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    • eu
    • 8 março 2026 editado

     # 201

    Colocado por: J.FernandesDepois de três guerras em que vizinhos tentaram invadir e destruir Israel, precisamente porque não quererem dois estados, a defesa dessa solução, compreensivelmente, passou a não ser muito poular para certas franjas da população israelita.

    Do outro lado, os poucos que defenderam essa solução também foram encarados como traidores. Issam Sartawi, Albufeira, 1983, diz-lhe alguma coisa?


    Meu caro, eu não digo que os Palestinianos são inocentes ou santinhos. Aliás, basta ver o que fizeram no 7 de outubro.

    Ali não há inocentes. Há enorme culpa de ambos os lados.
  1.  # 202

    Colocado por: AMG1dividida entre o apoio acéfalo a cada uma das partes daquele conflito

    Ter como princípio que as duas visões em conflito são moralmente equivalentes, as respetivas pretensões são igualmente justificáveis e que não se pode julgar uma mais justa que outra, é igualmente, se não mais, acéfalo.
  2.  # 203

    Fica apenas uma impressão de quando lá estive em 2022:
    - Em Jerusalém os palestinianos perfeitamente integrados: taxistas, donos de restaurantes, lojas e negócios variados e, pasme-se ou não, deputados no parlamento; na Cisjordânia, após passar o check-point, a caminho de Belém, o primeiro cartaz: "Cidadãos israelitas não autorizados". Sentimento geral dos palestinianos com quem falei: "não queremos saber de politiquices dos líderes da Autoridade Palestiniana, queremos é mais facilidades para poder entrar em Israel para lá viver e trabalhar".
    • AMG1
    • 8 março 2026

     # 204

    Colocado por: J.Fernandes
    Ter como princípio que as duas visões em conflito são moralmente equivalentes, as respetivas pretensões são igualmente justificáveis e que não se pode julgar uma mais justa que outra, é igualmente, se não mais, acéfalo.


    Eu falei em "comunidade internacional" não estava a pensar própriamente na sua posição. Mas percebo que se tenha revisto no que escrevi, porque quem olha para um conflito daquela natureza, a partir de imperativos morais, muito dificilmente consegue ajudar a resolver nada.
    A questão, a meu ver, não é moral, mas ética. Eu não faço qualquer equivalencia moral sobre os actos e menos sobre as respectivas justificações de qualquer das partes. Muito pelo contrário acho mesmo que a moral não é para ali chamada. O que interessa é uma coisa muito simples, quer israelitas quer palestinianos tem o direito e eu até creio que o desejo maioritário de ali viver e em paz. Logo, é a partir dessa posição que procuro olhar para aquele conflito e não a partir do pressuposto que as pretensões de uns valem mais do que as de outros.
    Aquilo que valorizo são as acções, sejam de quem for, no sentido de alcançar esse designio e não o contrário. Isto não é fazer qualquer equivalencia moral, mas pura simplesmente assumir que o importante é o imperativo ético de que o direito à vida e em paz é para aplicar a todos, sejam judeus ou palestinianos.
    • AMG1
    • 8 março 2026

     # 205

    Colocado por: J.Fernandes... Sentimento geral dos palestinianos com quem falei: "não queremos saber de politiquices dos líderes da Autoridade Palestiniana, queremos é mais facilidades para poder entrar em Israel para lá viver e trabalhar".


    Como vê, o que todos querem é muito simples, viverem ali e em paz, por isso não deveria ser difil encontrar uma solução, não fosse quem dum lado e do outro procura boicotar que isso aconteça.
  3.  # 206

    Colocado por: AMG1O que interessa é uma coisa muito simples, quer israelitas quer palestinianos tem o direito e eu até creio que o desejo maioritário de ali viver e em paz.

    Obviamente, pelo se deveria começar pelo princípio: tal como Israel reconhece a existência e soberania dos seus vizinhos, estes devem começar por reconhecer uma coisa tão simples como o direito à existência de Israel.
  4.  # 207

    Colocado por: CarvaiEm África há dezenas de anos e milhões de mortos nunca incomodaram muito. Aliás neste preciso momento está muito mais gente a morrer no Sudão e na Somália do que no Irão e nem uma musiquinha lhes dedicam.

    Parece que um jornal muito fofinho teve um descargo de consciência, mas como já quase ninguém lê aquilo já não faz diferença.
    https://sapo.pt/artigo/o-silencio-mata-as-cinco-guerras-invisiveis-que-o-mundo-decide-ignorar-69adb82b178f20c0b1227228
    Concordam com este comentário: eu
    • AMG1
    • 8 março 2026

     # 208

    Colocado por: J.Fernandes
    Obviamente, pelo se deveria começar pelo princípio: tal como Israel reconhece a existência e soberania dos seus vizinhos, estes devem começar por reconhecer uma coisa tão simples como o direito à existência de Israel.


