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  1.  # 1

    Colocado por: pedromdfVejam também o que é o trânsito num país em que as regras são ditadas por cada um, com base na consciência individual.

    http://www.youtube.com/watch?v=mnMOnjotP18

    Há aos molhos, nem sei se este será o melhor exemplo.


    Rússia... quais regras?? ... é um Itália mas em grande estilo... loool
  2.  # 2

    Seria o vosso paraíso.
    Ou não poderão todos ser como vocês?
    Mas eu estou mesmo convencido que cada vez há menos transgressores. Já constituem uma minoria.
  3.  # 3

    Isto é um copy\paste de http://bomcondutor.blogs.sapo.pt/3619.html
    Mas como me revejo no que é dito aqui vai,

    A questão da velocidade nas estradas portuguesas, é como a questão do tabaco: tem já demasiada publicidade negativa, para poder ser discutida imparcialmente. Se mencionamos que é absurdo andar a apenas 50km/h em certas vias de Lisboa, e a 120km/h em certas auto-estradas, atiram-nos com as milhares de tragédias nas estradas nacionais, fazendo-nos logo passar por bestas inconscientes.

    No entanto, e tal como muitos não-fumadores dão umas passas, quando saem à noite ou passeiam o cão, todos nós desrespeitamos os limites de velocidade. Praticamente todos os carros dão mais de 120, muitos até o dobro disso. Muitas motas, dão mais de 300. Porquê? Para quê, se supostamente não podemos andar a mais de 120, seja aonde for? E porque é que se vamos a 120, em qualquer autoestrada, passam por nós como se fôssemos de bicicleta?

    Porque os nossos limites são uma tanga e uma fachada, eis porquê. O português só cumpre limites, quando tem medo das multas ou do preço do gasóleo. A polícia portuguesa, altamente especializada em passar multas parvas e em fazer cara de má, é a primeira a borrifar-se para os limites. Todos já vimos carros da PSP e da GNR a circular alegremente a 80 na cidade, e a 160 na autoestrada, sem qualquer indício de urgência. A não ser, é claro, para irem almoçar.

    É indiscutível que devem existir limites, pois nem toda a gente possui o bom senso para percebê-los por si própria. Mas os limites servem apenas como referência; o que realmente importa, é a atitude do condutor. Se este é um imbecil e um incapaz - cá voltamos aos portugueses - irá sempre causar acidentes. Atribuem-se milhares de acidentes ao excesso de velocidade, mas este é apenas um dos factores responsáveis. É claro que quanto mais devagar se for, mais difícil será ter um acidente grave; mas por esta ordem de ideias, nas autobahns germânicas os mortos seriam ainda mais do que cá, o que não acontece.

    O bom condutor respeita sempre o direito de outrém, a cumprir os limites de velocidade. No entanto, recusa-se a respeitar os limites de fachada que temos, e que na prática ninguém cumpre. Em vez de fazer ****, como a maioria dos condutores portugueses fazem - a qualquer velocidade - concentra-se em conduzir bem. Presta atenção à sua volta, sinaliza as suas manobras, respeita traços contínuos, acelera mais quando pode, e abranda sempre em caso de dúvida. Você devia fazer o mesmo.

    Por exemplo, se vai numa rua com carros ao longo do passeio, em que a qualquer momento pode surgir uma criança a correr, será preciso um sinal para saber que tem de ir a uma velocidade que lhe permita travar a tempo? E se vai numa autoestrada com chuva, a conduzir um Fiat Uno de 1985 a precisar de pneus novos, não sabe que até 120km/h podem ser excessivos?

    Saber isto - preocupar-se com isto - é mais importante, do que qualquer limite de velocidade arbitrário.
    Concordam com este comentário: asdrubal, Dianna
  4.  # 4

    Alguém sabe porque razão o limite de velocidade nas localidades é no máximo de 50km/h?
  5.  # 5

    Julgo que seja por harmonização com o resto da Europa. Antes de entrarmos na CEE era 60 e pouco depois baixou para 50.
    • hangas
    • 29 outubro 2013 editado

     # 6

    Colocado por: king25O bom condutor respeita sempre o direito de outrém, a cumprir os limites de velocidade. No entanto, recusa-se a respeitar os limites de fachada que temos, e que na prática ninguém cumpre. Em vez de fazer ****, como a maioria dos condutores portugueses fazem - a qualquer velocidade - concentra-se em conduzir bem. Presta atenção à sua volta, sinaliza as suas manobras, respeita traços contínuos, acelera mais quando pode, e abranda sempre em caso de dúvida. Você devia fazer o mesmo.


    Condordo, no entanto a Lei é a Lei e quando alguém é apanhado em incumprimento deve e muito bem assumir as consequências. Sou o primeiro a concordar que os limites, principalmente nas AE deviam ser alargados. Mas para isso era preciso que os Portugueses dessem sinais de civismo na estrada, o que não acontece.

