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  1.  # 221

    Colocado por: eu

    Por acaso até teve, mas abdicou delas em troca da promessa de nunca serem invadidos. Viu-se o resultado.

    O que prova mais uma vez a importância dos pequenos países terem armas nucleares como dissuasor.

    Bem verdade, se as tivesse mantido se calhar a história era diferente, mas a culpa da invasão foi a mudança a favor da Europa politicamente falando e tentaram aderir NATO
  2.  # 222

    Há aqui gente que ainda não percebeu o que é uma guerra. Incrível.
    • SrR
    • 10 março 2026 editado

     # 223

    Colocado por: Malaico_EVHá aqui gente que ainda não percebeu o que é uma guerra. Incrível.
    o Trampas diz que é uma guerra, outros da seita dele dizem que é uma "operação especial", esta última não me é estranha!!
  3.  # 224

    Colocado por: SrRo Trampas diz que é uma guerra, outros da seita dele dizem que é uma "operação especial", esta última não me é estranha!!


    A "operação especial" está para a guerra aasim como a "ajuda humanitária" está para a flotilha.
    • eu
    • 10 março 2026

     # 225

    Colocado por: SrRo Trampas diz que é uma guerra, outros da seita dele dizem que é uma "operação especial", esta última não me é estranha!!


    Se não lhe chamarem guerra nem declararem guerra, não precisam da aprovação do congresso.

    É assim que se contornam as leis, com a mesma espertice do Sócrates.
  4.  # 226

    Colocado por: eu

    Por acaso até teve, mas abdicou delas em troca da promessa de nunca serem invadidos. Viu-se o resultado.

    O que prova mais uma vez a importância dos pequenos países terem armas nucleares como dissuasor.


    Talvez não esteja por dentro de como funcionava o sistema bélico da União Soviética, mas para resumir, apenas a Rússia detinha o controlo de armas nucleares, nenhuma das outras "republicas" tinha qualquer controlo ou propriedade. As armas nucleares estavam apenas estrategicamente colocadas no território da Ucrânia, assim como por exemplo hoje em dia a Alemanha e Turquia tem armas nucleares nos seus países mas não tem qualquer controlo ou propriedade sob elas, são dos EUA.
    • SrR
    • 10 março 2026

     # 227

    Colocado por: euassim que se contornam as leis,
    até tenho a ideia que nem as contornam , simplesmente estão a ca***** de alto para elas!
    Concordam com este comentário: eu
  5.  # 228

    Colocado por: eu

    Não sejamos ingénuos, eles estavam de facto a tentar desenvolver armas nucleares.

    E percebe-se porquê.


    Qualquer país minimamente industrializado no planeta tem a tecnologia para produzir armas nucleares.

    A questão é apenas se eles tem, ou se não tem. E mesmo esta questão é quase irrelevante, as armas nucleares são apenas um pretexto, como foram para a invasão do Iraque, este conflito tem absolutamente nada a haver com armas nucleares.
  6.  # 229

    a
  7.  # 230

    Colocado por: euNão sejamos ingénuos, eles estavam de facto a tentar desenvolver armas nucleares.


    Segundo o Netanyahu, estão há 30 anos quase quase a tê-las...
    E quando as tivessem faziam o quê? Explodiam com Israel? Veremos agora como ficam as coisas, com um líder que é filho do outro... "sem nenhum rancor" por lhe terem matado o pai... estas intervenções ocidentais que ficam a meio caminho tem resultado de maravilha... só criam ódio, atentados, refugiados e mais violência passado uns anos.
    Concordam com este comentário: Neconstrutor
    • AMG1
    • 10 março 2026

     # 231

    Colocado por: argo
    Acabou ontem.Grande vitória!


    Afinal continua hoje, porque entretantoÿ "descobriram" que o Irão tinha outro local onde também estava a desenvolver armas nucleares. Ou então foi a desculpa que arranjaram para evitar dizerem que o Trump se "esticou" na conferência de ontem.
    • AMG1
    • 10 março 2026

     # 232

    Colocado por: Neconstrutor
    A Ucrânia nunca teve armas nucleares. Assim como a Turquia e a Alemanha hoje em dia.


    A Ucrânia já as teve, no tempo da URSS, entregou-as a Russia por contrapartida de um acordo em que lhe era garantida a integridade territorial. Esse acordo, conhecido como Memorando de Budapeste, em que as garantias de segurança lhe foram dadas pela Russia, Reino Unido e USA. O resto ja todos sabemos e isso explica o facto dos ucranianos desta vez quererem algo de mais palpável, do que promessas, basicamente dos mesmos.
    Concordam com este comentário: eu
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Dias12
    • AMG1
    • 10 março 2026

     # 233

    Colocado por: Malaico_EVHá aqui gente que ainda não percebeu o que é uma guerra. Incrível.


    Então e não quer explicar aqui ao povo ignorante o que é uma guerra?
    Acho que todos pensamos que é um jogo de xadrez em que as peças em vez de se movimentarem no tabuleiro, são para atirar a cabeça dos adversário, neste caso inimigo.
    Por isso é que os ayatolas andam com aquele barrete na cabeça, para se defenderem das pedradas do Trump. Logo, aquilo deve ser uma guerra, mas você logo dirá.
    • AMG1
    • 10 março 2026

     # 234

    Colocado por: eu
    ...
    É assim que se contornam as leis, com a mesma espertice do Sócrates.


