Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 121

    Lá está, não existe um direito internacional universal. Esses acordos, tratados, etc só têm o valor que os signatários lhes derem. A qualquer momento, qualquer país pode renunciar aos mesmos.
  2.  # 122

    Colocado por: rjmsilvaLá está, não existe um direito internacional universal. Esses acordos, tratados, etc só têm o valor que os signatários lhes derem. A qualquer momento, qualquer país pode renunciar aos mesmos.


    Sim, é isso.
    Com este tipo de personagens... não dá para confiar no que está assinado...
  3.  # 123

    Colocado por: N Miguel Oliveira
    Se em referendo, uma maioria tipo de 2/3 votasse pela independência, porque é que isso seria rídiculo?

    Idem para açorianos e madeirenses...


    Porque seria considerado sedição, como bem sabe.

    E repare, acho que está equivocado ou não entendeu o teor dos meus comentários. Eu não considero nada ridículo, pelo contrário, acho o equilíbrio tão frágil que não me admiraria nada de ter um mundo diferente daqui a 10 anos.
  4.  # 124

    Colocado por: taunusPorque seria considerado sedição, como bem sabe.

    Hmmm... não não sabia.
    Tampouco entendi o tom, se havia ironia ou não...

    Não me parece rídiculo que um bocado de terra queira separar-se do resto do território, seja a Catalunha, a Sardenha, a Córsega, o País Basco, Açores ou Madeira... e que hoje isso possa ser possível sem o uso da força.
    Creio que Hong Kong e Macau foi algo pacífico por exemplo, já não me recordo bem.

    É como um dos cônjuges querer manter um matrimónio que já não funciona.
  5.  # 125

    Colocado por: taunuso equilíbrio tão frágil que não me admiraria nada de ter um mundo diferente daqui a 10 anos.


    Isso não tem porque ser mau por sí só...
  6.  # 126

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    Isso não tem porque ser mau por sí só...


    Pois não, desde que não seja uma distopia generalizada.
  7.  # 127

    Colocado por: N Miguel OliveiraCreio que Hong Kong e Macau foi algo pacífico por exemplo, já não me recordo bem.


    Foram meras transferências de autoridade. Foram negociadas e postas em prática nos timings acordados. Foram bastante tranquilas porque foi de encontro à vontade de todas as partes.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
    • AMG1
    • 7 janeiro 2026

     # 128

    Colocado por: dmanteigas

    Nao se trata de crenca mas mera aritmetica.
    A maioria dos paises utiliza contabilidade criativa nas suas despesas militares. Ao contrario dos US em que aqueles 3.5% sao efetivamente 3.5%. Alem de a economia deles ser maior que a nossa e estarem a 'anos luz' da Europa... logo os 5% nao e uma meta estupida. E um numero realista que a Europa precisava de atingir durante pelo menos uma decada para apanhar o comboio e tornar-se uma potencia militar. Como o dinheiro nao cai do ceu e a maioria dos paises europeus ja gasta quase 50% do PIB em despesa publica, a unica forma e asfixiar ainda mais a economia em impostos, endividarem-se, ou cortarem numas areas para meter na parte militar. Sabendo de antemao que reformas e saude na Europa ja aumenta acima da inflacao + crescimento pelo envelhecimento populacional.
    Crenca e achar que e possivel aumentar o investimento militar para aquilo que a Europa precisa, sem ser muito claro que vai ser necessario 'cortar' em algum lado.




    Ate a Russia afaga o Ego do sr. Trump. Israel idem. E muitos muitos outros como ele fez questao de dizer no 'dia da liberatacao' das tarifas.
    Os unicos que o enfrentam efetivamente e a China e mesmo assim com cautelas. E nota-se o respeito que ele lhes tem... nenhum. Como fez questao de o demonstrar nesta situacao da Venezuela.

