Eu não disse que o patrão não manda na casa do trabalhador.
André, alguém sem nenhuma fonte de rendimento, precisa do quê na sociedade capitalista ? Dinheiro. Como obtém o dinheiro ? Através do trabalho.
Então...se é através do trabalho que sobrevive, e se é o patrão que lhe paga o salário, não é o patrão que "manda" na casa do trabalhador ?
Se os patrões definem quanto cada sócio gerente ganha, porque razão os trabalhadores não o podem fazer ?
Não vou voltar novamente às primeiras páginas.
Colocado por: luisvv
Isso só significaria que há um excesso de oferta de mão-de-obra disponível para determinada função, o que constitui um bom sinal de que outra função será melhor aposta.
Colocado por: cla_pereiraSe os patrões definem quanto cada sócio gerente ganha, porque razão os trabalhadores não o podem fazer ?
Ah, tem a ver com a área de formação...tou a ver ! Então actualmente todas as áreas de formação têm excesso de mão de obra.
Na sociedade capitalista não há pleno emprego, ao contrário da socialista.
Se só conseguimos viver se trabalharmos, como é possível não ter emprego ?!
Ainda não me respondeu à pergunta...
Colocado por: luisvv
Então, um detentor de capital e de meios de produção, reunidos numa empresa, e que beneficia dos lucros dessa empresa, é trabalhador? Já não explora os trabalhadores?
Colocado por: cla_pereira
E em relação à minha pergunta ?
"Pergunto eu, alguém que pode despedir, é trabalhador ou patrão ?"
Colocado por: luisvv
É a prova da inadequação da sua terminologia ao mundo real.
Colocado por: luisvvPorque o trabalhador (na sua definição) não é responsável pela gestão.
Melhor ainda, as cooperativas são uma miragem.
Faltou aqui o pilar, ter empregados. Senão, para que é que tem meios de produção ? Ser patrão é ter alguém a trabalhar para ele, ponto.
Fiquei sem resposta, portanto ! Pelos vistos o trabalhador despede ! Ou então não há despedimentos, quiça.
Então os países onde existiu e existe Socialismo é uma miragem.
Melhor ainda, as cooperativas são uma miragem.
O trabalhador pode gerir, basta ter competência para tal. Então, não foram alguns amigos aqui que disseram que o patrão também trabalha ? Correctissimo. Então se o patrão pode gerir e pode trabalhar, o trabalhador só sendo patrão é que pode gerir ? Ai...
Estive a ler mais comentários após o meu último e...querem voltar à roda ! Pronto, não existe patrões, nem lucro ! É tudo miragem.
A Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) manifesta-se "absolutamente contra" a recém-anunciada ajuda de Estado, no valor de 455 milhões de euros, a diversos hospitais públicos.
http://economico.sapo.pt/noticias/privados-criticam-ajuda-de-estado-de-455-milhoes-aos-hospitais-publicos_209046.html
Sétima pessoa a morrer nas urgências em apenas um mês. Isto é extraordinário. Nos anos anteriores, ninguém morria nas urgências. O que também era extraordinário. Isto é tudo tão extraordinário que nem sei o que é mais extraordinário.
Faz lembrar os últimos tempos de Correia de Campos como Ministro da Saúde. Se bem me lembro, de um momento para o outro, as mulheres começaram a parir em barda nas ambulâncias. Penso que até houve um bebé que nasceu num helicóptero a caminho de uma maternidade. O mais fantástico deste fenómeno foi que mal o ministro caiu as mulheres deixaram de ter filhos nas ambulâncias. Uma explicação possível é a queda de natalidade.
Adenda: Um dia depois desta entrada, foi notícia de abertura no Jornal da Tarde da SIC o caso de um idoso de 96 anos que morreu nas urgências. De acordo com um comentário do "Tiro ao Alvo" sabe-se agora que "o falecido foi atendido 9 minutos depois de chegar ao hospital e que padecia, como é compreensível, de várias doenças crónicas."
Em 1994, Michael Porter analisou a economia portuguesa e definiu quais as suas forças, isto é, os clusters onde Portugal se deveria focar e aprofundar--isto foi o chamado Relatório Porter. As conclusões foram muito controversas porque, na altura, desejava-se que Portugal fosse uma país desenvolvido o mais rapidamente possível e isso implicava que o sector terciário (serviços) teria de crescer muito mais rapidamente do que os sectores primário (agricultura) e secundário (indústria), pois era essa a característica dos países desenvolvidos. O Relatório Porter apresentava um grande problema: mandava o país investir na agricultura e na indústria, áreas onde estavam os clusters de competitividade portugueses que precisavam de ser aprofundados.
Colocado por: cla_pereiraRespondi-lhe, com o "bold". Até lhe disse que tinha acabado de responder na sua pergunta. Pronto, eu escrevo a palavra: É trabalhador.
Colocado por: PeSilvaUm novo Correia de Campos?
http://destrezadasduvidas.blogspot.pt/2015/01/um-novo-correia-de-campos.htmlConcordam com este comentário:two-rok
Colocado por: Billy_Boyperíodo em queé expectávelque haja um pico de afluência
Francisco George sublinhou a imprevisibilidade destas circunstâncias: “nunca conseguimos antecipar quando começa a atividade gripal de caráter sazonal nem quando começa, sequer, a própria atividade. Até à primavera, dependendo dos anos, podemos ter atividade gripal sem saber quando ela se inicia. Tal como também não podemos antecipar, em termos de planeamento, quais são as estirpes, quais são os vírus”.
O diretor-geral da Saúde confirmou que a estirpe que agora circula é essencialmente do tipo B, que afeta menos os mais idosos, que são um dos grupos em maior risco. Francisco George explicou que esta estirpe não é nenhuma das três que estão contidas na vacina deste ano, mas sublinhou a importância da sua inoculação como forma de prevenir as complicações da doença. “A vacina como sempre acontece é útil e sobretudo é importante para evitar as complicações da gripe. Quem está vacinado pode ter gripe, mas a probabilidade de essa gripe sofrer complicações diminui. Isto é um dado comprovado», afirmou Francisco George durante a conferência de imprensa.