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  1.  # 1

    ERA UMA VEZ UM PAÍS, UMA QUINTA E UM QUINTAL........

    ...porque não sabemos unir.
    ...porque não sabemos esperar.
    ...porque não sabemos escolher.
    ...porque não sabemos valorizar.
    ...porque engenheiros não são gestores.
    ...porque 308 quintais não fazem um país.
    ...porque cantamos o fado das lamentações.
    ...porque, porque, porque.....

    Será que também fui “empurrado” a deixar o meu país, a minha quinta e o meu quintal ?
    Mas quem é que nos empurra? Ninguém.
    Afinal, somos nós próprios que damos um passo em frente quando chegamos ao precipício. Parecemos umas ovelhas a seguir as da frente, as que já deram o passo em falso, em queda livre, direitinhas para o suicídio. Mas por que motivo não sabemos escolher quando temos a oportunidade para o fazer?
    Tal como a maioria dos meus compatriotas, o meu destino ficou traçado em 1985, um ano antes da entrada na CEE, quando as “ovelhas locais” ou munícipes, passaram um cheque em branco a um jovem e desconhecido engenheiro que, apoiado por um dos “2 grandes anestesistas nacionais”, recebeu um dos 308 “quintais” do país. Durante mais de uma década preguei sózinho no “quintal” do engenheiro mas, infelizmente o sangue na guelra não é eterno e, também acabei por me mudar para o “quintal” vizinho, depois de, “empurrado por ninguém”, vender a belíssima quinta de família incluindo o seu projecto de crescimento hoteleiro. Como não é possível deslocar um imóvel deixei o património da minha família no “quintal” do, agora velho e conhecido “engenheiro cá da terra” eleito sucessivamente durante quase 3 décadas pelas humildes “ovelhas locais” que, como a maioria dos nossos pais, também eram simples trabalhadores do campo, a quem foi “vedado” o acesso à verdade. Nessas condições, quando eram chamados a cumprir o seu dever cívico de escolher alguém para gerir o seu “quintal comum”, largavam por breves momentos a enxada e, pegando numa “bic laranja ou bic cristal, duas escritas à sua escolha, bic laranja de escrita fina e bic cristal de escrita normal” passaram os “cheques em branco ao senhor engenheiro” que estudou e é cá da terra.
    Após décadas à frente dos destinos do município, lembraram-se de limitar os mandatos sem retroactivos para não prejudica os “instalados”. Num país controlado pelo lobby do betão, obviamente que o senhor “engenheiro” voltou a ganhar as eleições em 2005 e 2009 e, provavelmente, ainda lá estará quando necessitar o uso de uma bengala.
    Quando antigos colegas da escola que vivem fora do país me perguntaram, como foi possível a reeleição do “engenheiro cá da terra”, ou a do “outro” com as contas na Suiça ou a da “outra” que havia fugido para o Brasil, eu tive que me conformar com a resposta de que a minha “cruz” só tem valor no “quintal comum” onde eu resido.
    Quando, numa qualquer rua, perguntamos aos passantes se querem mudanças, recebemos 90% de respostas afirmativas. Estamos perante a mais pura das contradições, pois podemos verificar que, são exactamente 90% os municípios que mantêm os mesmos governantes. O que é que nos aconteceu para chegarmos a este estado?
    Os nossos antepassados descobriram “Novos Mundos”, enviaram missionários que “venderam” a fé cristã em troca dos recursos locais e exploraram-nos durante quatro séculos. Nos anos setenta, quando “perdemos” as nossas últimas “colonias”, ficámos algo perdidos porque se tinha acabado o “ petróleo”. Como não é só na região oeste de Lisboa que temos a “esperteza saloia”, colocámos umas flores nas G 3 dos militares, chamá-mo-lo de revolução e vimos alguns “artistas” irem “descansar” durante uns anitos no Brasil. Será que os outros povos fizeram a sua mudança de regime com destruição, sangue e perda de vidas por serem masoquistas!! Não me parece e as provas estão à vista.
    Concordam com este comentário: de jesus mendes, jorgand, branco.valter
  2.  # 2

    Da tua autoria?
  3.  # 3

    Colocado por: branco.valterDa tua autoria?


