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  1. Eu queria evitar ao máximo guerras com tribunal porque a verdade é que, mesmo que tenha razão, vai demorar meses (quiºa anos) a ter a situação resolvida.
    Eu quero é seguir em frente com a minha vida.

    Mas definitivamente não acho correto:
    1) nunca me deram veículo de substituição, apesar de ter solicitado 2 vezes. Parece até que andaram a arrastar o mais que conseguiram darem-se como culpados para não terem obrigação de chegarem à frente com nada.
    2) mesmo tendo eles assumindo a culpa, eu é que fiquei prejudicada até agora com isto. Sem contar as dores de cabeça e noites mal dormidas, o facto de não ter meio de transporte no trabalho tem sido altamente limitador. Perdi praticamente toda a liberdade que tinha.

    Sem contar factor poupança. A minha mota fazia 360km com um abastecimento de 12€.

    Tenho gasto muito mais que isso pra ir trabalhar (entre dividir boleia com terceiros ou a apanhar transportes públicos quando não tinha boleia).
    É claro que as boleias não tenho recibo para apresentar os gastos, mas eles existem.
    Nem que não fosse pela privação do bem, no caso da pessoa não ter culpa nenhuma, deveriam pagar pelo transtorno!
  2. Tyrande, eles também não querem ir para tribunal e por isso ameaçamos. Se não teve veículo de substituição, foi porque fez pouco barulho, reclamou pouco e sempre presencialmente. A última vez que fiquei sem veículo próprio, deram-me um de substituição por 7 dias que era a previsão de reparação do meu. Passado 7 dias pediram o veículo de substituição de volta e disse que só devolvia quando fosse buscar o meu já reparado e assim o fiz passado 12 dias da recolha. Tem de lutar pelos seus direitos, senão não consegue nada.
  3. Cuidado porque proposta e aceite a indemnização pelos danos reais, certamente a seguradora vai querer a quitação completa pela regularização do sinistro.
    Se nao aceitar dar essa quitação e for para tribunal vai ter de esperar pela indemnização relativa a perda da mota, que será a que vier a ser definida nesse contexto.
    Ir para tribunal não apoquenta nenhuma seguradora, não lhes falta experiência com litígios relativos a indemnizações e estão completamente imunes ao risco reputacional desses litígios, porque os consumidores já assumem que esse risco existe sempre.
    A unica coisa que os pode demover é a garantia evidente de que vão perder e que isso pode implicar pagar bem mais do que pagariam agora para resolver a situação. Por trocos, optam pelo tribunal, porque vão pagar tudo muito mais tarde e também sabem que a outra parte tem custos com esse litígio, logo tambem tenderá a decidir tendo isso em conta.
  4. Colocado por: Carvai
    O valor comercial pode ser aproximado ou não pois depende de múltiplos fatores.
    Concordam com este comentário:Nunosoares


    Fiquei curioso com esta parte, quer dizer que se eu tiver um acidente, sem culpa própria, podem não me dar o valor pelo qual tenho o veículo assegurado com a minha companhia?? Isto a falar de um seguro com danos próprios.
  5. Fonte: IA

    Em Portugal, a regra geral no Código Civil é a reconstituição natural, ou seja, tem o direito a que o seu veículo seja colocado no estado em que estava antes do acidente. No entanto, este direito não é absoluto e existem limites importantes impostos pela lei e pela jurisprudência.

    O Limite da "Excessiva Onerosidade"
    Pode pedir a reparação, mas a seguradora pode recusar se provar que a mesma é excessivamente onerosa para o devedor.
    Critério das Seguradoras (Perda Total): As seguradoras consideram geralmente "perda total" quando o custo da reparação, somado ao valor do salvado (o que resta do carro), excede o valor venal (valor de mercado do carro antes do embate).
    Critério dos Tribunais: A jurisprudência tem sido mais flexível. Muitos tribunais entendem que uma reparação ligeiramente superior ao valor venal não é necessariamente "excessiva". Por exemplo, já houve decisões onde se considerou aceitável uma reparação que custava cerca de o dobro do valor comercial.

    O que acontece se for declarada Perda Total?
    Se a reparação for considerada inviável ou excessiva, a seguradora propõe uma indemnização em dinheiro.
    Cálculo: O valor da indemnização corresponde ao valor venal menos o valor do salvado (se ficar com ele).
    Direito de Oposição: Não é obrigado a aceitar o valor proposto. Pode contestar o valor venal se considerar que não permite comprar um carro equivalente no mercado de usados.
  6. Colocado por: Pereira_89

    Fiquei curioso com esta parte, quer dizer que se eu tiver um acidente, sem culpa própria, podem não me dar o valor pelo qual tenho o veículo assegurado com a minha companhia?? Isto a falar de um seguro com danos próprios.

