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  1. Colocado por: rod_2000

    Greve dos tarefeiros é irónico. As empresas vão romper os contratos com o SNS para o funcionário fazer greve? Parece-me que é uma excelente justa causa para substituir tafereiros por malta mais barata. Eles não vão fazer greve.


    Nem todos são de empresas.

    Na verdade bastaria estarem indisponíveis. Seria uma greve teórica.
    • eu
    • 7 novembro 2025
    E não há serviços mínimos?
    • AMG1
    • 8 novembro 2025
    Claro que não há serviços minimos. São meros prestadores de serviço pagos à hora. Se não aparecerem no local de trabalho não acontece nada. A não ser que não trabalham e não recebem.
    Foi nisto que resultou a substituição de custos fixos (trabalho dependente) por custos variáveis, agora aguentem-se. Pode ser uma boa oportunidade para se testarem os limites de certas opções de gestão.
    Eu não acredito que isto aconteça, o negócio é demasiado bom para estes médicos, para que eles arrisquem ficar sem nada. Na verdade, o que eles querem e negociar com a ministra a redução do valor do seu trabalho, porque já se percebeu que vão aceitar essa redução, só a querem mitigar.
    Se tivessemos um ministro ou um primeiro ministro com os "ditos cujos" no sitio esta era uma oportunidade para dar a volta ao texto. Era melhorar as condições aos do SNS e a estes ou levavam um valente corte, ou aceitavam regressar ao SNS. Em alternativa podiam ir bater a porta dos grupos privados, que seguramente saberiam aproveitar a oportunidade de reduzir mais um bocadinho os seus custos.
    Mas é claro que nada disto vai acontecer e, como alguns virão aqui dizer, se acontecesse seria ainda pior para o SNS. Pois seria... então não seria.
    Concordam com este comentário: HAL_9000
    • AMG1
    • 8 novembro 2025
    Colocado por: carlosj39Será verdade que a Dra Joana Bordalo, do FNam, médica oncologista, está ligada ao partido comunista tendo recentemente apoiado João Ferreira para a câmara de Lisboa?


    E qual é a relevância disso se for verdade?
    Estar "ligada" ao PCP, ou a qualquer outro partido faz dela melhor ou pior médica ou dirigente sindical?
    O actual bastonario da OM creio que é militante ou pelo menos próximo do PSD, tal como o anterior que até chegou a ser deputado e depois presidente da Camara de Coimbra também eleito pelo PSD. Esse envolvimento político faz deles piores ou melhores médicos, ou melhores ou piores dirigentes da corporação?
    Imagino que se a dra. Joana Bordalo fosse apoiante dum certo partido, cujo nome me ocorre, isso já não seria relevante para coisa nenhuma, ou será que seria melhor profissional ou dirigente sindical por causa dessa ligação partidária?
    Ao estado a que isto já Chegou!
  2. Colocado por: AMG1Claro que não há serviços minimos. São meros prestadores de serviço pagos à hora. Se não aparecerem no local de trabalho não acontece nada. A não ser que não trabalham e não recebem.
    Foi nisto que resultou a substituição de custos fixos (trabalho dependente) por custos variáveis, agora aguentem-se. Pode ser uma boa oportunidade para se testarem os limites de certas opções de gestão.
    Eu não acredito que isto aconteça, o negócio é demasiado bom para estes médicos, para que eles arrisquem ficar sem nada. Na verdade, o que eles querem e negociar com a ministra a redução do valor do seu trabalho, porque já se percebeu que vão aceitar essa redução, só a querem mitigar.
    Se tivessemos um ministro ou um primeiro ministro com os "ditos cujos" no sitio esta era uma oportunidade para dar a volta ao texto. Era melhorar as condições aos do SNS e a estes ou levavam um valente corte, ou aceitavam regressar ao SNS. Em alternativa podiam ir bater a porta dos grupos privados, que seguramente saberiam aproveitar a oportunidade de reduzir mais um bocadinho os seus custos.
    Mas é claro que nada disto vai acontecer e, como alguns virão aqui dizer, se acontecesse seria ainda pior para o SNS. Pois seria... então não seria.


    Os tarefeiros não têm privada. São tarefeiros e trabalham à hora precisamente porque na sua esmagadora maioria não têm especialidade, ou têm especialidades 'pouco apetecíveis', circunstâncias que os colocam fora da rota do privado, a menos que seja a também fazer urgências gerais como SNS, mas mesmo nessa circunstância são um número reduzido. Se tivessem privada não andavam a trabalhar à hora, por vezes a fazer noites e fins de semana em hospitais do SNS. Quem tem boa privada não faz nada disso.

    Se cortarem o valor aos tarefeiros deixam de ter urgências em muitos hospitais. Há mesmo um volume megalómano de horas de urgência que são asseguradas por eles e que quando os mesmos estão indisponíveis ficam fechadas.

