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  1.  # 181

    óptimo macal, ficamos assim esclarecidos, logo, descontamos.
  2.  # 182

    Sendo acidente automóvel, paga a seguradora, infelizmente a minha irmã teve um e foi a seguradora que pagou tudo, alias nem passou nada por ela.


    Foi a fazer daquelas coisas que os maridos fazem, ..jogar à bola. (Mas foi remédio santo, nunca mais jogou!). Alice, no entanto, tem razão, a seguradora pagou tudo. Relembrou-me.
  3.  # 183

    Colocado por: CMartinMas se eu estiver às portas de algo muito grave, muito sério, (Deus me livre) acho que o seguro de saúde me irá valer de muito pouco.


    Nessa situação só deve recorrer ao hospitais públicos, é onde estão os médicos e os meios. Os hospitais públicos falham é na hotelaria, mas para isto há hotéis, não preciso de hospitais privados.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: CMartin
  4.  # 184

    Devia poder usar o seguro de saúde quando vou ao SNS (sobre o valor real). Até apitavam...
  5.  # 185

    Danobrega, até saltavam, ora ora!
    • macal
    • 28 setembro 2010 editado

     # 186

    Também observo as pessoas nos centros de saúde reclamarem por a consulta estar atrasada em relação à hora prevista.
    Também observo as pessoas nos consultórios privados onde pagam quantias absurdas estarem horas a fio caladinhas que nem ratos à espera.
  6.  # 187

    Deixo-vos esta notícia fresquinha, fresquinha, acabadinha de receber por e-mail para vosso deleite e respectivos comentários.(E depois digam-me : Os meninos querem que eu pague mais o quê do que já pago? Impostos? Não receber indemnização do privado? Dispensar o SNS ? Ah, pois, claro é só os meninos dizerem..).(Eu detesto revoluções, não sou nada destas coisas, ..mas que é "chato" de se ver, é).

    "Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE
    É uma golpada com muita classe, e os golpeados somos nós....
    Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve.
    Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregadora, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios.
    Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa com 12 mil euros por mês - ou seja, 2.400 contos - durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego.
    Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?».
    E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade própria!».
    E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais 2.400contos por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?».
    Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de acordo com artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos».
    Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE forem mais vantajosos para os seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica.
    Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a benção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes.
    Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de
    uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados
    baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma, de um desenfreado, e abusivo desavergonhado abocanhar do erário público. Mas, voltemos à nossa história.
    O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias,
    subsídio de Natal e ajudas de custo. 18 mil euros seriam mais de 3.600 contos, ou seja, mais de 120 contos por dia, sem incluir os subsídios de férias e Natal e ajudas de custo.
    Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE? A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o
    sector energético.
    E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não.
    A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço.
    Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte estou em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a nossa total indignação."
    Estas pessoas agradeceram este comentário: two-rok
  7.  # 188

    Colocado por: CMartinDeixo-vos esta notícia fresquinha, fresquinha, acabadinha de receber por e-mail

    Já tem anos que isso aconteceu.
  8.  # 189

    Colocado por: macalTambém observo as pessoas nos centros de saúde reclamarem por a consulta estar atrasada em relação à hora prevista.
    Também observo as pessoas nos consultórios privados onde pagam quantias absurdas estarem horas a fio caladinhas que nem ratos à espera.


    Eu sei cheguei a esperar (não em lista de espera) mas 5 horas por uma consulta no privado. Reclamei e barafustei, mas esperei, a barafustar, e paguei. Acontece nos melhores e nos piores, de bom e de mau.
  9.  # 190

    Já tem anos que isso aconteceu.

    Verdade? Não sabia, nem tinha ouvido falar. (Será que só "estoira" agora, como aconteceu com a Casa Pia?!)

    Estraga prazeres macal!
    • LuB
    • 28 setembro 2010 editado

     # 191

    Sr Macal, então? Nao vai responder?

    Os 1,5% que desconto para a ADSE, afinal vão para onde?
    ADSE = Assistência na saúde aos servidores do estado, ou não?
  10.  # 192

    Colocado por: LuBOs 11% que desconto para a ADSE, afinal vão para onde?


    http://www.portugal.gov.pt/pt/GC18/Documentos/MFAP/Rel_OE2010.pdf

    Penso que será o que está na página 142. É tudo junto num grande bolo chamado OE. :)

    Já agora, reparem no seguinte, da mesma página:

    Serviço Nacional de Saúde 8.698,7
    Juros e outros encargos da dívida pública 5.500,0

    O que se gasta em juros é da mesma ordem de grandeza do que o que se paga pelo SNS. Andamos a engordar os bancos e ainda falam em traçar a perna ao SNS. É melhor começar a pagar a dívida...
  11.  # 193

    E já agora..
    http://economico.sapo.pt/noticias/orcamento-do-estado-vai-subir-descontos-para-a-adse_96478.html

    "A medida vai constar o Orçamento do Estado para 2011. Serviços passam a contribuir com 3% por trabalhador."
    • LuB
    • 28 setembro 2010 editado

     # 194

    Aquilo é esquisito... Então os serviços públicos vão pagar para a ADSE, enquanto entidade empregadora....
    Que pescadinha de rabo na boca...
    Nós pagamos 11% e o estado paga, a si mesmo, mais 3%?...
    Engenharia financeira, será?
  12.  # 195

    O melhor é vir para cá o FMI,andaremos bem apertados,mas pelo menos haverá resultados futuros,pelo que se vê nada se faz de jeito.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: two-rok
  13.  # 196

    Macal,
    Mas quero esclarecer que nós descontamos para o SNS, como descontamos para o subsídio de desemprego, a baixa por doença, etc, porque descontamos para o sistema de segurança social, dá a impressão no seu discurso, macal, que não descontamos para SNS e isso não será verdade. Pois não?
  14.  # 197

    LuB, Que eu saiba todos os que trabalham por conta de outrém descontam 11% para o Sistema de Segurança Social (os privados) ou ADSE (o caso dos publicos).
    A LuB contribui e eu também, com 11% do salário.
  15.  # 198

    Nós pagamos 11% e o estado paga, a si mesmo, mais 3%?... Engenharia financeira, será?


    Seja qual for a intenção (e neste caso parece ser reduzir os custos de pessoal do Estado), é uma forma de transparência, porque imputa o custo da ADSE a cada serviço.
  16.  # 199

    Desculpem, vou ter que insistir nisto:
    O que está a ser dito é que nós não descontamos para o SNS? Macal, é isto que está a dizer, dos 11% de descontos ? Confirme por favor para esclarecer se eu estou a perceber o que está a dizer.(Ou está a dizer apenas que descontamos "indirectamente"?)
  17.  # 200

    Colocado por: CMartinLuB, Que eu saiba todos os que trabalham por conta de outrém descontam 11% para o Sistema de Segurança Social (os privados) ou ADSE (o caso dos publicos).
    A LuB contribui e eu também, com 11% do salário.


    Acho que nem todos. Eu sou profissional liberal mas presumo que alguns trabalhadores por conta de outrem (jornalistas?) também não descontem para a seg social.
 
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