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  1.  # 421

    Olà Macmac, Ao Macmac interessa-lhe alterar a casa para adequà-la às necessidades de vida, à Câmara parece que interessa fazer ela própria alterações às infraestruturas rodoviàrias e a casa està a impedir(?)..ambos têm necessidades.
    Mas a Câmara não obriga deitar a casa abaixo, ou obriga ? Pelo que estou a perceber ao Macmac não serve os seus melhores propósitos de vivência manter a casa sem as alterações que pretende ?
    É isso?
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Macmac
    • Macmac
    • 28 março 2016 editado

     # 422

    Sim, CMartin, é um bom resumo.
    A casa sem alterações não serve porque está dividida em três (uma por piso), sendo que o último andar não tinha sequer casa de banho. E tem escadas exteriores.
    A Câmara não obriga a demolir, mas ao excluir as outras alternativas na prática está a induzir esse caminho.
    Concordam com este comentário: CMartin
  2.  # 423

    A Câmara quer obrigar a deitar a casa abaixo?

    E se sim fica com o terreno da casa o Macmac ou fazem-lhe uma permuta por outra casa/terreno?
  3.  # 424

    Há uma pequena parcela junto ao terreno (a norte) que se propoe trocar pela parte do nosso terreno/casa que fica "em cima" da rua. No resto do terreno há espaço para construir uma casa (são cerca de 480m2).
  4.  # 425

    Colocado por: MacmacHá uma pequena parcela junto ao terreno (a norte) que se propoe trocar pela parte do nosso terreno/casa que fica "em cima" da rua. No resto do terreno há espaço para construir uma casa (são cerca de 480m2).


    No seu terreno consegue construir 480m2? Está a espera do que?...
    Moradia terrea, mantém a traça original e ainda sobra espaço!
  5.  # 426

    480m2 é o tamanho do terreno...O índice de construção deve ser 0,35. Mas também não tenho orçamento para uma casa grande (nem quero).
  6.  # 427

    0.35X480 dá 168m2! É muito.
    Dá para piso terreo modesto ou 2 pisos... à grande!...

    Zona de construção cara...
  7.  # 428

    tozepalma, antes de partirmos para essa opção, ainda estamos a tentar ver a possibilidade de salvar o chalet do Macmac. Este tópico é precisamente dedicado à recuperação!
    Estamos a analisar todos os ângulos mas a preferência é essa, a não ser que o Macmac diga o contràrio.
    Concordam com este comentário: DEEPblue
  8.  # 429

    O nosso objectivo foi sempre o de recuperar. Como disse acima, se o objectivo fosse comprar um terreno tinhamos comprado algo mais em conta e sem ter que suportar quase 30000€ com uma demolição...
    Agora se tal não for possivel, lá teremos de pôr a viola no saco.
  9.  # 430

    Colocado por: MacmacSim, CMartin, é um bom resumo.
    A casa sem alterações não serve porque está dividida em três (uma por piso), sendo que o último andar não tinha sequer casa de banho. E tem escadas exteriores.
    A Câmara não obriga a demolir, mas ao excluir as outras alternativas na prática está a induzir esse caminho.
    Concordam com este comentário:CMartin

    Precisamente, percebo.
    Os pedidos de alterações da parte do Macmac poderiam resumir-se aos interiores para juntar os 3 pisos de forma a fazer uma casa e à remoção das escadas exteriores ou trata-se de muito mais do que isso?
    Por outro lado, o terreno que a Câmara precisa està actualmente ocupado pela edificação, o chalet incide precisamente ou seria uma questão de ceder, imaginemos, parte do jardim?
    Em último, acha que a Câmara não estaria disponível para estudar uma alternativa para a rua que ela precisa de construir, talvez desviando a mesma para, em vez de passar precisamente na sua casa (sendo o caso) , passar em vez disso, imaginemos, uma opção poderia ser ocupar a tal pequena parcela a norte do terreno, a tal que ela lhe quer dar, ou outra opção qualquer...excepto o chalet. Estaria a Câmara disponível a reconsiderar face a argumentação lógica - salvaguarda de património parece-me um bom começo de argumento...
    ?
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Macmac
  10.  # 431

    As alterações seriam essas e a mudança da casa de banho no primeiro andar para ficar em cima da debaixo.
    Se a questão fosse do jardim não haveria questão porque daríamos o mesmo sem problema. A questão é que o alinhamento da rua só é possível cortando a casa a meio...
  11.  # 432

    Sobre esta história dos alinhamentos, até parece que na matemática as linhas têm de ser todas retas, e que não há curvas, algo que pelos vistos não é muito lembrado na Cãmara de Cascais. Rídiculo, no mínimo. Qualquer dia desenham uma estrada nova ali junto á Estrela e depois o pálácio de São Bento fica desalinhado e tem de vir abaixo, o que era uma chatice...

    Para alinhamentos em ruas já bastou o alinhamento a regua e compasso ( que dizem que foram feitas a partir das ideias macónicas do marques de Pombal)da reconstrução da baixa de Lisboa, mas essa foi uma reconstrução que não ficou mal feita, mas que foi feita a partir de ruínas e não resultou propriamnte de demolição de edificações intactas. E de resto, o próvável cruel assassino dos Távoras (porventura foi ele o autor do atentado ao rei, tendo feito as coisas de maneira a depois poder incriminar os Távoras) consta que era era Conde de Oeiras, e não de Cascais...

