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  1. Colocado por: RCFO que pagou em impostos, por regra, por mais que pague agora de IRS e Segurança Social, são uma ínfima parte daquilo que já custou ao Estado. Só serão exceção aqueles que possam ter nascido e crescido noutros países e tenham vindo (emigrado) para Portugal já para trabalhar.
    Estas pessoas agradeceram este comentário:ANdiesel


    Desculpe, com todo o respeito, tem noção do que acabou do dizer ?
    Se nós não pagamos mais do que nos é devolvido, qual é o país que sobreviveria ?

    Meu caro, nós pagamos MUUUUUUUITO mais do que o que nos é devolvido, senão vejamos:
    - 23,75% + 11% = 34,75% do salário em Seg. Social;
    - X% em IRS, dependendo do ordenado;
    - Sobretaxa
    - IMI, IVA, ISP, propinas, taxas moderadoras, IUC, ISV, IPO, portagens(das que não são privadas), parquímetro, aluguer contador da água e da luz, rádio difusão na factura da EDP, etc, etc, etc....

    Quer ver que isto tudo não cobre os serviços que nos são devolvidos ? Como .... o belo estado em que estão as estradas nacionais, ou o SNS que falta médicos e o tecto está a cair, ou ainda há bem pouco tempo os bombeiros de Odemira que tinham de fazer 100 kms para ir a Beja ? O bombeiro disse que já fez mais de 50 partos na ambulância porque não chegou a tempo.
    • RCF
    • 11 julho 2016
    Colocado por: cla_pereira

    Desculpe, com todo o respeito, tem noção do que acabou do dizer ?
    Se nós não pagamos mais do que nos é devolvido, qual é o país que sobreviveria ?

    Meu caro, nós pagamos MUUUUUUUITO mais do que o que nos é devolvido, senão vejamos:
    - 23,75% + 11% = 34,75% do salário em Seg. Social;
    - X% em IRS, dependendo do ordenado;
    - Sobretaxa
    - IMI, IVA, ISP, propinas, taxas moderadoras, IUC, ISV, IPO, portagens(das que não são privadas), parquímetro, aluguer contador da água e da luz, rádio difusão na factura da EDP, etc, etc, etc....

    Quer ver que isto tudo não cobre os serviços que nos são devolvidos ? Como .... o belo estado em que estão as estradas nacionais, ou o SNS que falta médicos e o tecto está a cair, ou ainda há bem pouco tempo os bombeiros de Odemira que tinham de fazer 100 kms para ir a Beja ? O bombeiro disse que já fez mais de 50 partos na ambulância porque não chegou a tempo.


    No que citou daquilo que eu escrevi, experimente citar também a frase anterior "Uma pessoa com 26 anos de idade, por regra, ainda terá um défice enorme para com o Estado.". A sua citação é aplicável a uma pessoa com apenas 26 anos de idade!
    Já faz sentido? Dá para perceber?
  2. Colocado por: cla_pereira

    Desculpe, com todo o respeito, tem noção do que acabou do dizer ?
    Se nós não pagamos mais do que nos é devolvido, qual é o país que sobreviveria ?

    Meu caro, nós pagamos MUUUUUUUITO mais do que o que nos é devolvido, senão vejamos:
    - 23,75% + 11% = 34,75% do salário em Seg. Social;
    - X% em IRS, dependendo do ordenado;
    - Sobretaxa
    - IMI, IVA, ISP, propinas, taxas moderadoras, IUC, ISV, IPO, portagens(das que não são privadas), parquímetro, aluguer contador da água e da luz, rádio difusão na factura da EDP, etc, etc, etc....

    Quer ver que isto tudo não cobre os serviços que nos são devolvidos ? Como .... o belo estado em que estão as estradas nacionais, ou o SNS que falta médicos e o tecto está a cair, ou ainda há bem pouco tempo os bombeiros de Odemira que tinham de fazer 100 kms para ir a Beja ? O bombeiro disse que já fez mais de 50 partos na ambulância porque não chegou a tempo.

    Essas percentagens todas somadas, pouco significam (atendendo ao salário médio nacional). Por isso, beneficiamos muito mais do que aquilo que pagamos.
  3. Colocado por: RCF
    No que citou daquilo que eu escrevi, experimente citar também a frase anterior "Uma pessoa com 26 anos de idade, por regra, ainda terá um défice enorme para com o Estado.". A sua citação é aplicável a uma pessoa com apenas 26 anos de idade!
    Já faz sentido? Dá para perceber?


