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  1.  # 1

    Mas para mim (aquilo que eu acho que deve ser) o estado é mesmo isso (por essas ou outras palavras): tirar a uns para dar a outros. Mas se me diz que na realidade é isso que o estado faz, eu concordo.
    Só que tira aos errados para dar aos errados, mas esta também é uma velha questão: para mim o melhor sistema é a ditadura, desde que seja eu o ditador.

    Na verdade são 2 problemas:
    1) Todos acham que devem receber do Estado, porque há sempre alguém que tem mais;
    2) Por natureza, o Estado dá aos que gritam mais alto, e não aos que supostamente mais precisam.

    Dou-lhe razão e não lha dou ;) Não creio na bondade do estado. Não vejo as falhas como circunstanciais. E sim, vejo as falhas como inerentes à condição humana (dava pano para mangas, mas no fundo é isso que penso).
    (Quanto a isto) a diferença entre nós é que eu penso que o estado pode ajudar (sem utopias) a equilibrar os pratos da balança, sabendo que os mesmo nunca vão estar equilibrados. Enquanto o luisvv pensa (digo eu) que os pratos se equilibrariam mais com a ausência do estado.Este equilibrar da balança é a minha única preocupação, e para mim se é feito com ou sem estado é-me indiferente.

    Mas é uma conclusão estranha: dar a uma entidade o monopólio da força e da coacção, e esperar que ela o utilize de forma equilibrada.

    Apesar de estarmos normalmente em discordância, não quer isto dizer que não lhe dê razão por vezes ou que coloque as minhas certezas em causa. Há coisas em que concordo com o luisvv e acho que o estado não devia meter a mão, e outras em que discordo e acho que deve meter a mão e não deixar mais ninguém lá tocar (como já lhe dei o exemplo da água).A história que o estado é mau gestor e os privados são bons para mim não cola, ainda hoje coloquei isto por ai:

    Mas eu não digo nunca que os privados são bons gestores ... o que digo é que os privados têm os incentivos adequados para serem bons gestores: é o seu capital que arriscam, são os primeiros afectados ou beneficiados pelas suas decisões.
    O Estado não tem condições para gerir bem - e só nos sectores onde tem concorrência é que tende a gerir melhor.
    E não vale a pena invocar casos como a AEP - trata-se de uma estrutura que não existiria nesses termos se não fosse o Estado.

    Quando se diz que os privados quando não "funcionam" desaparecem pura e simplesmente também não me convence, porque de uma forma ou de outra o estado acaba sempre pagar esse "desaparecimento".


    Mas isso decorre das teorias de que o Estado deve fazer isto, apoiar aquilo, ou mitigar aqueloutro. De cada vez que uma fábrica fecha, aparecem logo 200 câmaras de televisão a pressionar este e aquele dirigente - que por sua vez garantem que estão a "procurar soluções", que geralmente implicam dádivas, perdões, participação no capital, ou até condições especiais para os desempregados (esquecendo que com isso prejudicam os outros desempregados...).

    Por razões óbvias, é mais fácil ver que a entidade X apoiou a empresa Y para evitar a falência, mas é difícil perceber que esse apoio pode ter significado a falência de outras empresas..

    Um outro assunto que penso que o luisvv já abordou ligeiramente e que para mim seria mais importante que este, porque no meu entender a alguma coisa poder mudar terá de ser por aqui: Será que vivemos numa democracia? A democracia é a imposição da vontade da maioria sobre minoria ? Como se define a maioria e a minoria? Aqueles que elegemos representam-nos ou pensam por nós?

    Agora não tenho muito tempo..
  2.  # 2

    Boas,

    Colocado por: luisvv1) Todos acham que devem receber do Estado, porque há sempre alguém que tem mais;


    Posso ser ave rara, mas: a mim nunca me ouviu pedir fosse o que fosse, antes pelo contrário.
    Mas, claro que, concordo.

    Colocado por: luisvv2) Por natureza, o Estado dá aos que gritam mais alto, e não aos que supostamente mais precisam.


    Aqui não concordo.
    Quem "representa" o estado dá mais a quem lhe der mais quando deixar de ser a representação do estado.

    Colocado por: luisvvMas é uma conclusão estranha: dar a uma entidade o monopólio da força e da coacção, e esperar que ela o utilize de forma equilibrada.


    Não digo que não.

    Colocado por: luisvvMas eu não digo nunca que os privados são bons gestores ... o que digo é que os privados têm os incentivos adequados para serem bons gestores: é o seu capital que arriscam, são os primeiros afectados ou beneficiados pelas suas decisões.