    Basta ver o que acontece no dia a dia nas localidades:

    - Mudanças de direcção nao sinalizadas - QUASE NINGUÉM faz piscas, muda-se de direcção e ultrapassa-se à "paposseco" e em cima de traços continuos. Muitas vezes ao telemovél.
    - Nas rotundas ou curvas apertadas NAS LOCALIDADES e devido a irem com volocidade excessiva, cortam-se a direito mesmo sem visibilidade.
    - Os peoes mandam-se para o meio da estrada chegando ao ponto de estabelecer contacto visual com o condutor e continuarem como se nada fosse (fiz isto uma vez no UK e ia levando uma carga de porrada do condutor)
    - Por outro lado, os carros, assim que o peao sai da frente do carro deles na passadeira, avançam logo
    - Outras vezes quando há duas faixas no mesmo sentido (ou mesmo quando não há) se o da frente para na passadeira o de trás ultrapassa-o logo muitas vezes sem pisca

    É preicso continuar?
    Concordam com este comentário: two-rok
  6.  # 7

    Eu acho que Portugal é dos poucos países civilizados em que na prática não há limites de velocidade. Só uma vez por outra é que a polícia faz uma operação de fiscalização e apanha uma data deles. Até se considera que foi um azar ter sido apanhado.
    Aqui ao lado em Espanha já dói um pouco mais. E há países em que ao mínimo desvio aparece logo o carro da polícia atrás ou na próxima saída de autoestrada está lá alguém à espera a mandar sair. Caça à multa como se diz por cá.
    Sómente quando a fiscalização for sistemática é que desaparece o abuso. É melhor irem para a rússia onde não há mesmo qualquer regra.
    Claro que o ideal é os transgressores terem pouca concorrência e outros cumprirem as regras.
    Concordam com este comentário: Anonimo16062021, two-rok, Serge
  7.  # 8

    O que seria todos a 250km/h de Lisboa ao Porto. Chegava lá metade.
    Estilo ponte Vasco da Gama em dia de picanços. Agora parece que já não há assim tantos.
    Mas, claro tudo malta com consciência acima da média.
    Concordam com este comentário: two-rok
  8.  # 9

    Colocado por: pedromdfO que seria todos a 250km/h de Lisboa ao Porto. Chegava lá metade.
    Estilo ponte Vasco da Gama em dia de picanços. Agora parece que já não há assim tantos.
    Mas, claro tudo malta com consciência acima da média.


    Também me fecham a estrada em frente a casa para passarem 100 pessoas agarradas a uma vela cada uma e a sussurrar coisas que devem ser tudo menos português... feliz ou infelizmente temos de viver com os vícios uns dos outros, concordemos ou não com eles...

    Os iluminados não são esses nem são os que andam a fazer picanços nos sítios errados...

    Esse tipo de atividade que recrimina, não é tido em conta como uma preocupação principal da policia, porque os acidentes que daí resultam têm um peso irrelevante em relação a outros crimes que muitos de vós também praticais de forma consciente, como sejam a condução com taxa de álcool acima do permitido por lei, em excesso de velocidade ou mesmo em velocidade excessiva, ... em todo o caso e como bem refere, vai caminhando para a sua extinção derivado de algumas ações policiais que se vão realizando por forma a prevenir...

    O problema de um elevado numero de mortos na estrada ou de uma não subida dos limites impostos por lei, está sim, naquilo que já vem sendo dito atrás... condições das vias não o permitem, falta de investimento em parque automóvel e nos órgão de segurança dos próprios veículos (pastilhas e discos de travão, pneus, alinhamento de direcção, ...), entre outras...
  9.  # 10


    São opções eu prefiro apresentar sempre defesa, a minha carta é muito precisa para trabalhar. Toda a gente sabe quando vais a mais de 50 loool ... mas o problema nunca foi pagar a multa o problema é a sanção acessória, não posso ficar sem conduzir...


    Não pode, mas vai... é uma questão de tempo dado que a sua postura parece que se irá manter inalterada.
    Se calhar a Dianna nunca viu alguém a morrer na estrada ou teve que dar esse tipo de noticias, daí a sua opinião mais prática. Contudo, para mim, a sua conversa é insultuosa, causa repulsa e desrespeita todos aqueles que perdem familiares e amigos na estrada. A sua opinião é válida, respeito, porém está errada.
    PS: se beber água não tem que se preocupar com a data em que o aparelho foi revisto pelo IPQ!
    Concordam com este comentário: two-rok
  10.  # 11

    Também há um factor muito português, a tradicional gabarolice.
    Descontando esse factor nos posts dos assumidos transgressores, a coisa acaba por não ter expressão.
    Concordam com este comentário: two-rok
  11.  # 12

    “Jesus levantou-se e disse-lhes: Aquele que nunca pecou atire-lhe a primeira pedra. Ao ouvirem estas palavras foram saindo dali um a um…
    Jesus levantou-se e perguntou-lhe: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou? Ninguém, Senhor! Respondeu ela. Também eu não te condeno- disse Jesus. Vai e não tornes a pecar.”
    Jo 8, 1-11