    Quanto a 'obrigar' os tarefeiros a voltar a ingressar no SNS é muito complexo e ainda menos consequente. Isto porque, como já disse, estes colegas na sua maioria não têm especialidade e os poucos que têm, são de especialidades 'fracas', de baixo impacto nas necessidades do SNS.

    A única coisa em que podiam ser úteis era em fazer o que já fazem, que são horas de urgências gerais, tipo carne para canhão, mas iam criar mais custos fixos e depois consequentemente horas extra em barda. Ia dar exactamente ao mesmo e com mais regalias (férias pagas, licenças, folgas, limites de horas extra, possibilidade de isenção de horário nocturno a partir dos 50, possibilidade de isenção de horas extra, etc).

    Esqueça resolver consultas e cirurgias em atraso com os tarefeiros, não têm competência e especialidades para isso. Também não vai resolver problemas de urgências de especialidades, como por exemplo urgências de obstetrícia (ou outras especialidades), com tarefeiros, pois não há obstetras como tarefeiros, nem muitas outras especialidades.
    • ivreis
    • 8 novembro 2025 editado
    Colocado por: Sandra_ccpois não há obstetras como tarefeiros,


    Desculpe Sandra mas isso não é verdade. Nenhuma urgência de Obstetricia/Ginecologia de Lisboa (excepto a MAC) é assegurada totalmente pelos "da casa".
    Até lhe diria mais.. uma grande fatia dos ObGin em Lisboa tem contratos de menos de 30h no SNS ou no privado precisamente para irem aproveitar algumas urgências a 100€/h (ou perto disso). Não deixam de ser tarefeiros "a tempo parcial". É sempre um boa maneira de encaixar mais uns milhares de € ao fim do mês. E até há colegas de ObGin que só fazem mesmo urgências (no HFF há pelo menos 1).
  3. Colocado por: ivreis

    Desculpe Sandra mas isso não é verdade. Nenhuma urgência de Obstetricia/Ginecologia de Lisboa (excepto a MAC) é assegurada totalmente pelos "da casa".
    Até lhe diria mais.. uma grande fatia dos ObGin em Lisboa tem contratos de menos de 30h no SNS ou no privado precisamente para irem aproveitar algumas urgências a 100€/h (ou perto disso). Não deixam de ser tarefeiros "a tempo parcial". É sempre um boa maneira de encaixar mais uns milhares de € ao fim do mês. E até há colegas de ObGin que só fazem mesmo urgências (no HFF há pelo menos 1).


    Não se enquadra como tarefeiros.

    Muitos são contratos a tempo parcial. Também fiz antes de deixar o SNS. Foi a forma que arranjaram de me manter mais uns tempos.

    Mantenho que não vai resolver problemas de urgências de especialidade com tarefeiros. Mas respeito se tiver opinião diferente.
  4. Excepções não fazem a regra. E garantidamente não é com essas excepções, que são sempre em número limitado, que vai resolver problemas estruturais.

    Podemos dar exemplo de urgências de pediatria que fecham. Quantos pediatras há a fazer tarefa? Certamente uma dúzia ou duas. Não mais. Vai resolver os problemas de urgências de pediatria encerradas pelo país fora com esse número?

    Podemos sempre falar deste ou daquele caso que conhecemos, mas tenhamos a noção realista de números esmagadores. Os obstetras que fazem tarefa não chegam para fazer face aos problemas de urgências de obstetrícia.

    Já agora, caro colega, eu punha-me a toques no seu lugar, é que esta semana ouvi o ex ministro da saúde Adalberto campos Fernandes e outras pessoas, alertar que a USFs foram todas, ou quase todas, passadas para o modelo B e que isso teve um impacto estratosférico na despesa mas parcos e pouco palpáveis resultados na capacidade de resposta do SNS.
    • AMG1
    • 8 novembro 2025
    Colocado por: Sandra_cc

    Os tarefeiros não têm privada.São tarefeiros e trabalham à hora precisamente porque na sua esmagadora maioria não têm especialidade, ou têm especialidades 'pouco apetecíveis', circunstâncias que os colocam fora da rota do privado, a menos que seja a também fazer urgências gerais como SNS, mas mesmo nessa circunstância são um número reduzido.Se tivessem privada não andavam a trabalhar à hora, por vezes a fazer noites e fins de semana em hospitais do SNS. Quem tem boa privada não faz nada disso.

    Se cortarem o valor aos tarefeiros deixam de ter urgências em muitos hospitais. Há mesmo um volume megalómano de horas de urgência que são asseguradas por eles e que quando os mesmos estão indisponíveis ficam fechadas.

