Iniciar sessão ou registar-se
    • luisvv
    • 20 janeiro 2011 editado

     # 121

    Roma é dos Romanos! E cada profissão é da competência dos seus profissionais!
    Se alguém acha que faz melhor a profissão, então faça!!.... mas depois não venha pedir batatinhas!


    Precisamente. Corrigiria apenas: mas porquê "melhor"? Em alguma profissão há obrigação de ter só profissionais maravilhosos?

    Peço um "Blackout" a este Post, a todos os Arquitectos!

    Não peça... é que algumas das intervenções de arquitectos têm sido tão convincentes e esclarecedoras, que estou quase a contratar um arquitecto para desenhar uma casota para o cão que vou oferecer às minhas filhas.
  1.  # 122

    Colocado por: luisvvProvável. Mas, e daí?


    E daí que é óbvio que esse tipo de competências está (salvo algumas excepções que acredito ser uma percentagem minoritária), não faça perguntas desnecessárias, pois eu sei que o sr. compreendeu o meu ponto de vista, tem é uma forma esquisita de dar a entender que discorda ;-)

    Colocado por: luisvvE a quem cabe avaliar esse risco ?


    As entidades competentes, e quanto a mim, muito bem, já alteraram a lei nesse sentido (estando agora em fase transitória), pois eu não acho muito bem as pessoas OPTAREM por um engenheiro e depois queixarem-se que ele não soube fazer uma arquitectura em condições (já eu ouvi 2 ou 3 chicos-espertos em alturas diferentes virem com este tipo de desabafo, quando na realidade foram eles quem optaram por essa via.

    Colocado por: luisvvDa mesma forma, se tal acontecer com um engenheiro ou projectista, será porque escolheu o engenheiro errado...


    Aí concordo, pois qualquer engenheiro que exerça arquitectura é o engenheiro errado, pois não tem competência para tal.

    Colocado por: luisvvO que o two-rok tem que fazer é evidenciar a sua mais-valia, ou direccionar a sua actividade para um cliente que valorize mais o que tem para oferecer. O mesmo vale para os arquitectos...
    É chato? É, mas é disso que se faz a vida - nem todos gostam do mesmo que nós, e nem sempre identificamos os desejos do cliente..


    Não é chato, é quase impossível nos dias de hoje, o mais curioso é que a minha mais-valia é vista pelos potenciais clientes como algo que todos fazem, ou seja quando querem saber preços pensam que é igual ser A ou B a fazer, no final alguns já viram o bico ao prego e dão razão a quem os avisou e eles não deram ouvidos. Mas isto não é propriamente um produto, é um produto transformado. Tal como comer um cozido à portuguesa no restaurante X é diferente de comer o mesmo prato no restaurante Y.

    Colocado por: luisvvNão, não é assim - e daqui a uns tempos, pior...


    Por enquanto é assim que funciona, o cliente escolhe o "arquitecto".

    Colocado por: luisvvSim, é uma injustiça, tal como seria, no meu ramo (administração de condomínios), obrigarem todos os edifícios à contratação de uma empresa...


    Não queira comparar duas funções tão distintas. Sem querer desvalorizar a sua profissão (que valorizo tanto quanto qualquer outra profissão honesta), mas por exemplo no prédio onde moro a administração do condomínio é feita pelos condóminos bi-anual (muda a cada 2 anos), sendo um prédio com 6 apartamentos e sem elevador, é simplíssimo de gerir, ontem tivemos a reunião anual, tirando as despesas de limpeza e consumos, apenas foi necessário trocar uma peça da parte eléctrica. Claro que não é necessário nenhuma formação para qualquer adulto com o ensino básico para gerir ESTE condomínio de que falo (Haverá certamente condomínios muito mais complexos e aí penso ser impossível alguém administrar, sem contratar uma empresa como a do sr. luisvv).

    Colocado por: luisvvComo já aqui foi dito, confunde habilitação legal com competência. E parece pressupor que é alguma espécie de direito sagrado "fazer arquitectura" com o canudo.


    Não é sagrado e eu fiz questão de salientar 1 ou 2 páginas atrás, de que um arquitecto qualquer não serve, mas quanto a mim um arquitecto deverá ser sempre contratado, deverá logicamente ser bem escolhido tal como escolhemos um mecânico, um advogado, um engenheiro (para as especialidades), um electricista.

    Colocado por: luisvvOs maus e os bons, todos têm lugar, sendo que naturalmente alguns competem pelo preço, e outros não. Se o seu caminho é o preço, não tem que se queixar..