    Nisso, não podiamos estar mais de acordo e ate vou mais longe, Israel também deve contar com a ajuda e apoio activo da comunidade internacional para conseguir isso. A ideia dos acordos de Abraão são um passo nesse sentido e os USA talvez devessem pressionar mais alguns dos seus grandes aliados árabes (p.e. Arabia saudita), a caminharem nesse sentido, mas também já todos percebemos que sem o contributo sério de Israel em aceitar algum tipo de reciprocidade, essa tarefa torna-se muito mais difícil, porque desaparecem inventivos a adesão desses paises, sobretudo àqueles que não precisam de Israel nem dos USA para nada.
    • AMG1
    • 8 março 2026

     # 209

    Colocado por: Carvai
    Parece que um jornal muito fofinho teve um descargo de consciência, mas como já quase ninguém lê aquilo já não faz diferença.
    https://sapo.pt/artigo/o-silencio-mata-as-cinco-guerras-invisiveis-que-o-mundo-decide-ignorar-69adb82b178f20c0b1227228


    Envie o "recorte" ao seu amigo Donald, ele tem aí muito com que se entreter e, quem sabe, se não acaba por ganhar o tão almejado Nobel. Para quem, consoante a versão já acabou com 6, 7 ou oito, não deveria ser dificil acabar com essas cinco. A diferenca é que essas existem mesmo e consta que nesses casos ele tem um bocadinho mais de dificuldade em lhes por termo.
  5.  # 210

    Então meus senhores, já mandaram as vossas propostas e análises para os mais altos poderes mundiais para acabar com a guerra e distribuir amor e marisco para todos?
  6.  # 211

    Ninguém quer acabar com guerra nenhuma, muito menos quem dela fez um mercado extraordinário.
  7.  # 212

    Colocado por: J.FernandesFica apenas uma impressão de quando lá estive em 2022:
    - Em Jerusalém os palestinianos perfeitamente integrados: taxistas, donos de restaurantes, lojas e negócios variados e, pasme-se ou não, deputados no parlamento; na Cisjordânia, após passar o check-point, a caminho de Belém, o primeiro cartaz: "Cidadãos israelitas não autorizados". Sentimento geral dos palestinianos com quem falei: "não queremos saber de politiquices dos líderes da Autoridade Palestiniana, queremos é mais facilidades para poder entrar em Israel para lá viver e trabalhar".


    Espero que tenha reparado que nos quiosques turísticos palestinos as pinturas das bugigangas apresentavam a mesquita sem o muro dos lamentos por debaixo, e nos quiosques turísticos judíos as pinturas das bugigangas apresentavam o muro dos lamentos sem a mesquita por cima.
    • argo
    • 10 março 2026

     # 213

    Colocado por: Malaico_EVEntão meus senhores, já mandaram as vossas propostas e análises para os mais altos poderes mundiais para acabar com a guerra e distribuir amor e marisco para todos?

    Acabou ontem.Grande vitória!
  8.  # 214

    Colocado por: J.Fernandes
    Dados do international center for human rights.
    https://humanrightsintl.com/2026/01/20/latest-human-rights-report-43000-killed-in-the-crackdown-on-protests-in-iran-for-immediate-release/
    Mas se fossem "só" 20.000, esse número faria de mim um mentiroso e do do Irão um escrupuloso cumpridor dos direitos humanos?


    Fica dificil levar-te a serio quando a tua fonte é basicamente uma instituição dedicada a propaganda...
  9.  # 215

    Colocado por: J.Fernandes
    Não tenho nenhum défice de conhecimento histórico. Pelo contrário defender o Irão depois disto tudo, é revelador isso sim, de défice cognitivo.


    Usar a falácia do espantalho não funciona comigo, apenas demonstra o tal défice.
  10.  # 216

    Colocado por: J.Fernandes
    Mais uma prova de profundo défice cognitivo. Como nós no ocidente não somos países de bem nem com boas intenções, eles, coitados, vêem-se na obrigação de enforcar homossexuais e apedrejar mulheres adúlteras. Ocidente, shame on you!!


    Então vamos bombardeá-los e matar milhões de civis como no Iraque, na Libia, na Siria e Afeganistão para salvá-los, sob o pretexto que desde o tempo do Darius I que estão a duas semanas de ter uma bomba nuclear.
  11.  # 217

    Uma semana antes da Rússia invadir a Ucrânia depois de já ter ocupado 1/3 há vários anos o discurso era exatamente o mesmo. Os especialistas e os média fofinhos achavam um perfeito absurdo que a EU e os USA fizessem alguma coisa par o evitar.
    Tal e qual como agora, Irão um Estado terrorista e em vias de ter uma bomba nuclear? Bahh, isso nunca iria acontecer e evitava o aumento do gasoil e das férias nas Maldivas.
    Concordam com este comentário: Dias12
  12.  # 218

    Colocado por: CarvaiO Putin disse numa frase a razão do ataque ao Irão " Se o Irão tivesse uma bomba nuclear nunca era atacado"
    A Ucrânia se tivesse mantido as armas nucleares que tinha a Rússia nunca a teria atacado.
    O próprio Macron já entrou no jogo, diz que vai colocar armas nucleares noutros países tal como a Rússia fez com a Bielorrússia. Mesmo que não coloque basta dizer que estão lá para o cenário mudar.
    A Coreia do Norte e Israel ainda existem porque supostamente têm armas nucleares.
    Concordam com este comentário:N Miguel Oliveira,Dias12,eu


    A Ucrânia nunca teve armas nucleares. Assim como a Turquia e a Alemanha hoje em dia.
    • eu
    • 10 março 2026

     # 219

    Colocado por: NeconstrutorA Ucrânia nunca teve armas nucleares.


    Por acaso até teve, mas abdicou delas em troca da promessa de nunca serem invadidos. Viu-se o resultado.

    O que prova mais uma vez a importância dos pequenos países terem armas nucleares como dissuasor.
    • eu
    • 10 março 2026

     # 220

    Colocado por: Neconstrutorsob o pretexto que desde o tempo do Darius I que estão a duas semanas de ter uma bomba nuclear.


    Não sejamos ingénuos, eles estavam de facto a tentar desenvolver armas nucleares.

    E percebe-se porquê.
 
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