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  1. Boas,

    Colocado por: luisvvDe novo a reafirmação de que só eu sei ler, e cá estamos nós:eu a reafirmar que a frase foi truncada e que quem a cita não a cita completa, e que portanto está a discutir algo que não é exacto nem correcto.


    Colocado por: luisvve se ao menos alguém tivesse, sei lá, lido as declarações do homem....mas isso dá trabalho, parece que são 2 linhas e nao temos tempo...


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  2. Colocado por: luisvvEsqueceu-se então de que um de nos teria que amputar parte do seu corpo para termos a mesma estatura. E deveríamos pesar o mesmo. E pelo sim pelo nao, assegurar que ambos temos as mesmas capacidades físicas...
    Enfim, patético...

    Eu não colocaria a questão assim...
    Colocaria desta forma...

    Para manter o corpão teria que ter ou gastar o mesmo que os outros.

    Ou seja...se pode gastar dinheiro emprestado em autoestradas para importar bens da Alemanha...pode gastar dinheiro para se autodesenvolver com as mesmas regras,ou seja...produzir para criar riqueza,e não foi o que a Alemanha impôs aos restantes países,basta observar Portugal que era indeminizado para não produzir!(e não podia produzir)
    E os badamecos dos nossos governantes levaram a sério a metas estabelecidas pela UE;ou seja a ALEMANHA.

    Agora gritam que não somos produtivos,por isso temos que apertar o cinto!
  3. Boas,

    Colocado por: Jorge RochaE os badamecos dos nossos governantes levaram a sério a metas estabelecidas pela UE;ou seja a ALEMANHA.


    Por acaso na altura "decisiva" não era bem a Alemanha que mandava ...

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  4. Será que eu sou burrinho de todo ou há aqui qualquer coisa que não bate certo?
    Em 2 diz-me que a "crise" está a fazer um "bom trabalho", dá-me um exemplo desse "bom trabalho" em 3, no entanto no fundo o que me está a dizer em 1 é que uma redução salarial pode acabar com 2 e 3 (ou não conhecesse-mos nós muito bem os portugueses).
    Isto não tem nada a ver com concordar ou discordar (nenhuma das 3), mas sim com o ser coerente com uma linha de raciocínio, encontrar A solução e não UMA solução (que de preferência só mecha com os outros).
    Por outro lado mistura dois tipos de empresas completamente diferentes, e 2 baseia o seu argumento num tipo de empresas e depois justifica-o recorrendo a outro tipo de empresas em 3.
    E eu até sou apenas um gajo dos computadores ...


    Podemos concordar ou discordar do diagnóstico deste ou daquele, e das soluções, de tudo, no fundo. Mas o que o autor está a dizer é um bocado diferente (palavras dele, não minhas):

    1) A solução dos ganhos de competitividade a muito curto prazo serviria para ganhar tempo. Manter em actividade empresas e pessoas. A alternativa é a saída do euro e desvalorização cambial - como foi feito na década de 80: desvalorização da moeda, aumentos de ordenados em 2 dígitos e 20% de inflação. Os ordenados foram efectivamente reduzidos em termos reais.

    2) Aqui é já outra coisa: o que está a acontecer é a queda de sectores que não existiriam sem o crédito artificialmente baixo e a consequente alocação ineficiente de recursos: as empresas de construção, que dependem em cascata das obras públicas, que só são possíveis com crédito barato, que não voltará a haver tão cedo (redução de 200 e tal mil postos de trabalho?), a restauração e outros serviços idem;

    3) O exemplo da restauração é discutível mas razoável: o rendimento disponível das famílias foi empolado artificialmente pelo crédito; quando esse efeito do crédito acaba, é razoável pensar que se pondere o que é menos essencial e mais facilmente "cortável" ou substituível; sem a máscara do dinheiro emprestado, o que sobra na economia é menos, e é natural que alguns sectores sofram mais que outros; quem exporta está menos sujeito a esses problemas, e é até provável que beneficie do esforço de redução de custos dos fornecedores por exemplo;

    Claro que há outros aspectos não considerados no texto: a bem dizer, a restauração é um sector onde foram, até há pouco (e não duvido que continuem a ser) generalizadas práticas de fuga aos impostos (aliás, havia software para que as registadoras emitissem facturas num sistema paralelo, sem registo na contabilidade oficial).

