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  1.  # 81

    Colocado por: lobitoIsto é interessante. Apesar de a construção continuar em crise, os prazos de execução chegam a ser o dobro do previsto:


    Atrevo-me a sugerir que não é "apesar", é "devido" ...
  2.  # 82

    Colocado por: luisvv
    Colocado por: lobitoIsto é interessante. Apesar de a construção continuar em crise, os prazos de execução chegam a ser o dobro do previsto:


    Atrevo-me a sugerir que não é "apesar", é "devido" ...


    Explique...?
  3.  # 83

    Colocado por: Luis K. W.lobito,

    Parece que não é só nos transplantes de orgãos que estamos bem posicionados.
    Nos dadores de sangue (400 mil !?) também.

    (os vampiros da "lua vermelha", do "crepúsculo" e, sobretudo, do "eles comem tudo e não deixam nada", agradecem!)


    E mais do que isso, 1100 dadores por dia! Quer dizer, dadores activos, não meramente inscritos.
  4.  # 84

    Colocado por: lobito
    Explique...?


    menos gente, menos urgência em terminar obras (enterrar dinheiro..), etc.
  5.  # 85

    Colocado por: luisvv
    Colocado por: lobito
    Explique...?


    menos gente, menos urgência em terminar obras (enterrar dinheiro..), etc.


    Não sei... Acho que a maioria das construções acabadas eram moradias e não empreendimentos. Eu imaginaria que as pessoas t°em uma certa pressa para receber o deles.

    A propósitio de prazos, estava a ler hoje não sei quê sobre as camas ilegais no Algarve que, apesar da "agilização" dos processos, as pessoas continuam a não legalizar. A vista, parece que o processo até não muito complicado. Mas as autarquias têm 60 dias para verificar se as instalações cumprem as regras...
  6.  # 86

    Colocado por: lobitoNão sei... Acho que a maioria das construções acabadas eram moradias e não empreendimentos. .
    Normalmente as estatísticas referem-se a FOGOS terminados.
    E nos empreendimentos há muitos fogos...
    • lobito
    • 18 junho 2010 editado

     # 87

    "Em termos nacionais registou-se, no período em
    análise, uma preponderância dos fogos licenciados
    em moradias, que representaram 59,7% do total
    dos fogos licenciados em construções novas para
    habitação."

    Com excepção de Lisboa e Algarve

    http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=83101425&DESTAQUESmodo=2

    Mas pronto, eram licenciados, não construídos.(Pelos vistos devem ter perdido a mania dos grandes edifícios porque a média de fogos por edifício concluído, a nível nacional, foi de 2,4)
  7.  # 88

    Colocado por: lobito"Em termos nacionais registou-se, no período em
    análise, uma preponderância dos fogos licenciados
    em moradias, que representaram 59,7% do total
    dos fogos licenciados em construções novas para
    habitação."
    Com excepção de Lisboa e Algarve
    Está boa...
    Impressionante!
  8.  # 89

    Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...

    Ou então quer dizer que o país está muito mais na "paisagem" do que aquilo que se pensa em Lisboa.
    • LuB
    • 18 junho 2010

     # 90

    Ou então quer dizer que o país está muito mais na "paisagem" do que aquilo que se pensa em Lisboa.

    Ou então que os andares não estão a ter qq saída e, os empreiteiros que construiam prédios estão a parar de todo...
  9.  # 91

    Colocado por: LuB
    Ou então quer dizer que o país está muito mais na "paisagem" do que aquilo que se pensa em Lisboa.

    Ou então que os andares não estão a ter qq saída e, os empreiteiros que construiam prédios estão a parar de todo...


    Isso também. Mas pelos vistos a construção de moradias individuais, que tipicamente se faz fora dos centros das grandes cidades, não parou da mesma maneira.

    Das grandes cidades, ou mesmo das pequenas. Uma amiga minha um dia destes pôs-se a pensar e chegou à conclusão de que todos os amigos dela saíram da pequena cidade onde todos moravam e neste momento vivem todos na aldeia e vão trabalhar à cidade.
    •  
      MRui
    • 18 junho 2010

     # 92

    Colocado por: lobitoA propósitio de prazos, estava a ler hoje não sei quê sobre as camas ilegais no Algarve que, apesar da "agilização" dos processos, as pessoas continuam a não legalizar. A vista, parece que o processo até não muito complicado. Mas as autarquias têm 60 dias para verificar se as instalações cumprem as regras...