    O curioso é que muitos dos que abominam o Socrates, adoram o Trump, va lá saber-se porquê.
    Dantes exigia-se aos politicos ideias e coerência na acção, hoje admira-se a contradição, ou mesmo a mentira, enquanto se aceita de bom grado a mais completa incoerência. Já nem vale a pena falar em ideias, porque essas já só lhes falta assumirem o estatuto de crime, mas ja deve faltar pouco.
    Concordam com este comentário: eu
  8.  # 235

    Colocado por: Neconstrutor

    Talvez não esteja por dentro de como funcionava o sistema bélico da União Soviética, mas para resumir, apenas a Rússia detinha o controlo de armas nucleares, nenhuma das outras "republicas" tinha qualquer controlo ou propriedade. As armas nucleares estavam apenas estrategicamente colocadas no território da Ucrânia, assim como por exemplo hoje em dia a Alemanha e Turquia tem armas nucleares nos seus países mas não tem qualquer controlo ou propriedade sob elas, são dos EUA.


    E então? Estavam ou não sob controlo Ucraniano na decada de 90?
    Ou acha que se a Ucraniano as tivesse a russia teria lá entrado em 2014 e pior em 2022?
    • AMG1
    • 10 março 2026

     # 236

    Colocado por: Neconstrutor

    Talvez não esteja por dentro de como funcionava o sistema bélico da União Soviética, mas para resumir, apenas a Rússia detinha o controlo de armas nucleares, nenhuma das outras "republicas" tinha qualquer controlo ou propriedade. As armas nucleares estavam apenas estrategicamente colocadas no território da Ucrânia, assim como por exemplo hoje em dia a Alemanha e Turquia tem armas nucleares nos seus países mas não tem qualquer controlo ou propriedade sob elas, são dos EUA.


    Não era só o "sistema bélico", a URSS, ee união so tinha o nome, aquilo era uma espécie de sistema de exploração colonial, em que a Russia fazia o papel de metrópole, subordinando tudo o que acontecia nas outras repúblicas aos interesses e poder absoluto da Rússia. Nem sequer havia liberdade de circulação dentro do territorio soviético.
    Agora formalmente, as armas eram da URSS, de que a Ucrânia fazia parte e consequentemente também teria algum direito sobre elas. A comparação com as armas americanas estacionadas em paises aliados, não tem qualquer comparação, até porque a gestão dessas armas é exclusivamente americana, nem sequer é conjunta.
    A questão foi que no inicio dos anos 90, todos assumiram que a Rússia jamais teria condições de aspirar a ser um império, incluindo os ucranianos, senão jamais teriam ido na cantiga de entregar as armas, a troco de conversa fiada.
    • eu
    • 10 março 2026

     # 237

    Colocado por: AMG1Nem sequer havia liberdade de circulação dentro do territorio soviético.

    Nem sequer dentro da rússia.
  9.  # 238

    Colocado por: euSe não lhe chamarem guerra nem declararem guerra, não precisam da aprovação do congresso.

    Chamam-lhe guerra, conflito armado, operação militar, defesa nacional, defesa de soberania, etc sempre existiram desde que existem seres humanos. E qual a graduação que se atribui depende sempre da importância dos intervenientes e o nº de mortos "apenas" serve para propaganda. Uns milhares em Gaza é um genocídio, umas centenas de milhares uns Kms mais a sul é um mero conflito interno. No Irão a alegada morte de 40.000 manifestantes pouca importância tem, a alegada morte de umas dezenas de "raparigas" é crime contra a humanidade.
    Tal e qual como os conceitos de liberdade e democracia apenas servem de propaganda pois a prática depende de quem manda.
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  10.  # 239

    Colocado por: AMG1

    A Ucrânia já as teve, no tempo da URSS, entregou-as a Russia por contrapartida de um acordo em que lhe era garantida a integridade territorial. Esse acordo, conhecido como Memorando de Budapeste, em que as garantias de segurança lhe foram dadas pela Russia, Reino Unido e USA. O resto ja todos sabemos e isso explica o facto dos ucranianos desta vez quererem algo de mais palpável, do que promessas, basicamente dos mesmos.
    Concordam com este comentário:eu
    Estas pessoas agradeceram este comentário:Dias12


    As armas nucleares sempre estiveram sob o comando central da Russia, nunca foram da Ucrania em qualquer momento. O memorando de Budapeste é uma formalidade que inclui a DEVOLUÇÃO das armas nucleares.

    Se um amigo se esquece do telemovel em minha casa o telemovel nao passa a ser meu...
  11.  # 240

    Colocado por: Dias12

    E então? Estavam ou não sob controlo Ucraniano na decada de 90?
    Ou acha que se a Ucraniano as tivesse a russia teria lá entrado em 2014 e pior em 2022?


    Que significa controlo? Se encontro uma carteira na rua, ela não passa a ser minha. A USSR implodiu e tinha la armas nucleares, que foram faseadamente devolvidas para desmantelamento na e à Russia.

    Se a Ucrania não as devolve-se pode ter a certeza que a NATO ou a Russia ia lá buscar-las á força. Por isso a questão nem se coloca deles as terem em 2014, ou 2021. Já para nem falar de que para usar as ogivas não é só pressionar um botão, é preciso ultrapassar sistemas de segurança, como códigos de lançamento, que a Ucrania não tinha, porque, e voltamos ao mesmo, as ogivas nucleares nunca foram da Ucrania.
 
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