    Trump nao gosta de ser contrariado. Gosta de Yes Mans e a Europa neste momento se quer manter um nivel minimo de apoio do aliado, tem que ser um Yes Man. Juntar-se ao coro de criticas dos quais fazem parte da Russia e a China, 2 blocos antagonistas, e a melhor forma de alienar um aliado que mesmo tendo a frente quem tem, continua a ser a nossa unica garantia de seguranca neste mundo multipolar. Quem acha o contrario vive alheado da realidade. Quem acha que a Europa devia condenar esta acao dos US enquanto bate no peito a falar em 'direito internacional' para se sentirem bem com eles proprios vive no Universo da Alice no Pais das Maravilhas. O mesmo Universo em que se acha que as guerras do sec. XXI se combatem com 'sancoes economicas'.



    Os US sao o seu Presidente durante 4 anos. A Europa enquanto nao for uma potencia independente, tem que saber jogar num tabuleiro em que afaga o ego do 'Rei' Americano sem hostilizar a sua oposicao. Nao vamos esquecer que o Trump e mesquinho e muitas das reacoes que tem com a Europa sao derivadas da estupidez da diplomacia europeia que achou por bem intervir na politica americana ao apoiar um candidato e um partido, hostilizando o outro. Quando ja tudo indicava que o Trump ia regressar. Se aprenderam alguma coisa, agora e a altura de lidar com o Trump sem hostilizar muito os potenciais sucessores.



    O que volta aquilo que eu disse inicialmente. Enquanto a UE for uma crianca com uma espada de espuma no mesmo barco que 3 adultos com metralhadoras, nao tem capacidade de definir qualquer linha de orientacao que seja distinta dos adultos. Vai a reboque daquele que menos o incomoda. E a triste realidade que vivemos. De um bloco que andou ocupado com palermices como a pancada climatica e a destruicao da propria industria porque achava que o 'grande desafio' do sec. XXI era o aumento da temperatura e nao viver num mundo onde a maioria da populacao vive com valores substancialmente diferentes dos nossos.



    Nao adianta ter a ilusao de que vamos em tempo util criar uma 'industria militar' que nao dependa dos US. E essa dependencia dos US nao e necessariamente uma coisa ma. Aquela industria tem muito peso nos US, e uma europa que seja um cliente forte e uma Europa com uma palavra a dizer. Com politicos de jeito, a industria europeia era o projeto de medio-longo prazo e a curto prazo aumentar a dependencia das empresas americanas da Europa enquanto cliente. E a forma mais rapida de nos rearmarmos e mantermos influencia.
    Ate porque criar uma industria europeia num curto prazo e um pipe dream. Ate para decidir quem vai desenvolver um caca a principal preocupacao sao as capelinhas.



    Mas isso e assim com tudo. O Orban e pessimo e a reencarnacao de todo o mal na Europa e um perigo a democracia.
    Ja o Sanchez aqui ao lado nem se fala, quando a Espanha neste momento vive uma situacao que de democratico tem muito pouco com as mesmas questoes de falta de independencia do poder judicial e captura das instituicoes por uma pessoa/partido.

    Aqui nao vai ser diferente. Quem ve para um lado vai condenar uma e saudar a outra.
    Concordam com este comentário:Carvai,Malaico_EV,N Miguel Oliveira


