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  1.  # 161

    Colocado por: Luis K. W.Outra coisa é austeridade CEGA - que é o que os eurocratas e FMIs impuseram.


    Acho piada que a austeridade e o rigor tem que existir. As regras são para se cumprir. Somos todos iguais na UE.

    Depois temos sistemas fiscais diferentes e as empresas saem todas dos países periféricos e vão-se instalar na Holanda ou Luxemburgo!
    Mas interessa é todos cumprirmos as mesmas regras... que me são mais favorável a mim!
    Concordam com este comentário: Bricoleiro
  2.  # 162

    Tão cega, tão cega, que passados 5 anos da pré-bancarrota, continuamos com défices orçamentais e, naturalmente, com a dívida pública a continuar a aumentar.
    Concordam com este comentário: Luis K. W.
    • Neon
    • 28 junho 2016 editado

     # 163

    Colocado por: J.FernandesTão cega, tão cega, que passados 5 anos da pré-bancarrota, continuamos com défices orçamentais e, naturalmente, com a dívida pública a continuar a aumentar.


    Mas até o próprio FMI já veio reconhecer erros nas politicas de austeridade e consequências imprevisivelmente negativas no crescimento da economia.
    Você pode cortar cortar cortar até á enésima casa, se o efeito desse corte motivar uma recessão, na prática o que esta a fazer é a diminuir a despesa mas também a diminuir a receita, consequentemente continua com deficit.

    Muitos de vocês continuam a bater incessantemente na tecla de que dê por onde der, a única solução é que a receita tem que ser maior que a despesa. Pessoalmente discordo, tem é que existir um equilíbrio que permita a economia crescer e esse é o grande objectivo difícil de encontrar, pois não há modelos nos livros que o consigam definir.
    No puro e duro apenas se pode especular sobre previsões, mas acho que não é preciso ser nenhum génio (aliás na prática está á vista) para perceber que tudo aquilo que foi feito em cima do joelho só porque tinha que ser de hoje para amanha, e porque os mercados queriam, e porque o medo do sistema colapsar era enorme, e bla bla e bla bla não trouxe o tão desejado equilíbrio.

    A única coisa que vejo é privado contra publico, velhos contra novos, empregados contra desempregados, . Ao fim de este tempo todo acho que os sacrifícios não valeram a pena. A perspectiva de aplicar mais do mesmo (aquilo que não acredito que resolva o problema), francamente dá-me vontade de **** para isto tudo e tirar as minhas filhas daqui.

    Quando se critica a austeridade cega, pretende-se criticar o corte sem rei nem roque, sem um planeamento, sem uma lógica de longo prazo, sem uma perspectiva de crescimento.

    A titulo de brincadeira, aquilo que se fez foi igual a dizer temos um autocarro de transporte de passageiros, que tem uma fuga de combustível e temos de poupar combustível custe o que custar.
    Temos um iluminado que nos dá 2 sugestões
    ou se pára o autocarro pelo tempo necessário a detectar onde é a fuga de combustível e se resolve aquele problema especifico (tem a desvantagem de durar o tempo que for preciso e o pessoal fica sem autocarro)
    ou se mantem o autocarro em funcionamento mas diminui-se a extensão do percurso, reduz-se a carga de passageiros e metemos meio litro de agua por cada litro de gasóleo,

    O que se fez foi optar pela segunda hipótese, e obviamente além do autocarro passar a ter outras avarias decorrente do gasóleo viciado, uns ficaram impossibilitados de usar o autocarro e outros cansaram-se de andar no autocarro e preferiram recorrer a outros transportes

    Editado
    Em suma a austeridade (entenda-se rigor) é necessária e imperiosa. Isso é inquestionável, a forma como foi implementada tem ai os resultados à vista...haaa e não só em Portugal, tem um pouco por todo o lado
  3.  # 164


    Acho piada que a austeridade e o rigor tem que existir. As regras são para se cumprir. Somos todos iguais na UE.
    Depois temos sistemas fiscais diferentes e as empresas saem todas dos países periféricos e vão-se instalar na Holanda ou Luxemburgo!
    Mas interessa é todos cumprirmos as mesmas regras... que me são mais favorável a mim!
    Concordam com este comentário:Bricoleiro


    Mas a solução é simples: crie um sistema fiscal competitivo. Claro que isso é chato porque obrigaria a coisas impensáveis como gastar de acordo com o que se recebe, tratar as empresas como entidades desejáveis e não como convidados incómodos, etc.
  4.  # 165


    Quando se critica a austeridade cega, pretende-se criticar o corte sem rei nem roque, sem um planeamento, sem uma lógica de longo prazo, sem uma perspectiva de crescimento.


