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  1.  # 281

    Deste silogismos na escola? É que essa inferência não tem muito de lógica. Os programadores não têm também lógica na faculdade?
    Concordam com este comentário: two-rok
  2.  # 282

    Não há dúvida nenhuma que o país tem pobres.
    Não há dúvida nenhuma que há serviços que não estão a responder devidamente ás necessidades.

    Mas também não há dúvida nenhuma que Portugal e os portugueses vivem melhor do que á 20, 30 anos atrás.

    O que é importante é melhorar o estado das coisas e uma coisa eu tenho a certeza, não é isolar Portugal da Europa, não é recusar investimento estrangeiro, não é boicotar produtos estrangeiros, não é nacionalizar tudo...

    Há quem tenha a ideia de que se fizermos á volta de Portugal muro de 5 metros de altura com arame farpado e colocarmos os militares a vigiar o mesmo vamos resolver os problemas de pobreza... enfim!
    Concordam com este comentário: two-rok
  3.  # 283

    Colocado por: LuisPereiraE este investimento também é de recusar?

    http://www.scmp.com/property/international/article/1698392/rich-chinese-among-foreigners-snapping-homes-portugal
    mas este não tem medidas de apoio directamente na compra ... já os Nordicos que vem para os Açores ui ui ... o governo paga-lhes tudo e bem ahahhah
  4.  # 284

    Colocado por: cla_pereiraNão serve. É falso, portanto ! A pobreza é fruto da comunicação social.

    Pois é como as estatísticas de descida do desemprego são sempre falsas. As únicas verdadeiras são quando sobe.
    E não admira que as crianças fiquem mais pobres. Vocês viram quanto tiveram que pagar para ver a Violleta???
    Concordam com este comentário: two-rok
  5.  # 285

    Colocado por: Carvai
    Pois é como as estatísticas de descida do desemprego são sempre falsas. As únicas verdadeiras são quando sobe.
    E não admira que as crianças fiquem mais pobres. Vocês viram quanto tiveram que pagar para ver a Violleta???
    temos que ser realistas muito das estatisticas mudaram por factores alheios à criação de postos de trabalhos que deveria ser o principal motivo das estatisticas auxilarem em abono da descida do desemprego ... dentro do quadro parece-me que as mais importantes foram a emigração e a mudança de posição social de trabalhador a Reformado ou a estudante ...
    acho que não é motivo de orgulho .
  6.  # 286


    Já o luis denota uma incapacidade total para ver a pobreza que graça, para quem se diz português.



    EDIT: Mais ainda, a 1ª justificação era que não tinha sido por falta de assistência. Depois coloquei as noticias onde dizia, letra por letra que era ! O luisvv DESMENTIU !!!!! Disse que nada leva a essa conclusão ! Por fim, já diz que...se foi por falta de assistência, nada pode ser associado aos cortes !


    Sim, são vários níveis de argumentação. Eu sei, que é difícil de enquadrar no esquema básico Cortes no valor gasto na Saúde = mortes nas urgências por falta de assistência.

    Lamento se não compreende a diferença entre uma notícia, em que há factos e depois versões das partes, e a realidade.


    conclusão do luisvv para quem quiser engolir: A pobreza e as desigualdades que aumentaram, colocando os ricos mais ricos, nada teve a ver com este governo !
    Numa coisa dou-lhe parcialmente razão, não teve apenas a ver com este governo, mas também com os anteriores.


    A sua técnica argumentativa é pobre e repetitiva. Se se esforçar um pouco mais, consegue recorrer a todos estes tipos http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Fal%C3%A1cias_l%C3%B3gicas de falácias argumentativas.
    Concordam com este comentário: two-rok
  7.  # 287


    Não serve. É falso, portanto ! A pobreza é fruto da comunicação social.


    Falácia do homem de palha ou espantalho:

    é um argumento em que a pessoa ignora a posição do adversário no debate e a substitui por uma versão distorcida, que representa de forma errada esta posição.1 2 A falácia existe quando a distorção é proposital, de forma a tornar o argumento mais facilmente refutável, ou quando é acidental, quando quem usa a falácia não entendeu o argumento que quer refutar.2

    Nesta falácia, a refutação é feita contra um argumento criado por quem está atacando o argumento original, e não é uma refutação deste argumento original.2 Para alguém que não esteja familiarizado com o argumento original, a refutação pode parecer válida, como refutação daquele argumento.2
    Concordam com este comentário: two-rok
  8.  # 288

    Colocado por: luisvv

    Falácia do homem de palha ou espantalho:

    é um argumento em que a pessoa ignora a posição do adversário no debate e a substitui por uma versão distorcida, que representa de forma errada esta posição.1 2 A falácia existe quando a distorção é proposital, de forma a tornar o argumento mais facilmente refutável, ou quando é acidental, quando quem usa a falácia não entendeu o argumento que quer refutar.2

    Nesta falácia, a refutação é feita contra um argumento criado por quem está atacando o argumento original, e não é uma refutação deste argumento original.2 Para alguém que não esteja familiarizado com o argumento original, a refutação pode parecer válida, como refutação daquele argumento.2
    já é a 2ª vez que manda isto a alguem , não arranja nada mais recente !!!lol
  9.  # 289


    O trocatintismo

    [O BCE comprar dívida pública em grande escala seria] «impossível, inconcebível» [e se tal acontecesse, eu seria] «totalmente contra, porque o BCE não se pode meter nessas coisas» (citação tirada do Público).

    Isto foi dito por Passos Coelho há menos de um ano, em plena Assembleia da República.

    Agora, confrontado com «o inconcebível» por parte do BCE, Passos não hesita em «apoiar» e dizer que as suas declarações anteriores «foram (pois claro) mal interpretadas» e «tiradas do contexto» (o «contexto», como se sabe, é um «buraco negro» onde morrem todas as citações, a começar pelas registadas em vídeo e áudio).
  10.  # 290

    Ele é contra a compra da dívida e continua a ser, no entanto há posições que não podem ser assumidas em público. So what? O que é que isso interessa?
    Concordam com este comentário: two-rok
  11.  # 291

    Colocado por: cla_pereiraOh homem, decida-se

    De correcção em correcção (não aderi ao A.O.) este Ó homem é uma interjeição que traduz chamamento. Portanto, subentende-se, que não se escreve com Oh.
  12.  # 292

    Colocado por: maria rodrigues
    De correcção em correcção (não aderi ao A.O.) esteÓhomemé uma interjeição que traduz chamamento. Portanto, subentende-se, que não se escreve com Oh.


    Extraordinário preciosismo !
    Neste caso, o "oh" foi mesmo uma manifestação de tristeza e não tanto um chamamento.
    Em todo o caso, talvez tenha faltado ali o ponto de exclamação.


    [Pergunta] Em orações com vocativo (ó Zé, dá-me o livro), escreve-se ó com acento agudo ou ò com acento grave? Qual é a diferença entre ó e oh? E porque se põe vírgula antes do nome que se chama (ó Zé, vem cá)?

    Fátima Moura :: :: Lisboa, Portugal

    [Resposta] Este ó (com acento agudo) é interjeição indicativa de chamamento ou invocação e vem do latim o (com significado idêntico). Entra facultativamente no vocativo (palavra ou expressão que serve para chamar ou invocar). Tanto podemos dizer: «Ó Zé, dá-me o livro» como: «Zé, dá-me o livro.» O significado é semelhante. A diferença reside na ênfase que se quer dar à pessoa chamada ou invocada. Ou seja: ó Zé = maior ênfase; Zé = menor ênfase.

    Convém não confundir a interjeição ó do vocativo com a interjeição oh!, designativa de admiração. O ó do vocativo não pede ponto de exclamação (!) antes do nome chamado ou invocado. Exemplo desaconselhável: «Ó! Maria, dá-me o livro.» Aceitável: «Ó Maria, dá-me o livro.» Aceitável também: «Ó Maria! Dá-me o livro.» Ou: «Ó Maria, dá-me o livro!»
    Em «Ó Maria!», coloca-se a ênfase exclamativa em Maria. Em «Ó Maria, dá-me o livro!», enfatiza-se o livro. E, se quisermos enfatizar a própria interjeição, transmitindo-lhe um tom admirativo, empregamos oh! em vez de ó. Assim: «Oh! Maria, dá-me o livro.»

    «Ó Maria!» e «Oh! Maria» não significam o mesmo. A diferença está na forma como se diz a frase.

    No primeiro caso, limitamo-nos a chamar ou invocar. No segundo, manifestamos sentimento por algo que Maria fez ou não fez. Deste modo, segundo o contexto em que a frase for proferida, com «Oh! Maria, dá-me o livro», poderemos querer dizer algo como: «Oh! Maria, não me trouxeste o livro que te tinha pedido.»

    Quanto à necessidade da vírgula no vocativo, vejamos dois exemplos: «João anda» e «João, anda». O sentido de «João anda» é que João caminha, move-se. E, em «João, anda», pedimos ao João que se mova, caminhe. Em «João anda», pois, descreve-se o movimento de João; em «João, anda», formula-se o pedido de que ele se movimente.


    http://www.ciberduvidas.com/pergunta.php?id=9405
  13.  # 293

    Colocado por: cla_pereira Extraordinário preciosismo !