    Sim. Por favor, não me batam apenas queria lembrar que, para se mudar, temos primeiro de assumir os nossos problemas e não procurar culpados no alheio.
    Estou farto de ver a culpa morrer solteira. Nasci em Maio de 1967, vivo em Portugal desde Setembro de 1967, tenho nacionalidade portuguesa, apesar de fisicamente não parecer "tuga". Depois de na infância/juventude passar a vida a ser chamado de bife, russo, alemão/nazi, albino etc., nunca pensei que agora iria passar a vida a ouvir dizer que a culpa é da Merkel. TRETAS !!! A CULPA É TODA NOSSA
    Concordam com este comentário: Anonimo16062021, trabalharmuitobem
  4.  # 4

    O mal dos outros pode não trazer satisfação mas sempre relativiza os nossos próprios males; o presidente da câmara da terra onde nasci e vivo é um Sr. que dá pelo nome de Valentim Loureiro.
    Espero que se sinta melhor ao pensar que podia estar pior.
    Concordam com este comentário: jorgferr
  5.  # 5

    Boas,

    Colocado por: j cardosoEspero que se sinta melhor ao pensar que podia estar pior.


    Deixa-te de tangas e manda lá fotos do frigorífico!

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  6.  # 6

    Colocado por: j cardosoEspero que se sinta melhor ao pensar que podia estar pior.

    Espere sentado! Não o conheço, pelo que não me atrevo a achar que possa sentir-se melhor com o mal dos outros. Assim de repente, até parece que é ao contrário: o j cardoso sente-se melhor com o mal dos outros.
    Fique com a sua que eu fico com a minha. Ambos temos os mesmos direitos.
  7.  # 7

    Nada disso raulschone. Apenas quis dizer que sei o que é ser "governado" localmente por um personagem que é eleito consecutivamente - provavelmente bem pior que o que tem aí. Só isto.
  8.  # 8

    Colocado por: raulschone

    Sim. Por favor, não me batam apenas queria lembrar que, para se mudar, temos primeiro de assumir os nossos problemas e não procurar culpados no alheio.
    Estou farto de ver a culpa morrer solteira. Nasci em Maio de 1967, vivo em Portugal desde Setembro de 1967, tenho nacionalidade portuguesa, apesar de fisicamente não parecer "tuga". Depois de na infância/juventude passar a vida a ser chamado de bife, russo, alemão/nazi, albino etc., nunca pensei que agora iria passar a vida a ouvir dizer que a culpa é da Merkel. TRETAS !!! A CULPA É TODA NOSSA
    Concordam com este comentário:Anonimo16062021


    Grande/s texto/s.


    Eu já escrevi num outro "local" que a coisa começou a descambar quando um certo PSD começou a acabar com a nossa agricultura/pescas/industrias a troco de dinheiro, passou por um PS que nada fez excepto estourar ainda mais dinheiro, passando por um PSD...pensando bem, será que há diferenças entre os dois principais partidos? Tu votas X ou Z, uns (dizem) defender algo, os outros aquilo, mas fora alguns assuntos mais "cosméticos", na prática não há grandes diferenças. Ambos os partidos quando estiveram no poder fartaram-se de receber dinheiro de Bruxelas e depois não o aplicaram devidamente. Meteram-nos na maior asneirada dos últimos tempos (Euro) e não explicaram ao povo que já houve inúmeros projectos semelhantes ao longo da história e que todos falharam. E porquê? Porque se não houver uma união Politica e financeira um projecto destes nunca poderá ter sucesso. A UE (ainda) não é os EUA, o BCE (ainda) não é o FED.

    Eles deviam ter pensado que o que é bom para uns não é bom para os outros.