    Meu caro dmanteigas, quando leio algumas passagens deste seu texto, quase que ouço musica celestial, só que como qualquer partitura esta também precisa ser interpretada para ser compreendida.
    Na verdade, quanto ao essencial, ou seja sobre a necessidade da europa mudar de vida e encontrar um caminho próprio para o seu destino, julgo que estamos de acordo. Onde podemos estar em desacordo é na forma de o fazer.
    1. Para mim, a necessidade da europa ganhar autonomia estratégica, económica e/ou militar, não é apenas como projecto de poder, mas porque é de uma entidade cultural e social própria. Penso isto, porque entendo que os valores e os principios que norteiam as sociedades europeias (ressalvando obviamente esta enorme generalização) são diferentes do que reconheço nos outros três blocos, em particular no caso dos USA, que conheço melhor e que, na verdade, também será o que nos é mais próximo. Eu considero mesmo, que o modo de vida europeu, com todos os seus defeitos e dificuldades, continua a ser aquele que consegue proporcionar melhor qualidade de vida a generalidade dos cidadãos sem atropelar o potencial de ninguém para se desenvolver como entender. É essa a razão pela qual considero que deve ser defendido o modelo europeu, por oposição aos restantes. Se assim não fosse, provavelmente nem estaria aqui e com o passado e as oportunidades que tive, talvez hoje até pudesse estar relativente confortável noutro sítio qualquer.
    Portanto e para ser claro, ou a europa pode aspirar a um projecto de futuro diferente dos USA, da China e da Russia, e eu acredito que pode, ou nem vale a pena estarmos com esta discussão.
    2. A UE, ou melhor, a europa onde incluo também o UK, ou a Noruega p.e. têm hoje um PIB ligeiramente superior ao da China, umas 15 vezes superior ao da Russia e cerca de 2/3 dos USA. Ou seja e para que fique claro, do ponto de vista económico a europa ainda é uma potência. Podemos depois discutir os desafios e a capacidade para os enfrentar, mas convém ter isto bem presente. A economia europeia, no seu conjunto, representa cerca de 1/4 da economia mundial, nesse campeonato, não é nenhum anão ou pedinte, como por vezes parece ser.
    Se quisermos olhar para a ciência, para a cultura, artes ou qualquer outra esfera da vida coletiva, encontraremos sempre a europa numa posição de referência e não de subalternidade.
    Partindo desta realidade, não parece nada difícil de conceber que também possa ser uma potência militar, se determinar esse objectivo como um designio.
    3. Mas a europa, ao contrario da forma como do exterior olham para nós, não é um país, mas uma união de estados independentes, onde muitas vezes existem interesses contraditórios e diferentes visões da realidade. Eu percebo que um americano tenha dificuldade em perceber isto e um chinês ou russo ainda mais, mas para nós devia ser óbvio. Como também devia ser evidente que a primeira coisa que precisamos fazer é resolver isto, porque senão nunca vamos deixar de ter dificuldade em decidir o que quer que seja de relevante.
    4. Caso a Europa decida mesmo avançar para a implementação do preconizado no relatório Draghi, onde também está o tema da defesa comum, o nivel de integração parece claro que não pode ser o actual, porque torna impossivel qualquer especialização, queira-se ou não, vamos ter de avançar para a tal integração fiscal de que se deixou de falar, porque isso incomoda os partidos mais à direita do expectro politico europeu e que estão a ganhar força. Ou seja há aqui um dilema muito dificil de resolver. O que precisamos de fazer parece não ser do agrado de boa parte dos eleitorados e por conseguinte dificilmente se fará, só isso explica a razão de praticamente não se falar desse trabalho, que devia ser uma espécie de guião para sairmos do atoleiro em que nos encontramos.
    5. As dificuldades da UE em tomar decisões são óbvias e por vezes quase hilariantes. Veja o que se passou com o tema do financiamento à Ucrânia. Perante a dificuldade em usar os activos russos parqueados em instituições europeias, ao arrepio do tal "direito internacional", mesmo quando essa acção visava uma potência que se está a marimbar para o assunto, a absurda solução encontrada foi a emissao de divida conjunta, mas que excluiu três países. Ou seja a europa endivida-se para defender a Ucrania, porque acredita que com isso se esta a defender, mas aceita que três estados pertencentes a União não participem no emprestimo. Será que também não serão defendidos com as armas e munições que vão ser compradas com esse dinheiro?
    A meu ver isto é um completo absurdo, mas foi a unica forma de se conseguir manter a ajuda a Ucrânia, ou seja e para usar as palavras de muitos dirigentes europeus, a forma de nos conseguirmos defender da agressão Russa. Portanto, as dificuldades de "governance" da UE são óbvias e precisam de uma reforma estrutural. Sem isso não vamos a lado nenhum.
