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  1. Colocado por: jmcxlEstupidos dos outros paises que, com area maior do que a nossa, optaram por não ceder à tentação do "ouro verde".

    Mas em proporção ao PIB não estou a ver nenhum país da europa do sul onde a indústria da celulose represente uma fatia maior do que aquela que representa para a economia nacional.

    Essa solução milagrosa de acabar com os eucaliptos, para além de, se calhar, não ser assim tão milagrosa, provavelmente, iria criar mais problemas do aqueles que resolveria.
  2. Colocado por: rafaelisidoroE volto a dizer é urgente o governo dar uma lição de vida , tem que proibir a venda de toda a madeira queimada , é radical com multas impensáveis para quem contrariar a medida !!!

    Se esta não for para rir é com toda a certeza para chorar!

    Então você vai dizer a um proprietário florestal que acabou de ver arder os seus hectares de madeira e que quer recuperar algum do prejuízo, que não pode vender nem sequer aquela madeira queimada com que ele lá ficou, que vai valer muito menos que a madeira que ele lá tinha antes do incêndio.
  3. Colocado por: J.Fernandes
    Mas em proporção ao PIB não estou a ver nenhum país da europa do sul onde a indústria da celulose represente uma fatia maior do que aquela que representa para a economia nacional.

    Essa solução milagrosa de acabar com os eucaliptos, para além de, se calhar, não ser assim tão milagrosa, provavelmente, iria criar mais problemas do aqueles que resolveria.


    Se a percentagem do eucalipto no PIB é muito alta deve-se a dezenas de anos de erros. Está na hora de inverte-la. Os erros emendam-se, não se persiste neles.

    Em sua opinião o dinheiro tudo vale, tudo compra. Até a destruição do seu, ou melhor, do nosso País.
    São pessoas com opiniões como essa que nos conduziram ao estado actual de coisas.
    Mas se houver coragem dos politicos, se houver coragem dos portugueses em geral, isso irá mudar.

    Está na hora de deixarmos um Portugal ambientalmente sustentavel para os nossos filhos, para os nossos netos.
    Uma floresta autoctone, diversificada, será sempre mil vezes melhor do que um eucaliptal gigante à beira-mar plantado.
    A excepção claro é para quem pretende enriquecer à custa da desgraça. Para esses aconselho-os a emigrar para a Australia que é de lá a origem do eucalipto.
  4. Colocado por: J.Fernandes
    Se esta não for para rir é com toda a certeza para chorar!

    Então você vai dizer a um proprietário florestal que acabou de ver arder os seus hectares de madeira e que quer recuperar algum do prejuízo, que não pode vender nem sequer aquela madeira queimada com que ele lá ficou, que vai valer muito menos que a madeira que ele lá tinha antes do incêndio.


      Isso que você fala é falacioso. Um eucaliptal desvaloriza muito pouco quando está queimado. O cerne do eucalipto quase não arde, dada a enorme percentagem de água que existe no seu interior. Essa mesma água que faz com que ele seque os tereenos ao seu redor.

      O madeireiro tira a capa queimada do eucalipto e vende-o às empresas de pasta de papel praticamente ao mesmo preço.

      Mesmo o pinheiro queimado se for rapidamente cortado e mergulhado em agua continua a ser possivel para aproveitar para a construção, e as tabuas mais junto ao cerne continuam intactas.
    • Segundo o Sr. 1º Ministro isto vai ser o nosso futuro temos de nos habituar não podemos fazer nada, a não ser que as populações passem a ser pró-activas na defesa das suas propriedades.
      Isto depois de em apenas um mês ter ardido mais que em qualquer dos anos anteriores de Janeiro a Dezembro e termos perdido 100 vidas.
      Foi o melhor discurso que as populações em choque poderiam ouvir!
    • Colocado por: jmcxlEm sua opinião o dinheiro tudo vale, tudo compra. Até a destruição do seu, ou melhor, do nosso País.
      São pessoas com opiniões como essa que nos conduziram ao estado actual de coisas.
      Mas se houver coragem dos politicos, se houver coragem dos portugueses em geral, isso irá mudar.

      Mas você tem dados científicos para afirmar que o grande responsável dos problemas da floresta em Portugal é o eucalipto? É que há muitos especialistas da floresta que não acham que isso seja assim.
      Pronto, venha lá acusar esse especialistas de estarem vendidos às papeleiras!
    • Colocado por: jmcxl

      Isso que você fala é falacioso. Um eucaliptal desvaloriza muito pouco quando está queimado. O cerne do eucalipto quase não arde, dada a enorme percentagem de água que existe no seu interior. Essa mesma água que faz com que ele seque os tereenos ao seu redor.

      O madeireiro tira a capa queimada do eucalipto e vende-o às empresas de pasta de papel praticamente ao mesmo preço.

