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      MRui
    • 8 junho 2011

     # 41

    Colocado por: AnarimCompreendo o seu desapontamento, mas deixar de votar é pactuar com esta situação que acaba de reprovar, pois não votando só benefia estes partidos.

    Compreendo a sua compreensão, mas não acertou uma.

    Colocado por: Anarim(...) pois não votando só benefia estes partidos.

    Quais [estes] partidos? Não votando, beneficia ou prejudica todos por igual.

    Colocado por: Anarim(...) deixar de votar é pactuar com esta situação que acaba de reprovar (...)

    E se eu lhe disser que é exactamente o contrário?! Que votar é que é pactuar com esta situação que invariavelmente serve sempre os mesmos.
    É preciso ter coragem e começar a dizer que este regime não serve. A democracia efectiva só é possível em estádios de desenvolvimento muito superiores ao nosso. Numa realidade de sub-desenvolvimento, seja material e/ou intelectual, aquilo que existe é uma democracia totalitária dominada pelo poder económico. E o resultado está à vista: o controlo e a manipulação do "povo" por essas classes dominantes não permite qualquer mudança por via "democrática". E, continuar a votar, é apoiar este sistema e este regime mascarado de democracia.
  1.  # 42

    Colocado por: MRui
    Compreendo a sua compreensão, mas não acertou uma.


    Quais [estes] partidos? Não votando, beneficia ou prejudica todos por igual.


    E se eu lhe disser que é exactamente o contrário?! Que votar é que é pactuar com esta situação que invariavelmente serve sempre os mesmos.
    É preciso ter coragem e começar a dizer que este regime não serve. A democracia efectiva só é possível em estádios de desenvolvimento muito superiores ao nosso. Numa realidade de sub-desenvolvimento, seja material e/ou intelectual, aquilo que existe é uma democracia totalitária dominada pelo poder económico. E o resultado está à vista: o controlo e a manipulação do "povo" por essas classes dominantes não permite qualquer mudança por via "democrática". E, continuar a votar, é apoiar este sistema e este regime mascarado de democracia.


    E se exercer o direito de voto e não colocar a cruz em nenhum, o chamado voto em branco?? É que não votar ainda pode ser confundido com aqueles que já morreram e ainda fazem parte dos cadernos eleitorais..
  2.  # 43

  3.  # 44

    Colocado por: MRui
    Compreendo a sua compreensão, mas não acertou uma.


    Quais [estes] partidos? Não votando, beneficia ou prejudica todos por igual.


    E se eu lhe disser que é exactamente o contrário?! Que votar é que é pactuar com esta situação que invariavelmente serve sempre os mesmos.
    É preciso ter coragem e começar a dizer que este regime não serve. A democracia efectiva só é possível em estádios de desenvolvimento muito superiores ao nosso. Numa realidade de sub-desenvolvimento, seja material e/ou intelectual, aquilo que existe é uma democracia totalitária dominada pelo poder económico. E o resultado está à vista: o controlo e a manipulação do "povo" por essas classes dominantes não permite qualquer mudança por via "democrática". E, continuar a votar, é apoiar este sistema e este regime mascarado de democracia.


    E não votar, resolve esse problema?
    Não votar é abster-se das decisões e deixa de ter direito moral para criticar o que quer que seja. Para haver mudança, e esta é mais que necessária, é votar nos partidos pequenos, que não devem favores e defendem os seus ideais sem pressão de quem quer que seja.
  4.  # 45

    A fome que o filho do pobre sente, muitas vezes começa no desperdício que o filho do rico promove. Na política doméstica e internacional sucede o mesmo.

    Giba
    Concordam com este comentário: DEEPblue, Anarim
  5.  # 46

    Colocado por: Luis K. W.
    O famoso «monstro» é outra coisa.

    É o funcionalismo público que aumentou desmesuradamente no tempo em que o actual PR era PM.
    E a definição, diz-se, é dele próprio - que terá acrescentado que a única solução era matá-los (porque os reformados continuam a custar aos cofres do Estado).

    Eu acrescentaria a esse «monstro» o aumento debenessesconcedidas a vários grupos na época desse mesmo PM (nomeadamente aos professores, que passaram TODOS a poder atingir o topo da carreira antes dos 50 anos de idade - situação em que poderiam, por exemplo os profs. do secundário, dar 12 ou menos horas de aula por semana e ter 3mil euros de ordenado!).
    Concordam com este comentário:speedsteer,pdavidmarques,Anarim


    Deixo aqui um link a comprovar o que já tinha dito:

    http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=824877

    Em relação ao funcionalismo público, o problema é que toda a gente acha que todos os funcionários públicos ganham o que um professor ou um juiz ganha, a verdade é bastante diferente. É por causa desses senhores que a média de salários é mais alta no sector público do que no privado, porque se forem a ver a maior parte dos salários nas câmaras e juntas, veram que os funcionários ganham mal.

