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  1. Já fiz isso com os sensores de O2 e quando o carro começa a engasgar estão a dar leituras fora do normal. Daí ter trocado o primário recentemente, achando que estava a passar-se. Mas a sonda nova mudou zero e o carro continuava a engasgar depois de condução mais esforçada; as leituras eram certamente por causa dos gases acumulados...
  2. Colocado por: pcspinheiroJá fiz isso com os sensores de O2 e quando o carro começa a engasgar estão a dar leituras fora do normal. Daí ter trocado o primário recentemente, achando que estava a passar-se. Mas a sonda nova mudou zero e o carro continuava a engasgar depois de condução mais esforçada; as leituras eram certamente por causa dos gases acumulados...


    Verificou velas, cabos de velas e bobinas?
    Más ignições dão más queimas e, portanto, maus valores de O2.
    Tive isso no meu Ford: terminais corroídos entre cabo de vela e bobina que corroeu tudo. Só se manifestava a quente.
    Concordam com este comentário: rafaelisidoro
  3. Sim, tudo verificado. O problema só se manifestava em esforço. E depois de apagar o carro pega logo outra vez e funciona bem, embora tenha que dar mais voltas ao motor de arranque. E o certo é que deixando aquele respiro no catalisador, não voltou a fazê-lo. Troquei velas, bobine de ignição (tinha uma extra), sensor de O2..

    Amanhã vou ver a questão dos sistemas de escape um a um e volto a dar notícias.
  4. Colocado por: pcspinheiroSim, tudo verificado. O problema só se manifestava em esforço. E depois de apagar o carro pega logo outra vez e funciona bem, embora tenha que dar mais voltas ao motor de arranque. E o certo é que deixando aquele respiro no catalisador, não voltou a fazê-lo. Troquei velas, bobine de ignição (tinha uma extra), sensor de O2..

    Amanhã vou ver a questão dos sistemas de escape um a um e volto a dar notícias.
    há coisas esquisitas ,ou seja se acelerar o motor a fundo mesmo parado ele não trabalha bem ... Se desligar e voltar a acelerar ele não faz nada e de seguida volta a afogar , é difícil um carro trabalhar assim sem que o problema seja elétrico , leitura dos sensores da linha de escape fazem comunicação com a centralina e esta responde com a injeção , uma má leitura dá uma mistura pobre ou rica , agora se o carro não afoga nem morre normalmente fica difícil perceber porque é que o faz em esforço , entupido talvez mas esquisito um catalisador não é um filtro de partículas , é bem aberto ... Há coisas que não lembra o diabo , eu também já tive avarias que leva dias e meses a tentar perceber ...
  5. Parece um carro a GPL mal afinado...
  6. Não... Está a GPL mas faz o mesmo com ambos os combustíveis, logo, não é do sistema de combustível.

    Parado, a quantidade de combustível necessária para manter certa rotação, digamos 3000 rpm, e logo, o volume de gases gerado, é muito menor do que a conduzir a 90km/h em 5a ou a subir uma longa subida em 2a ou 3a. Logo, parece-me normal que ao fim de algum tempo nesse regime engasgue se tiver alguma restrição de escape e não o faça estacionado.

    Não sei que outro problema explique os sintomas e seja resolvido ao permitir o escape respirar por este buraco adicional no catalisador...

    Ainda ontem estive a conversar por WhatsApp com um colega de escola, esse sim, verdadeiro mecânico (está com uma equipa no rally WRC na Arábia saudita 😅), que concorda que deve ser relacionado com restrições de escape.
  7. Colocado por: pcspinheiroAinda ontem estive a conversar por WhatsApp com um colega de escola, esse sim, verdadeiro mecânico (está com uma equipa no rally WRC na Arábia saudita 😅), que concorda que deve ser relacionado com restrições de escape.
    então ele tem que fazer o mesmo estacionado se deres aceleração ele tem que falhar parado .o motor andamento não precisa de mais ar do que parado. 3000 rpm são sempre 3000 rpm , pode haver entupimento o que leva a uma leitura errada e um débito errado de GPL fazendo falha mas tem que ser a andar ou parado , ou existe algo solto dentro do escape que com o andamento mude posição pelo movimento . Eu também tenho um problema irrequieto mas nada de grave , tou á meses a tentar descobrir porque raio o meu carro desce 200rpm no relantie quando travo a reduzir e no fim para parar carrego na embraiagem e paro , o tempo que ele leva é o tempo da suspensão recuperar da travagem , no entanto nada acontece se eu desembraiar e travar até parar ou se colocar em ponto morto e travar 🤔 também se travar de uma forma muito suave até parar com a mudança engrenada nada se passa ... Tou a meses a ver se percebi isso , mexe aqui , mexe ali e nada ,em nada compromete o funcionamento do carro são só mesmo aqueles quase 2 segundos +- mas irrita 😂 , às vezes eu digo assim desiste disso que quando partir arranja-se , pelo menos agente já sabe qual é o defeito .
  8. Colocado por: rafaelisidoroo motor andamento não precisa de mais ar do que parado.


