Colocado por: N Miguel OliveiraÀ medida que Portugal se vai integrando mais na UE... talvez o português se sinta perfeitamente em casa vivendo em Amesterdão ou Berlim... como quando "emigra" para Oeiras, Odivelas ou Matosinhos..
Colocado por: CarvaiEm Amesterdão ou em Berlim há casas á borla?
Colocado por: CarvaiEm Amesterdão ou em Berlim há casas á borla?
E pagam ao Banco ou ao senhorio. Claro que se ganha mais, mas se o objetivo é poupar para depois investir no betão em Portugal, aonde fica a estória de viver bem, viajar, beber uns copos, etc.
E se eu fosse bruxo ainda antes do filho ir para a escola tinha investido em Bitcoins e hoje já voava em jato privado. Aí pelos States há milhões a investir em Bolsa e parece que também existe uma crise no imobiliário como tem relatado por aqui.
Qual é o suíço, o norueguês, o australiano, o norteamericano, o canadiano, que pode dar-se ao luxo de emigrar uns anitos e com isso pagar uma casa na terra onde nasceu?
Colocado por: palmstrokeNão é assim tão fácil poupar durante uns anitos 300 mil euros para comprar casa na terra. Se pensarmos num periodo de 10 anos, significa poupar 2500€ limpos/mês. Mas 10 anos não são uns anitos. E não sei se o emigrante médio consegue, sozinho, poupar isso mensalmente.
Colocado por: euOlhe que eu vejo muita gente da classe média alta a andar com carros banais, e muitas vezes com mais de 10 anos.
Colocado por: vmontalvaoTem a ver com cada um.
Colocado por: euNo meu ponto de vista, a fórmula da taxa de esforço admissível devia ser não linear, por exemplo:
Prestação_máxima = (rendimentos - valor fixo) * percentagem_esforço
Se o valor fixo fosse por exemplo 900 € e a percentagem_esforço 50%, no cenário anterior daria:
Maria e João: prestação_máxima = (1800 - 900 ) * 50% = 450 €
Joana e Martim: prestação_máxima = (4500 - 900 ) * 50% = 1800 €
Estes valores parecem fazer mais sentido.
Colocado por: JosebaO problema é que em leis tens que fazer coisas simples e de fácil implementação...
Colocado por: Mario Cordeiro
Eu tenho dinheiro para duas mas só tenho uma.Bem tento arranjar a segunda mas não está fácil.
Colocado por: rod_2000A Maria e o Manuel, personagens fictícias, compram casa em Portugal. Como acontece com muitas famílias portuguesas, uma parte enorme dos seus rendimentos fica presa à habitação. Depois de pagarem a prestação da casa e todas as despesas associadas, sobram-lhes apenas 100 bananas por mês para investir.
Essas 100 bananas são aplicadas num investimento diversificado, por exemplo em ações e certificados do tesouro. Em teoria, esse dinheiro ajuda a economia: as empresas conseguem financiar-se, investir, crescer e criar postos de trabalho; o Estado consegue captar poupança interna, melhorar o seu financiamento e, em última análise, prestar melhores serviços públicos.
Agora imaginemos o John e a Marie, noutro país. Eles também compram casa, mas a sua taxa de esforço é de apenas 30%. Como a habitação consome uma fatia muito menor do rendimento, conseguem investir 200 bananas por mês no mesmo tipo de produtos financeiros, mas no seu próprio país.
O resultado é simples: o país do John e da Marie recebe mais poupança, mais investimento e mais capital disponível. As empresas desse país têm melhores condições para investir, pagar melhores salários e aumentar a produtividade. O Estado, por sua vez, beneficia de uma base económica mais sólida e de melhores condições de financiamento, o que pode traduzir-se em melhores serviços públicos.
Isto é um travão estrutural à economia portuguesa.
A economia das bananas, mas é a realidade de Portugal, e a principal razão por isto ser uma miséria.
Colocado por: eu
Exato.
É por isso que a regra da taxa de esforço em percentagem dos rendimentos é cega e pouco fiável, favorecendo os baixos rendimentos e prejudicando os rendimentos mais elevados.
Isto com um exemplo prático é bastante fácil de perceber.
A Maria e o João ganham 1800 € por mês, com uma taxa de esforço de 35% podem pagar uma prestação mensal de 630 €. Ficam com 1170€ para viver.
A Joana e o Martim ganham 4500€ por mês, com uma taxa de esforço de 35% podem pagar uma prestação mensal de 1575€. Ficam com 2925€ para viver.
Ora, como é óbvio, a Joana e o Martim poderiam pagar uma prestação bastante mais elevada sem prejudicar muito o estilo de vida, pois 2925 € por mês chegam e sobram para uma vida confortável e até alguns luxos.
Colocado por: vmontalvaojulgo que a taxa de esforço, já é algo estudado e o valor a que se chegou, será o que cobrirá a maior parte dos casos.
Colocado por: euNormalmente outros créditos são deduzidos ao rendimento.
Colocado por: jg231lmao
quanto o teu próprio governo está contra ti, é que já nem dá para esconder
https://expresso.pt/sociedade/2026-05-21-um-milhao-de-euros-escondidos-em-casa-e-um-selo-desativado-chefia-do-mne-legalizou-mil-imigrantes-178e74d7
mas claro a culpa é dos portugueses gastarem dinheiro nos carros...
45.686 jovens receberam o apoio financeiro à renda do Porta 65.Este volume representa um aumento expressivo de 32,5% face ao mesmo período do ano anterior.