    E quem disse que não se poderia colocar esse "incentivo" no estado?

    Colocado por: luisvvO Estado não tem condições para gerir bem - e só nos sectores onde tem concorrência é que tende a gerir melhor.


    Não acredito.
    Isso é verdade para este estado, estes "gestores" e esta sociedade. Não quer dizer que com regras diferentes isso fosse verdade (ok, pode ser necessário pessoas "diferentes").

    Colocado por: luisvvE não vale a pena invocar casos como a AEP - trata-se de uma estrutura que não existiria nesses termos se não fosse o Estado.


    Eu tenho opinião exactamente contrária.
    Se não fosse o estado além de existir teria muito mais "poder".


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  3.  # 3

    De notar, que os deputados, têm condições e "tempo" (redução de horário de trabalho) exactamente (pelo que dizem os regulamentos) para poderem "reunir" com os munícipes do local pelo qual foram eleitos.


    Existir, acredito que exista mas a divulgação e a própria força das ideias transmitidas é que falha.

    Não é novidade nenhuma que as decisões caem sempre na construção massiva...reais problemas e deficiências são sempre postos de parte - quem realmente decide prefere sempre criar novo do que alterar o existente - os nossos problemas não são a falta de vias de comunicação, ou a falta de escolas, ou mesmo de serviços, o nosso problema esta na ineficácia dos mesmo e trata-los não trás visibilidade.
    É a velha questão do gastar Milhões em 20 km de ponte e estabelecer recordes ou gastar os mesmos Milhões e reparar milhares de quilómetros de estradas nacionais melhorando as condições de circulação, segurança e de drenagem pontualmente.
    Qual é o mais importante?
    Qual é que todos se vão lembrar?
    Até os próprios interessados acabam por ficar deslumbrados pelas grandes obras ou invés das suas necessidades. Culpa-se as chuvas que este ano foram mais intensas (e diz-se o mesmo todos os anos).
    Enquanto o poder estiver na imagem e não na capacidade e conhecimento viveremos no país das maravilhas.
    E muito mais se poderia dizer...


    EDITADO: adicionei a citação para o meu comentário não ficar perdido como eu fiquei perdido e falei para alem do que intencionava permitindo a que outros comentários fossem "postados" ficando o meu desfasado do que comentava.
  4.  # 4

    Posso ser ave rara, mas: a mim nunca me ouviu pedir fosse o que fosse, antes pelo contrário. Mas, claro que, concordo.

    Desculpe, mas o discurso geral é esse: são capazes de meter na mesma frase "coitados dos pobrezinhos" e "malandros do rendimento mínimo", sem corar (nem pensar sequer...).
    E também se raciocina em termos perversos: "os ricos" são algo de absolutamente maléfico..

    Aqui não concordo. Quem "representa" o estado dá mais a quem lhe der mais quando deixar de ser a representação do estado.


    Como já disse, não duvido da existência de corrupção e abusos. No entanto, a perversão do sistema é outra: o Estado discute e dialoga com quem grita mais ou se faz ouvir melhor. Tudo começa por divulgar um "problema" - que naturalmente só tem uma solução, que passa invariavelmente por intervenção do Estado. Seja através de legislação, seja de financiamento ou "apoios".

    E quem disse que não se poderia colocar esse "incentivo" no estado?

    Nao consegue porque o Estado não tem fundos próprios - e quando um projecto falha, há mais de onde o outro veio..


    Não acredito. Isso é verdade para este estado, estes "gestores" e esta sociedade. Não quer dizer que com regras diferentes isso fosse verdade (ok, pode ser necessário pessoas "diferentes").

    Não, isso é inerente à natureza do Estado. Por um lado, a escassez de recursos é uma miragem, no Estado. Por outro, sem concorrência é impossível determinar o preço justo de um bem ou serviço, logo é impossível alocar recursos de forma eficiente. É aliás essa uma das principais razões pelas quais o comunismo é inviável - sem pontos de referência externos, não haveria forma de definir preços, logo não haveria forma de se adequar produção às necessidades.

    Eu tenho opinião exactamente contrária. Se não fosse o estado além de existir teria muito mais "poder".

    A AEP e outras semelhantes só existem nestes moldes para servirem de megafone. Não havendo Estado para ouvir, não faria sentido a existência de AEP's.
  5.  # 5

    Boas,

    Colocado por: luisvvDesculpe, mas o discurso geral é esse: são capazes de meter na mesma frase "coitados dos pobrezinhos" e "malandros do rendimento mínimo", sem corar (nem pensar sequer...).


    Como queira, é coisa que não o posso "convencer".

