Colocado por: Armb1798Estivemos a aguardar a licenca de loteamento
Colocado por: Armb1798Temos em vista um lote, com projetoainda só foi aprovado agora o loteamento e o lote já vem com projecto? como funciona isso? e se vc não gostar do projecto?
Colocado por: Armb1798mas já percebemos que é algo comum de se fazer atualmente...é algo comum que se faz e se depois ninguém se chegar à frente vai vc infraestruturar o loteamento?
Colocado por: antonylemosainda só foi aprovado agora o loteamento e o lote já vem com projecto? como funciona isso? e se vc não gostar do projecto?
Colocado por: Armb1798Esta aprovação pela câmara significa que já tem alvará de loteamento, ou isso ainda é algo que o vendedor tem que pedir?
Colocado por: Mario CordeiroPickaxe se for LSF é mais rápida a construção.
Colocado por: Pickaxe
Com LSF poupa 2 meses na estrutura, o resto é igual.
Colocado por: Mario CordeiroAqui ao pé de mim uma com 140 m2 depois de inciada em 8 meses o casal estava a morar lá dentro.
Até posso dizer quem foi...o placard no exterior dizia Artsteel
Colocado por: Pickaxe
Sim, mas não foi por ser em LSF.
Colocado por: Pickaxeburrice minha, eu quando li terreno com projecto imagino logo terreno com projecto aprovado por ser o mais usual
É normal haver um ante projeto antes de submeter o projeto de loteamento.
Colocado por: Mario CordeiroAqui ao pé de mim uma com 140 m2 depois de inciada em 8 meses o casal estava a morar lá dentro.tenho um cliente, a construir de forma tradicional em betão e tijolo que iniciou no fim de Janeiro e já está nos acabamentos... ele antes do verão deve já lá estar morar. a casa tem 230m
Colocado por: Mario CordeiroEm 8 meses é possível 140 m2 em alvenaria?
Colocado por: PickaxeO problema da construção tradicional (que não é problema nenhum), é que os donos de obra gostam de escolher os materiais e soluções durante a construção da obra.
Colocado por: Ruikode
Isso é verdade (e eu sou um pouco culpado disso), mas julgo que o que se passa também é a necessidade de gestão e distribuição (melhor ou pior) de trabalhadores entre as várias obras em execução (porque nenhuma empresa sobrevive a fazer uma obra de cada vez).
Aí entra essa "desculpa" da escolha de materiais ou outras indecisões, e enquanto isso arrancam noutra fase numa outra obra e entretanto os trabalhadores ficam presos noutro serviço até regressar à primeira obra.
Não estou a criticar, estou simplesmente a constatar o que muitas vezes até é justificável. É preciso um certo jogo de cintura - dos empreiteiros para gerir os meios, e dos DO para entenderem isso e manter alguma calma (dentro do admissível) - qualquer alteração ao plano, naturalmente que trás consequências em termos de prazos.