muitas pessoas (parece que cada vez mais) que trabalha numa dicotomia maniqueísta.
  2.  # 82

    • eu
    • 30 setembro 2025

     # 83

    Colocado por: Vítor Magalhãeshttps://pt.euronews.com/green/2025/09/30/site-para-candidaturas-ao-programa-e-lar-esta-em-baixo-no-dia-de-lancamento


    Que admiração.

    Entregam estes projetos a empresas que não sabem o que é balanceamento de carga e escalabilidade horizontal automática.

    Eu fico mesmo chateado ao assistir a esta incompetência generalizada no estado.
    • eu
    • 30 setembro 2025

     # 84

    Colocado por: ClioIIque trabalha numa dicotomia maniqueísta.


    Basta frequentar um qualquer fórum da Internet para testemunhar este fenómeno.

    Parece que agora é tudo a preto e branco e só existem os extremos opostos das questões.
  3.  # 85

    Das poucas vezes que finalmente consegui avançar para o formulário propriamente dito, depois empanca na seleção da morada.

    De qualquer forma ainda gostava de saber quantas pessoas não sabem que no grupo III (aberto a todos) se tem que pagar instalação, IVA, etc.
    E que uma placa de indução consome imenso, que ao usam apenas um bico de cada vez e não dos mais fortes, ou tem que aumentar a potência contratada ou mesmo mudar fios para 4mm bem como disjuntor para maior amperagem. E que esse tipo de despesa não está incluída mesmo nos outros grupos.

    E aposto que nas próximas semanas em lojas coisas como fogões só vai haver à venda marcas proprias e gama alta das marcas mais conhecidas, média gama desaparecerá.
    Concordam com este comentário: eu
  4.  # 86

    Colocado por: migptDas poucas vezes que finalmente consegui avançar para o formulário propriamente dito, depois empanca na seleção da morada.

    De qualquer forma ainda gostava de saber quantas pessoas não sabem que no grupo III (aberto a todos) se tem que pagar instalação, IVA, etc.
    E que uma placa de indução consome imenso, que ao usam apenas um bico de cada vez e não dos mais fortes, ou tem que aumentar a potência contratada ou mesmo mudar fios para 4mm bem como disjuntor para maior amperagem. E que esse tipo de despesa não está incluída mesmo nos outros grupos.

    E aposto que nas próximas semanas em lojas coisas como fogões só vai haver à venda marcas proprias e gama alta das marcas mais conhecidas, média gama desaparecerá.

    O que gostava de saber, é necessário ser eles(onde compramos) a instalar...
    • eu
    • 30 setembro 2025

     # 87

    Colocado por: RcrdPrntO que gostava de saber, é necessário ser eles(onde compramos) a instalar...


    Sim, claro. Eles têm que recolher o aparelho antigo e demonstrar que foi reciclado.
    • migpt
    • 30 setembro 2025 editado

     # 88

    A empresa que vende tem que recolher o antigo a gás e entregar num REEE.
    Todo o processo tem que ser feito e registado quer documental quer fotograficamente até determinado prazo, para depois receberem o dinheiro do Estado.

    Dada a responsabilidade que isso envolve, entregarem equipamento e só receberem o pagamento mais tarde se estiver tudo conforme, suponho que a empresa que vende ou subcontratada queira ter nas mãos todo o processo para documentar todas as fases, incluindo instalação. Não iriam arriscar entregar um eletrodoméstico num local e depois numa eventual inspeção não haver rasto dele, quererão ter documento e fotos de estar tudo devidamente instalado no local.

    Mas acredito que talvez em lojas comércio locais mais pequenas possa ser uma coisa combinada, negociada e tratada por ambas as partes.


    Edit: o que consta sobre isso na ultima FAQ:


    P3.2 É obrigatório fazer a instalação do equipamento? Ou o equipamento pode ser apenas vendido com recolha do antigo, sem o serviço de instalação associado?
    Os fornecedores qualificados devem promover a entrega, instalação dos equipamentos novos e recolha dos equipamentos antigos. Os serviços de instalação (incluindo transporte e instalação) são despesas elegíveis para os Grupos I e II, mas não são elegíveis para o Grupo III.

    P3.3 Se o cliente for a uma loja e quiser ele próprio fazer o transporte – é possível?
    A obrigação do fornecedor de promover a entrega, instalação e recolha implica que estas ações são realizadas por parte do fornecedor qualificado.

    P3.4 Como se procede à recolha e reciclagem de REEE? É suficiente o documento de recolha da sucata?
    Os fornecedores qualificados têm a responsabilidade de assegurar o devido encaminhamento para recolha e reciclagem de REEE, através de evidências documentais. O Anexo III prevê uma "Declaração de conformidade de instalação e recolha", e o documento de recolha da sucata poderá constituir-se como uma evidência válida.
  5.  # 89

    Colocado por: eu

    Sim, claro. Eles têm que recolher o aparelho antigo e demonstrar que foi reciclado.


    Ok, obrigado...

    Então não é para mim....
  6.  # 90

    Troquei o esquentador há uns meses porque o antigo já não estava a funcionar em condições... ainda vou vender aquilo a bom preço a alguém que precise de entregar um para receber o apoio :)
 
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