    Sim nesse caso o valor deve ser o indicado na apólice do próprio. Mas mesmo esse valor não é consensual. Existem tabelas de desvalorização dos automóveis usadas pelas seguradoras e comerciantes de automóveis mas isso varia muito na realidade com o estado de conservação do veiculo. Uma discussão com dezenas de anos...
  7. Hoje fui à Honda testar a mota.

    Nada como ver "ao vivo e a cores"

    A Rebel 500 é perfeita na altura, mas não gostei do posicionamento em cima da mota. Fico com os braços muito esticados. Não ia ser confortável para viagens mais longas.

    A princípio a vencedora é a CBR 500 :)

    A minha única dúvida agora é se compra a CBR 500 ou a CBR 500 E-Clutch.
  8. A beneli tem modelos interessantes,a metade do preço da honda
  9. Colocado por: TyrandeNão ia ser confortável para viagens mais longas.
    Espere! E a CBR é confortável?
  10. Colocado por: BelhinhoEspere! E a CBR é confortável?


    Eh pah, em cima da mota senti-me mais à vontade em cima da CBR do que da Rebel.
  11. Claro que gostos não se discutem mas eu iria mais para a CL500. Pela estética porque (eu) gosto mais do estilo e pela posição mais natural de condução.
  12. Colocado por: BelhinhoCoisa mai linda!

    https://www.honda.pt/motorcycles/range/street/cl500/overview.html


    Não é má não senhor.
    Não me lembro de ter visto esta lá.
  13. Colocado por: Belhinhohttps://www.honda.pt/motorcycles/range/street/cl500/overview.html


    aquele escape... tá estranho. de resto gosto
  14. Colocado por: TyrandeHoje fui à Honda testar a mota.

    Nada como ver "ao vivo e a cores"

    A Rebel 500 é perfeita na altura, mas não gostei do posicionamento em cima da mota. Fico com os braços muito esticados. Não ia ser confortável para viagens mais longas.

    A princípio a vencedora é a CBR 500 :)

    A minha única dúvida agora é se compra a CBR 500 ou a CBR 500 E-Clutch.


    Também fui à Honda ver uma ao vivo e a cores...

    Deixei lá a minha PCX com 12 anos e 48000Km e regressei com uma X-ADV...
  15. Andei a fazer umas pesquisas e a CBR 500 perdeu um bocadito de terreno.
    Preciso de uma topcase ou similar para fazer viagens. No site da Honda custa 800€ uma topcase pra CBR!!!!!!

    Se não houver alternativa, pode ficar pra trás :/
  16. Colocado por: TyrandeAndei a fazer umas pesquisas e a CBR 500 perdeu um bocadito de terreno.
    Preciso de uma topcase ou similar para fazer viagens. No site da Honda custa 800€ uma topcase pra CBR!!!!!!

    Se não houver alternativa, pode ficar pra trás :/


    Existe sempre alternativa. Top-cases de outras marcas como Givi ou Shad até alforges muito mais baratos. Sempre viajei com uns alforges Givi Easy 110 expansíveis quando viajava acompanhado ou saco de selim quando viajava sozinho e sempre serviram para as viagens todas.
  17. Colocado por: AlexMontenegro

    Existe sempre alternativa. Top-cases de outras marcas como Givi ou Shad até alforges muito mais baratos. Sempre viajei com uns alforges Givi Easy 110 expansíveis quando viajava acompanhado ou saco de selim quando viajava sozinho e sempre serviram para as viagens todas.


    Alforges acho que não existem pra CBR500. Topcase sim.
    Tenho de ver se existe suporte compatível da Givi.
  18. Colocado por: TyrandeHoje fui à Honda testar a mota.

    Nada como ver "ao vivo e a cores"

    A Rebel 500 é perfeita na altura, mas não gostei do posicionamento em cima da mota. Fico com os braços muito esticados. Não ia ser confortável para viagens mais longas.

    A princípio a vencedora é a CBR 500 :)

    A minha única dúvida agora é se compra a CBR 500 ou a CBR 500 E-Clutch.

    Diria que pela diferença de preço é um extra que vale. Depois pode usar ou não.
  19. Bem, lá comecei a aventura de tirar a carta A.
    Isto de voltar a estudar depois dos 40 é dose -_-

    Já comecei na modalidade "fazer testes no site do Bom Condutor" até me cansar.

    Vejo é lá carradas de perguntas relacionadas a mecânica de motas, que honestamente fico a olhar pra elas..."mas isto é um exame de código da estrada ou de mecânica auto"?

    Independentemente disso, onde é que se estuda a parte mecânica das motas para efeitos de exame de código cat A?
    Isso não vem no código da estrada! (ou vem?)
 
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