    Agora limitam-se a passar a culpa para o vizinho do lado como se não fosse responsabilidade DELES! Eu fiz tudo o que disseram que era o futuro, acabei o liceu, tirei um curso técnico-profissional tornando-me num técnico especializado. Até aí tudo bem...mas quanto é que eu levo para casa? Uma ninharia! E as muitas universidades que abriram por esse país fora? Quantos e quantos cursos só existem para inglês ver? A minha irmã está a tirar uma licenciatura no curso que ela queria, entrou numa pública, o problema é que para poder trabalhar na área ela precisa de ter um mestrado, só que dos quase 200 alunos só há 20 vagas para o dito mestrado. Ou seja, ainda vou vê-la a trabalhar como caixa num hiper...porque não pode trabalhar. Eles tornaram a universidade no que era no meu tempo o liceu. Está tudo mal.
    Concordam com este comentário: raulschone, Daniel
  9.  # 9

    Feliz Natal, Merry Christmas, Frohe Weihnachten, Joyeux Noël, Feliz Navidad, Buon Natale, Glædelig jul,Geseënde Kersfees, Gëzuar Krishtlindjet, عيد ميلاد مجيد, Շնորհավոր Սուրբ Ծնունդ:, Eguberri, শুভ বড়দিন, З Калядамі, Весела Коледа, ಮೆರ್ರಿ ಕ್ರಿಸ್ಮಸ್, Bon Nadal, Veselé Vánoce, 圣诞节快乐, 메리 크리스마스, jwayeu Nwèl, Sretan Božić, veselé Vianoce, Vesel božič, Feliĉa Kristnasko, Häid jõule, Maligayang Pasko, hyvää joulua, Nadolig Llawen, შობა, Καλά Χριστούγεννα,મેરી ક્રિસમસ, חג המולד שמח, मेरी क्रिसमस, Gelukkig kerstfeest, Boldog Karácsonyt, לעבעדיק ניטל, Selamat Hari Natal, Nollaig Shona, Gleðileg jól, メリークリスマス, ວັນຄຣິດສະມາດ, Verbum Caro, Priecīgus Ziemassvētkus, Linksmų Kalėdų, Среќен Божиќ, Merry Krismas, God jul, کریسمس مبارک, Wesołych Świąt, Crăciun fericit, С Рождеством, Срећан Божић, Krismasi Njema, เมอร์รี่คริสต์มาส, மெர்ரி கிறிஸ்துமஸ், మెర్రీ క్రిస్మస్, Mutlu Noeller, З Різдвом, میری کرسمس, Mừng Giáng Sinh
  10.  # 10

    Este texto não é mau mas enferma no que toca à expansão portuguesa, de deficiente informação: a expansão portuguesa fez-se mais pela fé do que pelos interesses materiais, basta ver que Timor, ainda hoje é um dos mais países mais católicos do mundo. As velas não levavam o símbolo do cifrão mas a Cruz de Cristo, ó Sr. R. Bonito (shonn)!
    Achtung! Lesen sie besser der portuguisish HISTÒRIA bitte!( nota: o meu alemão é mau)


    Colocado por: raulschoneERA UMA VEZ UM PAÍS, UMA QUINTA E UM QUINTAL........

    ...porque não sabemos unir.
    ...porque não sabemos esperar.
    ...porque não sabemos escolher.
    ...porque não sabemos valorizar.
    ...porque engenheiros não são gestores.
    ...porque 308 quintais não fazem um país.
    ...porque cantamos o fado das lamentações.
    ...porque, porque, porque.....

