Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 81

    Colocado por: N Miguel Oliveira

    Esta nova era, dos softwares por subscrição é um sinal para o futuro...

    Subscrição para o carro (leasing), para a casa (crédito habitação)... aluguer de roupa... subscrição para a usar tal app, ler o jornal, ver a bola...

    Está a ficar muito complicado.
    Concordam com este comentário:gil.alves


    Chama-se Escravatura Moderna.
  2.  # 82

    Colocado por: Dias12Chama-se Escravatura Moderna.


    Há coisas malucas.
    Certos softwares custam agora por ano, o que antes custava uma licença perpétua. E um ano passa muito rápido.
    Uma coisa era pagar 3000€ sabendo que ao menos tinha ali coisa para durar uns valentes anos... Agora pensar que chegando a tal mês, já se espera outra factura... é algo complicado para gerir.
    No final quem sofre, é o cliente... que vê os preços dos projectos aumentar sem saber porquê.

    Até estou para ver quando o BIM fôr de facto obrigatório... e se os construtores têm paciência para aprender e investir em sofware também. Muitos nem em PDF conseguem "ver" as coisas. Tem que ser em papel... e mesmo assim...
  3.  # 83

    Colocado por: N Miguel Oliveirae mesmo assim...
    ! Isto... ... :/
  4.  # 84

    Colocado por: gil.alves! Isto... ... :/


    E não só...
    Felizmente graças ao Covid, muitos trâmites urbanísticos são unicamente em digital... pelo que esses ficheiros muitas vezes estão pensados para uma leitura fácil num ecrã.

    Depois, o cliente usa isso para obra, imprimindo-o, sem a preocupação que certas definições do desenho deveriam ser ajustadas para se poder imprimir convenientemente em papel. Geralmente, linhas que no ecrã são claras, e no papel simplesmente desaparecem.

    Não é bem o mesmo. Pelo que, os próprios técnicos deveriam ter algum cuidado com o grafismo, e o cliente também... no momento de imprimir qualquer coisa.

    Quantas vezes não apanhei em obra, desenhos nossos em A4 a preto e branco... quando deveriam ser impressos a cores e no seu formato original... Não admira que depois muitos acho que os projectos não passam de papelada que não serve para nada.

    Isso, e imprimirem só parcialmente os projectos... Depois não admira que surjam dúvidas.
  5.  # 85

    Colocado por: N Miguel OliveiraQuantas vezes não apanhei em obra, desenhos nossos em A4 a preto e branco... quando deveriam ser impressos a cores e no seu formato original... Não admira que depois muitos acho que os projectos não passam de papelada que não serve para nada.


    E ainda há os projectos que em versão digital cabe tudo numa folha, mas impressa é um A0.

    De resto sim, os softwares estão caríssimos. E os dois grandes que conheço já não vendem licenças perpetuas, só subscrições.

    Diria que em curto prazo os projetos de arquitecura terão de subir de preço. Não só pela obrigação do BIM, como também da responsabilidade acrescida de os arquitectos terem totalmente do lado deles a garantia que uma comunicação prévia cumpre tudo. O novo RJUE, do que se fala, irá para aí, comunicação prévia sem controlo prévio nas câmaras.
    Ou então paga o DO um PIP + Comunicação prévia, que em termos de custo vai dar ao mesmo, mais €€€
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira
  6.  # 86

    Colocado por: paulovalenteE ainda há os projectos que em versão digital cabe tudo numa folha, mas impressa é um A0.


    Por acaso, desde o primeiro dia no gabinete que decidimos que o formato base dos nossos projectos seria o A3. Por vezes precisámos de maior... mas por defeito, é A3. O que por norma origina mais folhas, mas que, até o Dono de Obra as pode imprimir em casa sem necessidade duma plotter.
    Do mesmo modo, um A3 visto num ecrã 24" ou 27"... permite vislumbrar toda a página já com algum detalhe e tamanho de letra que não obrigue de antemão a fazer zoom.

    No entanto, apesar do nosso esforço em conciliar tudo em A3, evitando as A2, A1, A0... ainda encontro muitas vezes, essas páginas impressas em A4 nas obras, com margens brancas grandes, e a preto e branco. Enfim, uma tristeza.
  7.  # 87

    Isto levanta aqui um ponto crítico: o facto de a licença de utilização deixar de ser exigida na escritura não significa que deixe de ser necessária para efeitos legais de uso do imóvel.

    Na prática, estamos a separar dois momentos — o da transmissão da propriedade e o da verificação da conformidade urbanística — e isso transfere claramente mais risco para o comprador.

    No cenário descrito (banco a exigir LU e CPCV com prazo curto), o comprador pode ficar encurralado: não consegue cumprir por falta de financiamento e, ao mesmo tempo, pode ser penalizado contratualmente. Aqui tudo vai depender muito de como o CPCV foi redigido (cláusulas sobre obtenção de licença, financiamento, etc.).

    Mais do que simplificação, isto parece exigir agora muito mais cuidado prévio — nomeadamente confirmar junto da câmara o estado do processo antes de assumir compromissos.

    Sem esse cuidado, o “simplex” pode facilmente transformar-se num problema complexo.
 
0.0144 seg. NEW