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  1. O inversor tem duas saídas AC out.
    Em caso falha de energia, ambas as saídas são alimentadas. A partir de X% de bateria, só a saída das cargas críticas funciona.
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  2. Colocado por: callinasO inversor tem duas saídas AC out.
    Em caso falha de energia, ambas as saídas são alimentadas. A partir de X% de bateria, só a saída das cargas críticas funciona.

    2 saídas AC out ou 1 + a tal de cargas criticas?
    Pois esta parte é umas das que me têm deixado baralhado, pois segundo aquilo (pouco e se calhar errado) que tive a pesquisar, supostamente o Victron MP em caso de falha de rede apenas mantém com energia as cargas criticas, sendo que o AC out se desliga exatamente por não ser permitido injetar qualquer energia nas linhas da rede por motivos óbvios de segurança.
    Daquilo que fui lendo, para isso que referiu funcionar, teria de ter algo como um sistema de contatores que ao deixar de ser alimentado pela rede, comutava para que as cargas normais passassem a ser alimentadas pelo Victron, interrompendo simultaneamente qualquer ligação à rede (e enquanto isto, as cargas criticas continuavam à mesma no seu circuito separado). Será algo assim?
  3. O esquema de reles do MPII é o seguinte.
    Em caso de falha de rede (ou outra condição que requeira o isolamento da mesma) os reles do ACIn e ACout2 abrem.

    O do AC2 pode ter um comportamento mais programável, mas o AcIn abre sempre e só volta a fechar depois de haver rede e se garantir a sincronização
    Estas pessoas agradeceram este comentário: zed
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    • HFSF
    • 10 dezembro 2025 editado
    Colocado por: callinasEm caso falha de energia, ambas as saídas são alimentadas. A partir de X% de bateria, só a saída das cargas críticas funciona.


    Isto não é o comportamento de fabrica.

    Colocado por: RuikodePois esta parte é umas das que me têm deixado baralhado, pois segundo aquilo (pouco e se calhar errado) que tive a pesquisar, supostamente o Victron MP em caso de falha de rede apenas mantém com energia as cargas criticas, sendo que o AC out se desliga exatamente por não ser permitido injetar qualquer energia nas linhas da rede por motivos óbvios de segurança.


    Isto é o comportamento de fabrica.

    A vantagem da victron é que consegue programar muita coisa directamente no inversor/cerbo ou em casos mais avançados pode programar no nodered
  4. Programar no Nodered?
  5. Colocado por: HFSF

    Isto não é o comportamento de fabrica.



    Isto é o comportamento de fabrica.

    A vantagem da victron é que consegue programar muita coisa directamente no inversor/cerbo ou em casos mais avançados pode programar no nodered


    A instalação pode ser feita...
    - a energia "entra" na casa pelo inversor
    - "sai para casa" pelo AC out 1 e AC out 2
    - um deles é o das cargas críticas, abaixo de x% só a saída das cargas criticas deixa passar corrente.
    • HFSF
    • 11 dezembro 2025
    Eu entendo que pode ser, assim como pode controlar o ACin ter o controlo de LOM externo com o relay sempre fechado.

    A nível de configuração é um mundo mas se o Ruikode está com dificuldades a perceber o porquê das diferentes saídas estava a tentar simplificar e explicar o porquê de existirem 2 saídas de forma simplificada e que para mim é:
    - 1 tem sempre carga
    - 1 desliga quando a rede cai

    A mim só me custa entender o porquê de se dizer que isso é a melhor instalação quando se tem um inversor relativamente potente e uma bateria de 16kwh.

    Eu só vejo problemas:
    - Proteções adicionais no quadro
    - corte geral que nem sei como faz porque vai ter de cortar rede, AC out e criticas.
    - Para os ACs e BCs, eles não devem ser desligados no disjuntor, se andar muito perto da tal % de soc vai andar a ligar e desligar muitas vezes.
    - Fica limitado ao SoC em configuração dentro do inversor (que é dificil de alterar) a decidir o que pode usar

    Eu vejo essas saídas a serem muito uteis para instalações pequenas com baterias bastante pequenas.
  6. Colocado por: HFSFEu vejo essas saídas a serem muito uteis para instalações pequenas com baterias bastante pequenas.


    Também vejo da mesma forma. Sistemas muito pequenos com meia duzia de kWh e cortes de rede com alguma frequência.

    Com uma habitação ligada à rede, mesmo com qualidade de serviço baixa que em média tem 2 a 3 cortes até 1h por ano, não vejo necessidade de complicar.


    No meu caso, meti a casa toda debaixo do Victron, inclusive o EVSE.

    Ainda considerei meter o EVSE em exclusivo nessa saída, porque é um muito grande consumidor.

