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  1.  # 1

    Um comandante que não honra a mais nobre das tradições da marinha...

    http://www.youtube.com/watch?v=wn_OjQDbflM&feature=share

    Vergonhoso!
    Concordam com este comentário: system32
  2.  # 2

    Não deve haver comandantes novos!Esses ainda têm muito tempo para viver...né?
    O custo de uma responsabilidade dessa monta deveria ter mais parâmetros(digo eu)aliás também deve ser responsabilizado quem dá permissão à permissa de atribuir essa mesma responsabilidade a alguém tão novo,para não dizer mais permissa em permitir barcos daquele porte fazer aquele curso para agradar aos passageiros durante tantos anos,penso que os moralistas responsáveis deveriam estar calados e dividir as responsabilidades do comandante com eles próprios!
  3.  # 3

    Não partiçlho da sua opinião caro Jorge quanto à idade de um comandante. Embora a "madureza" da pessoa seja importante, a partir dos 30 e poucos anos uma pessoa de marinha já deve ter presente a responsabilidade que é ter sob o seu comando um navio, uma tripulação e vida de vários passageiros (caso seja marinha mercante).

    Acho que ninguém pode prevêr como é que uma pessoa se vai comportar numa situação daquelas. O que sei é que o comandante deveria ser o último a abandonar o navio (pelo menos teve o discernimento de ordenar a evacuação) e não foi.

    Não estou ainda de posse de todos os factos (só quando a caixa negra do navio for analisada). De qualquer maneira, e isso sim é de uma irresponsabilidade tremenda, suponho que nem todos os instrumentos de navegação (não é só a carta) deviam estar activos senão, mesmo que desviada a rota, nunca o navio se aproximaria da costa àquela distância.

    Quanto à co-responsabilização de quem o nomeou não acho que seja relevante. Vai-se responsabilizar quem? O tipo dos recursos humanos que pegou no CV do comandante e acho que ele estava apto a comandar o navio? Não tinham maneira de saber que ele iria fazer uma coisa que envergonha qualquer pessoa que tenha o mínimo de orgulho de pertencer à marinha (de guerra ou mercante).
    A tripulação da ponte, especialmente os oficiais - esses sim - deveriam partilhar da responsabilidade do comandante porque existem mecanismos próprios feitos para impedir que uma pessoa ponha a segurança do navio (e consequentemente a vida dos que estão a bordo) em causa.

    Ah...e (não me leve a mal a correcção) não é "barco"...é "navio". Não existem "barcos"...existem embarcações.
  4.  # 4

    A partir dos 30 e tal anos?
    Mas que vivência se pode ter com essa idade?Uma pessoa dessa idade ainda anda à procura,acho muito prematuro atribuír a alguém uma responsabilidade desse tipo sabendo que pouco tempo teve para aprender com a prática!
  5.  # 5

    Acho que deveriam prever um acidente destes sabendo que este tragecto era feito inúmeras vezes saíndo das regras naquela zona...a responsabilidade aqui está mal repartida...
  6.  # 6

    Barcos são o quê afinal?
  7.  # 7

    Colocado por: Jorge RochaBarcos são o quê afinal?
    É como com os "cavalos":
    há garanhões, castrados, éguas, potros, etc.
    Mas não cavalos chamados de cavalos... :-)
  8.  # 8

    Colocado por: Jorge RochaBarcos são o quê afinal?

    provavelmente alguma coisa que voce calça...... =)

    o ferraz usou o termo correcto, embarcações! embora para o vulgar cidadao e mortal barco ou embarcação é a mesma coisa, tecnicamente falando barco nao existe..... se voce escreve barco no exame para obtenção de licença, está automaticamente "chumbado"....dizem eles!

    relativamente ás suas questões:

    o Comandante é o unico responsavel por tudo que se passa com a e na embarcação, é o que diz as regras
    Nos tempos que correm navios deste porte, nem sao manobrados manualmente, é tudo feito por computadores de bordo.

    ali houve claramente erro humano, ele desactivou os computadores, passando a manobrar manualmente e aproximou-se demais de terra......deu naquilo que todos podem ver! a questão da idade nem se poem..... ou jovens de 21 anos podem pilotar avioes comerciais, e jovens de 30 nao podem ser comandantes de embarcações? nao tem nad a aver com idade..... tem a ver com a pessoa em si.
    Concordam com este comentário: Ferraz Oliveira, hangas
  9.  # 9

    Colocado por: Jorge RochaA partir dos 30 e tal anos?
    Mas que vivência se pode ter com essa idade?Uma pessoa dessa idade ainda anda à procura,acho muito prematuro atribuír a alguém uma responsabilidade desse tipo sabendo que pouco tempo teve para aprender com a prática!


    Caro Jorge,

    bons dias!
    Como já alguém disse, a idade tem a ver (mas muito pouco). Você não vê pilotos de caça e comandantes de esquadrões com 50 anos pois não? Claro que aqui a parte da pujança física também interessa. Mas se podem haver "putos" nos seus 30 anos a pilotar aviões comerciais de grande porte porque não o mesmo em relação a navios?
    Não se trata de uma questão de vivência mas sim de discernimento...

    Cumps
  10.  # 10

    Colocado por: Jorge RochaAcho que deveriam prever um acidente destes sabendo que este tragecto era feito inúmeras vezes saíndo das regras naquela zona...a responsabilidade aqui está mal repartida...

