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  1.  # 1

    André Barros, deixemos-nos de filosofias.
    Vai dizer: Trabalhador é todo aquele que trabalha, logo, se o patrão trabalha, também é trabalhador ! E puff, desapareceu classes sociais como um passo de magia.
    Trabalhador é aquele que trabalha(assalariado ou por conta própria) e não tem outros a trabalhar para si próprio.
    Concordam com este comentário: manuel josé
    • luisvv
    • 29 dezembro 2014 editado

     # 2


    Não meu caro. A proporção não é igual. Quem tem os meios de produção, irá ter mais rendimento do que o trabalhador,sem necessidade de trabalhar!

    Não é verdade. Quem tem o meio de produção teve que o adquirir, tem que o manter e substituí-lo quando necessário. Mas a debulhadora por si só não faz nada - e mesmo que fizesse, ainda seria necessário determinar quanto fazer, quando fazer, a quem vender, a que preço, etc.
    Além do mais, o rendimento do trabalhador é fixo, ao passo que o do patrão não é. O trabalhador vende trabalho, o patrão arrisca capital.

    (e nem me vou dar ao trabalho de questionar os termos usados e a carga pejorativa associada).




    O caso win/win é os trabalhadores deterem os meios de produção, porque manda chuvas a obter lucro à conta do trabalho dos outros, não precisam.

    A sua moldura mental é essa, nada a fazer. O facto de outros terem mais que eu não altera a situação: eu vendo o meu trabalho por um preço. Só o faço porque tenho um benefício que considero superior ao de não o vender. Exactamente o que acontece em qualquer transacção comercial. Se eu lhe vendo o que produzo, é porque valorizo mais o € que vou receber do que o produto, ao passo que para si será o inverso: você valoriza mais o produto que me vai comprar do que o € que me vai entregar por ele.


    Já viu algum trabalhador enriquecer ? (só se for futebolista ou afins)

    Já.


    Vá ver se os mais ricos de Portugal têm os bens que têm graças aos seus salários.

    Por acaso, os casos mais notórios (Soares dos Santos, Belmiro de Azevedo, Américo Amorim) são casos de fortunas relativamente recentes e que resultaram da evolução e crescimento de empresas. Por isso, sim, podemos dizer que resulta do seu trabalho..


    Não sejamos ingénuos, como você depois disse num comentário abaixo, "Passemos ao essencial: por definição, havendo ricos e pobres, haverá sempre desigualdade na distribuição de riqueza." Então cá está, para haver ricos é porque existem pobres que enriquecem-no.

    Não percebeu o que eu quis dizer: "rico" e "pobre" são definições relativas e não absolutas. As próprias definições implicam que ser "rico" ou pobre é ter mais ou menos que a média, pelo que nelas próprias estão implícitas desigualdades.

    Assim, é estatisticamente normal que havendo alguém acima da média haja também alguém abaixo da média. Daí não resulta no entanto que a existência de um "rico" gere pobreza, no sentido de o "rico" "roubar" o "pobre".
  2.  # 3

    Colocado por: André BarrosDá-me licença que peça o mesmo a si?
    coloque os dedos a trabalhar e procure ... eu já escrevi e muito ... mas como não sou doutorado na materia de contas não sirvo para nada , nem para dar cabo do país !!!!
  3.  # 4

    Colocado por: rafaelisidorocoloque os dedos a trabalhar e procure ... eu já escrevi e muito ... mas como não sou doutorado na materia de contas não sirvo para nada , nem para dar cabo do país !!!!


    Pois, calculei..

    Sim, realmente o senhor escrever, escreve muito.....
  4.  # 5

    Colocado por: André Barros

    Pois, calculei..

    Sim, realmente o senhor escrever, escreve muito.....
    e tu caladinho não fazes diferença nenhuma ... ora contribui com alguma coisa de jeito ja agora !!!
    • tostex
    • 29 dezembro 2014 editado

     # 6

    Colocado por: PeSilva

    Fora o aumento de impostos, consegue dizer que decisões foram essas, sem se rir?


    Por que é que me haveria de rir?

    Em termos económicos:



    Financeiros:





    Números mais actualizados haverá nos sites do BdP, BCE, INE, OCDE, etc.
    Concordam com este comentário: two-rok
  5.  # 7

    e eles a darem com os graficos e numeros esquisitos ahahhahahahhahhhh , aonde está a solução ???????
  6.  # 8

    Colocado por: cla_pereiraE puff, desapareceu classes sociais como um passo de magia.

    E é que desapareceram mesmo os conceitos que você, teimosamente, continua a usar nas suas diatribes. O mundo é completamente diferente de como era há umas décadas atrás e hoje só uma militância cega, é que justifica que alguém continue a usar o modelo marxista na análise social.
    Um exemplo: quando hoje se fala de rendimento do trabalho vs rendimento do capital, dá-se a entender que este tipo de rendimentos é exclusivo dos grandes empresários e patrões, esquecendo-se que uma grande parte da população portuguesa, vai buscar uma boa parte dos seus rendimentos às aplicações financeiras (depósitos a prazo, certificados de aforro, fundos de investimento), bem como ao imobiliário - arrendamentos e vendas de propriedades suas e da família.
  7.  # 9

    Colocado por: rafaelisidoroe tu caladinho não fazes diferença nenhuma ... ora contribui com alguma coisa de jeito ja agora !!!


    Contribuo?Para o senhor me vir dizer que são números e gráficos esquisitos?
  8.  # 10

    Crescimento do PIB a tender para zero.