    Também li essa notícia e como acontece em quase todas, não está completa. A questão noticiada implica registos nas finanças e pagamento de impostos. Como a fiscalização dessa matéria por parte das CM's é completamente inexistente, as pessoas continuam a baldarem-se. Ainda por cima, só aos que se registarem é que as CM's vão inspeccionar.
    É daquelas coisas que até era fácil apanhar os infractores. Todos têm tabuletas bem visíveis a anunciar a sua infracção.
  10.  # 93

    Colocado por: MRui
    Colocado por: lobitoA propósitio de prazos, estava a ler hoje não sei quê sobre as camas ilegais no Algarve que, apesar da "agilização" dos processos, as pessoas continuam a não legalizar. A vista, parece que o processo até não muito complicado. Mas as autarquias têm 60 dias para verificar se as instalações cumprem as regras...

    Também li essa notícia e como acontece em quase todas, não está completa. A questão noticiada implica registos nas finanças e pagamento de impostos. Como a fiscalização dessa matéria por parte das CM's é completamente inexistente, as pessoas continuam a baldarem-se. Ainda por cima, só aos que se registarem é que as CM's vão inspeccionar.
    É daquelas coisas que até era fácil apanhar os infractores. Todos têm tabuletas bem visíveis a anunciar a sua infracção.


    Talvez a solução fosse passar um pedacinho desses impostos para as Câmaras... Aposto que se tornavam muitíssimo mais diligentes. ;-)
  11.  # 94

    Colocado por: lobitoTalvez a solução fosse passar um pedacinho desses impostos para as Câmaras... Aposto que se tornavam muitíssimo mais diligentes. ;-)

    Já vão.
  12.  # 95

    Colocado por: Luis K. W.
    Colocado por: lobitoTalvez a solução fosse passar um pedacinho desses impostos para as Câmaras... Aposto que se tornavam muitíssimo mais diligentes. ;-)

    Já vão.


    Depois do que escrevi, por acaso pensei que já deveriam ir, realmente... Se calhar não vão o suficiente (ou seja, tal como na lei das rendas, se calhar as Câmaras preferem não cobrar impostos porque não lhes compensa em termos de paz social...)
  13.  # 96

  14.  # 97

  15.  # 98

    E que tal o Wall Street Journal de hoje (com os 7-0 na capa)?
  16.  # 99

    Boas

    ... resolvi abrir um tópico só com boas noticias.Económicas, que é o que esta a dar.

    Económicas? Como é que ponho isto aqui sem levar um ralhete? Talvez assim:

    É de prever a breve prazo um aumento da venda de instrumentos musicais.

    cumps
    José cardoso
  17.  # 100

    Ah, boa, já tinha lido umas coisas sobre isto, que acho fantástico. O meu marido diz que não sabe como é que se consegue educar uma criança sem ser num barco, mas tocar numa orquestra é também uma excelente maneira de passar uma série de valores sociais... sem que as falhas tenham resultados tão dramáticos como num barco, claro.

    Mas já que aqui estou, no mesmo jornal outro exemplo de uma coisa que me irrita muitíssimo (os portugueses não são os únicos a fazer isto, mas são mestres):

    http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1599956

    Em grandes parangonas: "Portugueses dizem que pobreza aumentou no país no último ano". O texto explicita:

    Mais de 90 % dos portugueses tem a percepção de que a pobreza aumentou em Portugal nos últimos 12 meses, segundo uma sondagem Eurobarómetro hoje, terça-feira, divulgada em Bruxelas.

    O inquérito mostra que 61 % dos inquiridos em Portugal consideram que a pobreza aumentou muito, a que acrescem os 30 % que respondem que aumentou ligeiramente.

    Estes números só são superiores na Grécia, onde 94 por cento dos inquiridos considera que a pobreza aumentou nos últimos 12 meses.A média dos 27 estados-membros da União Europeia (EU) é de 73 por cento, com 38 por cento a considerarem que a pobreza aumentou muito e 37 por cento a dizerem que cresceu ligeiramente.

    Questionados sobre se o orçamento doméstico é suficiente para pagar as despesas correntes, como as alimentares, 82 por cento dos portugueses responderam afirmativamente, sendo a média da UE de 83 por cento."

    Quer dizer, quando se se pergunta às pessoas se o mundo está perdido, respondem que sim. Se se lhes pergunta se têm razão de queixa, respondem: "Nem tanto assim".
 
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