    A bem dizer, faz lembrar os professores: não são contra a avaliação em abstracto, só contra a avaliação em concreto.

    A austeridade é a mesma coisa. Critica-se a austeridade "cega", por oposição a uma austeridade "inteligente" que não se sabe o que é - porque em abstracto é fácil, mas no concreto qualquer mudança afecta alguém e provoca de imediato revolta.
    • eu
    • 28 junho 2016 editado

     # 166

    Colocado por: luisvvMas a solução é simples: crie um sistema fiscal competitivo.

    A competição fiscal pode ser atrativa para as empresas, mas é má para a receita fiscal dos países.

    Penso que a harmonização fiscal seria uma solução genericamente mais favorável à UE como um todo. Nem sempre a competição desenfreada é o método que produz melhores resultados.
  5.  # 167

    Os son's abriram o capítulo seguinte
      BREXIT.jpg
  6.  # 168

    • Neon
    • 28 junho 2016

     # 169

    Colocado por: luisvvA austeridade é a mesma coisa. Critica-se a austeridade "cega", por oposição a uma austeridade "inteligente" que não se sabe o que é - porque em abstracto é fácil, mas no concreto qualquer mudança afecta alguém e provoca de imediato revolta.


    Você é capaz demais, falou só para não ficar calado.

    Para a maioria do cidadão seja ele contra ou a favor do controlo da despesa, a palavra que houve é CASTIGO. Para os apoiantes do controlo da despesa só la se vai com CASTIGO, para o opositores o que se pretende é implementar CASTIGO.

    Para mim austeridade tem paralelismo com rigor, tudo aquilo que se assiste e continua a assistir tem tudo menos rigor. É que pegar fazer as continhas, medir os prós e os contras e decidir é uma **** do caraças, para além de que a responsabilidade de expectativas goradas nunca ninguem as quer assumir.

    Aquilo que na altura se evocava era a necessidade de cortar nas gorduras do estado, mas o que se procurou foram efeitos imediatos de redução da despesa e aumento da receita, não interessava quando nem onde. Tinha é que produzir efeitos imediatos.

    Deixando de falar no abstracto e passando ao concreto

    As verdadeiras gorduras do estado continuam a existir (institutos e fundações públicos criados com o único objectivo de escamotear despesa, gabinetes de isto e aquilo, comissariados, conselhos nacionaise comissões de tudo e mais alguma coisa, regalias dos políticos, cartões, viaturas, estadias, despesas de representação, etc etc) você até já o vi aqui defender que não vale a pena intervir porque são peanuts. Para mim um tostão é um tostão e muitos tostões fazem milhões

    Os buracos sem fundo das PPP ninguém os quer resolver. A mim só me faz espécie que para alguns tipos de contratos possa ser evocado o interesse nacional para outros temos de nos sujeitar ao que esta contratualizado.

    Desinvestiu-se do ensino e da saúde.
    Muito bem, contudo sendo utente dos dois serviços não me sinto melhor servido. Com a agravante de que se poupou na farinha para gastar no farelo.
    A higienização passou a ser privada e paga-se, a alimentação passou a ser privada e paga-se (e deixe-me acrescentar é uma ****), nas escolas não há pessoal para acompanhar os miúdos eles fazem o que querem
    Na saúde quando o provado não dá resposta porque o retorno do investimento não justifica aquela opção ou aquele equipamento, envia para o público

    Verdadeiras politicas de fiscalização de subsidiação, não existem nem se procuram implementar. Obviamente é preferível não dar a ninguém do que andar
    com trabalho. Por outro lado em termos fiscais se você me emprestar 30k € para eu comprar um carro a pronto o fisco vem-me questionar que sabe que eu comprei um carro a pronto e que o valor não é compatível com os meus rendimentos.

