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  1.  # 21

    Colocado por: MelsofiaNunca mais falamos com o arquitecto depois de fazer o projecto. Não é ele que acompanha a obra.

    Não fala com o arquitecto, já fez alterações, a WC tinha 2.35 e agora tem 3.35. Sabe que tem que apresentar telas finais? e se o arquitecto disser que não concorda com as alterações e não quiser assinar?
    Concordam com este comentário: fernandoFerreira
  2.  # 22

    Trolha,

    Gosto de muitas mas não se adaptam ao espaço que tenho. Por isso estou com dúvidas. Vou ter que ceder em alguma das coisas que pertendo. Ou tenho o espaço para entrar apertado, ou tenho a sanita a frente da porta ou tenho um espelho pequeno. Pelo menos são as opções que encontrei.
      Casa-de-Banho-Apartamento-T2-Venda-Permuta-Torres-Novas-Santa-Maria.36473793.jpg
  3.  # 23

    Picareta,

    Não é preciso divagar. Apenas não tenho aqui o desenho final. Este é o anterior.
  4.  # 24

    Colocado por: marco1melsofia

    mesmo assim faça o que tenho no esboço, que no fundo é quase o que tem de inicio.
    faça é a bancada como tenho até ao fundo, irá conferir ao espaço mais "dimensão".


    Concordo. Mas será que a entrada para a casa de banho com uma banheira de 80 ou 90 cm não fica "afunilada". Porque fica à margem da porta, ou seja, com 80 ou 90 cm de comprimento para quem entra. No projecto tem uma parede até acima para separar a banheira. Será que devo manter?
    Obrigada
  5.  # 25

    Colocado por: MelsofiaNão é preciso divagar.

    O projecto aprovado tem 2.35 ou 3.35?

    Colocado por: TROLHA...muda de arquitecto!!

    Isso não é tão fácil como mudar de casaco.
  6.  # 26

    3.35 claro.
  7.  # 27

    melsofia

    90 cm chega perfeitamente.
    com arte esse bocado de parede pode ser de pouca espessura e até noutro material sem ser tijolo
  8.  # 28

    Colocado por: TROLHA...
    é é...eu conheço alguns (clientes) que era na hora!

    ás vezes assisto as pessoas a falarem para eles a medo....mas isto tem algum jeito??

    mas afinal quem é o cliente??


    Ainda heide ser castigado por isto, mas agora não posso deixar de concordar com o TROLHA
  9.  # 29

    Como em tudo existe o outro lado da moeda neste assunto.
    Também existe o contrário e é muito mais frequente do que o foi relatado pelo TROLHA. Faltas de respeito pelo trabalho de um arquitecto são constantes. E arrogância baseada na ignorância ("todos" acham que são arquitectos - basta ver por alguns, bastante frequentes, comentários aqui no forum), é constante. Até porque:
    "Um desenho faz-se em 5min!!!";
    "O "Gosto" é o mais importante, porque é o meu e por isso é o melhor";
    "O arquitecto só pensa na " Estética" e não na "funcionalidade";
    "Se eu pago, logo eu tenho razão mesmo que esteja a fazer uma asneira e que vá gastar o dobro do dinheiro do que o tecto orçamental exigido!!"

    Projectos alterados sem aviso (o arquitecto so vem à obra amanha, por isso faz-se que depois já está feito e ele já não pode estragar) e depois a culpa é do arquitecto porque tem a mania e na minha casa "EU" é que sei, porque até tenho um primo de um amigo que teve um avô que chegou a andar nas obras ele disse-me como é que era, e ele é que sabe.
    Trabalhos que não são pagos é algo recorrente.
    Os arquitectos são muito caros e para quê? Fazem uns rabiscos que ninguém entende e que não servem para nada, apenas para justificar o corporativismo legalista do estado.

    Mas, como em todo o lado há alguns que são uns energúmenos que estão-se a "lixar" para o cliente, que lhes dizem sim a tudo (sem diálogo), que fazem projectos a 1000euros, retirados da gaveta, e que depois de aprovado (ou não, porque como receberam todo o dinheiro antes, o projecto ser aprovado ou não é indiferente) deixam-nos sossegados. E esses é que têm trabalho, porque não complicam e são baratos e sabem o que as pessoas querem.

    Este testamento não foi, de todo, um castigo para o zedasilva, apesar de parecer:P nem uma referência à falta de arquitecto no acompanhamento da obra da Melsofia (apesar de achar ser imperativo um arquitecto acompanhar a obra que projectou), porque isso não me diz respeito.

    Apenas quero referir que como em todas as profissões existe quem seja bom ou mau profissional, e que na arquitectura, como interfere na maneira de viver, pensar e ver o mundo é mais fácil virarmo-nos para o nosso umbigo do que fazer o esforço de dialogar e tentar entender o porquê das propostas.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
  10.  # 30

    Pois, mas nos dias de hoje, com a crise e toda a burocracia necessária para fazer uma casa (já nem me lembro a quantidade de projectos que foram necessários, foram imensos) há que restringir as verbas. E não cair no erro de gastar o dinheiro todo nos projectos e depois não ter para os tijolos. Porque é muito bonito e está tudo certo o que disse mas se não se poupar em algumas coisas não se conseguem ter outras.
    Ainda bem que existe este forum para podermos ter mais algumas opiniões, acho que é esse o objectivo.
    Obrigada a todos*
  11.  # 31

    Melsofia,

    Colocado por: MelsofiaE não cair no erro de gastar o dinheiro todo nos projectos e depois não ter para os tijolos. Porque é muito bonito e está tudo certo o que disse mas se não se poupar em algumas coisas não se conseguem ter outras.


    será que não vai gastar muito mais depois, em obra, com indecisões, erros e soluções duvidosas em cima do joelho? Já pensou que um projecto bem feito pode prever soluções mais baratas.