    Isto é obviamente errado... Não precisa de usar o mesmo curso do acelerador para acelerar a 3000rpm parado ou a puxar em esforço. E o curso do acelerador determinada a abertura da borboleta (ar que entra) e a quantidade de combustível injetado, que determinam o volume de gases de escape. Se o que diz fosse verdade, nunca precisaria de acelerar mais, nem gastar mais combustível, numa subida comparado com a mesma distância em plano.

    Aliás, basta conduzir qualquer carro numa situação em que o motor de facto está a puxar o carro e meter o pé à embraiagem sem largar o acelerador e vai ver para onde vai a rotação. Porquê? Porque obviamente estava a usar muito mais ar e combustível para mover o carro em esforço do que precisa para apenas vencer a resistência interna do motor.
    Concordam com este comentário: jorgemlflorencio
  9. Colocado por: rafaelisidorotou á meses a tentar descobrir porque raio o meu carro desce 200rpm no relantie quando travo


    A gasolina naturalmente aspirado? Provavelmente a "idle control valve" se tiver controlo do ralenti separado da borboleta principal, ou algum lixo/resíduo na borboleta se for tudo controlado aí, como no meu. Quando a borboleta fecha quase completamente, o fluxo de ar é momentaneamente insuficiente devido à limitação de passagem de ar até o carro perceber isso é adaptar.

    Uma boa limpeza às zonas de entrada de ar com limpa carburadores deve ajudar.
  10. Colocado por: pcspinheiro

    Isto é obviamente errado... Não precisa de usar o mesmo curso do acelerador para acelerar a 3000rpm parado ou a puxar em esforço. E o curso do acelerador determinada a abertura da borboleta e a quantidade de combustível injetado, que determinam o volume de gases de escape. Se o que diz fosse verdade, nunca precisaria de acelerar mais, nem gastar mais combustível, numa subida comparado com a mesma distância em plano.

    Aliás, basta conduzir qualquer carro numa situação em que o motor de facto está na puxar o carro e meter o pé á embraiagem sem largar o acelerador e vai ver para onde vai a rotação. Porquê? Porque obviamente estava a usar muito mais ar e combustível para mover o carro em esforço do que precisa para apenas vencer a resistência interna do motor.
    .

    Se falarmos em rotação do motor ele vai consumir o mesmo combustível e o mesmo ar para atingir a mesma rotação em aceleração , daí se eu começar a subir sem acelerar ele morre na rotação , se levarmos o motor a fundo estacionado a fundo mesmo é o seu limite de rotação e de admissão de ar se formos com ele na estrada e acelerarmos tudo a fundo ele nunca vai consumir mais ar para chegar ao seu limite de rpm máxima , o esforço do motor vai ser controlado pelo pé para chegar á rotação pretendida . Sou eu a falar acho eu .
  11. Colocado por: pcspinheiro

    A gasolina naturalmente aspirado? Provavelmente a "idle control valve" se tiver controlo do ralenti separado da borboleta principal, ou algum lixo/resíduo na borboleta se for tudo controlado aí, como no meu. Quando a borboleta fecha quase completamente, o fluxo de ar é momentaneamente insuficiente devido à limitação de passagem de ar até o carro perceber isso é adaptar.

    Uma boa limpeza às zonas de entrada de ar com limpa carburadores deve ajudar.
    não , um manco crdi .
  12. já me ajudaste bastante com a limpeza !
  13. Colocado por: rafaelisidoro.

    Se falarmos em rotação do motor ele vai consumir o mesmo combustível e o mesmo ar para atingir a mesma rotação em aceleração , daí se eu começar a subir sem acelerar ele morre na rotação , se levarmos o motor a fundo estacionado a fundo mesmo é o seu limite de rotação e de admissão de ar se formos com ele na estrada e acelerarmos tudo a fundo ele nunca vai consumir mais ar para chegar ao seu limite de rpm máxima , o esforço do motor vai ser controlado pelo pé para chegar á rotação pretendida . Sou eu a falar acho eu .


    Humm... Olhe que não. Um motor só a ter que vencer a sua resistência interna mesmo á rpm máxima nunca precisará de abrir a entrada de ar ao max (nem de longe) nem injetar combustível ao caudal max equivalente para manter a estequiometria correta da reação. Se fosse o caso, isso quereria dizer que a sua potência máxima estava limitada a vencer as tais resistências internas e não aguentaria qualquer carga adicional, como mover o carro.