    O aumento de impostos ao sabor da urgência, como é obvio levou a que a se adoptasse a postura nos consumidores de " não tenho vontade de injectar dinheiro na economia" ou "bom afinal, vale a pena arriscar fugir aos impostos" (por outro lado politica punidoras de tal filosofia não se vê grande coisa). Não acredito que entre tantas sumidades e ilustres iluminados nunca ninguém tenha perspectivado isto! Por isso aquilo que se passou foi uma experiência de modelação que pura e simplesmente correu mal, e que por infelicidade nos calhou a nós ser as cobaias.
  7.  # 170


    A competição fiscal pode ser atrativa para as empresas, mas é má para a receita fiscal dos países.


    É a vida: como todos nós, os países são forçados a perceber que os recursos à disposição não são infinitos e que há que fazer escolhas responsáveis.


    Penso que a harmonização fiscal seria uma solução genericamente mais favorável à UE como um todo. Nem sempre a competição desenfreada é o método que produz melhores resultados.



    A harmonização fiscal é impensável e indesejável por muitos motivos, entre os quais:

    a) pressupõe o alinhamento da carga fiscal pelo nível mais elevado (a não ser que alguém acredite que os países com cargas fiscais mais elevadas estariam disponíveis para harmonizar "para baixo"). Pode parece

    b) ignora que, com fiscalidade semelhante, elimina uma das vantagens dos periféricos em relação ao centro da Europa na atracção de capital.
    • Neon
    • 28 junho 2016

     # 171

    Colocado por: Anonimo16062021http://observador.pt/2016/06/28/quatro-portugueses-vitimas-de-ataques-racistas-apos-referendo-contam-as-suas-historias/


    lamentável

    por outro lado este sr. com responsabilidades máximas, e deveres éticos, deontológicos e diplomáticos não fica atrás (esta mais que na hora de ser substituído por alguém que saiba estar)

    https://www.noticiasaominuto.com/mundo/613209/o-que-estao-aqui-a-fazer-e-a-ultima-vez-que-aplaudem-aqui
    Concordam com este comentário: 21papaleguas
    • eu
    • 28 junho 2016

     # 172

    Colocado por: luisvvignora que, com fiscalidade semelhante, elimina uma das vantagens dos periféricos em relação ao centro da Europa na atracção de capital.

    Os periféricos têm outras vantagens competitivas, como por exemplo, os salários mais baixos.

    Colocado por: luisvvA harmonização fiscal é impensável

    Não sei porquê... já muitas outras questões muito polémicas/relevantes foram harmonizadas...
  8.  # 173


    Para a maioria do cidadão seja ele contra ou a favor do controlo da despesa, a palavra que houve é CASTIGO. Para os apoiantes do controlo da despesa só la se vai com CASTIGO, para o opositores o que se pretende é implementar CASTIGO.

    Mas a realidade não se altera: continua a ser preciso equilibrar o orçamento, e enquanto isso não acontece alguém tem que financiar o défice. E isso, a não ser que apareçam milionários dispostos a entregar o €€ sem contrapartidas, só pode suceder no âmbito de programas de assistência, os quais por sua vez se traduzem em obrigações adicionais.


    Para mim austeridade tem paralelismo com rigor, tudo aquilo que se assiste e continua a assistir tem tudo menos rigor. É que pegar fazer as continhas, medir os prós e os contras e decidir é uma **** do caraças, para além de que a responsabilidade de expectativas goradas nunca ninguem as quer assumir.

    Mas quais contas? Cortar despesa, vendo de cima, é um jogo de sorte. As gorduras são facilmente identificáveis por quem está dentro das organizações, a níveis mais próximos da realidade - mas isso também significa que é aí que há muitas resistências à sua eliminação.


    Aquilo que na altura se evocava era a necessidade de cortar nasgorduras do estado, mas o que se procurou foram efeitos imediatos de redução da despesa e aumento da receita, não interessava quando nem onde. Tinha é que produzir efeitos imediatos.

