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  1. Estamos a andar no caminho certo!

    Com os sindicatos e mentalidade que temos tem de se avançar mas com passinhos de bébé...

    http://www.publico.pt/economia/noticia/comprador-da-tap-nao-pode-despedir-enquanto-o-estado-for-accionista-1682246

    Com todas estas clausulas a TAP vai ser oferecida, senão ninguém lhe pega!
    Concordam com este comentário: two-rok
  2. É óbvio que vai. Os clientes estão à espera. ;)
  3. A divida de um país por si só não quer dizer muita coisa.

  4. Talvez não... se retirar o valor dos juros ao orçamento de estado, este fica perto do défice zero...


    Perto, não é zero. Mas admitamos que é zero e que o default não traria outras consequências com reflexo no saldo orçamental: o raciocínio mantém-se: "impor perdas a quem emprestou é sempre possível - mas isso implica que o devedor não necessite de contrair nova dívida no curto prazo".
    Concordam com este comentário: two-rok
    • eu
    • 15 janeiro 2015
    Colocado por: luisvvPerto, não é zero. Mas admitamos que é zero e que o default não traria outras consequências com reflexo no saldo orçamental: o raciocínio mantém-se: "impor perdas a quem emprestou é sempre possível - mas isso implica que o devedor não necessite de contrair nova dívida no curto prazo".

    Sim, claro... eu devia ter sido mais explícito : "talvez não seja necessário contrair nova dívida".
    • luisvv
    • 15 janeiro 2015 editado

    Errado...

    Não é errado. A notícia que transcreveu saiu na edição em papel do DN de ontem, na secção antigamente designada por Economia e que há uns anos passou a chamar-se Dinheiro Vivo - e que ao sábado é publicado como suplemento.



    Sem comentários....

    Não precisa de comentar, porque é um título factual e rigoroso, ao contrário do original.


    Talves porque o ECB tomou e está a tomar medidas para evitar isso? Informe-se melhor.


    Isso é uma boa desculpa, mas:
    1) a espiral recessiva não existiu.
    2) o fim do mundo, idem.
    3) o 2º resgate não foi suficiente noutros lados, e por cá ...

    Yields da dívida a 10 anos

    (legenda:Yield até à maturidade das obrigações a 10 anos da Grécia e de Portugal, cabalmente demonstrando o efeito Draghi-dual, em que uma mesma acção pode gerar dois efeitos completamente distintos.)
    Concordam com este comentário: two-rok
  5. Mais, da mesma fonte, com origem no IGCP, a mostrar como se pode reduzir os encargos da dívida sem impor perdas:

  6. Se não é, então façam como estes: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1827119


    Sobre a história bastante romanceada dos islandeses que fizeram peito forte e recusaram pagar:

    http://www.ionline.pt/iopiniao/os-islandeses-nao-acham-vivem-na-terra-sonho/pag/-1

    Onde ir em Fevereiro de 2012? À Islândia, terra de sagas, de óptimo peixe, de boa música electrónica e do mito do “país que mandou a banca bugiar e não optou pela austeridade cega”. Uns dias na Islândia oferecem uma vantagem quando está em causa falar sobre o pequeno país nórdico: a de falar com os islandeses. Chegou a ser divertido ver a cara das pessoas – ministro, jornalista, empresário ou o “cidadão comum” – quando perguntei o que achavam do facto de a Islândia ser um símbolo de esperança para muita gente. “Não é o país em que vivemos”, responderam-me todos – da esquerda à direita – sem excepção.

    A Islândia não é o país que mostrou por heroísmo do cidadão o dedo do meio aos banqueiros e aos credores. A escolha de não pagar não foi uma escolha – foi fruto da circunstância de o sistema bancário ter inchado até ser dez vezes maior que a economia do país. Os bancos eram demasiado grandes para salvar. “Foi um argumento de força maior”, disseram-me no Ministério da Segurança Social. A esta evidência somou- -se outra circunstância: a Islândia podia deixar cair os bancos porque o impacto no sistema global era muito pequeno. Ainda assim uma nota: o país absorveu cerca de 20% do PIB em custos directos da crise bancária, o segundo maior valor a seguir ao da Irlanda.

