Iniciar sessão ou registar-se
    • eu
    • 6 novembro 2025
    Colocado por: CarvaiAs pessoas antes de terem um emprego e um "casamento" efetivo


    Vê-se logo quem são os velhos deste fórum.

    Caro colega idoso, hoje em dia já não existem nem empregos efetivos nem casamentos efetivos.
  1. Colocado por: euVê-se logo quem são os velhos deste fórum.


    Mas o Carvai tem razão.
    Acho que se constrói/compra com pouca flexibilidade. É tudo demasiado personalizado em função de uma vida, que nos dias de hoje, pode transformar-se rapidamente.
  2. Pior que isso...
    Uma pessoa não tem incentivo algum a mudar de casa...
    Paga sempre imposto em cima do lombo, mesmo que queira fazer um downgrade (o que não compensa porque o que iria embolsar perde nos impostos)
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, vmontalvao
  3. Pois, mas o Estado não ganha só com impostos das rendas. Parece que a Caixa Geral de Depósitos bateu o recorde de lucros... os créditos dão muito dinheiro também.

    A malta queixa-se dos empreiteiros que ganham muito... pois, eu não vejo nenhum problema nos bancos tampouco...
  4. Entre 2011-2015, compare os preços dos imóveis com os preços 2005-2010, já não falando com os preços de hoje, a desvalorização foi brutal. Tenho revistas em papel de algumas grandes imobiliárias de listas de imóveis de ambos os períodos e de facto é impressionante esta constatação!



    Colocado por: vmontalvao
    É a lei do mercado. A procura tende em aumentar e não a diminuir. Raramente se viu quebras de valor na habitação, e quando isso aconteceu, durou pouco, o tempo das crises.
  5. Colocado por: N Miguel Oliveira

    Não propiamente. O senhorio até pode cobrar bem. Como o inquilino pode ter rendimentos muito bons que advêm do facto de mover-se mais facilmente pelo facto de viver de aluguer. Depende um bocado da profissão também.

    Mas esse costuma ser o nosso erro, só pensámos nos gastos, e pensámos pouco em como ter bons rendimentos.

    É como nas obra, só nos preocupa quando custa, sem ver que até posso ter melhores materiais e mesmo assim construir mais barato. O "como" interessa-nos pouco. Só queremos saber do "quanto custa".

    A vida não é só matemática. Já sabemos que a prestação ao banco tende a ser melhor que uma renda. Mas falta ver o resto.


    cherry picking
  6. Colocado por: carlosj39Entre 2011-2015, compare os preços dos imóveis com os preços 2005-2010, já não falando com os preços de hoje, a desvalorização foi brutal. Tenho revistas em papel de algumas grandes imobiliárias de listas de imóveis de ambos os períodos e de facto é impressionante esta constatação!





    Como assim?
  7. Colocado por: eu

    Vê-se logo quem são os velhos deste fórum.

    Caro colega idoso, hoje em dia já não existem nem empregos efetivos nem casamentos efetivos.

    Sim eu sou um velho mas o meu filho e uma boa duzia de amigos dele têm vidas estáveis e casas próprias. E ter emprego efetivo não é ter o mesmo emprego toda a vida (excepto FP).
    Depois de sair da tropa fiz alguns biscates aí pelo mundo fora e só comprei a 1ª casa quando nasceu o meu filho. E trabalhei em meia dúzia de grandes empresas portugueses e multinacionais sempre mudando por vontade própria.
    E é verdade que muitos dos jovens atuais (talvez numa faixa dos 25 aos 35 anos) gostaria de viver sozinho num T1 mas hoje tal como sempre não é economicamente viável.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  8. Como assim como
    ?

    A curva baixa dos preços,considerando o período 2005 a 2025, foi entre 2011 -2015.

    Colocado por: ferreiraj125

    Como assim?
  9. Colocado por: ferreiraj125cherry picking


    Talvez na sua bolha.
    Na minha, é quase tudo assim... os que mais tempo tiveram a pagar rendas, foram os primeiros que terminaram de pagar a casa... há lá coisas...

    Preocuparam-se mais com os rendimentos que com os gastos...
  10. Colocado por: carlosj39Entre 2011-2015, compare os preços dos imóveis com os preços 2005-2010, já não falando com os preços de hoje, a desvalorização foi brutal. Tenho revistas em papel de algumas grandes imobiliárias de listas de imóveis de ambos os períodos e de facto é impressionante esta constatação!


    Se for possivel partilhe aqui essas revistas que a malta gosta de ver
  11. Colocado por: eu

    Vê-se logo quem são os velhos deste fórum.

    Caro colega idoso, hoje em dia já não existem nem empregos efetivos nem casamentos efetivos.


    verdade, o que há hoje muito é choraminguisse e "a culpa é dos outros".
  12. Colocado por: CarvaiE é verdade que muitos dos jovens atuais (talvez numa faixa dos 25 aos 35 anos) gostaria de viver sozinho num T1


    Se possível alí para os lados da baixa lisboeta!
  13. Colocado por: N Miguel Oliveira

    Mas o Carvai tem razão.
    Acho que se constrói/compra com pouca flexibilidade. É tudo demasiado personalizado em função de uma vida, que nos dias de hoje, pode transformar-se rapidamente.