    Colocado por: TROLHA...
    esta não concordo...quer dizer que se não formos ignorantes já podemos ser arrogantes???


    Não foi isso que eu quis dizer e o TROLHA sabe disso. A arrogância é reprovável, para qualquer pessoa.


    Colocado por: TROLHA...
    para mim e pela minha experiência,a classe mais discriminatória é a vossa....


    Voltamos ao mesmo, eu não estou a atacar uns para defender outros. Estou apenas a defender o diálogo, respeito e responsabilidade entre todos os intervenientes (donos de obra, arquitectos, trolhas, empreiteiros, pischeleiros, carpinteiros, eletricistas, engenheiros, empreiteiros, etc).
    Discriminar não resolve nada.
  12.  # 32

    melsofia

    fico triste com o seu comentário, sabe por acaso qual é a percentagem do custo do projecto em relação á obra em si??

    e fico triste tambem porque apesar de já estar nisto dos projectos numa fase até avançada, ainda tem uma ideia destorcida para não lhe chamar outra coisa, da questão.
  13.  # 33

    Colocado por: marco1melsofia

    fico triste com o seu comentário, sabe por acaso qual é a percentagem do custo do projecto em relação á obra em si??

    e fico triste tambem porque apesar de já estar nisto dos projectos numa fase até avançada, ainda tem uma ideia destorcida para não lhe chamar outra coisa, da questão.

    Sei, 10% sem projecto de execução.
    Eu achava óptimo ter um arquitecto a acompanhar a obra mas quer entendam quer não, esse custo foi incomportável para nós.
    A obra está a correr bem. Felizmente. Acompanhamos também diariamente e tentamos ajudar ao máximo o empreiteiro. Vamos ver se continua assim até a fim.
    Agora esta na fase de escolher os acabamentos o que é necessário imenso tempo, mas vai indo.
    Esta casa de banho é que me está a roubar muita paciência mas acho que não há soluções milagrosas. Vamos ter que decidir e pronto.
  14.  # 34

    10% ??? olhe então deixe-me dizer-lhe que escolheu mal quer pelo preço quer pela qualidade.
    tenho pena de ver quer processos destes quer daqueles que são o oposto, super baratos e geradores do caos depois na obra.
    para fechar acho que o que lhe sugeri serve perfeitamente e não tenha problemas em mexer um pouco nas janelas, tanto mais que não é preciso uma tão larga para essa casa de banho.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
  15.  # 35

    Colocado por: MelsofiaSei, 10% sem projecto de execução.


    Era tão bom que assim fosse...

    www.gabineteop.com
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, marco1, Rodrigo Cruz
  16.  # 36

    Falou-se por aqui da obrigatoriedade do bidé... é uma peça que não faz falta nenhuma. Se voltasse a fazer uma casa, colocava um bidé, nem que fosse emprestado, a fingir que estava montado, quando a vistoria passasse e retirava-o. É uma peça grande que não faz falta nenhuma.
    Concordam com este comentário: imbs
  17.  # 37

    cinderela

    isso é a sua opinião.
    no entanto isso que diz é legal e a lei permite que o faça, ou seja pode retira-lo apos a obtenção da licença de utilização mas as suas ligações tem de estar feitas á mesma de origem pode é tapa-las depois.
  18.  # 38

    ... vou mais longe caros colegas, era tão bom que fosse 10% INCLUINDO o projecto de execução.
    Concordam com este comentário: Rodrigo Cruz
  19.  # 39

    Colocado por: Pedro Barradas... vou mais longe caros colegas, era tão bom que fosse 10% INCLUINDO o projecto de execução.

    Eu vou ainda mais longe.
    10% INCLUINDO fiscalização e coordenação de segurança com visitas e relatórios semanais e acreditem que dava para ganhar dinheiro.
    @ Melsofia
    Tem consciência de quanto pode custar um acompanhamento efectivo da obra e quanto isso lhe poderá poupar no custo final.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
  20.  # 40

    Colocado por: TROLHA...
    eu queria falar mas não posso....


    falar pode caro TROLHA, mas aposto que para cada caso que conta em que os arquitectos são o mal encarnado na terra, eu arranjo-lhe outra exactamente oposta:P porque é como eu já disse, há de tudo!

    Só para esclarecer algo, que acho que acima não foi bem explicado. Quando se entrega um projecto para licenciar entrega-se simultâneamente um termo de responsabilidade. Se o projecto não for cumprido (não vou referir a possibilidade de posteriores aditamentos, para simplificar) existem repercussões sobre o técnico que assinou o termo de responsabilidade, porque este mentiu (os engenheiros safam-se melhor nesta situação porque há menos clientes a mudarem projectos de estabilidade com medo que o tecto lhes caia em cima enquanto dormem:P)! E ficar impedido de assinar projectos num determinado concelho é um dos castigos. Para o dono de obra é fácil alterar soluções porque não fica com a sua capacidade de gerar trabalho danificada.
 
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