    Porque isso era indispensável, e não era sequer imaginável parar 2 ou 3 ou 4 anos para reorganizar o Estado, continuando a sustentar défices de 10% (além de ser impossível acordar no concreto essa reorganização) A história das gorduras é uma meia-verdade, elas existem mas em grande medida não são "cortáveis", porque se traduzem em pequenos poderes que enfraquecem, benefícios que se retiram, etc. Acima de tudo, porque individualmente consideradas, todas as despesas são justificáveis.



    As verdadeiras gorduras do estado continuam a existir (institutos e fundações públicos criados com o único objectivo de escamotear despesa, gabinetes de isto e aquilo, comissariados, conselhos nacionaise comissões de tudo e mais alguma coisa, regalias dos políticos, cartões, viaturas, estadias, despesas de representação, etc etc) você até já o vi aqui defender que não vale a pena intervir porque são peanuts. Para mim um tostão é um tostão e muitos tostões fazem milhões

    Deve estar a fazer confusão. Não diria nunca que não deve intervir-se aqui ou ali, quando muito digo (e fi-lo em vários tópicos em relação a várias soluções mágicas) que isso são peanuts e que não substitui os restantes cortes. Posso ainda dizer que muita da despesa que é vista como supérflua é na verdade apenas uma forma de melhorar a remuneração do pessoal (a atribuição de viatura, o pagamento de uma série de suplementos e abonos, p.ex). Por isso é que não embarco naquelas ondas que de vez em quando aparecem, do género "Ai, o instituto X paga um subsídio de Y aos seus funcionários que desempenham a tarefa Z".

    Agora, quando vejo a mesma história dos institutos e fundações, parece que ninguém se lembra do resto. Imaginemos que na sequência de uma 1ª página do CM, noticiando que existe um Instituto da Observação do Crescimento da Relva nas Praias da Península de Setúbal, o qual nos custa 20 milhões de euros por ano. Se por mero acaso o tal instituto fosse extinto, o Estado continuaria a suportar a quase totalidade do respectivo custo. À partida, libertaria o(s) edifício(s) onde tal coisa funcionasse, e reduziria os custos de manutenção (mas pouco), e dos consumos (água, electricidade, comunicações). Mas o pessoal continuava a ser encargo do Estado, a não ser que fosse admitido o despedimento.
    De resto, rapidamente surgiriam notícias dando conta do dano irreparável ao interesse público, causado pela eliminação de uma entidade que prestava serviços indispensáveis. Seria impensável, imaginar que a relva continuasse a crescer sem ser observada.


    Os buracos sem fundo das PPP ninguém os quer resolver. A mim só me faz espécie que para alguns tipos de contratos possa ser evocado o interesse nacional para outros temos de nos sujeitar ao que esta contratualizado.


    As PPP foram alvo de renegociação, com resultados razoáveis, mas por vezes confunde-se os planos. Ainda que, por absurdo, se encontrasse forma de reduzir a margem de lucro dos concessionários a zero, as estradas estão lá e foram construídas, pelo que esse encargo continuaria a existir.
    Por outro lado, este tipo de investimentos é feito com recurso significativo a capitais de bancos estrangeiros, com contratos sujeitos a jurisdições internacionais, menos permeáveis ao abuso do poder do Estado, pelo que o seu incumprimento unilateral teria repercussões a outros níveis.


    O aumento de impostos ao sabor da urgência, como é obvio levou a que a se adoptasse a postura nos consumidores de " não tenho vontade de injectar dinheiro na economia" ou "bom afinal, vale a pena arriscar fugir aos impostos" (por outro lado politica punidoras de tal filosofia não se vê grande coisa). Não acredito que entre tantas sumidades e ilustres iluminados nunca ninguém tenha perspectivado isto! Por isso aquilo que se passou foi uma experiência de modelação que pura e simplesmente correu mal, e que por infelicidade nos calhou a nós ser as cobaias.


    Isso supõe que havia alternativa exequível. para equilibrar um orçamento e financiar os défices. A questão é que, visto de fora, Portugal tem margem para aumentar impostos - há tantos países com impostos mais altos, porque haveriam de nos poupar? Como disse o Gaspar, há um fosso entre o Estado que queremos e o Estado que estamos dispostos a pagar - .
    • luisvv
    • 28 junho 2016 editado

     # 174


    Os periféricos têm outras vantagens competitivas, como por exemplo, os salários mais baixos.