    Mas acabei por inclui-lo na saída principal. Primeiro porque ele é "esperto" para perceber que nao tem rede e parar a carga, e depois porque se numa emergência precisar mesmo de carregar o carro durante um apagão, tenho possibilidade de forçar isso sem ter que andar a mexer em fios.

    De qualquer forma, numa situação em que haja um corte prolongado, com ou sem AC out2, sera quase certamente preciso fazer uma gestão manual de alguma forma.
    • eu
    • 11 dezembro 2025
    É engraçado como num tópico de paineis, de repente se passou a falar quase só de baterias.

    É um reflexo da evolução dos sistemas, de apenas produção para produção+armazenamento.

    Nunca pensei que se chegasse a este cenário tão rapidamente.
    Concordam com este comentário: jorgemlflorencio
    • hangas
    • 11 dezembro 2025 editado
    Colocado por: euengraçado como num tópico de paineis


    Paineis e auto-consumo :)

    Mas sim.. as baterias no auto-consumo sempre fizeram sentido do ponto de vista técnico.
    A maior parte do consumo dos lares é feito precisamente fora do período solar. Mesmo com tele-trabalhos e afins é sempre necessário deferir consumo para a noite.

    Mas da mesma forma que os painéis há 15-20 anos custavam uma fortuna por kWp e agora estão quase ao preço da uva mijona, também as baterias estão nessa curva descendente.
    Em 2024 o preço médio por KWh era de 115USD/Kwh e em 2025 anda na casa dos 85-100USD/kWh. Estimativas apontam para um preço na ordem dos 50USD/kWh em 2030. E claro, tal como com os painéis, com a China a liderar o mercado.

    Não me espantaria que dentro de 5-10 anos o licenciamento de uma nova habitação passasse a prever um determinado nível de autonomia energética consoante a tipologia.

    E da mesma forma que algumas urbanizações tinham um tanque de gas para assegurar fornecimento, no futuro passem a ter uma micro-grid.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: eu
    • HFSF
    • 11 dezembro 2025
    Já existem comunidades mas ainda parece algo muito complicado de se conseguir.

    Fico com curiosidade como é que Portugal gerir esta transformação. Na minha zona que precisa de um PT há anos, nem a E-Redes nem ERSE se movem, tenho mais 3 casas a serem construídas que vão ter de se ligar ao mesmo ramal.
    Ontem com 0A a sairem da rede, registei 2h em que a tensão na minha zona foi abaixo de 203v. Continuo a pagar as taxas e a E-Redes a declarar lucros.

    Na Alemanha já baixaram o limite minimo de voltagem e estão a desenvolver a EnWG para controlar grandes consumidores (EVs e BC), na australia há a possibilidade de alugar parte da bateria para estabilizar a rede na zona em espanha já se vê muitos dias de preço de injeção negativo.

    Eu acabei de comprar um 2º inversor para converter AC da rede para DC e depois ter eletricidade mais limpa.
  7. Colocado por: euÉ engraçado como num tópico de paineis, de repente se passou a falar quase só de baterias.

    É um reflexo da evolução dos sistemas, de apenas produção para produção+armazenamento.

    Nunca pensei que se chegasse a este cenário tão rapidamente.


    Porque em menos de uma ano se passa de uma opinião de que, entre gastar dinheiro em baterias, mais vale instalar mais painéis, para afinal já vale a pena meter baterias, e dos 5 ou 7 kW de baterias, já temos pessoas a meter 30kw em bateria 🔋.

    Já agora, já estão a sair às baterias com celulas 345 Ah, face aos habituais 300. O que quer dizer que uma bateria que em maio estava a vir com 15 kWh agora já está com 18kwh.
    Vai um pouco de encontro ao que dizia algum meses atrás, lá para o início do ano, estas bateria de 15kw estarão com 20 kW, e se calhar até com 22 kw
    Concordam com este comentário: eu
  8. Colocado por: callinasPorque em menos de uma ano se passa de uma opinião de que, entre gastar dinheiro em baterias, mais vale instalar mais painéis, para afinal já vale a pena meter baterias, e dos 5 ou 7 kW de baterias, já temos pessoas a meter 30kw em bateria



    Não foi a opinião que mudou.. foi o custo associado a formulação da mesma.
    Mas sim, passou-se de preços em que a amortização só ia acontecer ao fim do período de garantia da bateria, pelo que mais valia estar quieto, para um cenário em que facilmente se amortiza em 2 ou 3 anos.

    Se ha 2 anos uma instalação de um sistema com 5kWh de bateria e painéis a condizer custava na casa dos 10k€, hoje por menos que isso instalam-se os tais 30kWh com painéis a condizer.
    Concordam com este comentário: jorgemlflorencio, eu
  9. Vamos ver até que ponto a subida de metais como a prata não vem criar uma subida de preços.
  10. Obrigado pelos vossos comentários.