    Mas oficialmente sabia-se? Ou sabia-se oficiosamente? É que duvido que a tramas do GPS fossem analisadas cada vez que o navio atracava. E sendo oficioso iria sempre continuar a ocorrer até haver uma tragédia destas. Se nunca tivesse ocorrido uma tragédia destas nunca ninguém se iria queixar.
  11.  # 11

    Colocado por: Jorge RochaBarcos são o quê afinal?


    O loverscout, se bem que por razões diferentes da minha, dá uma explicação correcta. O termo barcos (daí eu ter posto entre "(" a correcção) não existe na linguagem de marinha. Existem embarcações. Se disser a um marinheiro que tem um barco ele, em principio - e se não o faz deveria fazer - corrige-o. Existem vários tipos de embarcações, mas todas são navios. Até uma lancha tipo "zebro" é um navio. Só que, e lá está eu compreendo porque você não está inserido no meio, as pessoas tendem a associar a palavra "navio" a embarcações de grande porte.

    No entanto, o loverscout está equivocado em relação a uma coisa. Não é só o comandante que é responsável. São todos os oficiais da ponte porque qualquer um deles dispõe de mecanismos criados para, precisamente, evitar situações destas. O oficial de navegação poderia não ter efectuado a manobra por exemplo.

    Colocado por: Luis K. W.
    É como com os "cavalos":
    há garanhões, castrados, éguas, potros, etc.
    Mas não cavalos chamados de cavalos... :-)

    O termo "cavalos" é genérico para todos os "equídeos". O termo embarcação ou navio é exactamente a mesma coisa...é genérico para todas as coisas que se movimentem na água (submarinos inclusivé).

    Ele não acho que ele tenha desactivado computadores nenhuns loverscout. Apenas passou a navegar em modo "manual". Desligou o "piloto automático" digamos assim. Os radares e os sistemas de assistência à navegação estavam (quase com toda a certeza) activos. Resta saber se o que está cartografado nos mapas de navegação para aquela área inclui obstáculos sub superfície. Cumps
    • eu
    • 18 janeiro 2012

     # 12

    Segundo o dicionário:

    barco | s. m.

    barco
    s. m.
    1. Embarcação.
    2. Pequena embarcação fluvial.
    • P+V
    • 18 janeiro 2012

     # 13

    Colocado por: Ferraz OliveiraNão é só o comandante que é responsável
    Vão ser constituídos arguidos o segundo e terceiro oficial, bem como o "marine operation director" da Costa Crociere
  12.  # 14

    Colocado por: euSegundo o dicionário:

    barco | s. m.

    barco
    s. m.
    1. Embarcação.
    2. Pequena embarcação fluvial.


    fluvial diz respeito apenas a rios.

    Daí o facto de eu ter referido "o termo 'barco' não existe na linguagem de marinha" e também não achar crime de lesa-majestade as pessoas dizerem 'barco' e não navio porque compreendo perfeitamente que quem não está inserido nesse meio faça essa associação.

    Fazendo uma breve extrapolação para a área do FDC:

    Betomilha por exemplo, como eu já vi algumas vezes aqui escrito, não existe. Existe betonilha que é uma "substância feita de cimento e areia para revestir pavimentos.". No entanto, os leigos não dizem concerteza betonilha (eu pelo menos só soube o que era isso quando me comecei a interessar por coisas relativas à casa), dizem cimento certo?

    Cumps
  13.  # 15

    Lolllll

    Afinal o homem não abandonou o navio... lolllll

    Segundo ele: "Não é verdade que abandonei o navio. O que aconteceu foi que caí acidentalmente num bote salva-vidas e não consegui voltar ao navio porque ele já estava inclinado. Sendo assim, fui até à ilha e coordenei as operações de lá"

    Caiu acidentalmente.. ;)
    • eu
    • 18 janeiro 2012

     # 16

    O que me parece é que a palavra barco existe sim, mas é indigna de ser usada em meios especializados como a marinha.

    Mas que existe, existe.
    • P+V
    • 18 janeiro 2012

     # 17

    Colocado por: Rui A. B.Caiu acidentalmente..
    ele, o segundo e o terceiro, mais outros oficiais...
  14.  # 18

    Colocado por: P+VVão ser constituídos arguidos o segundo e terceiro oficial, bem como o "marine operation director" da Costa Crociere

    Quando o P&I Club começar a actuar, as acusações não vão ficar por ai... 93Milhões de Euros de prejuizo imediato é muita massa... sem contar com os pedidos de indemenização que ainda não estão contabilizados.
    Mas pior pior, vai ser controlar o derrame de combustivel !!!!
  15.  # 19

    Colocado por: euO termo barcos (daí eu ter posto entre "(" a correcção) não existe na linguagem de marinha.

    Exactaqualmente...

    No "mundo da marinha" essa palavra não "existe"...

    Cumps
  16.  # 20

    ""Não é verdade que abandonei o navio. O que aconteceu foi que caí acidentalmente num bote salva-vidas e não consegui voltar ao navio porque este já estava inclinado”, disse o comandante em tribunal."
    http://noticias.sapo.pt/internacional/artigo/cai-acidentalmente-num-bote-salv_2261.html

    Afinal apenas caiu, e já o estavam a considerar um mau profissional ... é apenas trapalhão!
 
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