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  1.  # 321

    Colocado por: NTORIONOuviu essa conversa nalgum lado mas percebeu mal.

    Não sou eu que percebeu mal. Veja o exemplo das empresas exportadores que compram tudo pelo IVA normal. Depois faturam com IVA 0 e são reembolsados dos 23% pagos na compra de matérias. E sim há muitas vigarices nesta área como existem na construção e em TODOS os setores. A única diferença é que não há fatura na venda das casas mas é só uma questão de nome do papel - nota de lançamento, guia de entrega, etc.
    Claro que o pessoal da AT não vai facilitar pois diminuir o saque não está no seu ADN.
  2.  # 322

    É bem diferente do exemplo que deu.

    Não é reembolso, deduzem o IVA e acertam as contas entre o que liquidam e o que deduzem. Tb nesses casos, infelizmente, há muita venda fictícia, por forma a dar baixa de produtos vendidos cá sem fatura, e assim deduzirem o IVA suportado a montante nas aquisições.

    O problema é que na construção para venda o IVA não é dedutível, pelo que não é um mero acerto de taxas, tudo tem de ser revisto e ponderado.
    Para mim, o mais simples continuaria a ser, tudo a 23%, quando a venda tivesse cpcv, se cumprir os requisitos, solicitar o reembolso de 17 dos gastos nas compras.
    Na auto construção tb é simples, após o processo finalizado, juntar papelada e solicitar reembolso.
    • vf74
    • 20 novembro 2025

     # 323

  3.  # 324

    Curioso este comportadamente. Quando é para aumentar o saque fiscal inventa-se um nome fofinho e no dia seguinte está a cobrar. Quando é para baixar, ai jesus que é tudo complicado.
    • AMG1
    • 20 novembro 2025

     # 325

    Colocado por: CarvaiCurioso este comportadamente. Quando é para aumentar o saque fiscal inventa-se um nome fofinho e no dia seguinte está a cobrar. Quando é para baixar, ai jesus que é tudo complicado.


    Eu não tenho qualquer curiosidade. O governo foi apenas e só completamente incompetente.
    Quiz anunciar uma medida fiscal, sem antes se assegurar da sua abrangência e das implicações da sua aplicação. Se a isto juntarmos a completa incerteza sobre os reais efeitos da medida em causa, para os fins anunciados, creio que está tudo dito.
    • sito
    • 20 novembro 2025

     # 326

    Já disseram que era só para processos que entravam na câmara depois da lei ir para a frente, agora é para obras iniciadas desde outubro... Amanhã o que será?
  4.  # 327

    e vai o fisco andar a conferir dezenas de faturas do material que entrou em determinada obra?
    assim de repente cheira-me que uma casinha pequena vai levar material como nunca se viu, bater recordes, a mão de obra vai ser quase de graça:)
  5.  # 328

    Colocado por: marco1a mão de obra vai ser quase de graça:)

    A mão de obra sempre foi a 6%. Se passasse a 23% se calhar o pessoal aplaudia...
  6.  # 329

    Governo aprova redução de Iva...
    E agora?! É para mim que tenho as especialidades ainda na câmara e ainda não levantei a licença de construção? É para mim que vou começar a construir em 2026? É para mim que vou construir?
    Sinceramente ainda não percebi se comsigo usufruir da mesma com tanta informação dispare
  7.  # 330

    in: https://expresso.pt/economia/2025-11-28-governo-avanca-com-corte-de-impostos-para-casas-ate-648-mil-euros-e-rendas-ate-2300-euros-a2b62aa7?brid=h8hca7rpqs4dlfola_13wq

    “ Na conferência de imprensa de hoje, Leitão Amaro explicou que o Governo aprovou o diploma que reduz “muito” a fiscalidade neste setor. Estarão abrangidos projetos cujo licenciamento ou pedido de informação prévia sejam feitos a partir da data do anúncio, após 25 de setembro, e cujo as despesas sejam emitidas a partir de 1 de janeiro de 2026, mesmo que a aprovação pela Assembleia da República seja feita após este prazo.”