    Colocado por: luisvvE também se raciocina em termos perversos: "os ricos" são algo de absolutamente maléfico..


    Da minha boca nunca ouviu isso.
    Até já lhe disse em várias situações quais a minhas reais "preocupações", e que se essas não existissem, queria lá saber de sistemas, economias ou afins.

    Colocado por: luisvvNão, isso é inerente à natureza do Estado. Por um lado, a escassez de recursos é uma miragem, no Estado.


    "neste" estado.

    Colocado por: luisvvPor outro, sem concorrência é impossível determinar o preço justo de um bem ou serviço, logo é impossível alocar recursos de forma eficiente.


    Já referi várias vezes que para determinados produtos, para mim o preço justo é o preço de custo.
    (mais ou menos, não é bem mas quase)

    Colocado por: luisvvÉ aliás essa uma das principais razões pelas quais o comunismo é inviável - sem pontos de referência externos, não haveria forma de definir preços, logo não haveria forma de se adequar produção às necessidades.


    Não concordo, e acho que até já discutimos isso, no entanto há uma "verdade" que é a razão do meu "mais ou menos" de cima, que me coloca algumas dúvidas: não haveria forma de se adequar produção às necessidades.

    Colocado por: luisvvA AEP e outras semelhantes só existem nestes moldes para servirem de megafone. Não havendo Estado para ouvir, não faria sentido a existência de AEP's.


    E não será pior quando os megafones fizerem parte do poder?
    Em concreto:
    Onde estão esses megafones por exemplo nos USA?
    Não são os próprios senadores?
    (quanto a isto há uma coisa que louvo os USA, não são hipócritas, assumem-no)


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  6.  # 6

    "neste" estado.

    Neste, e noutros. Um Estado é por definição monopolista de determinados bens e serviços. Conjugando a capacidade de estabelecer e cobrar impostos e o poder de coacção, estão reunidas as condições ...

    Já referi várias vezes que para determinados produtos, para mim o preço justo é o preço de custo.
    (mais ou menos, não é bem mas quase)

    Acontece que o preço de custo depende de vários factores, que sem um ambiente competitivo deixam de ser controláveis.

    Não concordo, e acho que até já discutimos isso, no entanto há uma "verdade" que é a razão do meu "mais ou menos" de cima, que me coloca algumas dúvidas: não haveria forma de se adequar produção às necessidades.

    Mas isso é o que faz funcionar o mercado.. como já disse tantas vezes, o preço é uma forma de transmissão de informação dispersa, impossível de obter de outra forma.

    E não será pior quando os megafones fizerem parte do poder? Em concreto: Onde estão esses megafones por exemplo nos USA? Não são os próprios senadores? (quanto a isto há uma coisa que louvo os USA, não são hipócritas, assumem-no)

    O joao raciocina em termos de captura do Estado, eu não.
    No caso dos EUA, o lobby é visto como algo perfeitamente legítimo - e aliás, não vejo porque não o deva ser. A ficção do "bem comum" é apenas isso, uma ficção. Pegando num exemplo actual, imaginar que a AHRESP defende o bem comum quando se insurge contra o aumento do IVA para a restauração, é ridículo. Como é evidente, a AHRESP defende interesses (perfeitamente legítimos e respeitáveis, em meu entender) dos seus associados. Simultaneamente, podemos considerar que defende os interesses dos seus clientes - mas não o faz por benemerência. Dito isto, será errado a AHRESP querer ver os seus pontos de vista divulgados, e fazê-los valer ? Claro que não.
  7.  # 7

    Boas,

    Colocado por: luisvvNeste, e noutros. Um Estado é por definição monopolista de determinados bens e serviços. Conjugando a capacidade de estabelecer e cobrar impostos e o poder de coacção, estão reunidas as condições ...


    Da mesma forma que 3 ou 4 empresas podem monopolizar um mercado.
    Não é nada de novo.
    Da mesma forma que "alguém" com poder financeiro suficiente pode desvirtuar o valor de um produto.
    Também não é nada de novo.

    Colocado por: luisvvAcontece que o preço de custo depende de vários factores, que sem um ambiente competitivo deixam de ser controláveis.


    Então porquê?
    Quando me pedem para fazer um site eu sei quanto vou gastar para o fazer e quanto preciso de cobrar para não ter prejuízo.
    Não preciso de saber quanto é que o tipo que está ao meu lado cobra para fazer esse mesmo site.

    Colocado por: luisvvMas isso é o que faz funcionar o mercado.. como já disse tantas vezes, o preço é uma forma de transmissão de informação dispersa, impossível de obter de outra forma.