    Será que também fui “empurrado” a deixar o meu país, a minha quinta e o meu quintal ?
    Mas quem é que nos empurra? Ninguém.
    Afinal, somos nós próprios que damos um passo em frente quando chegamos ao precipício. Parecemos umas ovelhas a seguir as da frente, as que já deram o passo em falso, em queda livre, direitinhas para o suicídio. Mas por que motivo não sabemos escolher quando temos a oportunidade para o fazer?
    Tal como a maioria dos meus compatriotas, o meu destino ficou traçado em 1985, um ano antes da entrada na CEE, quando as “ovelhas locais” ou munícipes, passaram um cheque em branco a um jovem e desconhecido engenheiro que, apoiado por um dos “2 grandes anestesistas nacionais”, recebeu um dos 308 “quintais” do país. Durante mais de uma década preguei sózinho no “quintal” do engenheiro mas, infelizmente o sangue na guelra não é eterno e, também acabei por me mudar para o “quintal” vizinho, depois de, “empurrado por ninguém”, vender a belíssima quinta de família incluindo o seu projecto de crescimento hoteleiro. Como não é possível deslocar um imóvel deixei o património da minha família no “quintal” do, agora velho e conhecido “engenheiro cá da terra” eleito sucessivamente durante quase 3 décadas pelas humildes “ovelhas locais” que, como a maioria dos nossos pais, também eram simples trabalhadores do campo, a quem foi “vedado” o acesso à verdade. Nessas condições, quando eram chamados a cumprir o seu dever cívico de escolher alguém para gerir o seu “quintal comum”, largavam por breves momentos a enxada e, pegando numa “bic laranja ou bic cristal, duas escritas à sua escolha, bic laranja de escrita fina e bic cristal de escrita normal” passaram os “cheques em branco ao senhor engenheiro” que estudou e é cá da terra.
    Após décadas à frente dos destinos do município, lembraram-se de limitar os mandatos sem retroactivos para não prejudica os “instalados”. Num país controlado pelo lobby do betão, obviamente que o senhor “engenheiro” voltou a ganhar as eleições em 2005 e 2009 e, provavelmente, ainda lá estará quando necessitar o uso de uma bengala.
    Quando antigos colegas da escola que vivem fora do país me perguntaram, como foi possível a reeleição do “engenheiro cá da terra”, ou a do “outro” com as contas na Suiça ou a da “outra” que havia fugido para o Brasil, eu tive que me conformar com a resposta de que a minha “cruz” só tem valor no “quintal comum” onde eu resido.
    Quando, numa qualquer rua, perguntamos aos passantes se querem mudanças, recebemos 90% de respostas afirmativas. Estamos perante a mais pura das contradições, pois podemos verificar que, são exactamente 90% os municípios que mantêm os mesmos governantes. O que é que nos aconteceu para chegarmos a este estado?
    Os nossos antepassados descobriram “Novos Mundos”, enviaram missionários que “venderam” a fé cristã em troca dos recursos locais e exploraram-nos durante quatro séculos. Nos anos setenta, quando “perdemos” as nossas últimas “colonias”, ficámos algo perdidos porque se tinha acabado o “ petróleo”. Como não é só na região oeste de Lisboa que temos a “esperteza saloia”, colocámos umas flores nas G 3 dos militares, chamá-mo-lo de revolução e vimos alguns “artistas” irem “descansar” durante uns anitos no Brasil. Será que os outros povos fizeram a sua mudança de regime com destruição, sangue e perda de vidas por serem masoquistas!! Não me parece e as provas estão à vista.
    Concordam com este comentário:jorgand,branco.valter
  11.  # 11

    Colocado por: carlosj39a expansão portuguesa fez-se mais pela fé do que pelos interesses

    Lamento que tenha apenas lido/ouvido/compreendido a parte da história que lhe quiseram "vender".


    Colocado por: carlosj39As velas não levavam o símbolo do cifrão mas a Cruz de Cristo

    Suponho que não sabe ou não se quer lembrar da Inquisição, pelo que aconselho a leitura de O Judeu de Bernardo Santareno. Se não gosta de ler, pode sempre ver o filme The Mission com excelentes interpretações de Robert de Niro e Jeremy Irons. Por outras palavras, não tem desculpas, hoje existem imensas formas (livros, ensino, motores de busca,etc.) de aprender e conhecer todas as versões/partes. Não avalie apenas pelo lado que conhece, pois pode ter sido influenciado a acreditar que só existe uma versão. Suponho que a sua ingenuidade e falta de conhecimento não lhe permitem ver o cifrão que se escondia por detrás do símbolo de Cristo nas velas. Imagino que acredita que a maior fortuna existente à época (Igreja católica) foi conseguida através do suor do trabalho ou de doações voluntárias. Já compreendeu que sou agnóstico. Tenho esse direito. Agradeço que não me volte a "chamar" de inculto para que não lhe tenha de responder à letra como o acabei de fazer e não me tente "vender" a sua fé ou qualquer outra. Se deseja continuar a acreditar no que lhe "venderam", tem todo o direito, assim como qualquer outro tem o direito de acreditar ou não.