    Quanto a 'obrigar' os tarefeiros a voltar a ingressar no SNS é muito complexo e ainda menos consequente. Isto porque, como já disse,estes colegas na sua maioria não têm especialidade e os poucos que têm, são de especialidades 'fracas', de baixo impacto nas necessidades do SNS.

    Aúnica coisa em que podiam ser úteis era em fazer o que já fazem, que são horas de urgências gerais, tipo carne para canhão, mas iam criar mais custos fixos e depois consequentemente horas extra em barda.Ia dar exactamente ao mesmo e com mais regalias (férias pagas, licenças, folgas, limites de horas extra, possibilidade de isenção de horário nocturno a partir dos 50, possibilidade de isenção de horas extra, etc).

    Esqueça resolver consultas e cirurgias em atraso com os tarefeiros, não têm competência e especialidades para isso. Tambémnão vai resolver problemas de urgências de especialidades, como por exemplo urgências de obstetrícia (ou outras especialidades), com tarefeiros, poisnão há obstetras como tarefeiros, nem muitas outras especialidades.


    Mas se o trabalho desses médicos só serve mesmo para serem tarefeiros no SNS, isso significa que o seu poder negocial é proximo de zero. Neste caso a ministra pode cortar-lhe à vontade o valor da hora que ou eles aceitam ou tem de vir bater a porta do SNS, se os quiserem aceitar.
  5. Colocado por: Sandra_ccMantenho que não vai resolver problemas de urgências de especialidade com tarefeiros.


    Concordo. Acho uma certa piada quando agora alguns politicos de algibeira já sugerem diminuir a carga fiscal nas horas extra dos médicos do SNS... os mesmos que acabaram com a possibilidade de contratos duplos. Voltem a permitir esses contratos e se calhar aparecem mais médicos disponiveis para assegurar turnos.

    Colocado por: Sandra_ccJá agora, caro colega, eu punha-me a toques no seu lugar, é que esta semana ouvi o ex ministro da saúde Adalberto campos Fernandes


    O nosso colega Adalberto tem um ódio especial às USF, é sobejamento conhecido. Mas ele diz a verdade. Eu também não concordo com os indicadores usados para compor o IDE e o valor que isso representa nos vencimentos dos médicos das USF... se calhar é preciso usar outras métricas, onde se consiga efetivamente medir ganhos em saúde. Eu vivo tranquilo. A minha só passou para USF-B em 2024 e já lá estou desde 2008. Se lá estivesse pelo dinheiro da USF-B já teria desistido há pelo menos 10 anos.
    Concordam com este comentário: Sandra_cc
  6. Colocado por: AMG1

    Mas se o trabalho desses médicos só serve mesmo para serem tarefeiros no SNS, isso significa que o seu poder negocial é proximo de zero. Neste caso a ministra pode cortar-lhe à vontade o valor da hora que ou eles aceitam ou tem de vir bater a porta do SNS, se os quiserem aceitar.


    Os tarefeiros também têm alternativas, já falei por aqui de muitas.

    Para os motivar a fazer urgências, nomeadamente nocturnas, feriados, fins de semana e em vários hospitais, tem que lhes pagar acima dessas alternativas.
  7. Por curiosidade e por comparação, como era o SNS (o equivalente )e o sistema de saúde no outro regime anterior a este( o mais objectivo e menos ideológico possível), isto é quantos médicos havia, quantos hospitais com urgências havia, etc. ?
  8. Colocado por: carlosj39Por curiosidade e por comparação, como era o SNS (o equivalente )e o sistema de saúde no outro regime anterior a este( o mais objectivo e menos ideológico possível), isto é quantos médicos havia, quantos hospitais com urgências havia, etc. ?


    Antes de 1974? Havia as Caixas de Previdência (daí o termo "médico da caixa") e as Misericórdias.
    Ou tinha dinheiro e/ou trabalhava numa profissão com descontos para uma Caixa de Previdência e acesso a cuidados ou então nascia, vivia e morria sem nunca ver um médico. Tenho na minha familia ainda alguns médicos dessa altura vivos (já estão mais que reformados... têm 80+ anos)

    Quanto aos números que pergunta não faço a minima ideia.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: carlosj39
  9. Os grandes hospitais que ainda existem foram construídos durante o estado novo e eram públicos.

    O SNS só foi fundado em 79, mas só começou efectivamente a funcionar entre 80 e 83, com a primeira leva de médicos a entrar para os SNS. Colegas esses que estão agora todos a reformar-se e que adquiriram muitos vícios...

    O que existia no o estado novo e até aos anos 80 era um serviço público muito minimalista, sem centros de saúde do SNS.

    As coisas eram de tal forma que as pessoas acabavam por recorrer aos serviços das misericórdias e privados, que na altura eram os consultórios (não havia grandes grupos de saúde privados).

    Os hospitais eram só para urgências e doentes terminais.

