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  1.  # 21

    Colocado por: mmgregE como foi o 1º ano, fui fiscalizada e com uma situação caricata.

    Será que não foi pelo facto de ter apresentado despesas (de conservação, manutenção e/ou outras) que eram consideradas EXAGERADAS e por isso iriam ser filtradas nas Finanças?


    Colocado por: mmgregNesse mesmo dia, recebemos um e-mail do Director Geral, a abrir novamente o processo.

    Aconteceu-me o mesmo, mas não liguei porque aquelas comunicações devem sair automaticamente dos computadores; penso que se não formos muito lestos a dirigirmo-nos às Finanças e esperarmos uns dias mais, depois receberemos outras informações/notificações a anular a anterior.


    Colocado por: mmgregagora vamos ver quanto tempo demorará.

    Deve ter ficado resolvido (acredito eu).
  2.  # 22

    Colocado por: pedromdfEstamos aqui a falar de "trocos" e a Sonae, Jerónimo Martins, etc..

    http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=679197&tm=6&layout=122&visual=61
    Concordam com este comentário:dato

    Três considerações sobre a deslocalização de sedes das multinacionais portuguesas para pagarem menos impostos:

    - A administração das empresas existe para defender os interesses dos acionistas - se a administração pode poupar milhões de euros em impostos, tem não só o direito mas a obrigação de o fazer.

    - O facto de estarmos numa zona de livre circulação tem destas coisas, as empresas podem procurar regimes fiscais mais favoráveis e a ameaça de fuga de muitas delas é um factor que pesa favoravelmente quando os governos ponderam apertar ainda mais o garrote fiscal.

    - Não haver uma harmonização fiscal na UE é um grande benefício e uma oportunidade para economias menos desenvolvidas como a nossa, que pode, em vez de expulsar sedes de empresas como agora acontece, passar a atrair outras do exterior, já que tem a possibilidade de tornar a nossa fiscalidade mais competitiva que a dos nossos parceiros.
    Concordam com este comentário: two-rok, loverscout, Adon_C
  3.  # 23

    E acha mesmo que Portugal alguma poderá competir com a holanda em termos de facilidades fiscais para as empresas??

    para mim isto são tretas, ora se somos uma união e até temos uma moeda única blindada no todo da zona euro então porque é que a fiscalidade de uma forma geral não é uniformizada??

    lá está unidos para umas coisas mas para outras deixa cá ficar com as vantagens á mesma .
    • eu
    • 12 setembro 2013

     # 24

    Colocado por: J.Fernandes- A administração das empresas existe para defender os interesses dos acionistas - se a administração pode poupar milhões de euros em impostos, tem não só o direito mas a obrigação de o fazer.

    Obviamente. O problema não está no que eles fazem (seriam burros se não o fizessem) mas na lei que permite que o façam...

    Colocado por: J.Fernandes- O facto de estarmos numa zona de livre circulação tem destas coisas, as empresas podem procurar regimes fiscais mais favoráveis e a ameaça de fuga de muitas delas é um factor que pesa favoravelmente quando os governos ponderam apertar ainda mais o garrote fiscal.

    Os impostos deveriam ser pagos no mesmo País onde os lucros foram gerados. Os governos deviam impedir legalmente todas as artimanhas e estratégias de fuga a esta diretiva. Mas, como é óbvio, os governos são fortes com os fracos e fracos com os fortes.

    Colocado por: J.FernandesNão haver uma harmonização fiscal na UE é um grande benefício e uma oportunidade para economias menos desenvolvidas como a nossa, que pode, em vez de expulsar sedes de empresas como agora acontece, passar a atrair outras do exterior, já que tem a possibilidade de tornar a nossa fiscalidade mais competitiva que a dos nossos parceiros.

    E se todos entrarem numa competição desenfreada a baixar cada vez mais os impostos sobre as grandes empresas? Quem é que ganha com isto? E quem é que perde com isto?
    • dato
    • 12 setembro 2013

     # 25

    pois...mas se tivéssemos todos as mesmas leis deixávamos de ser um país soberano...
  4.  # 26

    Colocado por: datopois...mas se tivéssemos todos as mesmas leis deixávamos de ser um país soberano...


    Mas somos um país soberano? nao tenho nada essa ideia....
    • dato
    • 12 setembro 2013

     # 27

    Colocado por: loverscout

    Mas somos um país soberano? nao tenho nada essa ideia....


    economicamente falando já n somos à mt tempo...sempre a pedir esmola ao fmi...
  5.  # 28

    boas
    eu pago tudo o que me pedem.
    o que não me pedem não pago, portanto não fujo.
    abraço
  6.  # 29

    Colocado por: JOCOR
    Tenho MUITAS dúvidas ...
    Acreditaria mais no contrário; aliás, quais serão os senhorios que, não tendo o contrato nas Finanças, passam recibos? Se não passarem recibos não haverá cruzamento possível de dados.


    E se o inquilino colocar a despesa com a renda de casa, como é seu "direito", independentemente de ter os recibos na sua posse?

    Basta que tenha uma cópia do contrato para poder colocar a renda e despoletar o cruzamento de informação.
  7.  # 30

    Colocado por: trabalharmuitobem
    uma das razões é a obrigatoriedade do certificado energetico


    Percebi bem? Para arrendar com contrato nas finanças é obrigatório certificado energético? e os que ainda não têm esse certificado?
  8.  # 31

    Colocado por: El_58E se o inquilino colocar a despesa com a renda de casa, como é seu "direito", independentemente de ter os recibos na sua posse?