    Colocado por: carlosj39ó Sr. R. Bonito (shonn)!
    Achtung! Lesen sie besser der portuguisish HISTÒRIA bitte!( nota: o meu alemão é mau)

    Não o conheço de lado nenhum e nem tenciono conhecê-lo. Erkundigen Sie sich besser, denn ich habe portugiesische Geschichte studiert. Agradeço que não me volte a "chamar" de inculto ou ignorante para que não lhe tenha de responder à letra como o acabei de fazer e não me tente "vender" a sua fé ou qualquer outra. Se deseja continuar a acreditar no que lhe "ensinaram/venderam", tem todo o direito de o fazer, assim como qualquer outro tem o direito de não acreditar. A única forma de se saber toda a verdade, seja sobre a história de um país, povo, religião ou qualquer outro tema/assunto, é consultando todas as partes de forma isenta e independente, coisa que não me parece que consiga fazer em relação à história de Portugal e à fé cristã. Porque será?
  12.  # 12

    Colocado por: carlosj39o meu alemão é mau

    Corresponde com o seu conhecimento sobre a expansão portuguesa....
  13.  # 13

    Colocado por: carlosj39basta ver que Timor

    Como para si basta ver Timor: Imagino que deve pensar que, quando os mercadores/missionários portugueses lá chegaram, encontraram uns homo sapiens/animais que não tinham a sua própria forma de pensar/fé/religião, pelo que, isto é tudo mentira: Quando os primeiros mercadores e missionários portugueses aportaram na ilha de Timor em 1515, encontraram populações organizadas em pequenos estados, reunidos em duas confederações: Servião e Belos, que praticavam religiões animistas.
  14.  # 14

    Colocado por: raulschone Se não gosta de ler, pode sempre ver o filme The Mission com excelentes interpretações de Robert de Niro e Jeremy Irons.
    É claro que a expansão portuguesa teve motivações mercantilistas. Só um ceguinho não vê isso.

    Mas «The Mission» não é um bom exemplo. A manipulação e ambição da Igreja era a ainda PIOR. :-)
    As "pacíficas" aldeias do filme eram, na realidade, um embrião de Estado de índios (fomentado/governado e ARMADO pelos Jesuítas) que lutavam contra as duas potências (europeias) da América do Sul. Os índios que no «The Mission» fazem o papel de vítimas, estavam armados com armas de fogo, e chegaram a ATACAR cidades como S. Paulo.
    Na sequência, os Jesuítas foram sucessivamente expulsos de todos os países da Europa. E depois admiram-se do anticlericalismo que naquele tempo já se fazia sentir na corte de Lisboa...
    Concordam com este comentário: raulschone
  15.  # 15

    Em relação a Timor...eles são neste momento praticamente todos Católicos Apostólicos Romanos (praticantes), "graças" à ocupação Indonésia. Quando o (des)governo Português abandonou à sua sorte os Timorenses o que não faltava eram pessoas que continuavam a adorar aos seus deuses como sempre fizeram. A repressão Indonésia é que levou muitas pessoas para os braços da Igreja, porque era a única instituição que não era controlada pelo invasor (os Indonésios são na sua maioria Muçulmanos).

