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  1.  # 321


    Já a obrigação de dizer vamos reformar tudo e mais alguma coisa é da ordem ...

    É uma manifestação (verdadeira ou não) de intenção, não é um facto ou um dado objectivo.


    Já a obrigação de declarar o BES um banco seguro dias antes da implosão é da ordem ...

    Depende da(s) declaração(ões) concreta(s) a que se refere.


    Já a obrigação de dizer qeu para o país ir ao sítios era apenas necessário cortar gordura é da ordem ...

    Uma manifestação de uma opinião (sincera ou não, fundamentada ou não).
  2.  # 322

    Colocado por: luisvv

    Creio que tal se deveu à utilização das receitas de privatizações, que não contam para o défice e estão legalmente consignadas a abater directamente à dívida.

    Mas sim, é sempre possível, desde que o crescimento do PIB seja superior ao défice ;-)


    Em percentagem do PIB, mas não em volume.
  3.  # 323


    Em percentagem do PIB, mas não em volume.


    Sim, é essa a métrica geralmente utilizada.
  4.  # 324

    Eu sei, mas a cambada que lê jornais não sabe e confunde conceitos.
    Concordam com este comentário: eu
  5.  # 325

    a cambada que lê jornais não sabe e confunde conceitos.

    Acho esta frase um tanto infeliz, para não dizer mais.
    Concordam com este comentário: jpvng, Bricoleiro
    • eu
    • 31 outubro 2014

     # 326

    Colocado por: tostexEu sei, mas a cambada que lê jornais não sabe e confunde conceitos.

    Bolas, concordei por engano... como se retira o "concorda" ?
  6.  # 327

    Colocado por: Bricoleiro

    Já tinha reparado, por isso é que não resisti a contribuir ainda mais lol
    começamos mal mas ficamos na boa ahahahahahaha para o ano a graças ao Coelho para o ano faço-te um visita .
    Concordam com este comentário: Bricoleiro
  7.  # 328

    Colocado por: j cardoso
    Acho esta frase um tanto infeliz, para não dizer mais.
    Concordam com este comentário:jpvng,Bricoleiro


    Pode ser o que quiseres, mas é a verdade. Neste caso em específico, não é sequer expectável que 'um tipo das obras' perceba de Economia.
  8.  # 329

    Não sei a que o senhor se refere quando diz que é verdade. Se quer dizer que a esmagadora maioria das pessoas desconhece a diferença entre o crescimento do PIB percentual ou em volume, concordo consigo. Quando os classifica de cambada já não concordo e acho infeliz. Ou desconhece o significado de cambada, e neste caso é infeliz porque usa uma expressão cujo sentido pejorativo desconhece, ou conhece o verdadeiro significado do que disse e neste caso acha que quem não tem os conhecimentos que lhe permitam fazer aquela distinção não passa de um “ bando de pessoas consideradas desprezíveis ou de mau carácter, uma canalha, corja, súcia”(Dicionário Priberam, Dicionário online de português).
    Isto seria, na minha opinião, ainda mais infeliz. A ser assim, isso seria considerar que todos fazemos parte de uma cambada qualquer uma vez que ninguém é especialista em todas as áreas. Teríamos assim a cambada dos que não percebem de medicina e a cambada dos que não sabem erguer uma parede de tijolo. A cambada dos que não percebem de direito e a cambada dos que são incapazes de pegar numa enxada e tirar o sustento da terra. Não passaríamos todos, tostex incluído, de uma cambada, uma canalha, uma corja, uma súcia de ignorantes. A não ser que o tostex ache só escapam à cambada aqueles percebem de economia ou finanças, que constituiriam assim uma elite, um grupo acima de todos os outros. A ser assim faço questão de manifestar o meu desacordo e lembrar-lhe que um factor comum às crises financeiras, nacionais e internacionais, é precisamente serem muitas vezes resultado directo ou indirecto das decisões dessa elite composta por peritos em economia e finanças. A título de exemplo, não me consta que a crise que assola a PT seja consequência da cambada que não sabe muito bem o que é o PIB e que ainda assim tem a lata de ler os jornais.
    Espero ter sido capaz de me explicar e que o senhor tenha percebido porque acho aquela frase infeliz.
    Concordam com este comentário: eu, treker666, jpvng, jccp, Bricoleiro
  9.  # 330

    Os que eu classifico de cambada são precisamente os que lêem informação que não percebem para depois debitarem em temas que não dominam. Os casos são demasiado frequentes e servem para logros políticos.

    Como eu disse no meu post anterior ao teu, nem é suposto que se perceba de mais que uma área. Podes dar as voltas que quiseres para fingir que eu disse coisas que não disse, mas vais falhar.
  10.  # 331

    Enquanto a "cambada" que lê jornais e fala do que não sabe, tiver que entrar com a massa ao ser roubada todos os dias pelo fisco, o mínimo que se pode fazer é não insultá-la.
  11.  # 332

    Colocado por: tostexOs que eu classifico de cambada são precisamente os que lêem informação que não percebem para depois debitarem em temas que não dominam. Os casos são demasiado frequentes e servem para logros políticos.