      Mesmo o pinheiro queimado se for rapidamente cortado e mergulhado em agua continua a ser possivel para aproveitar para a construção, e as tabuas mais junto ao cerne continuam intactas.

      Vender mais barato, ou vender menos madeira pelo mesmo preço, ou vender a mesma quantidade de madeira pelo mesmo preço mas com mais trabalho de preparação, tem o mesmo significado para o proprietário da floresta: menos rendimento.
    • Em novo dia de luto, a NP ajuda-o a perceber o drama dos incêndios
      Ao contrário de uma certa crença muito difundida, o processo de desarborização – a chamada crise florestal – não é um fenómeno recente, mas iniciou-se nos séculos XV e XVI com a destruição da economia rural medieval. Arroteamentos, alargamento do espaço destinado ao pastoreio extensivo e procura de madeira «grossa» destinada aos estaleiros navais de Lisboa, Porto, Aveiro, Viana e Lagos, provocaram a destruição das paleo-florestas.
      No início do século XIX, quase todas as terras estavam nuas de arvoredo e os bosques das terras altas recebiam golpe sobre golpe num país onde a lenha rareava. Os quadros oferecidos pela literatura portuguesa de base provinciana são eloquentes desse país escalvado, poeirento e pedregoso.
      Em 1867, o Relatório da Arborização, primeiro estudo sério produzido em Portugal, mostrava que apenas 7% do território era arborizado. Portugal era um imenso deserto. Com a criação do Regime Florestal (1901), o governo da monarquia apontou o rumo para a rearborização do território entre o Minho e o Tejo. Contudo, a implantação da república, a crise económica, a penúria crónica e a desorganização do Estado tornaram impossível responder à grave crise ambiental que assumia proporções de desastre. Teve de se esperar pelo advento do Estado Novo para que entrasse em execução o Plano de Povoamento Florestal (1938), inspirado nos programas então em voga nos EUA e Europa, o qual prolongou-se até 1972 e foi efectivamente cumprido.
      Optou-se pela plantação extensiva do pinheiro bravo, a melhor solução para impedir a erosão dos solos, mas igualmente pela criação de uma polícia florestal e quadros técnicos do Estado com a incumbência de preservar o património florestal. Em 1965, 33% da superfície do país estava já coberta de matas. Os incêndios rareavam. A área de fogos nas décadas de 1950 e 1960 não excedia os 5000 hectares/ano. Veio a revolução, as estruturas entraram em colapso e só em 1975 arderam 80.000 hectares ou seja, o equivalente à soma de todos os incêndios verificados no país entre 1951 e 1974. A devastação continuou. Entre 1976 e 1981, a área anual de fogos foi de 40.000 hectares. O que restava da indústria das florestas entrou em colapso ao longo das décadas de 1980 e 1990. Desde então, verifica-se uma perda anual de 2% da superfície da mancha florestal.
      A agravar o quadro de desastre, a indústria das celuloses entrou em força, implantando o famigerado eucalipto, espécie voraz que devastou os solos, a mata e a flora nativas, esgotando igualmente os lençóis freáticos. Ao longo das últimas duas décadas, tendo perdido competitividade, a indústria do papel entrou em recessão. Não sabendo o que fazer com o que restava das nossas florestas, o “poder autárquico” aproveitou-se da falta de autoridade do poder central e lançou mão à destruição do mínimo de racionalidade ainda existente. A absurda política de abertura de estradas para nenhures, as célebres “rotundas”, os loteamentos, os “parques industriais” que jamais passaram da fase de destruição dos bosques pré-existentes, os campos de golfe e “projectos de urbanização” que retiraram populações de cidades e vilas para a conurbação dos velhos centros urbanos, empurrando-as para áreas de bosque, deixaram-nos à beira do precipício. Ora, como as matas não dão votos, e como todo o regime vigora nesta criminosa inconsciência demagógica de “obras”, o que resta da floresta portuguesa está condenada à desaparição.
      Não, a floresta europeia não está em regressão, mas em expansão. A excepção é Portugal. Porquê ?

      Miguel Castelo-Branco
      Concordam com este comentário: jmcxl
    • Colocado por: J.FernandesÉ que há muitos especialistas da floresta que não acham que isso seja assim.

      Curioso, não o vi nomear algum.
      Concordam com este comentário: jmcxl
    • Colocado por: J.Fernandes
      Se esta não for para rir é com toda a certeza para chorar!

      Então você vai dizer a um proprietário florestal que acabou de ver arder os seus hectares de madeira e que quer recuperar algum do prejuízo, que não pode vender nem sequer aquela madeira queimada com que ele lá ficou, que vai valer muito menos que a madeira que ele lá tinha antes do incêndio.


