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  1. Eu não disse que o patrão não manda na casa do trabalhador.
    André, alguém sem nenhuma fonte de rendimento, precisa do quê na sociedade capitalista ? Dinheiro. Como obtém o dinheiro ? Através do trabalho.
    Então...se é através do trabalho que sobrevive, e se é o patrão que lhe paga o salário, não é o patrão que "manda" na casa do trabalhador ?


    Não. Ou, se quiser, manda tanto como o comprador do produto que você produz manda em sua casa.
    Concordam com este comentário: two-rok

  2. Se os patrões definem quanto cada sócio gerente ganha, porque razão os trabalhadores não o podem fazer ?
    Não vou voltar novamente às primeiras páginas.


    Porque o trabalhador (na sua definição) não é responsável pela gestão.
    Concordam com este comentário: two-rok
  3. Colocado por: luisvv
    Isso só significaria que há um excesso de oferta de mão-de-obra disponível para determinada função, o que constitui um bom sinal de que outra função será melhor aposta.


    Ah, tem a ver com a área de formação...tou a ver ! Então actualmente todas as áreas de formação têm excesso de mão de obra. Na sociedade capitalista não há pleno emprego, ao contrário da socialista. Se só conseguimos viver se trabalharmos, como é possível não ter emprego ?!

    Ainda não me respondeu à pergunta...
  4. Colocado por: cla_pereiraSe os patrões definem quanto cada sócio gerente ganha, porque razão os trabalhadores não o podem fazer ?

    Mas os trabalhadores podem e devem definir o seu próprio salário e mais, até podem "despedir" o patrão, basta que deixem de trabalhar na empresa dos outros e formem a sua própria. O que não podem é fazer isso apropriando-se das instalações e equipamento dos outros.
    Concordam com este comentário: two-rok
    • luisvv
    • 20 janeiro 2015 editado

    Ah, tem a ver com a área de formação...tou a ver ! Então actualmente todas as áreas de formação têm excesso de mão de obra.

    Não necessariamente com a área de formação, mas também é um factor, obviamente. Tem a ver com muitos factores - e veja lá que há funções e sectores onde há escassez.



    Na sociedade capitalista não há pleno emprego, ao contrário da socialista.

    O "pleno emprego" na sociedade socialista é um mito e não é sustentável.


    Se só conseguimos viver se trabalharmos, como é possível não ter emprego ?!

    Nas sociedades que conhecemos, a resposta é simples: onde são criadas restrições ao trabalho, há os correspondentes apoios sociais que mitigam o efeito dessas restrições. E há também a famosa economia paralela.


    Ainda não me respondeu à pergunta...

    Porque a sua pergunta não tem resposta, fora do universo dickensiano em que julga viver.
    Concordam com este comentário: two-rok
    • eu
    • 20 janeiro 2015
    Admiro a vossa paciência...
    Concordam com este comentário: Picareta
  5. Colocado por: luisvv
    Então, um detentor de capital e de meios de produção, reunidos numa empresa, e que beneficia dos lucros dessa empresa, é trabalhador? Já não explora os trabalhadores?


    Faltou aqui o pilar, ter empregados. Senão, para que é que tem meios de produção ? Ser patrão é ter alguém a trabalhar para ele, ponto.

    Colocado por: cla_pereira
    E em relação à minha pergunta ?
    "Pergunto eu, alguém que pode despedir, é trabalhador ou patrão ?"


    Colocado por: luisvv
    É a prova da inadequação da sua terminologia ao mundo real.


    Fiquei sem resposta, portanto ! Pelos vistos o trabalhador despede ! Ou então não há despedimentos, quiça.

    Colocado por: luisvvPorque o trabalhador (na sua definição) não é responsável pela gestão.


    Então os países onde existiu e existe Socialismo é uma miragem. Melhor ainda, as cooperativas são uma miragem. O trabalhador pode gerir, basta ter competência para tal. Então, não foram alguns amigos aqui que disseram que o patrão também trabalha ? Correctissimo. Então se o patrão pode gerir e pode trabalhar, o trabalhador só sendo patrão é que pode gerir ? Ai...

    Estive a ler mais comentários após o meu último e...querem voltar à roda ! Pronto, não existe patrões, nem lucro ! É tudo miragem.

    A minha paciência acabou.
  6. Já estou como os outros que fizeram a mesma questão: que idade tens?
    Concordam com este comentário: two-rok
  7. Melhor ainda, as cooperativas são uma miragem.