    Daí que o caudal caudal de gases durante a condução é muito superior, tanto mais se for em esforço, e relativamente proporcional á abertura do ar x rpm
  14. Colocado por: rafaelisidorojá me ajudaste bastante com a limpeza !


    Ou alguma pequena fuga de vácuo. Nestes casos, não havendo nada mais que justifique, é verificar/limpar tudo o que está relacionado com a entrada de ar, tubos de respiro do motor ligados á entrada de ar, etc. qualquer pequenina fuga pode contribuir para essas chatices.
  15. Isso de travar e o motor descer de rotação não poderá ter a ver com a compensação de ar para o servo freio?
  16. Colocado por: 4por1Isso de travar e o motor descer de rotação não poderá ter a ver com a compensação de ar para o servo freio?
    não sei , não é sempre que travo é só numa situação , tem que ser numa travagem que desça a rotação gradual e na fase final tenho que apertar a embraiagem quando ele pára por completo ( nada brusco ) ele vai as 700 rpm e o tempo da anomalia é suspensão recuperar que ele corrige , se fosse travagem para o servo frei acho que tinha que ser sempre que travo ... Acho eu mas posso verificar os vácuos obrigado.
  17. Colocado por: pcspinheiro

    Humm... Olhe que não. Um motor só a ter que vencer a sua resistência interna mesmo á rpm máxima nunca precisará de abrir a entrada de ar ao max (nem de longe) nem injetar combustível ao caudal max equivalente para manter a estequiometria correta da reação. Se fosse o caso, isso quereria dizer que a sua potência máxima estava limitada a vencer as tais resistências internas e não aguentaria qualquer carga adicional, como mover o carro.

    Daí que o caudal caudal de gases durante a condução é muito superior, tanto mais se for em esforço, e relativamente proporcional á abertura do ar x rpm
    vou ter que estudar está física que para mim o que faz sentido é um motor de bancada a fundo não pode dar menos potência nem consumir menos do que na estrada , há que lembrar que não temos uma relação de potencia do motor diretamente á roda , nem temos a potencia máxima disponível em décimas de segundo , acredito que na estrada o consumo de energia para a potência é muito menor em média do que na bancada , mas vou estudar isso porque faz bem á saúde ! Gosto de perceber isso .
  18. É tudo uma questão de física. Não se pode esperar que um motor a puxar um veículo de 1.5T gaste o mesmo combustível como se estivesse apenas a vencer a fricção interna dos vários componentes. A energia extra precisa de vir de mais combustível e, proporcionalmente, mais ar para ter a relação molecular correta. Mas sim, leia sobre isso que saber não faz mal! 👍
    Estas pessoas agradeceram este comentário: rafaelisidoro
  19. Colocado por: pcspinheiroÉ tudo uma questão de física. Não se pode esperar que um motor a puxar um veículo de 1.5T gaste o mesmo combustível como se estivesse apenas a vencer a fricção interna dos vários componentes. A energia extra precisa de vir de mais combustível e, proporcionalmente, mais ar para ter a relação molecular correta. Mas sim, leia sobre isso que saber não faz mal! 👍
    eu consigo fazer o teste em tempo real no corte e na estrada eu percebo o que tu dizes faz sentido se for uma variante , ou seja eu tenho que crer exigir mais do motor para acontecer isso que dizes , o meu carro é turbo tem uma pressão máxima de ar admitido não há como dar mais , chega ali ao bar correto e ele manda para fora o excesso , se não manda mais ar não manda mais combustível daí o pico de potência desce e o motor perde eficácia e eficiência , a própria velocidade ou força que o carro atinge serve de objectivo se me faço entender , o meu jipe se lhe meter umas baixas ele carrega 1 tonelada no relantie e vou aonde eu quizer com ele , parece vazio ... Óbvio que se for a maior gás ele vai consumir mais mas se for a fundo não estou a ver essa massa de ar e gasóleo aumentar devido ao peso em excesso , é o turbo a Bandar pressão . Em aspiração normal pode variar mas deve ser +- igual , acho eu , vou testar isso .
  20. Bem, reporto então os resultados. Instalei de novo a sonda lambda, apaguei os erros da ECU, e removi a panela de escape. Efetivamente, tem material solto dentro, o que para algo com cerca de apenas 1.5 anos de quase não uso, não me parece normal.

    Conduzi o carro durante algum tempo a apertar bem com ele em subidas, etc, e nunca engasgou. Pelo contrário, aguentava a rotação de modo mais estável e nunca mostrou as quebras que por vezes mostra ao cair para o ralenti.

    Claro que pode ser um combinar de restrições no catalisador + panela de escape. Mas como os problemas foram aparecendo pouco depois de a trocar, parece-me ser o suspeito principal.
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