    Défice primário lol... Mas quem paga os juros da dívida afinal? É o Pai Natal?

    Dívida crescente:



    Pressão deflaccionista: (Sabe o que a deflacção faz à dívida, certo?)

  9.  # 11

    Colocado por: tostexPor que é que me haveria de rir?


    No máximo, o que apresenta são "resultados" das decisões e não as decisões em si, que era o que eu tinha perguntado se conseguia dizer sem se rir.
    Mas se quiser "resultados" também pode procurar por:
    - realidade/memorandum
    - evolução carga fiscal
    - evolução despesa corrente
  10.  # 12

    Colocado por: André Barros

    Contribuo?Para o senhor me vir dizer que são números e gráficos esquisitos?
    não, calma , estas a interpretar mal , o que eu disse foi que estes numeros e graficos não são absolutos , são relativos ... estes e todos os que colocam aqui e isso não contribui com nada para a resolução do problema , mas isso tens que passar mais tempo por aqui a ver como te adaptas á coisa .
  11.  # 13

    Os líderes parlamentares e deputados sem grupo da Assembleia Legislativa da Madeira foram absolvidos da restituição de 6,4 milhões de euros desviados para os partidos. O valor foi atribuído em subvenções parlamentares.



    A secção regional do Tribunal de Contas na Madeira considerou improcedente a acusação do Ministério Público, por não provada, a ação contra os deputados na Assembleia Legislativa da Madeira, absolvendo-os da devolução porque concluiu não ter havido infração “dolosa por desvio de dinheiros públicos”.

    Ao PSD era exigida a devolução de 4,5 milhões de euros, mas também foram ‘perdoados’ 1,2 milhões de euros ao PS, 228 mil euros ao CDS/PP, 159 mil ao PCP, 61 mil ao Bloco de Esquerda e 25 mil ao PND. No total, entre 2006 e 2014, terão sido indevidamente recebidos pelos partidos madeirenses cerca de 40 milhões de euros.


    isto eu sei que o país não precisava , alguem arranja um grafico para isto .
  12.  # 14

    Aqui está o que chamado 'défice primário' convenientemente exclui:


    Fonte: Direcção Geral do Orçamento.
  13.  # 15


    Aqui está o que chamado 'défice primário' convenientemente exclui:


    Não é "convenientemente", é porque o "saldo primário" é um dos agregados utilizados para analisar o OE.
  14.  # 16

    E que algumas pessoas optam convenientemente por ignorar. Quando são uma despesa para pagar, tal como as outras. Que consome fundos das receitas, tal como as outras. Sendo que estas últimas não chegam, levando à necessidade de mais endividamento.

    E que conta, tal como as outras despesas, para a instauração do "Procedimento em caso de défice excessivo": http://europa.eu/legislation_summaries/glossary/excessive_deficit_procedure_pt.htm

    Pois sem dívida estavamos muito melhor....
    • jpvng
    • 29 dezembro 2014 editado

     # 17

    Vai ser um ano maravilhoso para quem ainda trabalha. Verde por todo o lado.
    Paga verde ali, paga verde acola.

    Apenas mais uma maneira de encher o País de impostos. O Empobrecimento e a aposta no mesmo continua.
    Ele bem prometeu.
    Concordam com este comentário: cla_pereira
  15.  # 18

    Engraçado ver sempre os mesmos do costume a defender a situação de sempre. Tentar justificar a falta de concorrência e o resultado obvio do preço exagerado dos combustíveis em Portugal unicamente com os impostos, quando Portugal é ou era há bem pouco tempo um dos Países com o preço mais alto na gasolina antes de impostos.
    Vezes sem conta que em Portugal os preços não acompanharam descidas internacionais ou nunca o fizeram como devia ser, com a adc a assistir impávida e serena.
    Concordam com este comentário: cla_pereira
  16.  # 19

    Engraçado ver sempre os mesmos do costume a defender a situação de sempre. Tentar justificar a falta de concorrência e o resultado obvio do preço exagerado dos combustíveis em Portugal unicamente com os impostos, quando Portugal é ou era há bem pouco tempo um dos Países
    com o preço mais alto na gasolina antes de impostos.


    À data de hoje, e para um preço a rondar o 1,20€ / 1,28€ os impostos directos correspondem a sensivelmente 2/3 do preço da gasolina.




    Vezes sem conta que em Portugal os preços não acompanharam descidas internacionais ou nunca o fizeram como devia ser, com a adc a assistir impávida e serena.


    Isto, pura e simplesmente não é verdade. A AdC publicou até ao final de 2013 análises mensais e trimestrais do mercado dos combustíveis, que demonstram o contrário.
    Concordam com este comentário: two-rok
  17.  # 20


    E que algumas pessoas optam convenientemente por ignorar. Quando são uma despesa para pagar, tal como as outras. Que consome fundos das receitas, tal como as outras. Sendo que estas últimas não chegam, levando à necessidade de mais endividamento.

    E que conta, tal como as outras despesas, para a instauração do "Procedimento em caso de défice excessivo":http://europa.eu/legislation_summaries/glossary/excessive_deficit_procedure_pt.htm

    Pois sem dívida estavamos muito melhor....


    Sim, se a dívida desaparecesse magicamente... de outra forma, teria sido preciso cobrar os impostos adequados ao financiamento do Estado. Seria uma surpresa, termos que pagar o custo efectivo dos serviços prestados e não uma qualquer ficção...
    Concordam com este comentário: two-rok
 
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