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  1.  # 41

    Colocado por: danobrega

    Santa paciência! :D


    Pois, é preciso ter muita paciência, mas como ando com excesso de tempo livre :P
  2.  # 42

    Colocado por: mmgreg
    E os cafés com duas registadoras?

    e qual é o problema disso??
  3.  # 43

    Uma para declarar e outra para não declarar (não estava explícito no meu comentário).

    Como me apercebi? Porque começam a registar numa, quando peço factura dizem que tem de ser na outra e mudam e obrigam-me a acompanhar o funcionário. Os pedidos das restantes pessoas que não pedem factura continuam a ser feitos na 1ª.
  4.  # 44

    Colocado por: mmgregUma para declarar e outra para não declarar (não estava explícito no meu comentário).

    isso não se passa assim, porque a caixa que faz a venda pode não ter capacidade de emissão de factura e isso é absolutamente legal,
    mas ambas têm que ter obrigatoriamente um programa registado, licenciado e com chave encriptada que permite á administração fiscal conferir em função de uma serie de parametros se aquela factura é sequencial em relação a outras.
  5.  # 45

  6.  # 46

    Colocado por: jorgealves
    isso não se passa assim, porque a caixa que faz a venda pode não ter capacidade de emissão de factura e isso é absolutamente legal,
    mas ambas têm que ter obrigatoriamente um programa registado, licenciado e com chave encriptada que permite á administração fiscal conferir em função de uma serie de parametros se aquela factura é sequencial em relação a outras.


    Pois mas não é legal não emitir fatura (mesmo que não seja solicitada), logo esse café não tem uma conduta legal...
  7.  # 47

    Colocado por: SergePor isso no Continente/Pingo Doce o documento que lhe dão quer tenha NIF ou não é sempre uma fatura...


    Eu não disse que era um talão ou factura quando pedido NIF. O que disse e pelo que me foi informado por alguém dentro da área (não vou bater no ceguinho pois não posso garantir afincadamente) é de que toda a facturação na qual não é colocado NIF, é totalmente manipulada de forma informática no final do dia, não declarando a totalidade das vendas.
    • CMPA
    • 24 março 2014

     # 48

    Só é possível manipular documentos que não foram produzidos por programa certificado.
  8.  # 49

    Duvido, tanta factura que não aparece no efatura e que foi emitida por programa certificado!
    • CMPA
    • 24 março 2014

     # 50

    No e-fatura consumidor ou comerciante?
    • Serge
    • 24 março 2014 editado

     # 51

    Colocado por: CMPASó é possível manipular documentos que não foram produzidos por programa certificado.


    Isso desde que os programas não estejam "martelados", como nestes casos:
    http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=72539
    (estes casos foram antes da certificação), mas que nos garante que não haja quem certifique uma coisa e utilize outra?
    • CMPA
    • 24 março 2014

     # 52

    Se ler com atenção verá que os programas não estavam certificados:

    Está lá:

    "Esta situação de fuga ao fisco terminou em 2006, tendo os restaurantes entretanto regularizado a sua situação tributária."
    • CMPA
    • 24 março 2014

     # 53

    Não se esqueça que "martelar" programas agora é considerado crime e dá cadeia, para além de multa. Ninguém impede de roubar um banco, mas as consequências estarão aí.
  9.  # 54

    Certo e por isso acho uma boa medida a certificação, mas mesmo assim não tenho 100% certeza que não haja para aí uns programas "martelados"...
    • CMPA
    • 24 março 2014

     # 55

    É mais fácil uma empresa usar um programa não certificado num segundo computador do que pedir a um programador de programa certificado para martelar o seu.
  10.  # 56

    Colocado por: CMPAÉ mais fácil uma empresa usar um programa não certificado num segundo computador do que pedir a um programador de programa certificado para martelar o seu.


    Penso que terá mais a haver com os valores envolvidos que outra coisa.
    • CMPA
    • 24 março 2014

     # 57

    Nada é impossível, ou quase...
    Se um programa certificado for martelado, permitindo alterar dados, toda a sua forma de trabalhar é diferente, já que a sequência de hash é rompida de cada vez que alguma coisa é alterada.
    É outro programa.
  11.  # 58

    O nível das críticas chega a ser ridículo:


    "O Governo devia ter tido a preocupação de não a fazer [publicidade] apenas a uma das marcas", disse à Lusa Domingos Azevedo, à margem de um encontro em Lisboa sobre as 'Relações - Fisco Contribuintes'.
    A opção por uma solução financeira - como o direito do premiado deduzir no seu IRS o valor do prémio ou não pagar alguns impostos e ser devolvido o IRS descontado pela entidade patronal - seria mais vantajosa, segundo o bastonário.
    "Assim, não estaria a beneficiar uma marca, o que acaba por criar problemas a outras marcas da mesma gama de automóveis que se sentirão desniveladas no tratamento concedido", frisou.
    Segundo o Jornal de Negócios, os Audi A4 e A6 vão ser os modelos de carro que os contribuintes se habilitam a ganhar no sorteio da Factura da Sorte, que começa em Abril.
    Domingos Azevedo alerta que a escolha de uma marca pode levantar problemas "de transparência" do processo e surgimento de oportunidades: "Para uma empresa que esteja a ser falada todas as semanas na televisão, o custo do carro pode ser muito diminuído porque há aqui uma publicidade directa e indirecta que beneficia muito a marca escolhida".
    O bastonário lembrou que as famílias estão a viver tempos de dificuldades económicas e que poderão ganhar um carro, no sorteio, sem meios para o sustentar.
    "Não estou contra o princípio, porque concordo com o incentivo [ao registo de facturas no portal das finanças]. A forma é que está desajustada, é como andar a fazer rifas", defendeu, criticando a "visão folclórica" do sorteio que, na sua opinião, "não dignifica" o ato tributário.
  12.  # 59


    "Esta situação de fuga ao fisco terminou em 2006, tendo os restaurantes entretanto regularizado a sua situação tributária."


    Dá vontade de rir. Eu conheço pelo menos 4 restaurantes que continuam a utilizar o esquema do programa "martelado" e da chavinha que activa/desactiva a facturação.
    • CMPA
    • 25 março 2014 editado

     # 60

    E certamente existem muitos mais.
    A questão não se coloca em existirem. Coloca-se no risco que correm:

    1- porque actualmente o rabo fica sempre de fora por ser fácil rastrear;
    2- porque as consequências são pesadíssimas e levam frequentemente à falência.
 
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