    Porquê tanto espanto, com tão »extraordinário preciosismo«, depois de nos corrigir (e bem, diga-se!...) por deslize de escrita? Pecado nosso, porque quisemos, pedagogicamente, demonstrar que se pode sempre melhorar a forma de escrever, como outros já no-lo fizeram (o autor do »extraordinário preciosismo«, por exemplo, e com o qual concordámos) ? A propósito, o »Ciberdúvidas«, que se lamenta que esteja suspenso por falta de apoios financeiros - como sempre, a cultura é o parente pobre do poder político -, é um precioso auxiliar. Apesar disso, preferimos algo mais simples, não tão erudito, em português provinciano:

    »Ó José aperta o laço
    Ó José aperta-o bem
    Que o laço bem apertado
    Ai, ó José fica-te bem«

    E também gostamos muito de provérbios que, ironicamente, são veículos de sabedoria, de cultura e de grande inteligência. Grande poeta é o povo:
    Diz o roto ao nu, porque não te vestes tu?
    Saudações culturais
    Concordam com este comentário: LuisPereira, two-rok
  14.  # 294

    Estou com medo de escrever mais alguma coisa por estes lados.

    Não vá alguma tecla me falhar ou não ter tempo de utilizar o corrector ortográfico, com acordo ou não tem sido a minha dúvida, e logo a seguir ser crucificado pela minha falta de cultura e sabedoria.
    Concordam com este comentário: two-rok
  15.  # 295

    Colocado por: LuisPereiralogo a seguir ser crucificado pela minha falta de cultura e sabedoria.

    Não tem porquê... Quando, quase 35% dos professores reprovaram no teste de avaliação - temos grandes dúvidas, quanto a isso -, já nada nos surpreende.
    Agora, mais prosaicamente, as nossas »indirectas« têm a intenção de explicar a quem, tão atento aos nossos comentários, nos invectiva porque usamos provérbios, por tudo e por nada, ou nos reclama um erro na escrita, que aceitamos sem o menor constrangimento e sem recurso a subterfúgios, para nos desculparmos.
    Em todo o caso, temos que admitir, se queremos bons professores de português para os nossos filhos e netos, também temos de aceitar que a forma como se escreve, muitas vezes por aqui, diz mal dos educadores ou dos educandos!. Quanto ao resto pouco importa, porque em português - correcto, ou não - nos entendemos. O que nos passa ao lado são os Lol, os ahhh e tal... Não fazem parte do nosso vocabulário escrito, porque já estamos fora do contexto.

    saudações culturais
  16.  # 296

    Colocado por: maria rodriguestemos grandes dúvidas, quanto a isso -, já nada nos surpreende.
    Agora, mais prosaicamente, as nossas »indirectas« têm a intenção de explicar a quem, tão atento aos nossos comentários, nos invectiva porque usamos provérbios, por tudo e por nada, ou nos reclama um erro na escrita, que aceitamos sem o menor constrangimento e sem recurso a subterfúgios, para nos desculparmos.

    Dizei-nos Senhora, porque usais o plural majestático?
  17.  # 297

    Agora percebo porque alguns defendem as politicas venezuelanas...
    Na Venezuela as politicas estão a "trabalhar" para o aumento da natalidade, é uma boa solução para Portugal... precisamos de canalha!

    http://www.bloomberg.com/news/articles/2015-02-04/the-755-condom-is-the-latest-indignity-in-venezuela
  18.  # 298

    Colocado por: J.FernandesDizei-nos Senhora, porque usais o plural majestático?

    Dizei-nos, caro J. Fernandes, porque não usais o plural de modéstia? Respondemos à sua pergunta com outra pergunta! Não estamos à espera que o julgamento nos seja desfavorável... Parece-nos, pelo reparo, que estamos fora do contexto. A verdade e que nem sempre usamos o plural majestático: tem muito a ver com o(s) tema(s) a abordar (abordados) e, porque apreciamos fazê-lo, de vez em quando, sem qualquer veleidade. Mas... - há sempre um "mas"-, se não encontra nenhum motivo para nos ler, pode poupar-se a esse incómodo. Por nós..., gostamos muito de passar os olhos pela maioria dos assuntos, que por aqui se discutem.

    Saudações majestáticas
    Estas pessoas agradeceram este comentário: jpvng
  19.  # 299

    Colocado por: maria rodriguesNão estamos à espera que o julgamento nos seja desfavorável... Parece-nos, pelo reparo, que estamos fora do contexto.

    Foi apenas uma pergunta, não uma crítica.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: maria rodrigues
  20.  # 300

    O país precisa disto...
 
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