    Colocado por: MacmacAs alterações seriam essas e a mudança da casa de banho no primeiro andar para ficar em cima da debaixo.
    Se a questão fosse do jardim não haveria questão porque daríamos o mesmo sem problema. A questão é que o alinhamento da rua só é possível cortando a casa a meio...
    Concordam com este comentário: CMartin
  12.  # 433

    Macmac,
    Veja là se o seu chalet não é uma das edificações de património histórico mencionadas duas das quais na rua em questão , pesquise no site pela última palavra do nome da rua por exemplo.
    Faça copy&paste para o seu browser do endereço :
    www.cascais.pt › files › anexos › gerais

    Diga-me se não conseguir aceder.
  13.  # 434

    Não consegui...
  14.  # 435

    Vou ter que enviar de outra forma. É um link para um site pdf, não sei se é possível colocar no fórum, nunca consegui fazê-lo das vezes que precisei. Depois falamos.
  15.  # 436

    Até là, và lendo. Acho que é bom para si saber estas coisas Macmac. Podem ser-lhe ùteis.
    No site da Câmara:

    "Património
    Desde meados da década de 80 foram organizadas importantes exposições, ações de divulgação e reuniões científicas, acompanhadas de publicações dedicadas a temas patrimoniais, que contribuíram para a constituição de um corpo técnico e de conhecimentos essenciais para a operacionalização de uma política sustentada de salvaguarda do Património.
    A salvaguarda do património histórico imóvel em Cascais formulou-se nas últimas duas décadas com base na legislação específica do Património Cultural Português, recorrendo nomeadamente ao instrumento da classificação e, de forma muito própria, ao da inventariação. Esta “originalidade” assume maior interesse se considerarmos que a mesma foi formalizada no Regulamento do Plano Diretor Municipal publicado em 1997, ainda antes da consagração da inventariação como forma de proteção dos bens culturais, a par da classificação.

    O PDM instituiu a figura do Catálogo-Inventário como principal instrumento operativo da salvaguarda do património a desenvolver pelo Município, em primeiro lugar porque obrigou à elaboração de inventários de património e à ratificação formal pelos órgãos autárquicos competentes e, em segundo lugar, porque consagrou um conjunto de normas de salvaguarda muito específicas para os imóveis inventariados. Outro dos aspetos essenciais nesta estratégia consistiu na possibilidade de atualizar todos os Catálogos-Inventário em função do progressivo conhecimento do território. Assim, através do PDM, o Município de Cascais logrou operacionalizar de forma muito bem sucedida o conceito de bem imóvel inventariado, objectivo insuficientemente conseguido na então lei geral.

    Outro aspeto relevante do PDM foi a criação na Carta de Ordenamento da categoria de Classe de Espaço Urbano Histórico, a que corresponde igualmente um Catálogo-Inventário (associado ao conceito de “conjunto"). Estes aspetos foram tanto ou mais importantes quanto a respetiva formulação surgiu num momento em que o concelho de Cascais, à semelhança de vários outros concelhos da Grande Área Metropolitana de Lisboa, sofria desde finais da década de 70 um processo de urbanização de vastas consequências para o futuro do território, quer em termos de ordenamento, quer de descaracterização.

    O inventário foi assim sendo constituído paulatinamente, abrangendo o Património Arquitetónico (que integra tipologias de arquitetura religiosa, militar, modernista e de veraneio, bem como Quintas Históricas), Arqueológico, Espaços Urbanos Históricos e ainda Elementos Singulares de Interesse Relevante e Arte Pública.

    Em 2004, o Município de Cascais adquiriu um sistema de gestão integrada de informação para bens culturais móveis e imóveis , que tem permitido não só uma sistematização e melhor gestão do processo de inventário, como a associação a uma ferramenta essencial: o sistema de informação geográfica. Brevemente uma parte dos conteúdos de inventário será disponibilizada ao público online."
  16.  # 437

    Existe, e para além de pelos vistos do corpo técnico acima falado (eu desconhecia-o), a associação cultural de Cascais, cujo único propósito serve para proteger e promover o Património Cascalense.
    A minha casa tem um prémio de restauro atribuído por esta associação.
    Como lhe disse, se quiser aprofundar este caminho para ver se hà esperança, estou disponível para ajudar. Antes de por a viola ao saco.
    O não tem-se sempre ( se nada tentar ), como diz o ditado..ou eu :o)
    Tenho para mim que a Câmara é sensível à temàtica, mas que se necessitar de fazer algo a "prol" do Município, a seu ver, e ninguém lhe disser nada em contràrio, ela procederà de acordo com os seus interesses prioritàrios.
    Cumprimentos.
  17.  # 438

    Olá de novo. Fiz umas pesquisas e encontrei um anexo 3b - património arquitectónico. E, de facto, a casa estã lá com o nível 2. Sabe o que isso significa?
    Concordam com este comentário: CMartin
  18.  # 439

    Existem se não me engano 3 níveis de classificação de património 1, 2 e 3.
    Para já ficamos a saber que a sua é património classificado e inventariado ainda por cima.
    E já vou ver a classificação 2.
    Não quero levantar expectativas mas parece-me que um grave erro iria ser cometido!
    Anda tudo a dormir neste País. Se é que posso desabafar!
  19.  # 440

    Acho que o anexo que encontrei fazia parte de um estudo de 2010 e que ficou na gaveta aquando da implementação do PDM revisto. Estaca zero.
 
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