    Eu entendo o argumento de que com um sistema razoavelmente bem dimensionado faz sentido a lógica de alimentar tudo através do victron, e acredito que para a maioria dos perfis de consumo isso até é a melhor ideia.

    Confesso que apontei para equipamentos que se calhar nem necessito com as características indicadas. Como por exemplo a questão da bateria. Na realidade até há uns meses nem ponderava qualquer bateria e seria só painéis e inversor solar. Mas depois comecei a pensar na forma de preservar alguns circuitos em caso de problemas na rede (frigorifico + arcas, e alimentação do portão e estores). Ao pesquisar mais sobre o assunto, e também com os preços a parecerem mais atrativos, já meti na cabeça a bateria e o victron...

    O meu receio de fazer passar tudo pelo victron, é como já disse, o facto de trabalharmos em casa acaba por levar a combinações de consumos que o sistema pode não suportar num determinado momento. Podemos ter um forno e uma máquina de lavar ou secar a funcionar ao mesmo tempo, e em cima juntar uma máquina de soldar de 200A, um compressor de 4cv ou outra carga do género (fora as cargas normais permanentes durante o dia, como computadores, iluminação e outras coisas). Somando um pico desses duvido que o inversor dê conta. Aí tinha de ir buscar à rede, mas possivelmente exigiria intervenção manual, que é algo que não quero andar preocupado em fazer. Possivelmente o victron até tem saídas auxiliares de comando que fizesse atuar outro sistema qualquer (como contatores) e ir buscar a energia da rede, mas se calhar à custa de falhas momentâneas de transição. Não sei, devo estar a inventar neste momento, mas vou apanhando a informação que chega e depurando até que faça mais sentido.

    Obrigado.
  11. Colocado por: RuikodeO meu receio de fazer passar tudo pelo victron, é como já disse, o facto de trabalharmos em casa acaba por levar a combinações de consumos que o sistema pode não suportar num determinado momento

    Isso faz sentido. A única forma de garantir isso é ter potência de saída suficiente para as cargas todas.
    O problema é que quanto mais potência se tem, mais se gasta 😁 Na ligação à rede aquilo dispara e pronto...
    Ajudei um vizinho a instalar 2 inversores (toda a casa a passar pelos inversores) em paralelo para 10kW, quando antes tinha os 6,9kVA da rede. Algumas vezes tiveram alarmes (e o sistema desligou) por excesso de consumo.

    Mas sim, por exemplo um Multiplus de 5kVA em modo off-grid fica facilmente "curto" quando existem grandes consumidores simultâneos.
    • HFSF
    • 11 dezembro 2025 editado
    O que descreve é automatico.

    Se tiver um inversor de 5kvas e estiver usar pedir 10kw, o inversor dá o que pode (proximo dos 5kvas) o resto vem da rede.
    Concordam com este comentário: hangas
    • hangas
    • 11 dezembro 2025 editado
    Colocado por: RuikodeSomando um pico desses duvido que o inversor dê conta. Aí tinha de ir buscar à rede, mas possivelmente exigiria intervenção manual, que é algo que não quero andar preocupado em fazer.


    Ele faz isso automaticamente.
    Eu tenho um MP de 5000VA (equivale a um inversor de 4kW - com factor de potencia 0.8).

    Ou seja o inversor do victron consegue gerar 4kW de modo sustentado (mas vai aos 6000W por quase 1min se necessário), mas a casa pode estar a consumir 8. Neste caso, seriam 4kW do inversor mais 4kW da rede. O que as vezes acontece.. placa e AC ligado mais carro a carregar.

    E se tiver AC coupling (ainda tem mais essa potencia disponivel a juntar ao conjunto)


    A unica preocupação é que em caso de falha da rede, e se não der tempo para aliviar as cargas, ele vai entrar em overload e fazer shutdown. (neste caso ter o EVSE no ACout2 seria uma boa opção pois o EV saltava logo fora)
    Concordam com este comentário: HFSF, zed
    • eu
    • 11 dezembro 2025
    Colocado por: callinasJá agora, já estão a sair às baterias com celulas 345 Ah, face aos habituais 300. O que quer dizer que uma bateria que em maio estava a vir com 15 kWh agora já está com 18kwh.


    Esta evolução tão rápida também cria um problema: a indecisão entre comprar já ou esperar mais algum tempo para comprar maios capacidade por menos dinheiro.
  12. Em relação a bateria que comprei em maio e recebi em julho, de 15 kW, hoje, a mesma bateria , trás células melhores, em vez de 15 kW tem 17-18 kW e custa menos 200 euros.
 
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