    O período dos descobrimentos Portugueses iniciou-se e expandiu-se por causa do dinheiro e graças ao dinheiro, a fé na maior parte das vezes era apenas um subterfúgio. Só a quantidade de alianças que se fez com soberanos de outras religiões deita por terra esses argumentos.
    Concordam com este comentário: raulschone
  16.  # 16

    Luis o problema de indigenas a serem usados para fins obscuros é já uma tradição naquelas bandas, vê isto:

    http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=254458&codDep=3
  17.  # 17

    Como em tudo na História, há varias versões dos acontecimentos.
    Esta, da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Guaran%C3%ADtica) é bastante inócua - e incompleta - no que se refere à actuação dos Jesuítas.
  18.  # 18

    Colocado por: Luis K. W.É claro que a expansão portuguesa teve motivações mercantilistas. Só um ceguinho não vê isso.

    Mas «The Mission» não é um bom exemplo. A manipulação e ambição da Igreja era a ainda PIOR. :-)


    Caro Luís, concordo completamente. Apenas me lembrei do filme porque, ao contrário do que o carlosj39 havia escrito, os missionários independentemente da fé/crença/religião que praticam não é de forma inocente que a procuram "expandir" e que continuo a achar que a "vendiam" a todo o custo....
    Concordam com este comentário: Luis K. W.
  19.  # 19

    Oh pah, antes "inculto" que labrego...

    Colocado por: raulschone
    Lamento que tenha apenas lido/ouvido/compreendido a parte da história que lhe quiseram "vender".



    Suponho que não sabe ou não se quer lembrar da Inquisição, pelo que aconselho a leitura de O Judeu de Bernardo Santareno. Se não gosta de ler, pode sempre ver o filme The Mission com excelentes interpretações de Robert de Niro e Jeremy Irons. Por outras palavras, não tem desculpas, hoje existem imensas formas (livros, ensino, motores de busca,etc.) de aprender e conhecer todas as versões/partes. Não avalie apenas pelo lado que conhece, pois pode ter sido influenciado a acreditar que só existe uma versão. Suponho que a sua ingenuidade e falta de conhecimento não lhe permitem ver o cifrão que se escondia por detrás do símbolo de Cristo nas velas. Imagino que acredita que a maior fortuna existente à época (Igreja católica) foi conseguida através do suor do trabalho ou de doações voluntárias. Já compreendeu que sou agnóstico. Tenho esse direito. Agradeço que não me volte a "chamar" de inculto para que não lhe tenha de responder à letra como o acabei de fazer e não me tente "vender" a sua fé ou qualquer outra. Se deseja continuar a acreditar no que lhe "venderam", tem todo o direito, assim como qualquer outro tem o direito de acreditar ou não.




    Não o conheço de lado nenhum e nem tenciono conhecê-lo. Erkundigen Sie sich besser, denn ich habe portugiesische Geschichte studiert. Agradeço que não me volte a "chamar" de inculto ou ignorante para que não lhe tenha de responder à letra como o acabei de fazer e não me tente "vender" a sua fé ou qualquer outra. Se deseja continuar a acreditar no que lhe "ensinaram/venderam", tem todo o direito de o fazer, assim como qualquer outro tem o direito de não acreditar. A única forma de se saber toda a verdade, seja sobre a história de um país, povo, religião ou qualquer outro tema/assunto, é consultando todas as partes de forma isenta e independente, coisa que não me parece que consiga fazer em relação à história de Portugal e à fé cristã. Porque será?
  20.  # 20

    ... basta referir que apoiar-se um argumentário sobre temática religiosa com base num... filme ("the mission") ainda por cima feito pela nojenta máquina maçónico-anticlerical de Hollywood, revela antes de mais, ignorância, e sobretudo ( o que é timbre dos incultos) arrogância. De resto quem tiver um pouco de cultura sabe que hollywood e a "sétima arte" como hoje é conhecida foi o resultado uma grande manobra de marketing á escala global promovida pelo Sr. Bernays ( que o Sr. desconhece quem seja, aposto), mas isto já é outro campeonato para outro tipo de fórums e além disso eu não gosto de dar "pérolas a porcos".

    Colocado por: carlosj39Oh pah, antes "inculto" que labrego...

 
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