      Julgo que o Rafael se referia à compra dessa madeira pelas indústrias por preço mais baixo (é aqui que está o negócio), podia ser impedido da mesma forma como foi em 2003 pelo então governo de Durão Barroso.

      http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/governo_paga_25_euros_por_tonelada_de_madeira_queimada
    • Colocado por: J.FernandesMas você tem dados científicos para afirmar que o grande responsável dos problemas da floresta em Portugal é o eucalipto? É que há muitos especialistas da floresta que não acham que isso seja assim.
      Pronto, venha lá acusar esse especialistas de estarem vendidos às papeleiras!


      Especialistas de floresta mediterranica a defender o eucalipto? LOL. Só se forem especialistas com cursos tirados por equivalencias. Ou como voce alegou (não fui eu) especialistas vendidos aos interesses das papeleiras.

      Para mim o dinheiro não vale tudo: tenho um terreno florestal ao qual mandei cortar os poucos eucaliptos e pinheiros que lá existiam e só lá quero sobreiros, carvalhos e outras espécies similares.
      Não me dão dinheiro mas dão-me a consciencia de que estou a fazer o melhor que posso, em prol duma melhor floresta.
      Podia ter aproveitado para, ao abrigo do decreto da plantação livre do eucalipto, ter minado o terreno com eucalipto. Em menos de nada teria os sobreiros mortos e poderia plantar ainda mais eucaliptos. E com isso teria mais dinheiro e mais rapido.
      Mas os meus filhos merecem mais: merecem que os pais lhes ensinem que o dinheiro não é tudo na vida.
      Concordam com este comentário: zinna, Doctor Z, RCF, 21papaleguas, ghost12
      Estas pessoas agradeceram este comentário: RCF
    • Bom dia para todos,

      Antes de mais, não podemos deixar morrer este tópico apesar de não estarmos num fórum
      da natureza, tem que se manter na primeira página do fórum para nos lembrarmos que as
      mais de 100 pessoas que morreram este ano, as vidas destruídas, as casas e sustentos
      arruinados, empresas e empregos afectados, os milhões de árvores, os milhares de animais
      domésticos, os milhares/milhões de seres da natureza mortos...

      NUNCA NOS PODEMOS ESQUECER-NOS DISTO, NUNCA. E NÃO FAÇAM COMO OS HOMENS
      POLÍTICOS A DIZER QUE SE FOSSE O PSD SERIA DIFERENTE, NÃO É MAIS QUE APROVEITAMENTO
      POLÍTICO DA DESGRAÇA. Esqueçam a cor política, se estivesse lá outro partido era igual.
      A cor é diferente, mas o cheiro é o mesmo, não se iludem...

      Quando puder, vou apresentar aqui as minhas ideias para combater esta vergonha portuguesa
      que são os incêndios.

      Doctor Z.
      Concordam com este comentário: jmcxl
    • Colocado por: J.Fernandes
      Se esta não for para rir é com toda a certeza para chorar!

      Então você vai dizer a um proprietário florestal que acabou de ver arder os seus hectares de madeira e que quer recuperar algum do prejuízo, que não pode vender nem sequer aquela madeira queimada com que ele lá ficou, que vai valer muito menos que a madeira que ele lá tinha antes do incêndio.
      amigo , não leu bem nem tudo o que eu disse ora veja lá se não diz mais nada ... eu se fosse governo proibia a venda da madeira queimada fosse a quem fosse , só vendia madeira quem pagasse a factura dos prejuízos causados pelo fogo !!! ( não percebo porque é que eu estou a pagar esta despesa para depois o dono ter as melhores condições possíveis para vender madeira !)
    • Colocado por: Doctor Z
      ...Quando puder, vou apresentar aqui as minhas ideias para combater esta vergonha portuguesa
      que são os incêndios....
      Concordam com este comentário:jmcxl


      Sem prejuizo da implementação de, todas e mais algumas, medidas necessárias para o combate aos incendios, nomeadamente em âmbito da prevenção, temos de repensar o ordenamento populacional.
      Hoje em dia é fácil para qualquer um de nós analisar detalhadamente as imagens de satelite do Google Maps, e ver a quantidade enorme de casas isoladas, dispersas no meio do nosso coberto florestal.
      Isso potencia o risco de fatalidades humanas e obriga os meios de combate a dispersarem-se para defender essas mesmas casas, com prejuizo obvio no sistema de combate ao incendio florestal propriamente dito.
    • Colocado por: 21papaleguasCurioso, não o vi nomear algum.

      É quantos você quiser.

