Colocado por: Luis K. W.Outra coisa é austeridade CEGA - que é o que os eurocratas e FMIs impuseram.
Colocado por: J.FernandesTão cega, tão cega, que passados 5 anos da pré-bancarrota, continuamos com défices orçamentais e, naturalmente, com a dívida pública a continuar a aumentar.
Acho piada que a austeridade e o rigor tem que existir. As regras são para se cumprir. Somos todos iguais na UE.
Depois temos sistemas fiscais diferentes e as empresas saem todas dos países periféricos e vão-se instalar na Holanda ou Luxemburgo!
Mas interessa é todos cumprirmos as mesmas regras... que me são mais favorável a mim!
Quando se critica a austeridade cega, pretende-se criticar o corte sem rei nem roque, sem um planeamento, sem uma lógica de longo prazo, sem uma perspectiva de crescimento.
Colocado por: luisvvMas a solução é simples: crie um sistema fiscal competitivo.
Colocado por: luisvvA austeridade é a mesma coisa. Critica-se a austeridade "cega", por oposição a uma austeridade "inteligente" que não se sabe o que é - porque em abstracto é fácil, mas no concreto qualquer mudança afecta alguém e provoca de imediato revolta.
A competição fiscal pode ser atrativa para as empresas, mas é má para a receita fiscal dos países.
Penso que a harmonização fiscal seria uma solução genericamente mais favorável à UE como um todo. Nem sempre a competição desenfreada é o método que produz melhores resultados.
Colocado por: Anonimo16062021http://observador.pt/2016/06/28/quatro-portugueses-vitimas-de-ataques-racistas-apos-referendo-contam-as-suas-historias/
Colocado por: luisvvignora que, com fiscalidade semelhante, elimina uma das vantagens dos periféricos em relação ao centro da Europa na atracção de capital.
Colocado por: luisvvA harmonização fiscal é impensável
Para a maioria do cidadão seja ele contra ou a favor do controlo da despesa, a palavra que houve é CASTIGO. Para os apoiantes do controlo da despesa só la se vai com CASTIGO, para o opositores o que se pretende é implementar CASTIGO.
Para mim austeridade tem paralelismo com rigor, tudo aquilo que se assiste e continua a assistir tem tudo menos rigor. É que pegar fazer as continhas, medir os prós e os contras e decidir é uma **** do caraças, para além de que a responsabilidade de expectativas goradas nunca ninguem as quer assumir.
Aquilo que na altura se evocava era a necessidade de cortar nasgorduras do estado, mas o que se procurou foram efeitos imediatos de redução da despesa e aumento da receita, não interessava quando nem onde. Tinha é que produzir efeitos imediatos.
As verdadeiras gorduras do estado continuam a existir (institutos e fundações públicos criados com o único objectivo de escamotear despesa, gabinetes de isto e aquilo, comissariados, conselhos nacionaise comissões de tudo e mais alguma coisa, regalias dos políticos, cartões, viaturas, estadias, despesas de representação, etc etc) você até já o vi aqui defender que não vale a pena intervir porque são peanuts. Para mim um tostão é um tostão e muitos tostões fazem milhões
Os buracos sem fundo das PPP ninguém os quer resolver. A mim só me faz espécie que para alguns tipos de contratos possa ser evocado o interesse nacional para outros temos de nos sujeitar ao que esta contratualizado.
O aumento de impostos ao sabor da urgência, como é obvio levou a que a se adoptasse a postura nos consumidores de " não tenho vontade de injectar dinheiro na economia" ou "bom afinal, vale a pena arriscar fugir aos impostos" (por outro lado politica punidoras de tal filosofia não se vê grande coisa). Não acredito que entre tantas sumidades e ilustres iluminados nunca ninguém tenha perspectivado isto! Por isso aquilo que se passou foi uma experiência de modelação que pura e simplesmente correu mal, e que por infelicidade nos calhou a nós ser as cobaias.
Os periféricos têm outras vantagens competitivas, como por exemplo, os salários mais baixos.
Não sei porquê... já muitas outras questões muito polémicas/relevantes foram harmonizadas..

Colocado por: euNão sei porquê... já muitas outras questões muito polémicas/relevantes foram harmonizadas...
Colocado por: euCaro luisvv, esse gráfico é visualmente enganador, pois não está à escala...
Além disso, estávamos a falar dos impostos sobre as empresas... e esse gráfico representa uma outra métrica, certo?
O gráfico representa a carga fiscal total. Mas se nos focarmos apenas nas empresas, as diferenças também são significativas - além de haver impostos diversos, as taxas de IRC (ou equivalente), por exemplo, também são bastante diversas. Segundo o relatório da reforma do IRC, de 2013, vão dos 10% da Bulgária aos 36% em França.
Colocado por: luisvv
Esqueça a escala, concentre-se nos valores:oscilam entre os 26,4 e os 48,6., uma proporção de 1 para 1,84.
Colocado por: luisvvSegundo o relatório da reforma do IRC, de 2013, vão dos 10% da Bulgária aos 36% em França.
Colocado por: ramos1999nojento nascer num pais,viver a cultura desse pais sentir-se em casa e ainda tem que ser tratado como se fosse de outro pais!