    E os referendos? É verdade que em dois referendos o povo islandês recusou as propostas do governo de pagar pelo menos o fundo de garantia de depósitos a ingleses e holandeses (mais juros). Mas é também verdade que essa decisão de pouco serviu. A Islândia já começou a pagar os 3,8 mil milhões de euros aos governos da Holanda e do Reino Unido, liquidando activos do Landsbanki. E se o tribunal da EFTA condenar os islandeses – por terem discriminado entre depositantes domésticos e estrangeiros – o país arrisca-se a ver os governos britânico e holandês pedirem juros nos tribunais islandeses (taxas judiciais que começam em 10%, explicou-me um professor da Universidade da Islândia). A jogada do referendo foi gira, mas o preço final pode ser maior.

    O mito continua. O colunista Daniel Oliveira, por exemplo, afirma que o governo não decidiu cortes salariais e que a inevitável desvalorização da moeda “foi resultado da coragem dos islandeses”. Os islandeses com quem falei (e qualquer economista) acham que a desvalorização foi o preço alto a pagar pelo esvaziamento da maior bolha bancária de sempre. O controlo de capitais surgiu não por tenacidade local, mas porque o FMI percebeu que sem isso a moeda poderia pulverizar-se.

    A desvalorização da coroa – prato clássico do receituário do FMI – tem a vantagem de permitir uma recuperação mais rápida. Mas o preço a pagar é sempre alto – não há saídas indolores de crises de dívida, nem na Islândia do sonho. A subida da inflação resultou numa perda média do poder de compra de 20%. A isto soma-se o maior drama, esquecido em Portugal: 80% das famílias com créditos à habitação (que são dois terços do total das famílias) têm o empréstimo indexado à inflação. Uma arquitecta explicou-me as contas: um empréstimo inicial de 18 milhões de coroas saltou para cerca de 28 milhões, comendo todo o capital de entrada. A prestação mensal da casa cresceu 40%. A hostilidade ao poder político e o sentido de injustiça perante os perdões de dívida concedidos às famílias que mais arriscaram (com empréstimos em moeda estrangeira) são feridas abertas na sociedade islandesa.

    No final, é verdade que o desemprego é de 7% (mas oscilava entre 1% e 2% – o grau de subida não foi assim tão diferente do nosso) e que quem anda na rua em Reiquiavique não vê pobreza. A Islândia parece bem para um país que perdeu o sistema bancário de um dia para o outro? Sim. Mas isso deve-se a ter moeda própria e ao ponto de partida: uma população menor que a do distrito de Viseu (318 mil pessoas) e um Estado social forte, numa sociedade mais igualitária e que paga 1500 euros em média a um trabalhador pouco qualificado. Não sou só eu quem o diz. É o insuspeito ministro da Segurança Social, o homem que decidiu expandir a rede social para os mais frágeis – mas cortando, na mesma, mais de 5% nos gastos sociais e uns impressionantes 17% na saúde entre 2008 e 2012 (com contributo do governo anterior). Nada mau, para terra de sonho. Jornalista. Escreve à sexta-feira
    Concordam com este comentário: eu, two-rok
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    • eu
    • 15 janeiro 2015
    Colocado por: luisvvMais, da mesma fonte, com origem no IGCP, a mostrar como se pode reduzir os encargos da dívida sem impor perdas:

    Mas atenção: ao atirar a dívida para o futuro (temos umas belas tranches para pagar até 2040) isso limita-nos muito a capacidade de contrair nova dívida para esse período.

    No fundo: temos obrigatoriamente que controlar o défice nas próximas décadas.
    Concordam com este comentário: two-rok
  7. Fala-se muito por aqui, principalmente do que não interessa. Entretanto, a realidade esta aí e qualquer dia temos 1 trilionário a ganhar tanto quanto 9.999.999 de portugueses e continuarão a dizer que assim é que é porque o trilionário precisa de criar emprego.

    "Os salários dos chefes aumentaram em 2014. Os outros não"
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  8. .
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    • eu
    • 15 janeiro 2015
    Um diretor geral de um grupo empresarial ganha 8000 euros ?
  9. Colocado por: LuisPereiraA divida de um país por si só não quer dizer muita coisa.


    Em termo absolutos, não. O que interessa é a relação dívida-PIB. Dívida-PIB baixar significa que:

    -Dívida baixa em termos absolutos; e/ou
    -PIB cresce, levando a maior capacidade de financiamento pelo Estado (mais receitas e mais capacidade de obter receitas extra).

