Colocado por: Jorge RochaQuem então?
mais uma vez luisvv, essa da emergência para justificar uma opção é só parcimonia, outros podem ter outras opções para essas emergências, em suma banha da cobra esta e muitas outras, é politica sim senhor, são opções politicas sim senhor.
O desemprego, na construção, terá atingido 93 mil pessoas só no primeiro trimestre. Ao todo, o setor representa quase um quarto do desemprego em Portugal. Até ao final do ano, num cenário menos mau, segundo a associação de empresas do setor, o desemprego atingirá 144 mil pessoas. Num cenário mais grave, serão 256 mil os desempregados no no setor da construção. (..)Os números espelham a realidade difícil das empresas neste setor, que ainda assim continua a ser o maior empregador do país, com 720 mil trabalhadores. Mas nos últimos nove 9 perderam-se 322 mil postos de trabalho e a tendência mantém-se.
'Neste momento, e ao contrário do que alguns líricos possam afirmar, não é possível aumentar a produtividade sem proceder a um ajustamento de salários." António Nogueira Leite, economista e administrador executivo da CUF SGPS, junta-se, assim, a outras duas vozes Silva Lopes, que defendeu um corte de 20% nas remunerações, e Vítor Bento, que também sugere reduções salariais que, nas últimas semanas, consideraram esta solução incontornável para resolver as dificuldades com que o País se confronta. A lei portuguesa não admite que as remunerações dos trabalhadores sejam reduzidas, mas existem formas de a contornar, seja através do aumento dos dias de férias não remunerados seja por via de corte nos prémios, bónus e outros benefícios variáveis.
A crise económica, argumentam os defensores das reduções, veio apenas agravar um problema já existente em Portugal: o do desfasamento entre a produtividade e os custos laborais. E há economistas que falam mesmo em medidas mais radicais. "Pela sobrevivência das empresas e da economia", dizem. António Nogueira Leite recorda o período, "no início dos anos 80, em que o então primeiro-ministro, Mário Soares, se viu forçado, através do seu ministro das Finanças, Ernâni Lopes, a reduzir os salários reais em mais de 20%, em dois anos. Os salários nominais foram aumentados, mas o Governo desvalorizou o escudo, e assim baixou os rendimentos dos portugueses.
enfim tudo isto é sempre uma desilusão, eu que fiquei tão esperançado por os anteriores terem ido para a rua e agora apenas vejo é novamente gente que só vê os seus umbigos e borrifam-se para os consensos a bem do pais, querem é á força das suas e apenas suas convicções, por o pais ao seu jeito e não ao jeito de todos, ou pelos menos tentar adoptar medidas inovadoras que não sejam apenas o 8 ou o 80.
ah e de referir que os consensos (e não o autoritarismo fundamentado por uma maioria conseguida nas urnas) se impunha mais do que nunca visto este governo estar ferido de legitimidade em face do não cumprimento quase integral daquilo que foi o programa pelo qual foi eleito.
Colocado por: luisvvMas quais consensos? Será que o marco1 já se apercebeu que o programa de governo estava em grande medida definido por determinados objectivos estabelecidos previamente?
Let us now turn to some of the leading protectionist arguments. Take, for example, the standard complaint that while the protectionist "welcomes competition," this competition must be "fair." Whenever someone starts talking about "fair competition" or indeed, about "fairness" in general, it is time to keep a sharp eye on your wallet, for it is about to be picked. For the genuinely "fair" is simply the voluntary terms of exchange, mutually agreed upon by buyer and seller. As most of the medieval scholastics were able to figure out, there is no "just" (or "fair") price outside of the market price.
So what could be "unfair" about the free-market price? One common protectionist charge is that it is "unfair" for an American firm to compete with, say, a Taiwanese firm which needs to pay only one-half the wages of the American competitor. The U.S. government is called upon to step in and "equalize" the wage rates by imposing an equivalent tariff upon the Taiwanese. But does this mean that consumers can never patronize low-cost firms because it is "unfair" for them to have lower costs than inefficient competitors? This is the same argument that would be used by a New York firm trying to cripple its North Carolina competitor.