    Eu se fosse construtor hoje, só construia T1. É o futuro da habitação !
  14. Colocado por: Malaico_EVSe possível alí para os lados da baixa lisboeta!


    Porque essa foi a realidade dos pais deles, em que se poupassem conseguiam, podia não ser na baixa, mas era possivel. Hoje já não é essa a realidade.

    Mas não há problema, o que conseguiram foi a geração mais radicalizada da história, se fosse por estes jovens na faixa dos 25 aos 35 anos o AV era PM. E muito bem, porque se não tivessem entrado 2M de emigrantes, era garantido que não havia + de 20% de desemprego jovem , e as casas também seriam mais baratas.

    Além de que é malta que não têm compromisso absolutamente nenhum com o país, ou com o trabalho. GenZ onde eu trabalho, estão a meio de projetos, sabem que se sairem a empresa fica mal e não os consegue substituir fácilmente, a empresa do lado oferece mais 100 euros e eles muda-se do nada. E muito bem!
    Concordam com este comentário: ferreiraj125
    Estas pessoas agradeceram este comentário: smart
  15. Colocado por: Malaico_EV

    Se possível alí para os lados da baixa lisboeta!


    Por acaso viver na baixa não é muito interessante.

    É só uma zona mais turistica, mas sem grande interesse para quem trabalha em Lisboa.


    Pessoalmente a minha zona favorita é Avenidas Novas e arredores. É literalmente o centro do concelho.

    Curiosamente, os turistas acham essa zona "fora do centro".

    Ainda bem que assim é.





    Agora, uma pessoa sozinha viver ali num T1?

    Se ganhar uns 5 ou 6k brutos por mês.
  16. Colocado por: kuatroEu se fosse construtor hoje, só construia T1. É o futuro da habitação !


    Nos sítios onde há falta de habitação e muito emprego fora de Portugal, nos edíficios multi-habitacionais que temos projectado, diria que o rácio por tipologia de apartamentos será mais ou menos o seguinte:

    - T0, 23%
    - T1, 50%
    - T2, 23%
    - T3, 4%

    Os T3 são literalmente para poder dizer que os tem... porque noutros casos nem existem. Nesses casos é mais isto:

    - T0, 30%
    - T1, 50%
    - T2, 20%

    A regra é que os T1 sejam +/- metade, ou até mais, tipo 60-65%. Os promotores em tom de brincadeira, ainda dizem: "por mim era tudo T0"... pois é a tipologia mais rentável.
  17. Colocado por: rod_2000sabem que se sairem a empresa fica mal e não os consegue substituir fácilmente,


    Isso é fácil de evitar, a empresa que esteja atenta à concorrência e pague correctamente ao seu trabalhador. Ele não terá razão para sair, nem a empresa ficará numa situação delicada. Além disso, há contractos e períodos em que tem que avisar com antecedência. A empresa só fica mal se andar a dormir...
    Estas pessoas agradeceram este comentário: AMG1
  18. Colocado por: ferreiraj125Agora, uma pessoa sozinha viver ali num T1?

    Se ganhar uns 5 ou 6k brutos por mês.


    E então?
    Não é isso que todos queremos?
    Ganhar como na Alemanha ou na Noruega?
    É trabalhar para isso.
    É concentrar-nos numa economia que permita ter esses salários.
  19. Colocado por: rod_2000Porque essa foi a realidade dos pais deles, em que se poupassem conseguiam, podia não ser na baixa, mas era possivel. Hoje já não é essa a realidade.

    Isso é mentira. Há 40 anos atrás jovens a viver sozinhos em T1 alugados ou comprados eram uma raridade. Mesmos os mais ricos preferiam continuar em casa dos pais em casarões com empregada e comidinha. Eu quando casei fui viver para um T1 na Reboleira (có horror diriam agora) e apesar de ganhar acima da média nunca sonhei conseguir comprar uma casa nas Av. Novas. Já a linha do Estoril chegou a ser opção mas desisti por outras razões.

    Colocado por: N Miguel OliveiraNos sítios onde há falta de habitação e muito emprego fora de Portugal, nos edíficios multi-habitacionais que temos projectado, diria que o rácio por tipologia de apartamentos será mais ou menos o seguinte:

    - T0, 23%
    - T1, 50%
    - T2, 23%
    - T3, 4%

    Sim isto faz todo o sentido e que poderia ter acontecido em Lisboa e Porto na tranformação de grandes apartamentos em unidades pequenas para arrendamento. Mas com mais de 2000 regulamentos e burocracia pouca gente se atrevia a meter-se nisso. Ainda para mais com um mercado de arrendamento totalmente distorcido.
    Os AL vieram mudar isso e aposto que se tivemos um normal mercado de aluguer muita gente evitava os AL talvez um pouco mais rentáveis mas muito mais trabalhosos.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
 
0.0585 seg. NEW