      O especialista João Soares:

      "Diz que as restrições à plantação de eucaliptos têm origem ideológica e que continuam a dizer-se «disparates» e «aldrabices» contra esta árvore por preconceito."

      https://sol.sapo.pt/artigo/577003/joao-soares-especialista-em-assuntos-florestais-atacar-uma-frente-de-fogo-com-uma-mangueira-e-ridículo

      António Paula Soares:

      "Analisando as declarações dos deputados do partido que se propõe a legislar sobre o assunto, parece que o eucalipto é o único, ou pelo menos claramente o maior culpado de toda a tragédia dos incêndios florestais em Portugal. Mas, depois de tantos debates, de tantos estudos apresentados e de tantas análises feitas, durante e após os incêndios que devastaram mais uma vez o mundo rural, os especialistas na matéria florestal (estes sim importa ouvir, e não os que se apresentam como especialistas de coisa nenhuma….) são, na sua larga maioria, apologistas de que os eucaliptos não são o "monstro" da nossa floresta nem os responsáveis por servirem de rastilho a tão impressionantes números de hectares de área ardida."
      http://www.sabado.pt/opiniao/convidados/antonio-paula-soares/detalhe/porque-querem-acabar-com-o-eucalipto

      Mais? é só procurar no Google.
    • Colocado por: BricoleiroJulgo que o Rafael se referia à compra dessa madeira pelas indústrias por preço mais baixo (é aqui que está o negócio), podia ser impedido da mesma forma como foi em 2003 pelo então governo de Durão Barroso.

      O problema é que nestes casos começa a haver excesso de madeira queimada no mercado e os preços descem por aí abaixo, não é por mais nada. O voluntarismo do Durão - errado na minha opinião - foi pôr o estado a financiar prejuízos dos proprietários de floresta afetada.
    • Colocado por: jmcxlIsso potencia o risco de fatalidades humanas e obriga os meios de combate a dispersarem-se para defender essas mesmas casas, com prejuizo obvio no sistema de combate ao incendio florestal propriamente dito.


      acabe-se com as aldeias...que tristeza de comentários que por aqui vão.

      aproveito para alertar o governo que se quiser acabar de vez com os incêndios venha aqui ao forum e contrate muitos especialistas que aqui estão desaproveitados.
    • Colocado por: rafaelisidoroamigo , não leu bem nem tudo o que eu disse ora veja lá se não diz mais nada ... eu se fosse governo proibia a venda da madeira queimada fosse a quem fosse , só vendia madeira quem pagasse a factura dos prejuízos causados pelo fogo !!! ( não percebo porque é que eu estou a pagar esta despesa para depois o dono ter as melhores condições possíveis para vender madeira !)

      Eu li bem o que você disse, e acho que é uma asneirada.
      Para quê proibir alguma coisa? Só vai agravar o problema já de si sério, de quem viu arder as suas árvores.
    • Parece-me fundamental que se discutam as alterações necessárias e as lições e ilações a retirar desta tragédia.

      O que é totalmente desajustado e irrelevante é o aproveitamento politico a que assistimos por parte dos partidos de direita. Vêm nesta tragédia uma oportunidade para se vingar de um governo que, ao contrário de todas as previsões, se tem pautado pela estabilidade governamental e não lhes tem dado espaço para o ataque e descredibilização gratuita.

      Com isto tão pouco estou a desculpar o governo que, de forma algo hesitante e tardia, já assumiu as suas responsabilidades e tirou as consequências necessárias para permitir que se possa abordar esta questão de forma mais sensata no futuro. Podia e devia ter feito mais em termos de prevenção.

      Mas vir agora com moções de censura e querer derrubar um governo devido a uma tragédia que teria acontecido com qualquer outro partido no poder, parece-me ridículo e uma tremenda falta de respeito para com as vitimas inocentes deste triste episódio da democracia em Portugal. A todos os níveis..

      Discutam ideias para diminuir a probabilidade que isto se possa voltar a repetir e deixem as questões politicas para outra altura.
      Concordam com este comentário: Doctor Z
    • Colocado por: jmcxlSem prejuizo da implementação de, todas e mais algumas, medidas necessárias para o combate aos incendios, nomeadamente em âmbito da prevenção, temos de repensar o ordenamento populacional.
      Hoje em dia é fácil para qualquer um de nós analisar detalhadamente as imagens de satelite do Google Maps, e ver a quantidade enorme de casas isoladas, dispersas no meio do nosso coberto florestal.
      Isso potencia o risco de fatalidades humanas e obriga os meios de combate a dispersarem-se para defender essas mesmas casas, com prejuizo obvio no sistema de combate ao incendio florestal propriamente dito.

      Não temos de repensar nada porque a migração das populações para meios urbanos é algo inexorável e comum a todo o mundo desenvolvido.
      As casas isoladas no meio das florestas são, obviamente, um problema quando há incêndios, mas também têm vantagens na manutenção de terrenos cultivados que de outra forma também estariam tomados pela floresta; e mais importante, quem lá quer viver porque é que teria de ser impedido?
     
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