What the protectionists don t bother to explain is why U.S. wage rates are so much higher than Taiwan. They are not imposed by Providence. Wage rates are high in the U.S. because American employers have bid these rates up. Like all other prices on the market, wage rates are determined by supply and demand, and the increased demand by U.S. employers has bid wages up. What determines this demand? The "marginal productivity" of labor.
The demand for any factor of production, including labor, is constituted by the productivity of that factor, the amount of revenue that the worker, or the pound of cement or acre of land, is expected to bring to the brim. The more productive the factory, the greater the demand by employers, and the higher its price or wage rate. American labor is more costly than Taiwanese because it is far more productive. What makes it productive? To some extent, the comparative qualities of labor, skill, and education. But most of the difference is not due to the personal qualities of the laborers themselves, but to the fact that the American laborer, on the whole, is equipped with more and better capital equipment than his Taiwanese counterparts. The more and better the capital investment per worker, the greater the worker s productivity, and therefore the higher the wage rate.
In short, if the American wage rate is twice that of the Taiwanese, it is because the American laborer is more heavily capitalized, is equipped with more and better tools, and is therefore, on the average, twice as productive. In a sense, I suppose, it is not "fair" for the American worker to make more than the Taiwanese, not because of his personal qualities, but because savers and investors have supplied him with more tools. But a wage rate is determined not just by personal quality but also by relative scarcity, and in the United States the worker is far scarcer compared to capital than he is in Taiwan.
Putting it another way, the fact that American wage rates are on the average twice that of the Taiwanese, does not make the cost of labor in the U.S. twice that of Taiwan. Since U.S. labor is twice as productive, this means that the double wage rate in the U.S. is offset by the double productivity, so that the cost of labor per unit product in the U.S. and Taiwan tends, on the average, to be the same. One of the major protectionist fallacies is to confuse the price of labor (wage rates) with its cost, which also depends on its relative productivity.
Colocado por: marco1e não estar a apenas a organizar o pais financeira / economicamente para certas agendas.
LOL
Esta só pode ser para rir.
Eu nem sequer sou de ver videos do antes e depois, mas ...
Alguém com o mínimo de bom senso diria que o programa de governos deveria refletir o programa eleitoral de quem ganhou as eleições.
Agora das duas uma (porque na realidade não li o programa eleitoral):
1 - O que fizeram em campanha eleitoral não reflecte o seu programa eleitoral.
2 - O programa de governo não reflecte o programa eleitoral.
Seja qual for das duas alternativas a conclusão é a mesma: alguém andou a enganar muita gente.
Já sei que para ti isto pode não ser um problema, mas para mim é-o.
Colocado por: luisvvexcepto que desta vez havia menos liberdade para delírios imaginativos de promessas de 150.000 empregos,
Colocado por: luisvvVamos lá ver: as eleições foram disputadas já depois do acordo com a troika. Os objectivos eram conhecidos. As formas de lá chegar foram rapidamente repensadas no confronto com a realidade. Fazer planos é fácil, concretizar é difícil. Alguma novidade?
é tudo a sua opinião e a de quem neste momento nos governa. não digo que tudo possa ser diferente do que está a ser mas MUITA coisa podia ser feita HOUVESSE vontade e OUTRAS agendas.
a tão propagandeada salvação do pais cada vez mais se parece com algo assim para o vago num futuro incerto, quando o que se deveria estar a fazer era a resolver na prática os problemas actuais das pessoas e não estar a apenas a organizar o pais financeira / economicamente para certas agendas.
Vamos lá ver: as eleições foram disputadas já depois do acordo com a troika. Os objectivos eram conhecidos. As formas de lá chegar foram rapidamente repensadas no confronto com a realidade. Fazer planos é fácil, concretizar é difícil. Alguma novidade? Nenhuma, excepto que desta vez havia menos liberdade para delírios imaginativos de promessas de 150.000 empregos, com a vantagem de haver um irmão mais velho que dizia o que era preciso fazer, sob pena de ficarmos sem semanada.
Se o problema fundamental é o pagamento da dívida, tenho quase a certeza que neste caso o luisvv tem a mesma opinião que eu (ou vice-versa): a dívida não vai ser paga (integralmente) independentemente do que se faça pelo caminho ... apenas estamos a "ganhar tempo" ...
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