    E agora como está? A aumentar, a díminuir ou 'na mesma'?
  10. Colocado por: luisvv
    Não é errado. A notícia que transcreveu saiu na edição em papel do DN de ontem, na secção antigamente designada por Economia e que há uns anos passou a chamar-se Dinheiro Vivo - e que ao sábado é publicado como suplemento.


    Você insiste no erro. O Dinheiro Vivo é um jornal especializado em negócios e economia, com redacção própria e inscrito na ERC: http://www.globalmediagroup.pt/marcas/media/jornais/dinheiro-vivo/

    A notícia, que você denominou de 'estúpida', foi tirada do próprio jornal. http://www.dinheirovivo.pt/economia/interior.aspx?content_id=4339614&page=-1
  11. Mais uma notícia para o cla_pereira, especialmente da Coreia do Norte, uma notícia que vem dos chineses, e não propriamente dos "imperialistas" ocidentais:

    http://observador.pt/2015/01/15/falta-de-comida-e-dinheiro-estao-a-levar-norte-coreanos-a-atravessarem-fronteira-com-a-china/

    Qualquer dia até os chineses se chateiam... Esperoque por essa altura o cla_pereira já tenha decidido emigrar para o Paraíso do planeta Terra...
    Concordam com este comentário: LuisPereira, two-rok

  12. Isso é uma boa desculpa, mas:
    1) a espiral recessiva não existiu.
    2) o fim do mundo, idem.
    3) o 2º resgate não foi suficiente noutros lados, e por cá ...


    2012: BCE com programa de compra de dívida soberana. Evitou resgate a Espanha e Itália.

    http://www.theguardian.com/business/2012/sep/06/debt-crisis-mario-draghi

    Supervisão bancária a nível da uniao e criação de fundos de estabilização: https://en.wikipedia.org/wiki/Banking_union https://en.wikipedia.org/wiki/European_Financial_Stability_Facility

    Yields da dívida a 10 anos

    (legenda:Yield até à maturidade das obrigações a 10 anos da Grécia e de Portugal, cabalmente demonstrando o efeito Draghi-dual, em que uma mesma acção pode gerar dois efeitos completamente distintos.)


    Risco político na Grécia.
    MAis, as "ajudas" à Grécia foram suspensas por causa do mesmo risco político: http://economico.sapo.pt/noticias/fmi-suspende-ajuda-a-grecia-ate-tomada-de-posse-de-novo-governo_208963.html

    E ainda assim o efeito Draghi é o que está a conter essa subida dos 'juros implicitos', caso contrário já estavam em níveis de 2012, quando o Syriza se preparava para o poder.
  13. Colocado por: antoniolxMais uma notícia para o cla_pereira, especialmente da Coreia do Norte, uma notícia que vem dos chineses, e não propriamente dos "imperialistas" ocidentais:

    http://observador.pt/2015/01/15/falta-de-comida-e-dinheiro-estao-a-levar-norte-coreanos-a-atravessarem-fronteira-com-a-china/

    Qualquer dia até os chineses se chateiam... Esperoque por essa altura o cla_pereira já tenha decidido emigrar para o Paraíso do planeta Terra...
    Concordam com este comentário:LuisPereira


    O aristocata "manolo" ainda não confirmou esta noticia e ainda não saiu no "avante" por isso deve ser mais uma mentira do mundo capitalista...
    Concordam com este comentário: two-rok
  14. Colocado por: LuisPereira

    O aristocata "manolo" ainda não confirmou esta noticia e ainda não saiu no "avante" por isso deve ser mais uma mentira do mundo capitalista...


    E antes que digam que é "outra" das mentiras a circular pela Internet, aqui vai um dos links oficiais/autorizados da China:

    http://www.china.org.cn/world/2015-01/05/content_34480802.htm

  15. Você insiste no erro. O Dinheiro Vivo é um jornal especializado em negócios e economia, com redacção própria e inscrito na ERC:

    E você insiste em não perceber: é a antiga secção de economia, que mudou de nome e estatuto e que continua a publicar-se, durante a semana, nas páginas do DN e ao sábado como suplemento.

    (e que, por exemplo no dn online aparece no separador "economia" , e com a descrição "secção Dinheiro Vivo").


    A notícia, que você denominou de 'estúpida', foi tirada do próprio jornal.


    Sim, eu sei. Li-a em papel, tenho o mau hábito de ler o DN todos os dias. Por ter vindo num jornal, é uma "notícia", e pelo seu conteúdo é "estúpida".
 
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