Colocado por: luisvvVejamos ao contrário: há algum bem ou serviço que seja produzido de forma mais vantajosa em regime de monopólio?
Colocado por: luisvvO resultado do comunismo é inevitavelmente o totalitarismo e a diluição do indivíduo.
Colocado por: luisvvComo outros sistemas políticos (e ao contrário da sociedade liberal), o resultado desejado depende da existência de uma sociedade de homens sempre bons e altruístas.
Se já com o "controlo" do estado é o que se vê na saúde, educação, justiça, exploração de recursos, ect., imagino o que seria sem o "controlo" ... voltávamos à idade média, no mínimo.
Mentira. Apesar de não ser comunista, li muito de marx, engels, reich, lenine, etc. e não foi essa a dedução que fiz.
Se me disser que ase refere à aplicação (??) do comunismo por homens gananciosos (ou como diz abaixo, por homens que não tenham bondade e altruísmo), eu concordo consigo.
Se me perguntar se acho que o comunismo pode ser "aplicado" numa sociedade com o homem actual sem se tornar hediondo, eu respondo que não.
Ao contrário da sociedade liberal? Explique-me lá isso melhor, se possível com exemplos!
Colocado por: luisvvNão percebo. Está a dizer-me que algum desses bens deve ser produzido em monopólio?
Colocado por: luisvvE de justiça, estamos conversados - o quase monopólio do Estado é unanimemente reconhecido como ineficiente (quase monopólio, porque quem pode orienta-se com tribunais arbitrais, embora em última análise estejam sob tutela do Estado e consequente ineficiência).
Colocado por: luisvvA educação? Em que aspecto é que o "controlo" do Estado tem sido benéfico? Não acredito que suponha que sem Estado não haveria educação..
Colocado por: luisvvQue da tomada do poder por uma elite esclarecida ou vanguarda, decorra uma sociedade livre onde todos serão iguais (e igualmente prósperos) é algo que desafia as regras do entendimento.
Colocado por: luisvvEmbora Marx e Engels forneçam descrições vagas
Colocado por: luisvvO problema é pressupor que os homens podem ser todos, sempre, altruístas.
Colocado por: luisvvMas o homem que tem é o homem que há.. .
Colocado por: luisvvSupõem que todos agirão com o mesmo objectivo em mente, e de acordo com propósitos altruístas - sem o que não poderão funcionar.
Colocado por: luisvvDependem de fases intermédias em que, misteriosamente, desaparecem os interesses individuais.
Colocado por: luisvvMas fundamentalmente porque os interesses de cada um são constantemente arbitrados na interação com os restantes.
Colocado por: luisvv(uma provocaçãozita..)
Colocado por: marco1só um pequeno apontamento, no seu entender quem é que devia decidir fazer uma estrada e o seu trajecto? o estado ou os privados? já não falo da sua exploração...
Se me "agrada" que seja o estado a definir o que é a "educação"? Não, pelo menos este estado.
De acordo. Mas, como tantas outras ideias "teóricas", como por exemplo:
- Que o preço "justo" será atingido sem uma regulação externa à negociação entre vendedor e comprador.
- Que a inexistência de monopólios signifique que não há monopolização.
Dos 4 que referi o único que me "marcou" foi reich.
Exactamente o que eu disse por outras palavras.
E não será este o verdadeiro problema?
Verdade com um parênteses: Nem todos os objectivos terão de necessariamente comuns
Eu não o vejo dessa forma, mas entendo que dificilmente pode ser entendido da forma que eu o entendo (por características pessoais). Há objectivos/interesses comuns que "teriam" de obrigatoriamente ser partilhados por todos, alguns dos quais poderiam colidir com objectivos/interesses pessoais (completamente de acordo).
O que acontece é que aqueles objectivos/interesses comuns que eu considero fundamentais não colidem com os meus objectivos/interesses pessoais, não me retirando desta forma qualquer "individualidade". Admito que é o meu caso pessoal e que não possa ser extrapolado para uma sociedade, no entanto volto a frisar que com o "homem actual" não vejo forma de ser aplicado.
Eu até poderia concordar, mas:
- isso só seria verdade se o peso dos intervenientes for o mesmo (e aqui voltaríamos à democracia?).
- essa "arbitração" não é uma espécie de "regulação"? - essa "arbitração" não é uma limitação da liberdade individual?
Vamos a um caso concreto: Imaginemos que não existe qualquer tipo de regulação.
Vamos imaginar um produto X.
Vamos imaginar que existem 10 empresas no "mercado".
Vamos imaginar que as empresas conseguem colocar no mercado o produto X com um lucro de Y.
Vamos imaginar que existem Z pessoas.
Então o lucro das empresas em conjunto será Y*Z.
Agora imaginemos que as empresas decidem aumentar o lucro para 5Y e com isso só metade das pessoas conseguirão continuar a comprar o produto X.
Aqui então o lucro conjunto passará a ser 5Y*(Z/2)=2.5*Y*Z.
Agora 2 perguntas:
- Acha justo?
- Como é que o seu sistema se defende disto?
Já sei o que me vai responder: isso não funciona assim, nesse caso uma das empresas em vez de vender a 5Y passaria a vender a 4Y e as outras iriam atrás, e assim sucessivamente até chegarmos de novo a Y.
Errado, mesmo num mercado "regulado" isto acontece e o que não faltam por ai são exemplos disto.
Sei que uma das "variáveis" é justamente o que o "cliente" está disposto a pagar pelo produto, mas será isto justo se o "cliente" não puder sobreviver sem o produto?
só um pequeno apontamento, no seu entender quem é que devia decidir fazer uma estrada e o seu trajecto? o estado ou os privados? já não falo da sua exploração...
E a decisão deve ficar a cargo do público obviamente.
Mas isso é simples: Uma estrada será feita quando existir alguém disposto a pagar o preço pelo qual alguém está disposto a fazê-la. Qual é a confusão?
isso é ironic mod não ? se não é uma bela perspectiva de politica de desenvolvimento do território.
Colocado por: luisvvConfesso que não conheço [Reich], à excepção de umas referências avulsas sobre liberdade sexual.
Colocado por: luisvv
Obviamente, porque...?