    Olhe que não, olhe que não. Pelo menos por cá há cooperativas (e não é um daqueles países a que chama socialista) - eu conheço uma.

  8. Faltou aqui o pilar, ter empregados. Senão, para que é que tem meios de produção ? Ser patrão é ter alguém a trabalhar para ele, ponto.


    Mas eu fiz-lhe a pergunta claramente. Se ele é accionista de outra empresa, admitimos que essa "outra empresa" tem empregados.
    Logo ???


    Fiquei sem resposta, portanto ! Pelos vistos o trabalhador despede ! Ou então não há despedimentos, quiça.




    Então os países onde existiu e existe Socialismo é uma miragem.


    Em nenhum país socialista do mundo você teve pleno emprego sustentadamente.



    Melhor ainda, as cooperativas são uma miragem.

    Já está a desconversar, como é hábito.



    O trabalhador pode gerir, basta ter competência para tal. Então, não foram alguns amigos aqui que disseram que o patrão também trabalha ? Correctissimo. Então se o patrão pode gerir e pode trabalhar, o trabalhador só sendo patrão é que pode gerir ? Ai...

    Prova evidente da sua desorientação argumentativa.
    A pergunta era: "porque é que o trabalhador não pode definir o salário do gerente?"
    A resposta, evidente: "porque o trabalhador (na sua definição) não gere" (nem é accionista?)

    Obviamente, o "patrão" pode trabalhar e gerir. Porque gerir é uma função, como outra qualquer, que é atribuída a alguém, pelo(s) accionista(s). E até pode ser (como é, muitas vezes) um não-accionista a gerir.


    Estive a ler mais comentários após o meu último e...querem voltar à roda ! Pronto, não existe patrões, nem lucro ! É tudo miragem.


    Isso é distorcer o argumento contrário. Ninguém nega a intenção de ter lucro - mas o lucro não é "salário", nem é "exploração".
    Concordam com este comentário: two-rok
  9. Vi há pouco o telejornal da RTP, no qual o Ministro da Saúde falava de "alarmismo" e "falsidade" nos casos de mortes nas urgências dos hospitais públicos.

    E estes Sr. Ministro, também são alarmismo e falsidade?

    http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/quarta_morte_nas_urgencias.html
    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/morte-nas-urgencias/homem-morre-com-enfarte-nas-urgencias-do-garcia-da-orta
    http://www.oribatejo.pt/2015/01/16/hospital-de-santarem-doente-morre-nas-urgencias-apos-4h30-a-espera-de-medico/
    http://www.pontovirgula.pt/sociedade/homem-morre-apos-espera-de-5-horas-na-urgencia-do-hospital-da-feira
    http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4330789

    Mas logo a seguir admite-se que sistema não funciona bem e que há que mandar os doentes para as urgências privadas.


    Privados podem ficar com parte dos doentes do SNS

    -

    Lobby dos privados opõe-se a investimentos nos hospitais públicos. Claro está:


    A Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) manifesta-se "absolutamente contra" a recém-anunciada ajuda de Estado, no valor de 455 milhões de euros, a diversos hospitais públicos.

    http://economico.sapo.pt/noticias/privados-criticam-ajuda-de-estado-de-455-milhoes-aos-hospitais-publicos_209046.html


    Os que neste tópico tanto choram por causa dos impostos, vão no futuro contribuir a dobrar, para o público e para esses privados. O grupo Mello e Espírito Santo Saúde agradecem o obséquio.
    Concordam com este comentário: cla_pereira
    Estas pessoas agradeceram este comentário: cla_pereira
  10. Um novo Correia de Campos?

    Sétima pessoa a morrer nas urgências em apenas um mês. Isto é extraordinário. Nos anos anteriores, ninguém morria nas urgências. O que também era extraordinário. Isto é tudo tão extraordinário que nem sei o que é mais extraordinário.

    Faz lembrar os últimos tempos de Correia de Campos como Ministro da Saúde. Se bem me lembro, de um momento para o outro, as mulheres começaram a parir em barda nas ambulâncias. Penso que até houve um bebé que nasceu num helicóptero a caminho de uma maternidade. O mais fantástico deste fenómeno foi que mal o ministro caiu as mulheres deixaram de ter filhos nas ambulâncias. Uma explicação possível é a queda de natalidade.