    É natural portanto que o aumento do IVA não seja especialmente sentido (embora a pressão inspectiva possa ter o mesmo efeito.... ).

    Em todo o caso, a tese do autor é: certos sectores cresceram à sombra de consumo que não era possível sem o crédito extremamente barato. No final disto, os que sobreviverem serão os mais capazes, e os recursos entretanto libertados serão reafectados a outros sectores.
  5. Boas,

    Agora és tu que estás a ler o que lá não está:

    Ele dá o 3 (restauração) como o exemplo do 2 o que torna o texto uma grande salgalhada.
    - a restauração viveu à custa do favores do estado e políticos.
    - a restauração viveu à custa do crédito barato.

    "A limpeza de uma economia corresponde, na prática, à destruição de sectores ineficientes e sustentados por um modelo de desenvolvimento que já não é possível manter, a crédito e suportado pelos favores do Estado, leia-se dos políticos. Sim, os sectores não-transaccionáveis estão em vias de extinção.

    Um exemplo: a restauração"

    Se por um lado me diz que o "desaparecimento" dessas empresas é benéfico para a economia (fica "limpa"), por outro lado diz-me que podemos/devemos evitar esse "desaparecimento" fazendo uma redução salarial.
    Quer dizer que se fizermos uma redução salarial evitamos as falências dos restaurante, mas não ficamos com uma economia "limpa".


    Colocado por: luisvvO exemplo da restauração é discutível mas razoável


    Claro que é razoável.
    Por mim até pode ser o mais razoável do mundo, é por acaso um dos exemplos que nunca percebi neste mundo.
    Vou a uma empresa, pago um serviço e ainda tenho de deixar gorjeta ...

    Colocado por: luisvvA solução dos ganhos de competitividade a muito curto prazo serviria para ganhar tempo.


    Se a mim há coisa que me mete confusão é o "ganhar tempo", andamos há anos a "ganhar tempo", dizem-nos que as verdadeiras "reformas" necessárias demoram tempo e temos de "ganhar tempo" para as efectuarmos, e no fundo o que acontece sempre: vai-se o tempo e cada vez ficamos pior.


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  6. Boas,

    PSP e Fisco na rua atrás de sinais exteriores de riqueza
    A Polícia de Segurança Publica (PSP) e as Finanças vão identificar e controlar todos os automóveis de valor igual ou superior a 50 mil euros.
    http://expresso.sapo.pt/psp-e-fisco-na-rua-atras-de-sinais-exteriores-de-riqueza=f731025

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  7. Boas,

    Ex-empresa de Relvas sob suspeita
    A Finertec, empresa que Miguel Relvas administrou, até maio do ano passado, foi investigada na "Operação Furacão"
    http://visao.sapo.pt/ex-empresa-de-relvas-sob-suspeita=f668518

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  8. Boas,

    A náusea
    A diferença entre o “estado profundo” turco e o “estado superficial” português está, pois, apenas em saber quanto alastrou a doença. É que, como nas árvores, ela pode atacar a democracia tanto pelas folhas como pelas raízes.