    Depois dizem que há muitos funcionários públicos em Portugal, mas os dados dizem o contrário:

    http://befelgueiras.blogs.sapo.pt/125029.html

    Há muita coisa mal na máquina do estado, eu por exemplo não percebo a necessidade de haver duas forças policiais com a mesma missão (PSP/GNR), não percebo para quê termos lanchas na GNR quando temos a Marinha para isso, não percebo termos mais de 100 oficias superiores nas Forças Armadas e GNR, não percebo para quê helicopteros no Exército, não percebo para quê termos 2 especialidades que na prática são Infantaria Ligeira de Assalto no Exército (Pára-quedistas e Comandos), não percebo haver tanto curso universitário que produz profissionais de duvidosa qualidade e sem qualquer hipotese de encontrarem trabalho em Portugal na sua área, ...
  6.  # 47

    Isto do número de funcionários públicos não quer dizer "batatas". Se for uma empresa pública mas que por exemplo crie um produto que seja exportado, é bom e deveria haver mais pois cria riqueza. Agora se a mesma empresa for só de serviços que não criem riqueza de pouco vale e dessas é o que há em Portugal. Até podiamos ser todos funcionários públicos e termos uma economia rica, bastava que para isso a grande maioria desse capital investido gerasse riqueza.
    Concordam com este comentário: Anarim
    Estas pessoas agradeceram este comentário: branco.valter
  7.  # 48

    Eu sou um bocado à antiga, para mim serviços são serviços, o que produz riqueza REAL são o sector primário e terceário, o resto é o resto (e eu trabalho no resto). Já viram que a nossa agricultura está completamente vocacionada para o exterior? O que é produzido em Portugal para ser consumido pelos portugueses? Pouco muito pouco, a pesca está uma lástima já que os nossos armadores receberam do bom e do melhor para abater a frota pesqueira nacional e em compensação os espanhóis foram essentivados a construir mais e melhores barcos de pesca. Já viram que temos a região norte com um elevado número de desmpregados porque as industrias fecharam portas por causa dos Chineses ou então foram deslocalizadas para os países do leste? A única coisa que aumentou foi o número de pessoas a trabalhar nos serviços, e o que os "serviços" criam? Pode uma pessoa alimentar a sua familia com os "serviços", pode vestir os filhos com "serviços"? Pois é, quando os EUA rebentarem de vez quero ver que "serviços" vão aguentar.
    Concordam com este comentário: Jorge Rocha
  8.  # 49



    Eu levo-o ao aeroporto!!!

    Eu levo-o ao aeroporto!!!
    Concordam com este comentário: Neon, dutilleul, Anarim
  9.  # 50

    E é melhor não estacionar o carro, pois breve terá que levar outros ao aeroporto!
  10.  # 51

    Olha que pior que o sô Ingenheiro é dificil, alguém que duplicou a divida pública para o dobro em 6 anos é preciso ser competente, mesmo muito competente para conseguir tal proeza (porque nem um incompetente conseguia).
    Concordam com este comentário: Neon, dutilleul, Anarim
  11.  # 52

    Colocado por: lobitoOlhe, monstro é eu ir hoje buscar uma pedra marmore de 80cmx40cm para pôr em cima duma mesa e pedirem-me a matricula do carro, o local da entrega, e darem-me um papel em 3 exemplares. Nao ha pais que aguente estupidezes destas

    Boas..............
    observe a quantidade de monstros a que temos que lidar no dia a dia para não sermos multados,nós os serralheiros e idem.
  12.  # 53

    Colocado por: O.MartinsNão considero estupidez. É esse o caminho.

    Afinal diziam mal do comunismo da Rússia,e agora apoiam-no.

    Colocado por: O.MartinsA partir de quantas pedras se justificaria uma guia de transporte?

    5?
    10?

    Quem define esse número?

    Justifica não haver guias...apenas facturas...duvido que não haja quem faça livro de guias fictícias para polícia ver.(uma boa forma de fugir ao fisco,aliás mais proveitoso para quem faça(grandes negócios)

    Colocado por: O.MartinsÉ mais simples e transparente, toda a compra de 1 ou 100 peças ser acompanhada de uma guia.
    Uma sociedade tão habituada a fugir ao fisco tem que levar com "estupidezes" destas.

    Quem observar o que o O.Martins escreve,é capaz de pensar que através de uma guia não se foge ao fisco.

    Colocado por: O.MartinsSe fossemos juntar todas as pedras vendidas que não foram declaradas e não resultaram em impostos para o estado dáva para construir umas tantas escolas e hospitais.

    Fora a quantidade de pedras que são transportadas às toneladas sem qualquer factura,apenas com uma carrada de guias...(digo eu)

    Colocado por: O.MartinsO facto do estado, depois, encaminhar bem ou mal esse dinheiro, é outro problema. Não vamos ser chico-espertos e usar esse argumento para justificar um erro.

    Os chicos espertos muitas vezes são quem sobrevive à crise,muitas vezes a economia paralela ajuda muito mais o desenvolvimento que a economia dita.

