Finalmente já obtive resposta da ordem dos arquitectos aqui vai para conhecimentos de todos.
Ex.mos Senhores,
Relativamente às questões que colocam, por mensagem de 30 de Maio, temos a informar que a inscrição de um Arquitecto que exerça a profissão em Espanha é possível ao abrigo da Directiva 2005/36/CE, de 07 de Setembro, que respeita ao reconhecimento das qualificações dentro da União Europeia.
A inscrição na Ordem dos Arquitectos é indispensável para usar o título profissional de arquitecto e praticar os actos próprios da profissão em Portugal, que são, conforme o n.º 3 do art.º 42.º do Estatuto:
"3. Os actos próprios da profissão de arquitecto consubstanciam-se em estudos, projectos, planos e actividades de consultoria, gestão e direcção de obras, planificação, coordenação e avaliação, reportadas ao domínio da arquitectura, o qual abrange a edificação, o urbanismo, a concepção e desenho do quadro espacial da vida da população, visando a integração harmoniosa das actividades humanas no território, a valorização do património construído e do ambiente.
Nestes termos, desde que o arquitecto em questão disponha de um título de formação inscrito na referida Directiva e exerça legalmente a profissão no país de origem, é possível a sua inscrição na Ordem dos Arquitectos por estabelecimento ou através de uma inscrição temporária, sem estabelecimento e por tempo limitado, que durará enquanto o interessado exerce a actividade de prestação de serviços em Portugal, para a intervenção objecto de declaração.
bom ganda obsessão pelos arquitectos espanhóis, mais um pouco leva-me a crer que por aqui anda gato, mas olhe só se for mesmo em arquitectura, desgraçados depois não têm quem lhes faça as obras porque infelizmente ou felizmente os espanhóis de construção nada ou pouco sabem (pronto tijolo a vista escapa)
O conhecimento que a "claudiaMartins" tem do estúdio a publicidade que lhes esta a fazer e a vontade que tem em que eles trabalhem em Portugal mais parece que vai abrir uma sucursal.
O que me incomoda é que a história de "trolha" (entre aspas porque cá para a zona não chamamos trolha)serve para tudo, quando dá jeito - desde zaha hadid e peças de design a caixas de redes prediais.
Ser trolha é bastante prestigiante, pelo menos no meu meio. Isso de andar sempre com o argumento de que o trolha não é ouvido no meio de engenheiros e/ou arquitectos, já é chão que deu uvas.
?, se aqui tem sido tratado como um par, porquê que insiste no argumento?
PS: O meu pai é "trolha" e é uma das pessoas mais inteligentes que conheço. Sei do que falo.
Recebemos hoje no nosso e-mail um alerta de que o nosso nome fora comentado neste fórum. O arqº Pedro Barradas, com quem tivemos o prazer de colaborar, indicou o nosso nome como um atelier Português que poderá corresponder às suas expectativas sobre a ideia de casa .
Estivemos a ler o fórum e percebemos o que procura quando pede ao atelier A-cero que lhe faça o projecto da sua casa. Estamos convictos de que podemos corresponder à suas expectativas e gostávamos de lhe apresentar o nosso portfólio ou agendar uma reunião de apresentação. A escolha da EMBAIXADA é em tudo preferível à de um atelier externo, principalmente por estarmos a falar de uma casa. Os tempos e custos de projecto e acompanhamento de obra podem duplicar pela dificuldade relativamente à legislação, à língua, das visitas à obra, do conhecimento da disponibilidade de materiais em Portugal bem como da sua aplicação pelos empreiteiros locais, etc... É de sublinhar a importância de um acompanhamento da obra regular que em determinadas fases, no nosso atelier, chegam a ser diárias.
Não sendo as questões técnicas as mais determinantes, e considerando que é uma pessoa com uma perspectiva alargada em termos do que pode ser a arquitectura contemporânea, pelo que teríamos todo o interesse em desenvolver a nossa investigação consigo.
Eu não estava a falar de si... O cheirinho a cimento do meu pai é que é inconfundível.
Você pode ter a profissão que tiver, agora isso não é motivo para achar que é constantemente perseguido ou ostracizado pela sua profissão. Ou até pode ser, mas é tanto como eu ou como qualquer um daqui. Você persiste é me mencionar isso como se fosse um factor de diferenciação (nem sempre positivo), e é aí que eu acho que não é justo para a comunidade trolha.