    Estas discussões com o sr. luisvv deixam-me desgastado psicologicamente :-P
    O meu caminho nunca foi o preço, pelo menos na construção nunca foi, conheço-a bem demais para saber que "milagres ninguém faz" (já digo isto à mtos anos). A construção envolve muitas condicionantes para andarmos aqui a "brincar aos legos".

    Agora viro a conversa ao contrário, um arquitecto faz um projecto de especialidade, onde calcula mal a estrutura de uma varanda, ela um dia cai em cima de alguém. E o sr. luisvv diz "who cares?" ;-)

    Colocado por: luisvvNem por isso o two-rok se lembra de exigir uma licenciatura em Ciências Culinárias a quem lhe faz as refeições, nem de a impor aos seus concidadãos, pois não? E trata-se da satisfação de uma das mais fundamentais necessidades humanas - a alimentação. Afinal, se há gente que se desunha para tirar um curso de culinária, porquê deixar ao cliente/consumidor a liberdade de escolher comer coisasprojectadas, cozinhadas por alguém sem o canudo? Certo que o cliente até pode só gostar de hamburgueres demasiado bem passados e com camadas de ketchup e mayonese, mas raios me partam se o gajo não devia ser obrigado a comer uma postinha mirandesa no restaurante do Chef Vitor Sobral...


    Esta conversa está-me quase a irritar, mas só quase :-P
    Quando as pessoas não querem discutir pontos de vista mas sim incuti-los é complicado, porque as palavras entram a 100 e saem a 200.

    Eu não lhe disse que se devia contratar só o Souto de Moura, ou disse? Ou disse que tinha de ser o Taveira? Não também não disse. Nem tão pouco disse que a casa tinha de ser como o arquitecto bem entendesse ou disse?
  2.  # 123

    j cardoso

    acho que foi na onda e talvez tenha perdido alguma objectividade, senão vejamos:

    1º sabe dizer ( até agora ) em % o numero de especialidades feitas por arquitectos comparado com a % de projectos de arquitectura sobrescritos por eng. ??? talvez a disparidade dos numeros dê para reflectir um pouco mais antes de ir por ai

    2º que eu saiba os arquitectos poderão ser peritos na área da térmica caso tenham formação para isso

    3º dentro de 3 anos ( acho que anda por ai) NÃO SÓ os engenheiros poderão subscrever projectos de arquitectura , COMO os arquitectos não poderão subscrever projectos de especialidades.

    Quanto ao design e respondendo tb ao zedasilva, estamos de acordo quando as empresas contratarem esse serviço especifico e o debitarem como tal. e na prática há que ver muito bem onde acaba a arquitectura e começa o design, não é linear em muitas situações. Devo tambem dizer que antes de entrar para a faculdade a minha área pedagógica até tinha mais cadeiras a ver com o design do que arquitectura e por acaso segui arquitectura ( hoje não estou arrependido) porque não havia mercado " oficial" para um designer e que estava mais ou menos convencionado que qualquer licenciado em belas artes podia fazer design. Outra coisa é que cursos de design especificamente são coisa mais recente e repare que os arquitectos demoraram mais ou menos meio século para ver reconhecida a sua exclusividade.
  3.  # 124

    Colocado por: luisvvPrecisamente. Corrigiria apenas: mas porquê "melhor"? Em alguma profissão há obrigação de ter só profissionais maravilhosos?


    Porque não melhor? Porque será que temos de lidar com mediocridade todos os dias?
  4.  # 125

    descendo o nivel

    sr. luis só esse exemplo da casota mostra bem que é um recalcado e caceteiro que usa da racionalidade parcialmente e tenta fazer dos outros parvos pegando em pontas solta. Só me pergunto se não é recalcado QUAL É o seu verdadeiro problema com os arquitectos?' uma vez, como já disse, só consegue ser racional e intelectualmente correcto, a espaços.
  5.  # 126

    Todos andam em volta da mesma cama, o problema é que ninguém se quer deitar...deja vu.
  6.  # 127

    A Associação Portuguesa de Designers (APD) e a Associação Nacional de Designers (AND) têm vindo a unir esforços no sentido de valorizarem e defenderem os interesses dos Designers portugueses. Ambas as Associações concordam que é fundamental cooperar para a criação de condições estruturantes que levem a um melhor desempenho e reconhecimento da profissão – actividade actualmente reconhecida a nível mundial como um dos principais motores da Economia, o que quando devidamente praticado resulta em benefícios para as empresas e Sociedade Portuguesa em geral.
    Neste contexto, a cooperação entre as Associações será formalizada através de um Protocolo cuja assinatura decorrerá no próximo dia 14 de Janeiro, na presença do Exmo. Senhor Presidente da Câmara de Guimarães, de Sua Exª. o Secretário de Estado da Energia e Inovação, do Magnifico Reitor da Universidade do Minho e de várias outras personalidades da vida política, empresarial e civil portuguesa.