    Adequa-se perfeitamente a este tópico... lollll
    Concordam com este comentário: Dianna
  12.  # 13

    Colocado por: Rui A. B.“Jesus levantou-se e disse-lhes: Aquele que nunca pecou atire-lhe a primeira pedra. Ao ouvirem estas palavras foram saindo dali um a um…
    Jesus levantou-se e perguntou-lhe: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou? Ninguém, Senhor! Respondeu ela. Também eu não te condeno- disse Jesus. Vai e não tornes a pecar.”
    Jo 8, 1-11

    Adequa-se perfeitamente a este tópico... lollll


    Nem por isso. Aqui não estão em questão (apenas) os "pecados" individuais, mas as consequências para terceiros. Alcoitão tem muitos clientes que eram excelentes condutores e possuidores de carros caros e sofisticados...assim como de condutores "reservados" que nem deram conta do bólide que se lhes atravessou no caminho...
    Concordam com este comentário: AlexMontenegro, two-rok, pedromdf
  13.  # 14

    Julgo que deveria ser obrigatório, cada vez que fossem apanhados, terem que visitar oficinas da marca, para verem carros acidentados, e fazer um dia de serviço público em Alcoitão.
    Concordam com este comentário: two-rok, JPN761
  14.  # 15

    Colocado por: becas

    Nem por isso. Aqui não estão em questão (apenas) os "pecados" individuais, mas as consequências para terceiros. Alcoitão tem muitos clientes que eram excelentes condutores e possuidores de carros caros e sofisticados...assim como de condutores "reservados" que nem deram conta do bólide que se lhes atravessou no caminho...


    Por isso mesmo, quantos de nós já transgredimos ao ponto de colocar outros em perigo? Quanto mais não seja inconscientemente... Acho que todos. Claro que não o devemos fazer, é condenável, mas acontece com todos...
  15.  # 16

    Sim, mas o que está aqui em causa é errar ou cometer pequenos ou grandes delitos e depois não assumir recorrendo a estratagemas legais para fugir às responsabilidades.
    A Dianna gaba-se de transgredir constantemente e depois recorrer a um advogado que a iliba sempre e assim nunca pagou uma multa.
    Concordam com este comentário: becas, youngjoey77, two-rok, hangas
  16.  # 17

    Quem tem uma empresa também recorre a estratagemas legais para a desfalcar financeiramente, em virtude de gasóleo e gasolina para uso pessoal, almoçaradas familiares, uma ou outra compra que depois de amortizada vale meia dúzia de trocos para a empresa mas um dinheirão pró patrão, entre outros... é a vida, quem é certinho olha pró lado e vê os outros a pecarem, e o que lhe resta... a boa consciência de que não contribui para isso?!?!

    De boas intenções está o inferno cheio... :)
    Concordam com este comentário: Dianna
  17.  # 18

    Colocado por: pedromdfSim, mas o que está aqui em causa é errar ou cometer pequenos ou grandes delitos e depois não assumir recorrendo a estratagemas legais para fugir às responsabilidades.
    A Dianna gaba-se de transgredir constantemente e depois recorrer a um advogado que a iliba sempre e assim nunca pagou uma multa.
    Concordam com este comentário:becas,youngjoey77,hangas


    Acho que se estão a confundir as coisas. É reprovável cometer ilegalidades, contra-ordenações ou qualquer outra coisa que coloque outras pessoas, ou até o próprio, em perigo?? É! Não se discute!

    Podem os cidadãos usar os mecanismos legais para a sua defesa? Podem e não sou eu que os vou reprovar. Se está previsto na lei é normal que recorram a eles. Se a lei está mal feita é outra história que não vem ao caso.

    Nota: Não li o tópico todo mas penso que é isto que está em causa, alguém que utiliza meios legais para não ser penalizado financeiramente e inibido de conduzir.
    Concordam com este comentário: Dianna
  18.  # 19

    Sim, por alguma razão somos dos países mais corruptos.
  19.  # 20

    Colocado por: Rui A. B.

    Acho que se estão a confundir as coisas. É reprovável cometer ilegalidades, contra-ordenações ou qualquer outra coisa que coloque outras pessoas, ou até o próprio, em perigo?? É! Não se discute!

    Podem os cidadãos usar os mecanismos legais para a sua defesa? Podem e não sou eu que os vou reprovar. Se está previsto na lei é normal que recorram a eles. Se a lei está mal feita é outra história que não vem ao caso.

    Nota: Não li o tópico todo mas penso que é isto que está em causa, alguém que utiliza meios legais para não ser penalizado financeiramente e inibido de conduzir.
    ´

    Um dia que tenha o azar de ser abalroado por uma Dianna qualquer e ela conseguir legalmente safar-se das responsabilidades que tenha para consigo talvez já veja as coisas doutra forma.
    Concordam com este comentário: two-rok, Sabrina
 
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