    Adenda: Um dia depois desta entrada, foi notícia de abertura no Jornal da Tarde da SIC o caso de um idoso de 96 anos que morreu nas urgências. De acordo com um comentário do "Tiro ao Alvo" sabe-se agora que "o falecido foi atendido 9 minutos depois de chegar ao hospital e que padecia, como é compreensível, de várias doenças crónicas."

    http://destrezadasduvidas.blogspot.pt/2015/01/um-novo-correia-de-campos.html
    Concordam com este comentário: eu, two-rok
  11. Já agora, do mesmo blog, um texto com algumas reflexões interessantes:

    A arte de enfraquecer
    Em 1994, Michael Porter analisou a economia portuguesa e definiu quais as suas forças, isto é, os clusters onde Portugal se deveria focar e aprofundar--isto foi o chamado Relatório Porter. As conclusões foram muito controversas porque, na altura, desejava-se que Portugal fosse uma país desenvolvido o mais rapidamente possível e isso implicava que o sector terciário (serviços) teria de crescer muito mais rapidamente do que os sectores primário (agricultura) e secundário (indústria), pois era essa a característica dos países desenvolvidos. O Relatório Porter apresentava um grande problema: mandava o país investir na agricultura e na indústria, áreas onde estavam os clusters de competitividade portugueses que precisavam de ser aprofundados.

    http://destrezadasduvidas.blogspot.pt/2015/01/a-arte-de-enfraquecer.html
    Concordam com este comentário: two-rok
    Estas pessoas agradeceram este comentário: simples
  12. Colocado por: cla_pereiraRespondi-lhe, com o "bold". Até lhe disse que tinha acabado de responder na sua pergunta. Pronto, eu escrevo a palavra: É trabalhador.


    Folgo em saber que já mereço ir para a lista dos trabalhadores.
  13. Colocado por: PeSilvaUm novo Correia de Campos?

    http://destrezadasduvidas.blogspot.pt/2015/01/um-novo-correia-de-campos.html
    Concordam com este comentário:two-rok


    Acontece que nos últimos anos foram fechadas várias urgências e postos de atendimento próximos das populações com a promessa de reforço do serviço e de qualidade a nível das urgências dos hospitais centrais e distritais.

    Afinal, chegamos a meio do inverno, período em que é expectável que haja um pico de afluência, e acontece isto.

    As notícias falam de 1 caso de um idoso que foi atendido em 9 minutos. E os outros?!! Mas por causa desse 1 caso, o Sr. Ministro vem das altezas a correr falar logo no mesmo em "falsidades" nas notícias das mortes. Isto admite-se?
    • eu
    • 21 janeiro 2015
    É incrível a forma como os media distorcem a realidade e influenciam a opinião pública.
    Concordam com este comentário: two-rok
  14. Os media trabalham todos em conjunto, portanto? É que todos, jornais e tv, reportaram as notícias.
  15. Colocado por: Billy_Boyperíodo em queé expectávelque haja um pico de afluência



    Francisco George sublinhou a imprevisibilidade destas circunstâncias: “nunca conseguimos antecipar quando começa a atividade gripal de caráter sazonal nem quando começa, sequer, a própria atividade. Até à primavera, dependendo dos anos, podemos ter atividade gripal sem saber quando ela se inicia. Tal como também não podemos antecipar, em termos de planeamento, quais são as estirpes, quais são os vírus”.

    O diretor-geral da Saúde confirmou que a estirpe que agora circula é essencialmente do tipo B, que afeta menos os mais idosos, que são um dos grupos em maior risco. Francisco George explicou que esta estirpe não é nenhuma das três que estão contidas na vacina deste ano, mas sublinhou a importância da sua inoculação como forma de prevenir as complicações da doença. “A vacina como sempre acontece é útil e sobretudo é importante para evitar as complicações da gripe. Quem está vacinado pode ter gripe, mas a probabilidade de essa gripe sofrer complicações diminui. Isto é um dado comprovado», afirmou Francisco George durante a conferência de imprensa.

    http://observador.pt/2015/01/20/direcao-geral-de-saude-desvaloriza-mortalidade-excessiva/
  16. È normal os media (todos) fazerem um grande estrilho quando acontecem fenómenos inusitados, tipo idosos a morrer nos hospitais, crianças a nascer nas maternidades, vagas de frio no Inverno, muitas pessoas com gripe, etc
    Eu acho que sou um gajo um bocado anormal pois em 60 anos nunca fui a um hospital por causa de uma gripe...
    Concordam com este comentário: two-rok
  17. .
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