falácia 1 - "Deixe cá ver: já sei !!! Os serviços desejados pela população prosperam, os outros não." - é apenas uma visão dedução muito subjectiva da sua parte
falácia 2 - " A sua aversão ao lucro resume tudo: a oposição entre busca do lucro e satisfação das necessidades essenciais é absurda, e contamina todas as restantes conclusões." - mais uma enviuzada, ou seja é uma dedução sua, eu adoro o lucro e até acredito que só havendo muito lucro se pode investir e modernizar proporcionando sempre cada vez mais melhores serviços é claro que aqui excluo aqueles que acho que deviam ser apenas sustentáveis ( justiça, educação, saude, segurança).
falácia 3- " No entanto, subjacente ao raciocínio do marco1 está a ideia de que há bens que são tão preciosos e essenciais que se não forem oferecidos pelo Estado não serão adquiridos "- e por isso mesmo se são tão essenciais, os impostos cobrados a quem elegeu o estado servirão para os pagar.
quanto a faroeste, estado escravatura... enfim fico por aqui, pois é extremamente fácil brincar com as palavras sendo o mais dificil é ir ao amago do pensamento ou não compreendeu o que quis dizer?
Luisvv, se considera imoral ter que haver uma assinatura, estamos totalmente conversados.
Entende então que os PDM e outras mecanismos de planeamento são desnecessários e um "peso-morto". Que o dono da terra é rei e senhor. Acha que os mercados são "seres" que tudo sabem e tudo resolvem.
Como tal, sejam abolidos os PDM's. Sejam abolidas as concessões de barragens e recursos minerais. Que voltem as rádios piratas e televisões para quem quiser.
O estado deve portanto demitir-se de qualquer papel de regulação e planeamento de recursos finitos.
Com certeza, não é a minha visão de sociedade mas admito que será pelo menos mais justa que a aberração actual no que toca ao solo. Assim, cada um tem liberdade de iniciativa total e o lucro que conseguir gerar será, tendencialmente, resultado do seu risco e trabalho.
Nesse caso ninguém poderá lucrar pornograficamente de mecanismos instituidos para manter a paz social e o bem estar na urbe, o que por si só é positivo.
Se um dia encontrar uma sociedade nesses moldes luisvv, deixo um conselho irónico: tenha o olho bem aberto. Costuma-se matar e perguntar depois, em tais terras.
Não passa da ladainha recorrente de quem faz fortuna a converter RAN. É areia para os olhos!. Já agora, esqueceu-se de enumerar a "lei do arrendamento comunista que não deixa ninguém ter lucro".
Em França também há zonas centrais mais atractivas que outras. Também há risco e prédios com arrendatários velhinhos. Há prédios velhinhos que não se sabe se aguentam. Também lá, quem arrenda/compra quer casas adaptadas aos dias de hoje. Também há operações de reabilitação e licenciamento. Também há camaras que recusam projetos. Também é mais barato construir na periferia com acessos largos e ruas pensadas para carros. Também há taxas e taxinhas. Tudo isso. Na Alemanha é igual. O Reino Unido copiou. A Suécia não foi original na lei. A Suiça, que nem relógio. A Áustria fez fotocópia. Curisosamente não há mais de 1% de casas abandonadas (e certamente menos de 0,01% nos centros) como em Portugal. Porquê? porque lá o PDM não enriquece máfias como cá, nos arredores!
Caro luisvv, admitirei alegremente estar errado, se me apresentar um argumento que seja, que justifique a vergonha dos centros das cidades Portuguesas, quando comparado com a moldura social/legal/financeira de qualquer outro país. Alegremente farei vista grossa aos corruptos no futebol-camaras-promotores, se me justificar porque não se reconstroi em Portugal e se reconstroi no resto da Europa. Se me justificar como é que essas zonas "das mais caras de Lisboa" vergonhosamente tem prédios em ruínas e não encontra um em Munique. Diga então o que é diferente, além da lei das mais valias, entre Portugal e Suiça que justifica tal.
Em jeito de duelo, lá da terra onde se dispara antes e pergunta depois.
Colocado por: luisvv
Por definição, todos os recursos são escassos, e o papel de "planeador" do Estado é uma ficção.
Ui, o fantasma daanarquiaanomia..
Não, não é ladaínha. É realidade. Lido com isso todos os dias.O m2 no Chiado, Santa Catarina e Principe Real vale hoje entre 3500 e 5000 euros. E vende-se.Na Lapa, um pouco menos, mas também se vende bem - e repare que praticamente não há construção nova em qualquer destas zonas.
Mas é preciso ter prédios vazios - o que não é fácil. A lei do arrendamento gera de facto situações engraçadas, como ter prédios em zonas nobres ocupados a 1/3 , ou 1/4 da sua capacidade, à espera de que vão vagando. Areia para os olhos?
Isso é wishful thinking. Pegando na França, e em Paris especificamente, em finais dos anos 70 estimava-se em 80.000 casas vazias (http://news.google.com/newspapers?nid=1696&dat=19770819&id=z8MaAAAAIBAJ&sjid=7EYEAAAAIBAJ&pg=6611,4077914), actualmente ultrapassam os 200.000 (http://www.marketplace.org/topics/world/tax-empty-house-owners-france), embora haja quem fale em 400.000. (http://peoplesworld.org/france-s-homeless-step-up-their-struggle/).
Não lhe faria mal ler o documento neste link: (especialmente a partir da pág 112)
http://www.cip.org.pt/irj/servlet/prt/portal/prtroot/com.sap.km.cm.docs/cip/documentos/centrodocumentacao/Regenera%C3%A7%C3%A3o%20Urbana/Estudos/Estudo%20Arrendamento.pdf
Por definição, todos os recursos são escassos, e o papel de "planeador" do Estado é uma ficção.
Ui, o fantasma da anarquia anomia..
Não, não é ladaínha. É realidade. Lido com isso todos os dias. O m2 no Chiado, Santa Catarina e Principe Real vale hoje entre 3500 e 5000 euros. E vende-se. Na Lapa, um pouco menos, mas também se vende bem - e repare que praticamente não há construção nova em qualquer destas zonas.
Mas é preciso ter prédios vazios - o que não é fácil. A lei do arrendamento gera de facto situações engraçadas, como ter prédios em zonas nobres ocupados a 1/3 , ou 1/4 da sua capacidade, à espera de que vão vagando. Areia para os olhos?
Isso é wishful thinking. Pegando na França, e em Paris especificamente, em finais dos anos 70 estimava-se em 80.000 casas vazias
Colocado por: gf2011E parte-se ainda do principio que:
Não compra roupaNão anda de carrodesculpem esta já estava incluída
Não janta fora
Não vai ao cinema nem ao teatro
Não faz férias
E mais uma mão cheia de coisas que me poderia lembrar ...