    6. Quanto à questão do financiamento de um eventual mecanismo de defesa comum.
    Creio que não existem duvidas sobre a capacidade real e objectiva da europa para financiar esse esforço, Contudo, como já aqui disse será sempre necessaria a realocacao de alguns meios, isso parece-me absolutamente obvio. Saber se vai ser com cortes nas pensões, como você já decretou, ou p.e. na PAC, na miríade de fundos que existem, em novas receitas, ou noutra qualquer coisa, ou se calhar com um pouco disto tudo, isso é algo que pode e deve ser discutido sem os dogmas e fantasmas que os mais extremistas dum lado e do outro, não param de acenar.
    Assumir que será necessário fazer um esforço conjunto em nome de algo que é do interesse de todos, não tem de ser uma tarefa impossivel, mas tem de ser evidente para todos que esse esforço é mesmo conjunto, senão ninguém o aceita e a meu ver com razão.
    Estar antecipadamente a dizer que vai ser nas pensões ou noutro qualquer tema social, não ajuda nada na tomada de decisão, pelo contrário só desperta a reacção inversa por parte do outro universo politico.
    7. Claro que não é a mesma coisa entregar aos USA uns biliões de euros por ano, ou investir esse mesmo capital na industria de defesa europeia. Obviamente que uma coisa não exclui, nem nunca podia exluir por completo a outra, mas o core desse investimento pode e deve ser na europa, até por causa da tal autonomia estratégica. Se investirmos no conhecimento e infraestruturas europeias estamo-nos a autonomizar, se comprarmos a terceiros estamos a aumentar a dependência. É tão obvio quanto isso. Nada disto é novidade nenhuma e até esta bem expresso no relatorio Draghi.
    8. Quanto aos famigerados 5% (imediatos) que o Trump queria, será que você acha mesmo que isso não tinha outro objectivo que não fosse evitar que a europa pudesse decidir outra coisa diferente de simplesmente transferir um volume enorme de recursos para o complexo industrial militar americano?
    Neste mundo não há anjinhos, simplesmente porque ja foram todos "comidos" e o Trump não é um deles, mas também ninguem nos obriga a ser anjinhos. Ser pragmático e pensar primeiro em nós, não é nenhum sinal de fraqueza, pelo contrario mostra que se têm as prioridades bem definidas.
    9. Quanto a contabilidade criativa, quem mancionou primeiro o tema foi você, se acha que todos a usam, porque razão a menciou como se fosse um exclusivo dos vigaristas europeus, para enganar o honesto Trump?
    10. Finalmente o novo rei sol, desta vez sedeado não em Versalhes, mas na WH.
    Os USA não são o Trump, ou qualquer outro presidente, por quatro anos. Os USA, até ver são uma democracia, onde impera o primado da lei, portanto os USA são o seu povo e as instituições, entre as quais a presidência, que detêm o poder emanado do povo. É claro que a forma como o Trump exerce o poder desafia constantemente este postulado, mas eu ainda considero que por mais que o sr. Laranja gostasse de ser Luis XIV, não passa de um eleito pelo povo com o objectivo de cumprir a lei, ou seja a constituição dos USA. Foi pelo menos isso que ele jurou no dia em que tomou posse e convém que em nenhuma circunstância ninguém veja mais do que isso, por mais que ele goste do contrário.
    Esta coisa dos principios, costuma ser útil para saber como nos devemos comportar perante os maiores desafios, sem eles, acabaremos sempre como subalternos. Vem isto a propósito do "afagar o ego" da besta, como se fosse um bebé que não pode ser contrariado, ou um alarve que mete medo a toda a gente. Uma coisa é o pragmatismo que tem de imperar nas relações entre estados, outra é o assumir uma atitude de subserviência apenas para satisfazer o capricho imberbe de um qualquer eventual dirigente seja ele o Trump, olhe, ou o Maduro, porque eu ainda me lembro da adulação que a dada altura foi, por aqui, feita também a esse cromo, apenas para lhe esmifrar uns cobres.
    Se quiser, isto é muito simples. Da mesma forma qur não se educa uma criança mimada fazendo-lhe todas as vontades, também não se pode/deve lidar com o Trump, como se ele fosse o que de facto não é, mesmo que na cabeça dele vá outra coisa qualquer. Uma coisa é não o hostilizar de forma gratuita, ou até goza-lo, como já aconteceu p.e. numa cimeira do G7, outra é ter em conta o que ele representa, respeitar isso e procurar encontrar sempre algum ponto de entendimento, quando isso é necessário e possível, não é afagar-lhe o ego, mas apenas tratar com ele, porque foi a ele que o povo americano escolheu para o representar, tão simples quanto isso.
    • AMG1
    • 7 janeiro 2026