    Na Turquia a sociedade toda — a civil, a militar, e os curdos — vive obcecada com a existência de uma coisa a que chamam de “o estado profundo”. O “estado profundo” consiste nas fundas raízes que os serviços secretos, polícias e exército, mancomunados com elementos dos negócios e da política, sem esquecer, é claro, um sistema judicial moroso e manipulável, lançam até até aos alicerces de toda a vida nacional.
    Em Portugal talvez não haja “estado profundo”. Mas vamos sabendo que existe o “estado superficial”. É uma espécie de babugem na qual fermentam criaturas sem conhecimento mas com “conhecimentos”, sem cultura política mas com cunhas metidas por políticos, com um percurso feito entre lojas maçónicas manhosas e carreiras nas juventudes partidárias, e trocando empregos arranjados por políticos em setores às vezes nevrálgicos do estado por favores de umas empresas que por sua vez arranjam emprego a políticos quando estes não foram escolhidos para as listas de deputados.

    Lendo sobre o “caso Relvas” na imprensa vejo uma referência que me perturba. Como é sabido, o ministro omitiu a existência de uma reunião com o ex-espião Jorge Silva Carvalho quando este estava já na Ongoing. O que me chama a curiosidade é a empresa que Miguel Relvas, a cerca de um mês de entrar no governo, representava como o administrador. Trata-se de uma tal de Finertec. Que faz a Finertec? Como boa parte das empresas neste mundo novo, não se consegue perceber: faz, pelos vistos, negócios.

    O que é a Finertec? Informa-me a revista “Visão” que: “A Finertec é uma sociedade anónima, detida a 100% pelo Banco Fiduciário Internacional (BFI), sediado em Cabo Verde. Este banco é, por sua vez, uma entidade quase desconhecida (aparentemente detida por capitais angolanos).”

    Qualquer semelhança entre este obscuro Banco Fiduciário Internacional e o célebre Banco Insular usado nas falcatruas do Banco Português de Negócios é capaz de não ser mera coincidência. Segundo a mesma revista, os nomes de ambos os pseudo-bancos cabo-verdianos apareceram ligados no julgamento do “caso BPN” como servindo de veículos aos “empresários angolanos que queriam meter dinheiro fora de Angola”.

    E ao ler estas frases sou tomado por uma náusea. É então isto que um político de carreira como Miguel Relvas, várias vezes deputado da nação e agora segundo-ministro do Governo, faz enquanto espera que a roda da sorte dos maquinações partidárias não o favorece? Aceitar ser administrador de uma empresa que não se sabe exatamente o que faz, detida por um banco que parece só existir no papel, detido por não se sabe muito bem quem?

    Esta náusea deve ser muito semelhante ao que sentiram os turcos quando começaram a descobrir o seu “estado profundo”: é a noção intimamente sentida que este exemplos que nos são dados a entrever devem estar metastizados pelo nosso corpo político “de governo”. O medo quase realizado de que nada os impede de estarem já alastrados.

    A diferença entre o “estado profundo” turco e o “estado superficial” português está, pois, apenas em saber quanto alastrou a doença. É que, como nas árvores, ela pode atacar a democracia tanto pelas folhas como pelas raízes.

    http://ruitavares.net/textos/a-nausea/

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  9. Colocado por: oxelfeR (RIP)Boas,



    Por acaso na altura "decisiva" não era bem a Alemanha que mandava ...

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista

    Não...não era a Alemanha,era o Bundesbank!
  10. Boas,

    Colocado por: Jorge RochaNão...não era a Alemanha,era o Bundasbank!


    Não senhor.


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  11. luisvv

    há quem queira á força tapar o sol com a peneira e deixe-me que lhe diga não tinha essa opinião de si chega a ser desonesto
    dois pontos apenas:

    -dizer que é uma emergência reduzir salários mas que isso não pode ser de maneira nenhuma uma perspectiva de futuro É O QUÊ AFINAL, não é dizer para baixar os salários??????? brincamos???? e sendo assim é a ideia dele, PÉSSIMA, no dia em que ele e outros tantos estivessem arrasca de certeza que iriam pensar noutras soluções, cambada, isto não é um jogo de monopólio é o jogo da vida de pessoas.

