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  1.  # 1

    Boa tarde!

    Eu e o meu namorado estamos à procura de terrenos para construir casa. Temos em vista um lote, com projeto (de momento só temos acesso à planta...). Estivemos a aguardar a licenca de loteamento, que foi esta semana aprovado pela câmara e iremos ter reunião com a imobiliária para ver essa documentação.

    Esta aprovação pela câmara significa que já tem alvará de loteamento, ou isso ainda é algo que o vendedor tem que pedir?

    O loteamento fica numa zona urbana, com casas em volta, mas ainda não tem as infraestruturas.

    Estamos com algum receio em avançar com CPCV sem ter as infraestruturas feitas, e até porque legalmente o dono não pode vender nada sem ter os lotes divididos e com as infraestruturas, mas já percebemos que é algo comum de se fazer atualmente...

    Já alguém passou por isto que nos possa elucidar?
  2.  # 2

    Colocado por: Armb1798Estivemos a aguardar a licenca de loteamento


    Colocado por: Armb1798Temos em vista um lote, com projeto
    ainda só foi aprovado agora o loteamento e o lote já vem com projecto? como funciona isso? e se vc não gostar do projecto?

    Colocado por: Armb1798mas já percebemos que é algo comum de se fazer atualmente...
    é algo comum que se faz e se depois ninguém se chegar à frente vai vc infraestruturar o loteamento?
  3.  # 3

    Colocado por: antonylemosainda só foi aprovado agora o loteamento e o lote já vem com projecto? como funciona isso? e se vc não gostar do projecto?

    É normal haver um ante projeto antes de submeter o projeto de loteamento.
  4.  # 4

    Colocado por: Armb1798Esta aprovação pela câmara significa que já tem alvará de loteamento, ou isso ainda é algo que o vendedor tem que pedir?

    Não sabemos o que é que está aprovado.
    Se foi aprovado o projeto de arquitetura, agora vão fazer os projetos de especialidade, terão que ser aprovados e depois é que é requerido o alvará de loteamento, e depois é que serão executadas as obras de urbanização. Coisa para demorar 2 anos, depois é que pode entregar na câmara o projeto da moradia e são mais 2 anos para a construção. Ou seja na mehor das hipoteses teria a casa concluída dentro de 4 anos.
    E só deve comprar o lote depois do alvará de loteamento estar registado nas finanças e na conservatória.
  5.  # 5

    Pickaxe se for LSF é mais rápida a construção. E despacho de especialidades mais obtenção da licença de construção acho que um ano já é muito.
  6.  # 6

    Colocado por: Mario CordeiroPickaxe se for LSF é mais rápida a construção.

    Com LSF poupa 2 meses na estrutura, o resto é igual.
  7.  # 7

    Colocado por: Pickaxe
    Com LSF poupa 2 meses na estrutura, o resto é igual.


    Aqui ao pé de mim uma com 140 m2 depois de inciada em 8 meses o casal estava a morar lá dentro.

    Até posso dizer quem foi...o placard no exterior dizia Artsteel
  8.  # 8

    Colocado por: Mario CordeiroAqui ao pé de mim uma com 140 m2 depois de inciada em 8 meses o casal estava a morar lá dentro.

    Até posso dizer quem foi...o placard no exterior dizia Artsteel

    Sim, mas não foi por ser em LSF.
  9.  # 9

    Colocado por: Pickaxe
    Sim, mas não foi por ser em LSF.


    Em 8 meses é possível 140 m2 em alvenaria?
  10.  # 10

    Até menos. Não é a estrutura que leva a maior parte do tempo
  11.  # 11

    Colocado por: Pickaxe
    É normal haver um ante projeto antes de submeter o projeto de loteamento.
    burrice minha, eu quando li terreno com projecto imagino logo terreno com projecto aprovado por ser o mais usual
  12.  # 12

    Colocado por: Mario CordeiroAqui ao pé de mim uma com 140 m2 depois de inciada em 8 meses o casal estava a morar lá dentro.
    tenho um cliente, a construir de forma tradicional em betão e tijolo que iniciou no fim de Janeiro e já está nos acabamentos... ele antes do verão deve já lá estar morar. a casa tem 230m
  13.  # 13

    Colocado por: Mario CordeiroEm 8 meses é possível 140 m2 em alvenaria?

    Claro, mas os donos de obra durante a execução da obra não põem lá os pés, é tudo decidido antes de iniciar a obra.
    Em certos casos empresas de LSF repetem os projetos, além de estar tudo decidido antes do inicio da obra, vai ser uma repetição de outros projetos já executados, que simplifica ainda mais.

    O problema da construção tradicional (que não é problema nenhum), é que os donos de obra gostam de escolher os materiais e soluções durante a construção da obra.
  14.  # 14

    Colocado por: PickaxeO problema da construção tradicional (que não é problema nenhum), é que os donos de obra gostam de escolher os materiais e soluções durante a construção da obra.

    Isso é verdade (e eu sou um pouco culpado disso), mas julgo que o que se passa também é a necessidade de gestão e distribuição (melhor ou pior) de trabalhadores entre as várias obras em execução (porque nenhuma empresa sobrevive a fazer uma obra de cada vez).
    Aí entra essa "desculpa" da escolha de materiais ou outras indecisões, e enquanto isso arrancam noutra fase numa outra obra e entretanto os trabalhadores ficam presos noutro serviço até regressar à primeira obra.
    Não estou a criticar, estou simplesmente a constatar o que muitas vezes até é justificável. É preciso um certo jogo de cintura - dos empreiteiros para gerir os meios, e dos DO para entenderem isso e manter alguma calma (dentro do admissível) - qualquer alteração ao plano, naturalmente que trás consequências em termos de prazos.
    Concordam com este comentário: Mario Cordeiro
  15.  # 15

    Colocado por: Ruikode
    Isso é verdade (e eu sou um pouco culpado disso), mas julgo que o que se passa também é a necessidade de gestão e distribuição (melhor ou pior) de trabalhadores entre as várias obras em execução (porque nenhuma empresa sobrevive a fazer uma obra de cada vez).
    Aí entra essa "desculpa" da escolha de materiais ou outras indecisões, e enquanto isso arrancam noutra fase numa outra obra e entretanto os trabalhadores ficam presos noutro serviço até regressar à primeira obra.
    Não estou a criticar, estou simplesmente a constatar o que muitas vezes até é justificável. É preciso um certo jogo de cintura - dos empreiteiros para gerir os meios, e dos DO para entenderem isso e manter alguma calma (dentro do admissível) - qualquer alteração ao plano, naturalmente que trás consequências em termos de prazos.


    Concordo. Se formos em dias.homem de trabalho se calhar andam os 2 sistemas ao mesmo nível. Mas essa questão do empreiteiro gerir funcionários é mesmo o que tende a dilatar o prazo de cada obra.
 
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