Colocado por: luisvvDe novo a reafirmação de que só eu sei ler, e cá estamos nós:eu a reafirmar que a frase foi truncada e que quem a cita não a cita completa, e que portanto está a discutir algo que não é exacto nem correcto.
Colocado por: luisvve se ao menos alguém tivesse, sei lá, lido as declarações do homem....mas isso dá trabalho, parece que são 2 linhas e nao temos tempo...
Colocado por: luisvvEsqueceu-se então de que um de nos teria que amputar parte do seu corpo para termos a mesma estatura. E deveríamos pesar o mesmo. E pelo sim pelo nao, assegurar que ambos temos as mesmas capacidades físicas...
Enfim, patético...
Colocado por: Jorge RochaE os badamecos dos nossos governantes levaram a sério a metas estabelecidas pela UE;ou seja a ALEMANHA.
Será que eu sou burrinho de todo ou há aqui qualquer coisa que não bate certo?
Em 2 diz-me que a "crise" está a fazer um "bom trabalho", dá-me um exemplo desse "bom trabalho" em 3, no entanto no fundo o que me está a dizer em 1 é que uma redução salarial pode acabar com 2 e 3 (ou não conhecesse-mos nós muito bem os portugueses).
Isto não tem nada a ver com concordar ou discordar (nenhuma das 3), mas sim com o ser coerente com uma linha de raciocínio, encontrar A solução e não UMA solução (que de preferência só mecha com os outros).
Por outro lado mistura dois tipos de empresas completamente diferentes, e 2 baseia o seu argumento num tipo de empresas e depois justifica-o recorrendo a outro tipo de empresas em 3.
E eu até sou apenas um gajo dos computadores ...
Colocado por: luisvvO exemplo da restauração é discutível mas razoável
Colocado por: luisvvA solução dos ganhos de competitividade a muito curto prazo serviria para ganhar tempo.
Colocado por: oxelfeR (RIP)Boas,
Por acaso na altura "decisiva" não era bem a Alemanha que mandava ...
Divirtam-se,
João Dias e seu gato psicanalista
Colocado por: Jorge RochaNão...não era a Alemanha,era o Bundasbank!
Colocado por: oxelfeR (RIP)Boas,
Não senhor.
Divirtam-se,
João Dias e seu gato psicanalista
"A limpeza de uma economia corresponde, na prática, à destruição de sectores ineficientes e sustentados por um modelo de desenvolvimento que já não é possível manter, a crédito e suportado pelos favores do Estado, leia-se dos políticos. Sim, os sectores não-transaccionáveis estão em vias de extinção.
Se por um lado me diz que o "desaparecimento" dessas empresas é benéfico para a economia (fica "limpa"), por outro lado diz-me que podemos/devemos evitar esse "desaparecimento" fazendo uma redução salarial.
Quer dizer que se fizermos uma redução salarial evitamos as falências dos restaurante, mas não ficamos com uma economia "limpa".
há quem queira á força tapar o sol com a peneira e deixe-me que lhe diga não tinha essa opinião de si chega a ser desonesto
dois pontos apenas:
-dizer que é uma emergência reduzir salários mas que isso não pode ser de maneira nenhuma uma perspectiva de futuro É O QUÊ AFINAL, não é dizer para baixar os salários??????? brincamos???? e sendo assim é a ideia dele, PÉSSIMA, no dia em que ele e outros tantos estivessem arrasca de certeza que iriam pensar noutras soluções, cambada, isto não é um jogo de monopólio é o jogo da vida de pessoas.
-quanto ás analogias, não seja desonesto e ponha as coisas na dimensão que eu propus e não invente ( acrescente o mais alto ou mais baixo) não lhe interessa tirar conclusões com os pressupostos que eu pus pois não ??? só interessa é ver as coisas pelos seus pressupostos não é ?? se não for segundo os seus pressupostos o luisvv trata logo de disvirtuar o modelo dos outros sem que se interesse em discuti-lo.
boa táctica mas para totós.
e não leve a mal mas o luisvv com toda a sua sapiência decididamente pertence aquele rol de pessoas que nunca me há-de convencer de nada.Concordam com este comentário:Jorge Rocha
Colocado por: Jorge RochaSugere então que não há lugar a bancos privados?
Se a mim há coisa que me mete confusão é o "ganhar tempo", andamos há anos a "ganhar tempo", dizem-nos que as verdadeiras "reformas" necessárias demoram tempo e temos de "ganhar tempo" para as efectuarmos, e no fundo o que acontece sempre: vai-se o tempo e cada vez ficamos pior.
Colocado por: luisvvPorque não são possíveis "reformas". Podia engatar aqui outra vez a cassete da impossibilidade de o Estado saber melhor que nós o que fazer ao nosso dinheiro, mas já o fiz tantas vezes..