    -quanto ás analogias, não seja desonesto e ponha as coisas na dimensão que eu propus e não invente ( acrescente o mais alto ou mais baixo) não lhe interessa tirar conclusões com os pressupostos que eu pus pois não ??? só interessa é ver as coisas pelos seus pressupostos não é ?? se não for segundo os seus pressupostos o luisvv trata logo de disvirtuar o modelo dos outros sem que se interesse em discuti-lo.
    boa táctica mas para totós.
    e não leve a mal mas o luisvv com toda a sua sapiência decididamente pertence aquele rol de pessoas que nunca me há-de convencer de nada.
    Concordam com este comentário: Jorge Rocha
  12. Colocado por: oxelfeR (RIP)Boas,



    Não senhor.


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista

    Quem então?
  13. "A limpeza de uma economia corresponde, na prática, à destruição de sectores ineficientes e sustentados por um modelo de desenvolvimento que já não é possível manter, a crédito e suportado pelos favores do Estado, leia-se dos políticos. Sim, os sectores não-transaccionáveis estão em vias de extinção.

    Nao exactamente: o que ele diz é que há sectores ineficientes cuja manutencao só é possível com base no tal modelo económico sustentado pelo credito - no fundo diz que alguns sectores só tem esta dimensão porque o credito cria uma ilusão de riqueza que gera consumo. As obras e o imobiliário criam bolhas que geram uma riqueza ilusória - e a volta disso florescem outros negócios - os cafés, os restaurantes, muitos serviços, etc. Nao sujeitos a concorrência externa são tendencialmente pouco eficientes.
    O mal de financiar "crescimento" é este: nao se pode continuar a fazer pontes aeroportos e rotundas indefinidamente porque mais cedo ou mais tarde tem que se pagar. E nessa altura os empregos que se compraram esfumam-se..
  14. Se por um lado me diz que o "desaparecimento" dessas empresas é benéfico para a economia (fica "limpa"), por outro lado diz-me que podemos/devemos evitar esse "desaparecimento" fazendo uma redução salarial.
    Quer dizer que se fizermos uma redução salarial evitamos as falências dos restaurante, mas não ficamos com uma economia "limpa".

    Nao exactamente: diz antes que isto vai limpar muitos, sim, mas ao mesmo tempo a moderação salarial amortece im bocado esse impacto. E no fim, os que sobrevivem tendem a ser mais eficientes.

    O ponto de partida é este: o estado gastou demais e agora esta a tentar abrandar o aumento da despesa (muita da qual aumenta automáticamente) e a tirar mais dinheiro aos cidadãos. Simultaneamente obriga os bancos a conceder menos credito.
    Menos dinheiro nos privados significa menos consumo. O ajustamento inevitável da-se nos salários, no desemprego ou nas falências. Nao há volta a dar - no imediato é assim.

  15. há quem queira á força tapar o sol com a peneira e deixe-me que lhe diga não tinha essa opinião de si chega a ser desonesto
    dois pontos apenas:

    -dizer que é uma emergência reduzir salários mas que isso não pode ser de maneira nenhuma uma perspectiva de futuro É O QUÊ AFINAL, não é dizer para baixar os salários??????? brincamos???? e sendo assim é a ideia dele, PÉSSIMA, no dia em que ele e outros tantos estivessem arrasca de certeza que iriam pensar noutras soluções, cambada, isto não é um jogo de monopólio é o jogo da vida de pessoas.

    -quanto ás analogias, não seja desonesto e ponha as coisas na dimensão que eu propus e não invente ( acrescente o mais alto ou mais baixo) não lhe interessa tirar conclusões com os pressupostos que eu pus pois não ??? só interessa é ver as coisas pelos seus pressupostos não é ?? se não for segundo os seus pressupostos o luisvv trata logo de disvirtuar o modelo dos outros sem que se interesse em discuti-lo.
    boa táctica mas para totós.
    e não leve a mal mas o luisvv com toda a sua sapiência decididamente pertence aquele rol de pessoas que nunca me há-de convencer de nada.
    Concordam com este comentário:Jorge Rocha

    Sugiro que procure a definicao de emergencia no dicionário. É uma palavra portuguesa de uso corrente, em frases como "usar em caso de emergência". Quando utilizado numa frase conjugado com a expressão "baixar salários nao é uma política" deve ler-se como "nao é uma opção voluntária/desejada/desejável mas é, lá está, uma situação excepcional e portanto uma forma de ganhar tempo e evitar males maiores".