    Basta que tenha uma cópia do contrato para poder colocar a renda e despoletar o cruzamento de informação.

    Talvez tenha razão, actualmente ... Mas olhe que há cerca de 4 anos, um inquilino meu (com contrato registado nas Finanças) tentou declarar as rendas e não lhas "aceitaram" porque o contrato não indicava em qual regime tinha sido feito (NRAU, ou outro ...). Isto segundo me comunicou o inquilino. E as Finanças nunca me contactaram acerca disso.
    Isto para dizer que, ou agora é diferente, ou as Finanças cortarão à nascença essa possibilidade de cruzamentos.
    A mim, já não é a primeira vez que me controlam as despesas indicadas e NUNCA me chatearam relativamente às rendas recebidas ... e olhe que tenho casos em que apesar de existirem contratos de 1 ano, ou mais, os inquilinos saem passados poucos meses e eu, logicamente, só declaro as rendas desses meses em que estiveram/pagaram.
  9.  # 32

    Colocado por: jorgferr
    Percebi bem? Para arrendar com contrato nas finanças é obrigatório certificado energético? e os que ainda não têm esse certificado?

    As Finanças não exigem, nem pedem o certificado energético. Mas, o inquilino pode exigi-lo.Está no seu direito.
    Numa venda o caso muda de figura, o Notário não realiza a escritura sem o certificado energético.
  10.  # 33

    JOCOR, é lógico que não. Você declara que recebe e paga o seu imposto. Acho que o estado lhe ia dizer que declarou 1.000 euros recebidos e o inquilino declarou 800 pagos e lhe iam reduzir a base tributária?

    O contrário é que se aplica. Repare que se você declarasse 800 euros recebidos e o seu inquilino declarasse que pagou 1.000 é que estava errado. Você nem sabe se o seu inquilino declara as rendas ou não. Só sabe se houver discrepância de valores lesando o Estado... Aí sim vai haver cruzamento de informação...
  11.  # 34

    Colocado por: euE se todos entrarem numa competição desenfreada a baixar cada vez mais os impostos sobre as grandes empresas?

    A concorrência existe e sempre existiu, dentro e fora da UE.

    Colocado por: euQuem é que ganha com isto? E quem é que perde com isto?

    Na minha opinião ganhamos todos por ter um estado pequeno com pouco dinheiro dos contribuintes para gastar.
  12.  # 35

    Colocado por: El_58E se o inquilino colocar a despesa com a renda de casa, como é seu "direito", independentemente de ter os recibos na sua posse?

    Basta que tenha uma cópia do contrato para poder colocar a renda e despoletar o cruzamento de informação.


    E se o senhorio disser ao inquilino, na altura de arrendar a casa: Olhe, eu tenho de pagar 30% de impostos sobre as rendas. Se não quiser recibo eu desço a renda 15%. É que o interesse de não pagar impostos não é só do senhorio, ao contrário do que querem fazer entender.
  13.  # 36

    danobrega, isso é acreditar que o Pai Natal existe...

    Para isso não faz contrato nenhum de arrendamento e sujeita-se...
    • luisvv
    • 12 setembro 2013 editado

     # 37

    Obviamente. O problema não está no que eles fazem (seriam burros se não o fizessem) mas na lei que permite que o façam...


    Sugestões para impedir?

    Os impostos deveriam ser pagos no mesmo País onde os lucros foram gerados.

    E de forma geral são. Mas se é vantajoso para uma empresa financiar-se a partir da Holanda, é isso que ela vai fazer.

    Os governos deviam impedir legalmente todas as artimanhas e estratégias de fuga a esta diretiva. Mas, como é óbvio, os governos são fortes com os fracos e fracos com os fortes.

    Todas as leis são, por natureza, falíveis. Novas leis terão como resultado indesejado desviar recursos de usos úteis para os aplicar a contornar a lei.

    E se todos entrarem numa competição desenfreada a baixar cada vez mais os impostos sobre as grandes empresas?

    A alternativa é os Estados cartelizarem-se, e assim já podem subir os impostos à vontade. Tão bom que era ...

    Quem é que ganha com isto? E quem é que perde com isto?


    Eh pá, já chorei a rir: aquele senhor a dizer que era bom que os 2 mil milhões de euros "sonegados à nossa economia" ficassem cá para "gerar emprego".
  14.  # 38

    para mim isto são tretas, ora se somos uma união e até temos uma moeda única blindada no todo da zona euro então porque é que a fiscalidade de uma forma geral não é uniformizada??


    Cada Estado tem o seu orçamento e as suas políticas, e faz as suas opções. Há quem prefira atrair capital, beneficiando dessa entrada, e há quem entenda que o capital serve para ser apropriado pelo Estado consoante as necessidades.
    Concordam com este comentário: two-rok
    • eu
    • 12 setembro 2013

     # 39

    Colocado por: J.FernandesNa minha opinião ganhamos todos por ter um estado pequeno com pouco dinheiro dos contribuintes para gastar.

    Bela teoria. Mas na prática, o que acontece é que continuamos com um estado pesado, e devido a esta "fuga fiscal" das grandes empresas, as PME e os trabalhadores têm que pagar mais impostos.
  15.  # 40

    Eu julgo que a maioria das rendas passam pela porta do cavalo.

    Não recebo nem pago rendas, mas tenho essa ideia, mas pode estar errada.
 
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