    O Protocolo define as áreas de colaboração entre as Associações e constituí um marco histórico para a actividade do Design em Portugal, na medida em que representa um importante passo para a constituição do processo de criação da Ordem dos Designers
    http://apdesigners.org.pt/

    A vingança vai ser terrivel :))))
  7.  # 128

    Colocado por: marco1
    1º sabe dizer ( até agora ) em % o numero de especialidades feitas por arquitectos comparado com a % de projectos de arquitectura sobrescritos por eng. ??? talvez a disparidade dos numeros dê para reflectir um pouco mais antes de ir por ai


    Não vou acrescentar nada ao que já tinha dito, isto é, arquitectura para arquitecto, no entanto a frase citada levanta-me a questão:

    E fazendo essa analogia à actualidade da direcção técnica de obras, o que pensa sobre isso?

    Alguém atrás perguntou se conheciam algum eng. que recuse fazer um projecto de arquitectura, eu conheço um! Aliás que recuse arquitectura e qualquer especialidade que não seja a que tem "domínio".
  8.  # 129

    Só uma pequena achega, a Lei 31/2009 acabou com o conceito arquitectura vs especialidades. Agora existem 3 tipos de projectos ordenadores, e o resto é tudo especialidades (sim, a arquitectura também pode ser um projecto de especialidade, se o projecto ordenador for o de estabilidade ou paisagismo). E para cada especialidade são definidas as competências específicas.

    Quanto à vaca sagrada, parece-me que é ao contrário, a arquitectura é a única vaca profana.
  9.  # 130

    olhe, não quer ser mais especifico, ou só é especifico quando precisa de ajuda.

    qual cama qual carapuça, trata-se de uma questão de respeito, e era mais interessante batalhar-se pela competência e honestidade sem ser preciso estar a por em causa esta ou aquela profissão em si.
    Se calhar não é á toa que temos um titulo de uma obra literária nacional que diz: cantigas de escárnio e mal dizer.
  10.  # 131

    Marco a minha franqueza é igual na dúvida e na resposta, lamento o seu interregno.

    O que pensa sobre a elevada percentagem de arquitectos a fazer direcção técnica de obra?
  11.  # 132

    o meu ultimo post era para o Hélio como é evidente
  12.  # 133

    Ok, então peço desculpa.

    Mas quer responder à pergunta que fiz? Digo isto porque talvez o virar do projecto para a obra esclareça alguns pontos que seriam em potência atingíveis com este tópico.

    Obrigado
  13.  # 134

    RRufino

    neste momento???? conhece assim tantos???

    olhe eu em muitos anos de profissão devo ter feito 4 no máximo.

    em todo o caso penso que a leitura da lei 31/2009 que resultou de consenso entre eng e arq. esclarece muito bem como tudo será posto em pratos limpos.
  14.  # 135

    Colocado por: marco1
    em todo o caso penso que a leitura da lei 31/2009 que resultou de consenso entre eng e arq. .


    Olhe que não marco1, o consenso não é assim tão evidente :)
    http://www.engenhariacivil.com/peticao-portaria-1379-2009
  15.  # 136

    E daí que é óbvio que esse tipo de competências está (salvo algumas excepções que acredito ser uma percentagem minoritária), não faça perguntas desnecessárias, pois eu sei que o sr. compreendeu o meu ponto de vista, tem é uma forma esquisita de dar a entender que discorda ;-)

    Nada esquisita. É uma forma de o levar a dar o passo seguinte: sim, é possível ou provável. E depois? Se eu fizer uma tarefa apenas razoavelmente (ou até mal..), qual é o problema? O problema é entre mim e o cliente...

    As entidades competentes, e quanto a mim, muito bem, já alteraram a lei nesse sentido (estando agora em fase transitória), pois eu não acho muito bem as pessoas OPTAREM por um engenheiro e depois queixarem-se que ele não soube fazer uma arquitectura em condições (já eu ouvi 2 ou 3 chicos-espertos em alturas diferentes virem com este tipo de desabafo, quando na realidade foram eles quem optaram por essa via.


    Aí concordo, pois qualquer engenheiro que exerça arquitectura é o engenheiro errado, pois não tem competência para tal.

    Não. O seu argumento é válido para qualquer que seja a solução escolhida - voltamos ao mesmo: o canudo não garante satisfação ao cliente. A ausência não implica insatisfação.