    Como lhe disse, quanto a esse ponto tenho (muitas) dúvidas.
    Não sei até que ponto cobrar o preço justo (da minha óptica) não seria um incentivo ao abuso.

    Colocado por: luisvvNo caso dos EUA, o lobby é visto como algo perfeitamente legítimo - e aliás, não vejo porque não o deva ser.


    Quando se joga com bens essenciais, quando se joga com a vida ou sobrevivência das pessoas não acho legitimo, se estamos a falar de ipods ou tintas para pintar o cabelo: quero lá saber.

    Colocado por: luisvvDito isto, será errado a AHRESP querer ver os seus pontos de vista divulgados, e fazê-los valer ? Claro que não.


    Claro que não, não tenho problemas quanto a isso.
    Mas se para conseguir os seus propósitos "encher o bolso" a alguém de modo a que os seus custos recaiam sobre outros, já é outra história.
    E o exemplo é mau em todos os aspectos, esse "mercado" é das coisas mais aberrantes que existem.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  8.  # 8

    1) vamos voltar ao mesmo: se 3 ou 4 empresas monopolizam alguma coisa é em sectores regulados e/ou em consequência de restrições a entrada de novos Agentes.

    2) o preço de fazer um site depende da remuneração do trabalho, por exemplo. depende também da eficiência com que o João aloca recursos. depende ainda do preço que o cliente estiver disposto a pagar. E podia listar mias uma serie de factores... E a verdade é que sem acesso ao mercado esses factores passam a ser definidos arbitrariamente - o João, monopolista da criação de sites pode fazer os sites que quer, ao preço que quer.. (nao deixando de os vender ao Preço de custo).
    3) o Preço tende a reflectir a escassez - quando Distorce o preço, distorce a noção de escassez.
    4) o problema é haver alguém que pode impor a sua vontade...
    5) o exemplo é óptimo..
    •  
      MRui
    • 1 dezembro 2011 editado

     # 9

    Como sempre, têm de ser os de fora a vir dizer aquilo que é óbvio...
      Screen shot 2011-12-01 at 1.32.25 AM.png
      Screen shot 2011-12-01 at 1.37.36 AM.png
    •  
      MRui
    • 1 dezembro 2011

     # 10

    Ahahahahahahahahahahahahahahahahah...
      Screen shot 2011-12-01 at 3.35.12 AM.png
  9.  # 11

    E este super homem que consegue trabalhar 144 horas seguidas....

    http://www.mynetpress.com/pdf/2011/novembro/2011111028f9fe.pdf

    (nós pagamos)
  10.  # 12

    "Utilizaremos todos os dispositivos necessários" é a melhor síntese possível para os exterminadores implacáveis que nos governam!
    Quando chegará o dia em que nós, os do contra, adotaremos o mesmo princípio?
    Concordam com este comentário: Jorge Rocha
  11.  # 13

    Colocado por: becas"Utilizaremos todos os dispositivos necessários" é a melhor síntese possível para os exterminadores implacáveis que nos governam!
    Quando chegará o dia em que nós, os do contra, adotaremos o mesmo princípio?
    Concordam com este comentário:Jorge Rocha


    Devagarinho, para todos percebermos http://blasfemias.net/2011/12/01/opcoes-para-portugal-varios-cenarios/ :
    CENÁRIOS
    Cenário actual de partida (intervenção da troika): Política de austeridade. Portugal tem que cortar na despesa.

    Europa lança Eurobonds: como contrapartida a Alemanha exigirá défice zero em 2015 ou 2016. Política de austeridade. Portugal tem que cortar na despesa.
    .
    Intervenção do BCE para salvar o euro emitindo moeda: Inflação. Perda colossal do poder de compra. Portugal entra em austeridade por via inflacionista (salários reais da função pública caem mais 10% ou 20%).
    .
    Grécia sai do euro: Agravam-se as condições económicas internacionais e de financiamento. Política de austeridade. Portugal tem que cortar na despesa.

    Portugal sai da zona euro: Queda abrupta do PIB português. Financiamento congela. Política de austeridade. Portugal tem que cortar na despesa para atingir défice zero de imediato.
    .

    Zona euro implode: Queda abrupta do PIB da zona euro. Financiamento congela. Política de austeridade. Portugal tem que cortar na despesa para atingir défice zero de imediato.



    Adenda: onde se lê "Portugal" leia-se "Estado Português" , e onde se lê "despesa" leia-se "despesa pública".
  12.  # 14

    CENÁRIO:
    Os «mercados» entusiasmam-se com as várias propostas da zona Euro para sair da crise.