     # 129

    Colocado por: taunus

    Nada


    Eu atrevo-me a dizer que o facto de terem sido povoados por continentais, ao contrário do que ocorreu em Cabo Verde e São Tomé, talvez tenha alguma influência, embora quer nos Açores quer na Madeira já tenham existido movimentos independentistas, ainda que sem grande adesão popular.
    A este nivel a situação da Gronelândia p.e. é muito diferente, ja que os habitantes são autóctones.
    A possibilidade da independência da Gronelândia está prevista no estatuto autonómico, embora sujeita a referendo. Existem vários partidos na Gronelândia que defendem a independência, mas nunca tiveram a forca suficiente para convocar esse referendo. Mesmo na Dinamarca o que não faltava era gente a achar que aquilo só servia para gastar dinheiro. Esta ideia do Trump acabou de vez com isso, neste momento já todos vêm a Gronelândia como vital para a Dinamarca.
  8.  # 130

    Eu fiquei genuinamente contente com a intervenção. 8 milhões de refugiados não é brincadeira. Não tenho paciencia para conversas anti-imperialistas no caso da Venezuela, era um regime nocivo para toda a região, e que ainda por cima servia de bobo da corte para que outros países como Colombia ou Brasil seguissem pelo mesmo caminho mais discretamente.

    Em quanto aos verdadeiros interesses dos EUA, e depois de ler a opinião de pessoas bem mais entendidas que eu, acredito que o petróleo seja o menor dos motivos. Claramente hoje existem dois blocos no mundo, e todos os últimos conflictos estão relacionados a esse mapa geo-político, Israel/Palestina, Russia/Ucrania, etc., inclusive o facto da Coreia ter enviado mísseis para o mar do Japão 1 dia depois da intervenção na Venezuela é a prova que está tudo relacionado.

    Ninguém é santinho, mas eu sei que estou do lado do bloco do USA - já que não falo chinês nem russo.. nem tenho afinidad cultural com essas paragens.

    A Europa no meio disto tudo não tem nenhum poder, apenas pode resignar-se a ficar "muito preocupada". Espero que isto seja um ponto de inflexão para a Europa, no sentido de ter menos burocracia e mais acção. E a Europa, no final das contas, também sabe a que bloco pertence.
  9.  # 131

    Colocado por: palmstrokehoje existem dois blocos no mundo
      countries-whose-largest-trading-partner-is-china-or-the-usa-v0-auu587cyhsy91.jpg
  10.  # 132

    Colocado por: palmstrokeacredito que o petróleo seja o menor dos motivos.

    É um win-win... por um lado, tem ali a jeito o ouro negro para consumo próprio... por outro, é ouro negro que não chega à China...

    Não me parece coincidência que a que ficou no posto seja a ex-"ministra do petróleo"...
  11.  # 133

    Colocado por: palmstrokeA Europa no meio disto tudo não tem nenhum poder, apenas pode resignar-se a ficar "muito preocupada". Espero que isto seja um ponto de inflexão para a Europa, no sentido de ter menos burocracia e mais acção. E a Europa, no final das contas, também sabe a que bloco pertence.

