Colocado por: LuisPereiraE este investimento também é de recusar?mas este não tem medidas de apoio directamente na compra ... já os Nordicos que vem para os Açores ui ui ... o governo paga-lhes tudo e bem ahahhah
http://www.scmp.com/property/international/article/1698392/rich-chinese-among-foreigners-snapping-homes-portugal
Colocado por: cla_pereiraNão serve. É falso, portanto ! A pobreza é fruto da comunicação social.
Colocado por: Carvaitemos que ser realistas muito das estatisticas mudaram por factores alheios à criação de postos de trabalhos que deveria ser o principal motivo das estatisticas auxilarem em abono da descida do desemprego ... dentro do quadro parece-me que as mais importantes foram a emigração e a mudança de posição social de trabalhador a Reformado ou a estudante ...
Pois é como as estatísticas de descida do desemprego são sempre falsas. As únicas verdadeiras são quando sobe.
E não admira que as crianças fiquem mais pobres. Vocês viram quanto tiveram que pagar para ver a Violleta???
Já o luis denota uma incapacidade total para ver a pobreza que graça, para quem se diz português.
EDIT: Mais ainda, a 1ª justificação era que não tinha sido por falta de assistência. Depois coloquei as noticias onde dizia, letra por letra que era ! O luisvv DESMENTIU !!!!! Disse que nada leva a essa conclusão ! Por fim, já diz que...se foi por falta de assistência, nada pode ser associado aos cortes !
conclusão do luisvv para quem quiser engolir: A pobreza e as desigualdades que aumentaram, colocando os ricos mais ricos, nada teve a ver com este governo !
Numa coisa dou-lhe parcialmente razão, não teve apenas a ver com este governo, mas também com os anteriores.
Não serve. É falso, portanto ! A pobreza é fruto da comunicação social.
Colocado por: luisvvjá é a 2ª vez que manda isto a alguem , não arranja nada mais recente !!!lol
Falácia do homem de palha ou espantalho:
é um argumento em que a pessoa ignora a posição do adversário no debate e a substitui por uma versão distorcida, que representa de forma errada esta posição.1 2 A falácia existe quando a distorção é proposital, de forma a tornar o argumento mais facilmente refutável, ou quando é acidental, quando quem usa a falácia não entendeu o argumento que quer refutar.2
Nesta falácia, a refutação é feita contra um argumento criado por quem está atacando o argumento original, e não é uma refutação deste argumento original.2 Para alguém que não esteja familiarizado com o argumento original, a refutação pode parecer válida, como refutação daquele argumento.2
O trocatintismo
[O BCE comprar dívida pública em grande escala seria] «impossível, inconcebível» [e se tal acontecesse, eu seria] «totalmente contra, porque o BCE não se pode meter nessas coisas» (citação tirada do Público).
Isto foi dito por Passos Coelho há menos de um ano, em plena Assembleia da República.
Agora, confrontado com «o inconcebível» por parte do BCE, Passos não hesita em «apoiar» e dizer que as suas declarações anteriores «foram (pois claro) mal interpretadas» e «tiradas do contexto» (o «contexto», como se sabe, é um «buraco negro» onde morrem todas as citações, a começar pelas registadas em vídeo e áudio).
Colocado por: cla_pereiraOh homem, decida-se
Colocado por: maria rodrigues
De correcção em correcção (não aderi ao A.O.) esteÓhomemé uma interjeição que traduz chamamento. Portanto, subentende-se, que não se escreve com Oh.
[Pergunta] Em orações com vocativo (ó Zé, dá-me o livro), escreve-se ó com acento agudo ou ò com acento grave? Qual é a diferença entre ó e oh? E porque se põe vírgula antes do nome que se chama (ó Zé, vem cá)?
Fátima Moura :: :: Lisboa, Portugal
[Resposta] Este ó (com acento agudo) é interjeição indicativa de chamamento ou invocação e vem do latim o (com significado idêntico). Entra facultativamente no vocativo (palavra ou expressão que serve para chamar ou invocar). Tanto podemos dizer: «Ó Zé, dá-me o livro» como: «Zé, dá-me o livro.» O significado é semelhante. A diferença reside na ênfase que se quer dar à pessoa chamada ou invocada. Ou seja: ó Zé = maior ênfase; Zé = menor ênfase.
Convém não confundir a interjeição ó do vocativo com a interjeição oh!, designativa de admiração. O ó do vocativo não pede ponto de exclamação (!) antes do nome chamado ou invocado. Exemplo desaconselhável: «Ó! Maria, dá-me o livro.» Aceitável: «Ó Maria, dá-me o livro.» Aceitável também: «Ó Maria! Dá-me o livro.» Ou: «Ó Maria, dá-me o livro!»
Em «Ó Maria!», coloca-se a ênfase exclamativa em Maria. Em «Ó Maria, dá-me o livro!», enfatiza-se o livro. E, se quisermos enfatizar a própria interjeição, transmitindo-lhe um tom admirativo, empregamos oh! em vez de ó. Assim: «Oh! Maria, dá-me o livro.»
«Ó Maria!» e «Oh! Maria» não significam o mesmo. A diferença está na forma como se diz a frase.
No primeiro caso, limitamo-nos a chamar ou invocar. No segundo, manifestamos sentimento por algo que Maria fez ou não fez. Deste modo, segundo o contexto em que a frase for proferida, com «Oh! Maria, dá-me o livro», poderemos querer dizer algo como: «Oh! Maria, não me trouxeste o livro que te tinha pedido.»
Quanto à necessidade da vírgula no vocativo, vejamos dois exemplos: «João anda» e «João, anda». O sentido de «João anda» é que João caminha, move-se. E, em «João, anda», pedimos ao João que se mova, caminhe. Em «João anda», pois, descreve-se o movimento de João; em «João, anda», formula-se o pedido de que ele se movimente.
Colocado por: cla_pereira Extraordinário preciosismo !
Colocado por: LuisPereiralogo a seguir ser crucificado pela minha falta de cultura e sabedoria.
Colocado por: maria rodriguestemos grandes dúvidas, quanto a isso -, já nada nos surpreende.
Agora, mais prosaicamente, as nossas »indirectas« têm a intenção de explicar a quem, tão atento aos nossos comentários, nos invectiva porque usamos provérbios, por tudo e por nada, ou nos reclama um erro na escrita, que aceitamos sem o menor constrangimento e sem recurso a subterfúgios, para nos desculparmos.
Colocado por: J.FernandesDizei-nos Senhora, porque usais o plural majestático?
Colocado por: maria rodriguesNão estamos à espera que o julgamento nos seja desfavorável... Parece-nos, pelo reparo, que estamos fora do contexto.