    Como eu disse no meu post anterior ao teu, nem é suposto que se perceba de mais que uma área. Podes dar as voltas que quiseres para fingir que eu disse coisas que não disse, mas vais falhar.


    Grande LOL quem percebe de 2 ou 3 ou 4 já não é normal? ou será superdotado? LOL
  12.  # 333

    Sim, foi isso que eu disse e tudo...
    • jpvng
    • 2 novembro 2014 editado

     # 334

    isto é um verdadeiro saque, não um orçamento. E um saque virado para os pequenos.
  13.  # 335

    ahahahh ate Timor Leste. Bonito.
  14.  # 336

    Avante, Camarada Ulrich!!!!

    Ulrich: "Eu preferia a solução do Partido Comunista que era a nacionalização" do BES
    07 Novembro 2014, 08:36 por Jornal de Negócios | [email protected]

    O banqueiro avisou que os bancos podem vir a recorrer à justiça se o prejuízo com o resgate ao BES for elevado. "Provavelmente, se o problema for muito grande, os bancos não têm outro remédio senão litigar com o Estado e o Banco de Portugal".

    O BES deveria ter sido nacionalizado quando foi resgatado por 4,9 mil milhões de euros. O Governo português devia ter escolhido esta via para o Banco Espírito Santo devido a ser a mais segura para a banca nacional por não implicar riscos de prejuízos, defende o presidente executivo do BPI.



    "Agora vou ser muito egoísta e puxar só a brasa aos interesses que eu defendo. Eu preferia a solução do Partido Comunista que era a nacionalização do banco [BES], essa tinha sido melhor para nós", disse Fernando Ulrich no programa Quadratura do Círculo na SIC Notícias na quinta-feira, 6 de Novembro.



    "É que se tivessem nacionalizado o banco, o BPI e os outros bancos não estavam agora com um risco enorme sob si que é, na eventualidade do banco ser vendido com prejuízo, nós termos que arcar com um prejuízo que pode ser muito significativo", sublinhou.



    No programa de debate - que conta com os comentadores Pacheco Pereira, António Costa e António Lobo Xavier -, Ulrich elogiou o trabalho da equipa de Stock da Cunha no Novo Banco. Contudo, admitiu estar preocupado com a campanha agressiva da instituição para captar depósitos. E, dada a situação do Novo Banco, deveria estar focado em vender os seus activos.



    O BES foi resgatado com o apoio de um sindicato bancário que entrou com 700 milhões de euros no banco. Este sindicato é constituído por oito instituições: Caixa Geral de Depósitos (CGD), BCP, BPI, Santander Totta, Crédito Agrícola, Montepio, BIC e Banco Popular.



    O banqueiro avisou que os bancos podem vir a recorrer à justiça se o prejuízo com o resgate ao BES for elevado. "É uma questão muito sensível e tem a ver com aquilo que eu disse há pouco quanto à dimensão do problema. Provavelmente, se o problema for muito grande, os bancos não têm outro remédio senão litigar com o Estado e o Banco de Portugal".


    A possibilidade do futuro comprador do Novo Banco ficar sob risco de ter de enfrentar vários processos em tribunal decorrentes do resgate ao BES, pode afastar potenciais interessados, apontou Fernando Ulrich.


    "Nenhum comprador aceita ficar com a litigância. É impossível. O risco pode ser tal, que não se pode medir, porque os potenciais compradores dão de barato que não vão ter risco de litigância".

    http://www.jornaldenegocios.pt/empresas ... o_bes.html

    ----

    Este banqueiro, este capitalista e liberal é hilariante!!!! No tempo das vacas gordas, quando estava de barriga cheia, o povo era "aguenta aguenta!"

    Agora que já lhe estão a ir aos "interesses", é o Deus nos Acuda, que venha o ESTADO (esse grandessissimo ****) dar a mão aos "coitadinhos"
  15.  # 337

    Mas alguém acredita numa palavra deste indivíduos?
    • eu
    • 7 novembro 2014

     # 338

    Colocado por: branco.valterAgora vou ser muito egoísta e puxar só a brasa aos interesses que eu defendo

    Agora? Mas os banqueiros estão sempre a defender os seus interesses...
  16.  # 339

    Colocado por: eu
    Agora? Mas os banqueiros estãosemprea defender os seus interesses...

    Mas existe alguma classe sócio-profissional que defenda os interesses dos outros????
    • eu
    • 8 novembro 2014

     # 340

    Colocado por: Carvai
    Mas existe alguma classe sócio-profissional que defenda os interesses dos outros????

    Os partidos políticos... ;)
 
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