    Disciplina orçamental levada a peito por todos os tecnocratas que ocuparam todos os Governos da Europa do Sul. Em 2015 todos os países terão superavit (hoje não parece que seja possível, mas os «mercados» reagem com histeria!).

    CENÁRIO:
    Disponibilização de liquidez por intermédio do FMI (ESTA deve ter sido um português a lembrar-se!!!) não violando os tratados que o proibem de fazer DIRECTAMENTE.

    Os bancos centrais de vários países vão disponibilizar liquidez a taxas mais baixas a partir de 5/Dez.

    CENÁRIO:
    O euro valoriza brutalmente. A gasolina fica ao preço da uva .. coiso.
    O PIB europeu aumenta dois dígitos por ano.
    Empresas portuguesas utilizam o excesso de liquidez para comprar todas as empresas de energia eólica dos EUA e do Canadá.

    CENÁRIO:
    Descobre-se a maior jazida de petróleo do Mundo na ZEE portuguesa.
    Descobre-se a maior jazida de gás natural da Europa no Algarve.
    A Galp explora sozinha as jazidas de gás natural de Moçambique, e decide recomprar a barragem de Cabora-Bassa - para vender energia mais cara á Africa de Sul.

    CENÁRIO:
    A Austrália e a Nova Zelândia pedem para aderir ao Euro.

    CENÁRIO:
    E, para cúmulo, eu acerto no Jackpot do EuroBILHÕES !
  13.  # 15

    Boas,

    Serão uns mais iguais que outros?
    Sejamos claros. A economia portuguesa nunca vai crescer a ritmos elevados se um pequeno grupo de grandes empresas e respectivos accionistas continuarem a fazer uma parte substancial dos seus ditos lucros à custa do dinheiro dos contribuintes e não pelo valor criam.
    ...
    A Economia e as Obras Públicas sempre foram a casa dos lobbies, o sítio onde se vão negociar, com os governos, contratos que garantem excepções às regras do jogo geral da economia de mercado. Essas excepções e esses contratos viabilizaram em Portugal uma tal dimensão de rendas, todos os anos extraídas aos contribuintes, que podem ser apontadas como as principais culpadas pela dimensão do problema financeiro do Estado e pelo fraco crescimento da economia.
    ...
    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=523455&pn=1

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  14.  # 16

    Colocado por: Luis K. W.CENÁRIO:


    E não tem nenhum cenário que não requeira a intervenção do Menino Jesus ou do Pai Natal?
    Concordam com este comentário: Luis K. W.
  15.  # 17

    Colocado por: luisvv E não tem nenhum cenário que não requeira a intervenção do Menino Jesus ou do Pai Natal?

    A idade não perdoa...
    Quando li aquela frase do luisvv, juro que estava lá escrito:

    «E não tem nenhum cenário que não requeira a intervenção do menino Sarkozyus ou do pai Merkal
  16.  # 18

    Colocado por: Luis K. W.
    A idade não perdoa...
    Quando li aquela frase do luisvv, juro que estava lá escrito:

    «E não tem nenhum cenário que não requeira a intervenção do meninoSarkozyusou do paiMerkal

    Anda tudo a olhar para a merd(perdão)Merkl e para o Sarkosy,até a agência standar and poors está a olhar para eles,e se não fizerem mais nada que se veja,atiram-se ao rating da Alemanha,e o prazo que a Standar and poors dá para alguma evolução da economia é apertado...já ameaçaram que baixariam significativamente o rating da Alemanha!
    Cá pra mim que não comecem a emitir moeda que irão ver os Eua e os ingleses a esfregarem as mãos
  17.  # 19

    Afinal havia outra...a massa dos fundos de pensões daria afinal para atenuar alguma coisa na economia real para ajudar a economia...(digo eu)
  18.  # 20

    Colocado por: Jorge RochaAfinal havia outra...a massa dos fundos de pensões daria afinal para atenuar alguma coisa na economia real para ajudar a economia...(digo eu)
    Ó Jorge..., :-)
    Uma coisa é ter liquidez (dinheiro dos fundos).
    OUTRA coisa é aumentar a Dívida ao aumentar os custos/ diminuir receitas.

    O dinheiro que encontraram no fundo da gaveta pode dar para pagar a primeira prestação de um telemóvel novo, ou para acabar de pagar a última prestação do telemóvel que comprámos no ano passado.

    Se comprarmos um telemóvel novo, aumentamos a dívida. Se pagarmos a última prestação do telemóvel antigo ficamos na mesma (trocamos dinheiro por diminuição da dívida).

    Eu, sinceramente, prefiro que o Estado utilize esses 2mil milhões para PAGAR dívidas antigas às empresas portuguesas.
 
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