Colocado por: branco.valterDa tua autoria?
Colocado por: j cardosoEspero que se sinta melhor ao pensar que podia estar pior.
Colocado por: j cardosoEspero que se sinta melhor ao pensar que podia estar pior.
Colocado por: raulschone
Sim. Por favor, não me batam apenas queria lembrar que, para se mudar, temos primeiro de assumir os nossos problemas e não procurar culpados no alheio.
Estou farto de ver a culpa morrer solteira. Nasci em Maio de 1967, vivo em Portugal desde Setembro de 1967, tenho nacionalidade portuguesa, apesar de fisicamente não parecer "tuga". Depois de na infância/juventude passar a vida a ser chamado de bife, russo, alemão/nazi, albino etc., nunca pensei que agora iria passar a vida a ouvir dizer que a culpa é da Merkel. TRETAS !!! A CULPA É TODA NOSSAConcordam com este comentário:Anonimo16062021
Colocado por: raulschoneERA UMA VEZ UM PAÍS, UMA QUINTA E UM QUINTAL........
...porque não sabemos unir.
...porque não sabemos esperar.
...porque não sabemos escolher.
...porque não sabemos valorizar.
...porque engenheiros não são gestores.
...porque 308 quintais não fazem um país.
...porque cantamos o fado das lamentações.
...porque, porque, porque.....
Será que também fui “empurrado” a deixar o meu país, a minha quinta e o meu quintal ?
Mas quem é que nos empurra? Ninguém.
Afinal, somos nós próprios que damos um passo em frente quando chegamos ao precipício. Parecemos umas ovelhas a seguir as da frente, as que já deram o passo em falso, em queda livre, direitinhas para o suicídio. Mas por que motivo não sabemos escolher quando temos a oportunidade para o fazer?
Tal como a maioria dos meus compatriotas, o meu destino ficou traçado em 1985, um ano antes da entrada na CEE, quando as “ovelhas locais” ou munícipes, passaram um cheque em branco a um jovem e desconhecido engenheiro que, apoiado por um dos “2 grandes anestesistas nacionais”, recebeu um dos 308 “quintais” do país. Durante mais de uma década preguei sózinho no “quintal” do engenheiro mas, infelizmente o sangue na guelra não é eterno e, também acabei por me mudar para o “quintal” vizinho, depois de, “empurrado por ninguém”, vender a belíssima quinta de família incluindo o seu projecto de crescimento hoteleiro. Como não é possível deslocar um imóvel deixei o património da minha família no “quintal” do, agora velho e conhecido “engenheiro cá da terra” eleito sucessivamente durante quase 3 décadas pelas humildes “ovelhas locais” que, como a maioria dos nossos pais, também eram simples trabalhadores do campo, a quem foi “vedado” o acesso à verdade. Nessas condições, quando eram chamados a cumprir o seu dever cívico de escolher alguém para gerir o seu “quintal comum”, largavam por breves momentos a enxada e, pegando numa “bic laranja ou bic cristal, duas escritas à sua escolha, bic laranja de escrita fina e bic cristal de escrita normal” passaram os “cheques em branco ao senhor engenheiro” que estudou e é cá da terra.
Após décadas à frente dos destinos do município, lembraram-se de limitar os mandatos sem retroactivos para não prejudica os “instalados”. Num país controlado pelo lobby do betão, obviamente que o senhor “engenheiro” voltou a ganhar as eleições em 2005 e 2009 e, provavelmente, ainda lá estará quando necessitar o uso de uma bengala.
Quando antigos colegas da escola que vivem fora do país me perguntaram, como foi possível a reeleição do “engenheiro cá da terra”, ou a do “outro” com as contas na Suiça ou a da “outra” que havia fugido para o Brasil, eu tive que me conformar com a resposta de que a minha “cruz” só tem valor no “quintal comum” onde eu resido.
Quando, numa qualquer rua, perguntamos aos passantes se querem mudanças, recebemos 90% de respostas afirmativas. Estamos perante a mais pura das contradições, pois podemos verificar que, são exactamente 90% os municípios que mantêm os mesmos governantes. O que é que nos aconteceu para chegarmos a este estado?