    Depreendo que seja “entrada” do processo e não “aprovação”.
    Com grande infelicidade minha!
    • JAndCC
    • 29 novembro 2025 editado

     # 331

    Colocado por: gil.alvesin:https://expresso.pt/economia/2025-11-28-governo-avanca-com-corte-de-impostos-para-casas-ate-648-mil-euros-e-rendas-ate-2300-euros-a2b62aa7?brid=h8hca7rpqs4dlfola_13wq

    “ Na conferência de imprensa de hoje, Leitão Amaro explicou que o Governo aprovou o diploma que reduz “muito” a fiscalidade neste setor.Estarão abrangidos projetos cujo licenciamento ou pedido de informação prévia sejam feitos a partir da data do anúncio, após 25 de setembro, e cujo as despesas sejam emitidas a partir de 1 de janeiro de 2026, mesmo que a aprovação pela Assembleia da República seja feita após este prazo.”


    Depreendo que seja “entrada” do processo e não “aprovação”.
    Com grande infelicidade minha!

    Estou convicto que só vai beneficiar disso quem já tem neste momento orçamento na mão. Quem vier a obter orçamento daqui a semanas/meses vai pagar o mesmo (ou quase) pagando IVA a 23 ou a 6.
    Concordam com este comentário: rui1magano
  8.  # 332

    Estou na mesma situação, dei entrada do meu processo de licenciamento em julho de 2025 (arquitetura submetida nessa data), e agora com o anúncio do Governo estou com dúvidas.
  9.  # 333

    Se assim for isto e uma palhaçada... deveria ser para novos pedidos de levantamento de construção, e não para início de projetos. Se assim for há alguma maneira de contornar isto?
  10.  # 334

    Colocado por: militarEstou na mesma situação, dei entrada do meu processo de licenciamento em julho de 2025 (arquitetura submetida nessa data), e agora com o anúncio do Governo estou com dúvidas.

    Já tem orçamentos em sua posse? Já adjudicou?
    Se sim, talvez consiga beneficiar disto de forma real. Tente ver, se não será melhor retirar e voltar a submeter
    Concordam com este comentário: nunogouveia
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Matisofi
  11.  # 335

    Colocado por: MatisofiSe assim for isto e uma palhaçada... deveria ser para novos pedidos de levantamento de construção, e não para início de projetos. Se assim for há alguma maneira de contornar isto?

    E quem já está a construir há 6meses, também não é uma palhaçada ou para esses ja não é?
  12.  # 336

    Ainda não adjudiquei nada, estou na fase de orçamentos e o processo está a aguardar aprovação das especialidades. Como o meu deu entrada em julho, se a lei final mantiver este critério fico de fora.
    A minha dúvida agora é se compensa mesmo retirar e voltar a submeter, a diferença entre 23% e 6% numa obra inteira é enorme.
    Concordam com este comentário: Matisofi, rpmmsantos
  13.  # 337

    O melhor é não fazer nada!

    Se baixam a partir de hoje "e os que entraram ontem?", se baixa com retroativos a janeiro deste ano "e os que entraram em dezembro de 2024?"...
    Estas pessoas agradeceram este comentário: militar
  14.  # 338

    Portanto, quem tem obra a decorrer vai pagar faturas c IVA a 23%, enquanto outros vão pagar IVA 6% pelo mesmo material, na mesma data... é a chamada justiça fiscal
    Concordam com este comentário: militar
  15.  # 339

    Colocado por: JtmaskPortanto, quem tem obra a decorrer vai pagar faturas c IVA a 23%, enquanto outros vão pagar IVA 6% pelo mesmo material, na mesma data... é a chamada justiça fiscal

    No IVA sim, mas quem tem obra a decorrer paga o preço + iva acordado no passado. Quem for contratar agora ou nos próximos tempos com orçamentos de agora, vai levar ripada do empreiteiro e no fim, pagou muito menos IVA que voce (e eu) mas no fim pagou o mesmo ou pouco menos que nós.
    É esta a minha ideia.
    A cadeia vai ficar com essa margem. Afinal de contas, se o cliente pode pagar 10, vai agora pagar 8?!
  16.  # 340

    No meu caso nem sequer cheguei a adjudicar ou iniciar a obra, estou só à espera da aprovação das especialidades.
    Quem já está a construir há meses, naturalmente já tinha licença antes desta mudança. Mas quem, ainda nem conseguiu a licença por causa dos atrasos das câmaras, vai ficar de fora do IVA a 6% só porque o processo entrou antes da data, mesmo sem ter posto um tijolo no chão.
    Concordam com este comentário: jpmassena
 
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