Colocado por: N Miguel Oliveiraera só a meter pó bolso à custa dos outros todos...
Colocado por: telhaduasaguasBoa tarde,
Antes de mais, quero agradecer todas as participações no tópico, tanto as mais como as menos construtivas.
Tive em consideração a maior parte dos comentários, e decidi reformular a minha ideia: tendo em conta que o acesso a estas habitações apenas a menores de 33 anos poderia configurar uma forma de idadismo, o mesmo seria então alargado a todas as idades, incluindo a jovens entre os 16 e os 18 anos, com a condição de terem concluído a escolaridade obrigatória ou estarem matriculados no ensino secundário.
Haveria duas configurações, T0 e T1, e uma renda mensal de 100 e 200 euros, respectivamente. Esta serviria para pagar a manutenção dos edifícios, além de incutir nos beneficiários um sentido de responsabilidade.
A construção seria uniformizada, ou seja, em todo o país as construções seriam iguais, por forma a reduzir custos, tendo o apartamento T0 a configuração semelhante àquele apartamento de que falei na mensagem inicial, ou seja, um simples rectângulo de 5x4m com uma kitchenette e uma pequena casa-de-banho anexa, e o T1 seria praticamente igual, mas com um quarto da mesma dimensão (ou seja, a área total seria aproximadamente o dobro da do T0).
Na construção seriam utilizados, na medida do possível, materiais reciclados (ouvi há poucos dias na rádio que uma equipa de uma universidade, agora não me lembro qual, mas julgo que do norte do país), está a estudar a possível incorporação, por exemplo, de resíduos de tijolos e telhas na construção). No telhado dos edifícios poderiam ser instalados painéis solares fotovoltaicos e de aquecimento de água. No caso dos fotovoltaicos, até se poderia estudar uma possível parceria com empresas de electricidade, em que estas alugavam os telhados para lá instalarem painéis e esse dinheiro também contribuía para a manutenção dos edifícios.
Por último, eu sei que isto nunca vai acontecer, mas sonhar é bonito, não é?
Colocado por: euMas paralelamente o estado devia construir habitação social para arrendar a custos controlados
Colocado por: euSe a coisa fosse bem gerida,
Colocado por: euSe a coisa fosse bem gerida
Colocado por: Varejote
Como nomear um enfermeiro para coordenador dessa estrutura de habitação social.
Colocado por: Malaico_EVNão é nem nunca vai ser.
Colocado por: VarejoteComo nomear um enfermeiro para coordenador dessa estrutura de habitação social.
Colocado por: CarvaiOu uma Barbie para Ministra da Habitação.
Colocado por: Carvai
Ou uma Barbie para Ministra da Habitação.
Colocado por: CarvaiOu uma Barbie para Ministra da Habitação.pode ser uma espécie de CiCCIoLina?
Colocado por: carvai
Ou uma Barbie para Ministra da Habitação.
Colocado por: Palhavahttps://poligrafo.sapo.pt/fact-check/militantes-do-chega-confundiram-foto-de-modelo-com-candidata-do-partido-a-autarquia-da-batalha/
Esta Barbie, sim.Deve ser muito competente 😈
Até a confundiram com uma modelo estrangeira.
Colocado por: telhaduasaguasBoa tarde,.
Para ajudar a resolver o problema de habitação entre os jovens de Portugal, o estado podia mandar construir uma habitação para cada jovem entre os 18 e os 33 anos, de utilização gratuita. Quando chegasse aos 33 anos tinha obrigatoriamente de sair. Com o dinheiro que tivesse poupado até lá, poderia mais facilmente comprar uma casa.
Para reduzir os custos da construção, a mesma seria o mais simples possível (mas de qualidade), tipo um T1 com kitchenette ou algo parecido (esta ideia baseia-se num apartamento em Londres onde uma vez dormi que era basicamente um quarto com kitchenette e uma casa de banho; o apartamento todo era isto, um quarto de 4x5m, mais ou menos, mais a casa de banho, pequena).
Para financiar a construção, podiam usar-se, por exemplo, os lucros da caixa geral de depósitos (ok, esta parte roubei ao PNS). Os terrenos onde construir seriam na maioria públicos.
O que acham desta ideia?
P.s.: não tenho qualquer interesse pessoal na ideia, pois já passei dessa idade e não tenho filhos.
Colocado por: euVamos lá a ver: a crise da habitação existe, e os jovens que querem sair da casa dos Pais são as principais vítimas.
Mesmo trabalhando, têm dificuldade em arranjar casa, e não devia ser assim.
Na minha opinião o Estado tem que promover a construção massiva de habitação social e/ou privada de gama baixa. A oferta para a classe média/baixa tem que aumentar de forma dramática.
Quanto ao ser "de borla", também não concordo, a habitação social deve ter uma renda com um valor razoável.