    Colocado por: O.MartinsSe eu pago os meus impostos, custa-me entender que haja quem não os pague.

    Já não me custa absolutamente nada entender quem não pague impostos...se deixarei de o entender quando se souber que haja vontade política e judicial de saber para onde foram 3% do pib português parar...ainda ninguém foi responsabilizado e nem sequer se fala nisso(BPN/BPP)
  13.  # 54

    Colocado por: Rui A. B.E se exercer o direito de voto e não colocar a cruz em nenhum, o chamado voto em branco?? É que não votar ainda pode ser confundido com aqueles que já morreram e ainda fazem parte dos cadernos eleitorais..

    Por aí nem sequer se nota a diferença entre um vivo e um morto.
  14.  # 55

  15.  # 56

    Colocado por: branco.valterDeixo aqui um link a comprovar o que já tinha dito:

    Esse link não observa nem debate o dinheiro que disparatadamente disparou no centro cultural de Belém...(Cavaco)
    Esse link não observa nem debate o dinheiro que disparatadamente foi gasto em doses milionárias aos agricultores para deixarem de produzir......(Cavaco/Catorga)
    Esse link não observa nem debate o dinheiro que disparatadamente foi gasto em prisões que presumidamente seriam feitas para soldados depois do 25 de Abril(vejam bem)exemplo as prisões entre Vale de Lobos e Belas...que afinal a guerra já tinha acabado,e depois se chegou à conclusão que não seriam precisas para esse efeito.(Cavaco)
    Esse link não observa sequer a quantidade de autoestradas feitas com dinheiro da UE sem ter sido aplicado quase nada na economia real.(Cavaco)
    Esse Link não observou sequer os aumentos abruptos dos ordenados da função pública por mero interesse eleitoral(Cavaco)

    Colocado por: branco.valterEm relação ao funcionalismo público, o problema é que toda a gente acha que todos os funcionários públicos ganham o que um professor ou um juiz ganha, a verdade é bastante diferente.


    A maior diferença nesse aspecto foram as contínuas deliberações na assembleia da república feitas pela maioria de Cavaco,em que se aumentava por exemplo 5% quem ganhasse 80 contos,e se aumentaria em 15% quem ganhasse 500 contos.(Cavaco)

    Colocado por: branco.valternão percebo haver tanto curso universitário que produz profissionais de duvidosa qualidade e sem qualquer hipotese de encontrarem trabalho em Portugal na sua área, ...

    Vá beni.
  16.  # 57

    Colocado por: ExtrapartnerO que a mim me custa é ir buscar uma pedra e pagar 23% de IVA, isso sim doiiii.

    Irá doer mais quando estiver a 25%.
  17.  # 58

    Colocado por: branco.valterOlha que pior que o sôIngenheiro é dificil, alguém que duplicou a divida pública para o dobro em 6 anos é preciso ser competente, mesmo muito competente para conseguir tal proeza (porque nem um incompetente conseguia).

    Isto é verdade...aliás Salazar era competentíssimo,deixou o país riquíssimo(cheio de ouro nos bancos e no banco de Portugal)sem qualquer alicerce para futuro,enquanto outros considerados imcompetentes deixaram dívidas externas,mas com alicerces para futuro.
    Há que tirar o chapéu aos empresários que dão tudo por tudo para se modernizarem arriscando o que têm e o que não têm comprando máquinas por exemplo deixando défice em suas empresas para competir modernamente.
  18.  # 59

    Colocado por: j cardosoÉ a Europa radarizada:

    Mais uma vez observei no 2º canal à noite este grande vulto português...estava muito à frente em seu tempo,e continua muito à frente actualmente.
  19.  # 60

    1. Irresponsáveis, os portugueses?
    Continuo a achar que, colectivamente, somos de uma enorme inteligência.
    E o facto de o país ser tão diferente de Norte a Sul só o torna mais equilibrado.
    . Vejam, por exemplo, o resultado das últimas eleições:
    Deixamos a hipótese de haver várias e desvairadas coligações maioritárias [PSD-CDS; PSD-PS; PSD-PS-CDS;... e até PSD-BE-CDU :-) ]

    . No pós-25 de Abril, e apesar do ambiente «revolucionário», nunca votámos em soluções radicais. Votámos precisamente no partido que mais legitimidade tinha para combater os radicalismos.

    . Quando olhamos para trás, na nossa História, temos períodos em que nos levantámos e o resultado ainda hoje impressiona.
    A originalíssima revolução de 1385; a escolha para rei, em 1580, do NOSSO Filipe I, que veio a ser o maior rei da História Universal; a valentia com que nos batemos na primeira guerra mundial (não a de 14-18! A PRIMEIRA guerra mundial foi a de 1600-1663!!), em que resistimos ao capitalismo emergente; e podia continuar ...

    2. Alto do Pina!! Alto do Pina!! Alto do PIna!! Ganhááááámos! Oops. Desculpem. O meu recentíssimo bairrismo veio ao de cima... :-)
 
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