    A maioria das pessoas descontava para as caixas de previdência que funcionava como sistemas mutualistas, uma espécie de regime híbrido entre ADSE e SNS.


    Em 1974 havia cerca de 100 médicos por 100mil habitantes. Por comparação, actualmente há cerca de 560 médicos por 100mil habitantes em Portugal.

    Mas isto dos médicos por habitante tem que ser relativizado. O caso de Portugal é ilustrativo. Somos o país da UE e da OCDE com mais médicos por habitante, contudo temos uma reposta às necessidades de saúde bastante deficitária. Mais deficitária que muitos países que têm significativamente menos médicos por habitante.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: carlosj39
  10. Colocado por: ivreis

    Concordo. Acho uma certa piada quando agora alguns politicos de algibeira já sugerem diminuir a carga fiscal nas horas extra dos médicos do SNS... os mesmos que acabaram com a possibilidade de contratos duplos. Voltem a permitir esses contratos e se calhar aparecem mais médicos disponiveis para assegurar turnos.



    O nosso colega Adalberto tem um ódio especial às USF, é sobejamento conhecido. Mas ele diz a verdade. Eu também não concordo com os indicadores usados para compor o IDE e o valor que isso representa nos vencimentos dos médicos das USF... se calhar é preciso usar outras métricas, onde se consiga efetivamente medir ganhos em saúde. Eu vivo tranquilo. A minha só passou para USF-B em 2024 e já lá estou desde 2008. Se lá estivesse pelo dinheiro da USF-B já teria desistido há pelo menos 10 anos.
    Concordam com este comentário:Sandra_cc



    Por incrível que pareça o Adalberto, não sendo ministro, continua a ter um peso enorme em decisões do SNS. Sendo que tem-lhe bastado fazer comentários e sugestões públicas para que os seus sucessores o levem em conta e implementem medidas decalcadas do que ele vai dizendo.

    É curioso ver este peso que ele adquiriu, como uma espécie de 'senador' da saúde e do SNS em Portugal e também demonstra a periclitancia e desorientação dos sucessores.

    Gostava de perceber o que o faz tão influente.
  11. Colocado por: Sandra_ccMas isto dos médicos por habitante tem que ser relativizado. O caso de Portugal é ilustrativo. Somos o país da UE e da OCDE com mais médicos por habitante, contudo temos uma reposta às necessidades de saúde bastante deficitária. Mais deficitária que muitos países que têm significativamente menos médicos por habitante.


    Se somos o pais da OCDE com mais médicos por habitante, então há algo de errado na saúde em Portugal. Muito errado…

    Será que temos um “cartel” nos grupos de saude privados para absorver todos os médicos e impedir que haja SNS ? Não estou a ver outra causa. Se assim for o caso, então vivemos numa espécie de bolha na medicina em Portugal.
  12. Colocado por: rod_2000

    Se somos o pais da OCDE com mais médicos por habitante, então há algo de errado na saúde em Portugal. Muito errado…

    Será que temos um “cartel” nos grupos de saude privados para absorver todos os médicos e impedir que haja SNS ? Não estou a ver outra causa. Se assim for o caso, então vivemos numa espécie de bolha na medicina em Portugal.


    Não há Cartel nenhum para absorver todos os médicos. Somos esmagadoramente prestadores de serviços nos grupos privados e muitos de nós até colaboram no SNS e no privado.

    Se não somos o primeiro país da OCDE com mais médicos por habitante, estamos entre os 3 primeiros. Temos um rácio muito bom. Mas com impacto inverso na resposta dos serviços.

    O número de médicos no SNS tem aumentado significativamente, sobretudo nos últimos 20 anos.

    Só nos últimos 5 anos o número de médicos no SNS aumentou em 20mil. Em 5 anos! Um número de sonho até para países grandes. Portanto se houvesse um cartel, não estava a resultar nada.

    Mesmo que faltassem médicos, um volume de injeção de capital humano destes, em tão poucos anos, devia suprir a falta.

    Para haver noção, 20mil médicos são suficientes para abrir cerca 6 ou 7 hospitais de Santa Maria (o maior do país) e 8 a 10 hospitais de São João (segundo maior).

    Outro cálculo, é por exemplo 20mil colegas são suficientes para abrir centenas ou milhares de centros de saúde.

    Artigo deste ano.
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  13. Conclusão:

    -Colegas não faltam, gestão sim.
  14. Colocado por: Sandra_cc-Colegas não faltam, gestão sim


    Se temos o maior número de médicos per capita do mundo. E não estamos a responder a toda a procura existente então está a acontecer alguma das seguintes coisas:

    1. Há médicos a receber sem trabalhar em algum lugar. Provavelmente por culpa da gestão.
    2. O dados populacionais estão errados.

    Eu aposto nos dois.
    Concordam com este comentário: eu
 
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