    Precisamente...
  12.  # 134

    Colocado por: palmstrokeA Europa no meio disto tudo não tem nenhum poder, apenas pode resignar-se a ficar "muito preocupada". Espero que isto seja um ponto de inflexão para a Europa, no sentido de ter menos burocracia e mais acção. E a Europa, no final das contas, também sabe a que bloco pertence.


    Isto é que me realmente assusta.
    A UE perdeu todo o "respeito" que tinha, tornou-se fraca, mimada, moralista, e pior, conseguiu provocar uma auto-destruição.
    Já ninguém lhes liga nenhuma, já ninguém os leva a sério, nem o zelenski que só vê a UE para pedinchar.
    Um continente que nem das próprias fronteiras consegue cuidar, tecnologicamente irrelevante tendo apenas de alto calibre a ASML, militarmente dependente e nem os valores acordados a pagar á nato consegue cumprir. Energeticamnete dependente....
    Sabem bem é condenar de boca.
    A fome e o frio põem a lebre a caminho, mas ou outros meteram-se a caminho muito antes de serem apanhados pela fome e o frio.


    A culpa é somente dos europeus que durante decadas deixaram as rédeas nas mãos de burocratas mimados e não eleitos á conta de promessas vazias e irrelevantes.....mas bonitas.
    Nada de relevante no mundo foi conquistado ou criado por gente desta.


    A verdade é uma...ou melhor três.
    Os EUA fazem o que querem e PONTO FINAL
    A Rússia faz o que quer e PONTO FINAL
    A China faz o que quer e PONTO FINAL

    Um dia que estes 3 se entenderem, então aí meus amigos.......
  13.  # 135

    Estamos (Nato (paises europeus) & UE) por nossa conta neste momento, o candidato da Manchúria está a fazer bem o seu trabalho...
    • Carvai
    • 7 janeiro 2026 editado

     # 136

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    Sim, é isso.
    Com este tipo de personagens... não dá para confiar no que está assinado...

    Pois assim tipo os fofinhos europeus que guardaram na gaveta os acordos do Mercosul porque alguém espalhou m**da nas ruas de Bruxelas.

    Colocado por: rjmsilva

    Foram meras transferências de autoridade. Foram negociadas e postas em prática nos timings acordados. Foram bastante tranquilas porque foi de encontro à vontade de todas as partes.
    Concordam com este comentário:N Miguel Oliveira


    Claro quando se lida com ditaduras progressistas é tudo muito tranquilo não vá passar um blindado por cima. O Tibete é do mais tranquilo e Taiwan também vai ser.
    Não me recordo dos resultados dos referendos mas devem ter sido pelo menos de 95% a favor da anexação.
    • eu
    • 7 janeiro 2026

     # 137

    Colocado por: Malaico_EVUm continente que nem das próprias fronteiras consegue cuidar, tecnologicamente irrelevante tendo apenas de alto calibre a ASML


    Também não é preciso menorizar assim tanto a Europa. Então e Airbus, SAP, Siemens, Bosch, NXP, ARM, Rolls Royce, e tantas outras?
  14.  # 138

    Colocado por: eu

    Também não é preciso menorizar assim tanto a Europa. Então e Airbus, SAP, Siemens, Bosch, NXP, ARM, Rolls Royce, e tantas outras?


    ...que têm a sua relevância mas juntas quase não chegam aos calcanhares das 2 ou 3 do top americano... e é um eufemismo
  15.  # 139

    Colocado por: euTambém não é preciso menorizar assim tanto a Europa. Então e Airbus, SAP, Siemens, Bosch, NXP, ARM, Rolls Royce, e tantas outras?


    São marcas, não portentos tecnologicos.
    Só a a nVidia come isso tudo 5 vezes por dia.
    • eu
    • 7 janeiro 2026 editado

     # 140

    Claro, mas a Europa não é tecnologicamente irrelevante, como por vezes se diz.

    E não confundir capitalização bolsista com capacidade tecnológica.
 
0.0317 seg. NEW