Os nossos antepassados descobriram “Novos Mundos”, enviaram missionários que “venderam” a fé cristã em troca dos recursos locais e exploraram-nos durante quatro séculos. Nos anos setenta, quando “perdemos” as nossas últimas “colonias”, ficámos algo perdidos porque se tinha acabado o “ petróleo”. Como não é só na região oeste de Lisboa que temos a “esperteza saloia”, colocámos umas flores nas G 3 dos militares, chamá-mo-lo de revolução e vimos alguns “artistas” irem “descansar” durante uns anitos no Brasil. Será que os outros povos fizeram a sua mudança de regime com destruição, sangue e perda de vidas por serem masoquistas!! Não me parece e as provas estão à vista.Concordam com este comentário:jorgand,branco.valter
Colocado por: carlosj39a expansão portuguesa fez-se mais pela fé do que pelos interesses
Colocado por: carlosj39As velas não levavam o símbolo do cifrão mas a Cruz de Cristo
Colocado por: carlosj39ó Sr. R. Bonito (shonn)!
Achtung! Lesen sie besser der portuguisish HISTÒRIA bitte!( nota: o meu alemão é mau)
Colocado por: carlosj39o meu alemão é mau
Colocado por: carlosj39basta ver que Timor
Colocado por: raulschone Se não gosta de ler, pode sempre ver o filme The Mission com excelentes interpretações de Robert de Niro e Jeremy Irons.É claro que a expansão portuguesa teve motivações mercantilistas. Só um ceguinho não vê isso.
Colocado por: Luis K. W.É claro que a expansão portuguesa teve motivações mercantilistas. Só um ceguinho não vê isso.
Mas «The Mission» não é um bom exemplo. A manipulação e ambição da Igreja era a ainda PIOR. :-)
Colocado por: raulschone
Lamento que tenha apenas lido/ouvido/compreendido a parte da história que lhe quiseram "vender".
Suponho que não sabe ou não se quer lembrar da Inquisição, pelo que aconselho a leitura de O Judeu de Bernardo Santareno. Se não gosta de ler, pode sempre ver o filme The Mission com excelentes interpretações de Robert de Niro e Jeremy Irons. Por outras palavras, não tem desculpas, hoje existem imensas formas (livros, ensino, motores de busca,etc.) de aprender e conhecer todas as versões/partes. Não avalie apenas pelo lado que conhece, pois pode ter sido influenciado a acreditar que só existe uma versão. Suponho que a sua ingenuidade e falta de conhecimento não lhe permitem ver o cifrão que se escondia por detrás do símbolo de Cristo nas velas. Imagino que acredita que a maior fortuna existente à época (Igreja católica) foi conseguida através do suor do trabalho ou de doações voluntárias. Já compreendeu que sou agnóstico. Tenho esse direito. Agradeço que não me volte a "chamar" de inculto para que não lhe tenha de responder à letra como o acabei de fazer e não me tente "vender" a sua fé ou qualquer outra. Se deseja continuar a acreditar no que lhe "venderam", tem todo o direito, assim como qualquer outro tem o direito de acreditar ou não.
Não o conheço de lado nenhum e nem tenciono conhecê-lo. Erkundigen Sie sich besser, denn ich habe portugiesische Geschichte studiert. Agradeço que não me volte a "chamar" de inculto ou ignorante para que não lhe tenha de responder à letra como o acabei de fazer e não me tente "vender" a sua fé ou qualquer outra. Se deseja continuar a acreditar no que lhe "ensinaram/venderam", tem todo o direito de o fazer, assim como qualquer outro tem o direito de não acreditar. A única forma de se saber toda a verdade, seja sobre a história de um país, povo, religião ou qualquer outro tema/assunto, é consultando todas as partes de forma isenta e independente, coisa que não me parece que consiga fazer em relação à história de Portugal e à fé cristã. Porque será?
Colocado por: carlosj39Oh pah, antes "inculto" que labrego...