    Quanto ao resto, continuo a dizer-lhe: no mercado há lugar para quem corre numa
    pasteleira e para os meninos que gastam centenas de euros para tirar 50 gramas numa peça qualquer.
  16. Hó Luisvv...
    Sugere então que não há lugar a bancos privados?

    Esses continuam a ser capitalizados por dinheiros estatais!
  17. Colocado por: Jorge RochaSugere então que não há lugar a bancos privados?

    Não devia era haver lugar para bancos estatais. Esta é uma das áreas em que acho que o Estado se devia retirar.
    Os bancos privados que precisam de aumentos de capital, não deviam poder contar com fundos ou garantias públicas, que se desenrrascassem com os accionistas, ou arranjassem novos accionistas ou então que fechem as portas.
  18. "...Sugiro que procure a definicao de emergencia no dicionário. É uma palavra portuguesa de uso corrente, em frases como "usar em caso de emergência". Quando utilizado numa frase conjugado com a expressão "baixar salários nao é uma política" deve ler-se como "nao é uma opção voluntária/desejada/desejável mas é, lá está, uma situação excepcional e portanto uma forma de ganhar tempo e evitar males maiores".

    mais uma vez luisvv, essa da emergência para justificar uma opção é só parcimonia, outros podem ter outras opções para essas emergências, em suma banha da cobra esta e muitas outras, é politica sim senhor, são opções politicas sim senhor. enfim tudo isto é sempre uma desilusão, eu que fiquei tão esperançado por os anteriores terem ido para a rua e agora apenas vejo é novamente gente que só vê os seus umbigos e borrifam-se para os consensos a bem do pais, querem é á força das suas e apenas suas convicções, por o pais ao seu jeito e não ao jeito de todos, ou pelos menos tentar adoptar medidas inovadoras que não sejam apenas o 8 ou o 80.
    ah e de referir que os consensos (e não o autoritarismo fundamentado por uma maioria conseguida nas urnas) se impunha mais do que nunca visto este governo estar ferido de legitimidade em face do não cumprimento quase integral daquilo que foi o programa pelo qual foi eleito.
  19. Se a mim há coisa que me mete confusão é o "ganhar tempo", andamos há anos a "ganhar tempo", dizem-nos que as verdadeiras "reformas" necessárias demoram tempo e temos de "ganhar tempo" para as efectuarmos, e no fundo o que acontece sempre: vai-se o tempo e cada vez ficamos pior.


    Porque não são possíveis "reformas". Podia engatar aqui outra vez a cassete da impossibilidade de o Estado saber melhor que nós o que fazer ao nosso dinheiro, mas já o fiz tantas vezes..
  20. Boas,

    Colocado por: luisvvPorque não são possíveis "reformas". Podia engatar aqui outra vez a cassete da impossibilidade de o Estado saber melhor que nós o que fazer ao nosso dinheiro, mas já o fiz tantas vezes..


    Sim, já sei que o "teu sistema" é o melhor e mais ainda, não depende da implementação ou de quem o implementa.
    Mas, eu acredito "neste sistema" e penso que o que de errado existe é na implementação.
    Continuo é a não perceber como tu e o resto dos iluminados que descobriram o ouro dos "sistemas" não se mudam para um qualquer sitio e o implementam ...
    E não me venhas com a história de que és(são) um(ns) coitadinho(s) pois como te fartas de dizer: o mais forte tem mais poder negocial, logo se não fazes parte dos mais fortes tens de te sujeitar ao poder negocial dos mais fortes ... então não te lamentes.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
 
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