    Não é chato, é quase impossível nos dias de hoje, o mais curioso é que a minha mais-valia é vista pelos potenciais clientes como algo que todos fazem, ou seja quando querem saber preços pensam que é igual ser A ou B a fazer, no final alguns já viram o bico ao prego e dão razão a quem os avisou e eles não deram ouvidos.

    Mais uma vez, é disso que se faz a vida. Escolhas, boas e más, e respectivas consequências.

    Por enquanto é assim que funciona, o cliente escolhe o "arquitecto".

    E já alguém perguntou ao cliente o que pensa?

    Não queira comparar duas funções tão distintas. Sem querer desvalorizar a sua profissão (que valorizo tanto quanto qualquer outra profissão honesta), mas por exemplo no prédio onde moro a administração do condomínio é feita pelos condóminos bi-anual (muda a cada 2 anos), sendo um prédio com 6 apartamentos e sem elevador, é simplíssimo de gerir, ontem tivemos a reunião anual, tirando as despesas de limpeza e consumos, apenas foi necessário trocar uma peça da parte eléctrica. Claro que não é necessário nenhuma formação para qualquer adulto com o ensino básico para gerir ESTE condomínio de que falo (Haverá certamente condomínios muito mais complexos e aí penso ser impossível alguém administrar, sem contratar uma empresa como a do sr. luisvv).

    Curioso o seu pensamento. Repare que eu também não defendo essa solução (pelo contrário, considero-a abominável), mas sou capaz de lhe mostrar que é uma tarefa de alta complexidade, que deve apenas ser acessível a quem reunir determinada certificação de competências..

    Estas discussões com o sr. luisvv deixam-me desgastado psicologicamente :-P O meu caminho nunca foi o preço, pelo menos na construção nunca foi, conheço-a bem demais para saber que "milagres ninguém faz" (já digo isto à mtos anos). A construção envolve muitas condicionantes para andarmos aqui a "brincar aos legos".

    Óptimo. Qual é o problema, então? Há gente que escolhe pelo preço em vez de valorizar outros factores ? Sim, e depois?

    Agora viro a conversa ao contrário, um arquitecto faz um projecto de especialidade, onde calcula mal a estrutura de uma varanda, ela um dia cai em cima de alguém. E o sr. luisvv diz "who cares?" ;-)

    Não, digo-lhe o mesmo que diria se fosse um engenheiro a calcular mal...

    Esta conversa está-me quase a irritar, mas só quase :-P Quando as pessoas não querem discutir pontos de vista mas sim incuti-los é complicado, porque as palavras entram a 100 e saem a 200. ?

    O problema não é discutir "pontos de vista", é fundamentá-los. E depois é difícil fundamentar coisas pensadas a la carte..

    Eu não lhe disse que se devia contratar só o Souto de Moura, ou disse? Ou disse que tinha de ser o Taveira? Não também não disse. Nem tão pouco disse que a casa tinha de ser como o arquitecto bem entendesse ou disse?

    Claro que não. Só disse que o gajo tem que ter aquele canudo - vamos lá voltar à metáfora da culinária: pode comer o hamburguer, desde que ele seja cozinhado por um licenciado em Ciências Culinárias, e inscrito na respectiva Ordem.
  16.  # 137

    Porque não melhor? Porque será que temos de lidar com mediocridade todos os dias?


    E eu pergunto de novo: porquê melhor?? Porque será que eu sou obrigado a optar pelo melhor, e não pelo que me apetecer ou pelo que eu considero mais adequado, segundo a minha grelha de avaliação?
  17.  # 138

    pelos visto não é a lei mas a portaria que se seguiu que gerou esse protesto dos eng.s
    no entanto tem alguma dúvida ( eu não tenho) das reais intenções dos eng.s ao quererem a total exclusividade pela direcção de obra. ( como se o burro do arquitecto não percebesse nada de obras, digo obras, não especialidades)
  18.  # 139

    Estou só à espera que o Luís responda a esta parte " Porque se ofereceram os cálculos de estabilidade a uma classe profissional? E as intervenções cirúrgicas a uma outra classe que até tem poder para decidir quantas pessoas se podem formar, por ano, nessa actividade?", e já continuamos.
  19.  # 140

    Colocado por: marco1o meu ultimo post era para o Hélio como é evidente

    Caro marco1,
    Quer-me parecer que interpretou mal o sentido das minhas palavras. O que quis dizer é que toda a gente sabe a resposta à pergunta tópico, ou o que andará "à volta" dela, mas preferem discutir alhos quando a intenção era falar de bugalhos.
 
0.0338 seg. NEW