    Que teriam que ser ainda mais baixos, se abdicassem da vantagem fiscal. O que seria chato, na medida em que salários mais baixos e taxas de imposto mais altas resultariam mal..



    Não sei porquê... já muitas outras questões muito polémicas/relevantes foram harmonizadas..


    A Revolução Americana explica: No taxation without representation.

    Mas é fácil, basta imaginar a "harmonização" disto:



    Para chegar à média europeia, "bastaria" aumentar 50% a carga fiscal em meia-dúzia de países do Báltico e do antigo Bloco de Leste, e em 10 a 25% numa dezena de outros países incluindo Portugal, Chipre, Malta, Rep.Checa, Hungria, etc.
    Depois, bastava pedir a outros para reduzirem a sua carga fiscal em 20 a 25%. Como parece impensável que um país nórdico reduza a protecção social que oferece à custa dos impostos, era refazer as contas, e os 50% de aumento da Letónia e da Bulgária passariam a 90%...
    • eu
    • 28 junho 2016 editado

     # 175

    Caro luisvv, esse gráfico é visualmente enganador, pois não está à escala...

    Além disso, estávamos a falar dos impostos sobre as empresas... e esse gráfico representa uma outra métrica, certo?
  9.  # 176

    Colocado por: euNão sei porquê... já muitas outras questões muito polémicas/relevantes foram harmonizadas...

    Eu até compreendo que na europa mais desenvolvida do Norte se possa defender a harmonização fiscal, mas em Portugal, um país que perde em tantos critérios de competitividade com esses países, temos é que nos bater para que a desarmonização continue e que se comece a tirar partido a sério dela, para se conseguir trazer para cá mais empresas e capital.
  10.  # 177

    Colocado por: euCaro luisvv, esse gráfico é visualmente enganador, pois não está à escala...


    Esqueça a escala, concentre-se nos valores: oscilam entre os 26,4 e os 48,6. , uma proporção de 1 para 1,84.


    Além disso, estávamos a falar dos impostos sobre as empresas... e esse gráfico representa uma outra métrica, certo?


    O gráfico representa a carga fiscal total. Mas se nos focarmos apenas nas empresas, as diferenças também são significativas - além de haver impostos diversos, as taxas de IRC (ou equivalente), por exemplo, também são bastante diversas. Segundo o relatório da reforma do IRC, de 2013, vão dos 10% da Bulgária aos 36% em França.
    • eu
    • 28 junho 2016

     # 178

    Colocado por: luisvv
    Esqueça a escala, concentre-se nos valores:oscilam entre os 26,4 e os 48,6., uma proporção de 1 para 1,84.

    Esses são os valores que estão nos limites opostos. Para uma discussão séria, teríamos que analisar a diferença para a média da UE (cerca de 40%). E aí, os valores já não parecem tão díspares, pois não?

    Colocado por: luisvvSegundo o relatório da reforma do IRC, de 2013, vão dos 10% da Bulgária aos 36% em França.

    Então, um valor entre 20% a 25% não seria assim tão disruptivo. E não era preciso fazer tudo de uma forma brusca, podia ser feito ao longo de uma década.

    Para haver harmonização fiscal só falta mesmo vontade política.
  11.  # 179

    nojento nascer num pais,viver a cultura desse pais sentir-se em casa e ainda tem que ser tratado como se fosse de outro pais!!!da-me nojo ver esta porcaria que os ingleses estão a demonstrar!parece que voltamos a era dos judeus sem que ninguem adivinha-se isso!

    http://www.jn.pt/mundo/interior/video-com-ataque-racista-e-xenofobo-esta-a-indignar-inglaterra-5254335.html
    • eu
    • 28 junho 2016

     # 180

    Colocado por: ramos1999nojento nascer num pais,viver a cultura desse pais sentir-se em casa e ainda tem que ser tratado como se fosse de outro pais!


    Portanto, se for de outro país já não há problema em se ser racista e preconceituoso ?
 
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