    Eu li o que escreveu 2x, por isso é que respondi.
    E respondi porque depois escreveu: "Só serão exceção aqueles que possam ter nascido e crescido noutros países e tenham vindo (emigrado) para Portugal já para trabalhar."
    O que deduzo dali são 2 coisas:
    - Até aos 26 anos(não sei porque escolheu esta idade, penso que foi só para dizer que seria novo) está a dever bastante ao Estado.
    - A exceção, são "aqueles que possam ter nascido e crescido noutros países e tenham vindo (emigrado) para Portugal já para trabalhar."

    Onde é que está a maioria ? Aqueles que têm mais de 26 anos ? Ou estava só a comprar menores de 26 anos ?...É que estes têm uma vida contributiva quase zero.
    • RCF
    • 11 julho 2016
    Colocado por: cla_pereiraMeu caro, nós pagamos MUUUUUUUITO mais do que o que nos é devolvido, senão vejamos:
    - 23,75% + 11% = 34,75% do salário em Seg. Social;
    - X% em IRS, dependendo do ordenado;
    - Sobretaxa
    - IMI, IVA, ISP, propinas, taxas moderadoras, IUC, ISV, IPO, portagens(das que não são privadas), parquímetro, aluguer contador da água e da luz, rádio difusão na factura da EDP, etc, etc, etc....

    Quer ver que isto tudo não cobre os serviços que nos são devolvidos ? Como .... o belo estado em que estão as estradas nacionais, ou o SNS que falta médicos e o tecto está a cair, ou ainda há bem pouco tempo os bombeiros de Odemira que tinham de fazer 100 kms para ir a Beja ? O bombeiro disse que já fez mais de 50 partos na ambulância porque não chegou a tempo.


    Isto poderia dar uma longa e inconclusiva discussão. No entanto, de uma forma simplista, direi que se pagássemos mais do que nos é devolvido (genericamente), o país não tinha défice orçamental. E, infelizmente, como todos sabemos, Portugal tem um défice elevado, que resulta da diferença entre a receita (impostos cobrados) e a despesa.
    Concordam com este comentário: ANdiesel
  4. Colocado por: RCF
    Isto poderia dar uma longa e inconclusiva discussão. No entanto, de uma forma simplista, direi que se pagássemos mais do que nos é devolvido (genericamente), o país não tinha défice orçamental. E, infelizmente, como todos sabemos, Portugal tem um défice elevado, que resulta da diferença entre a receita (impostos cobrados) e a despesa.


    Certíssimo, mas isso não é resultado dos poucos impostos cobrados pelo Estado, mas sim nos gastos que o Estado tem em PPP's, créditos bancários porque não se pode financiar junto do BCE, etc.
    • RCF
    • 11 julho 2016
    Colocado por: cla_pereiraCertíssimo, mas isso não é resultado dos poucos impostos cobrados pelo Estado, mas sim nos gastos que o Estado tem em PPP's, créditos bancários porque não se pode financiar junto do BCE, etc.


    Os impostos cobrados, poucos ou muitos, não chegam para pagar a despesa do Estado. E os gastos que citou (PPP's, créditos bancários) são relativos a despesas do Estado, de forma direta ou indireta, despesas com os cidadãos.
    Se o dinheiro é bem ou mal gerido, é outra coisa. No entanto, a verdade é que a despesa é maior que a receita e por isso, genericamente, o Estado gasta mais dinheiro connosco do que aquilo que nos cobra.
    Concordam com este comentário: ANdiesel
  5. Colocado por: RCF
    E os gastos que citou (PPP's, créditos bancários) são relativos a despesas do Estado, de forma direta ou indireta, despesas com os cidadãos.


    Ah, não sabia que os créditos bancários ou se quiser, FMI, são para pagar a cidadãos. Estava a pensar que era para pagar buracos do Banif, BES, etc.
  6. Colocado por: eu
    Mas haviam de ser pagos pelas árvores ?

    Todos os impostos são pagos por pessoas? Óbvio.

    Todos os impostos são gastos com pessoas? Óbvio.
    Concordam com este comentário:ANdiesel


    Tão óbvio que andamos aqui a repetir isto:
    Nossas contribuições sociais 20 000 milhões de euros .... Nos como indivíduos pagamos tudo com os nossos impostos directos? Não. Estou a falar dos descontos das pessoas !


    ou isto...
    Deve ser uma escassa minoria que tem poder económico para pagar mais ao estado do que aquilo que usufrui do mesmo.
    • RCF
    • 11 julho 2016
    Colocado por: cla_pereira

    Eu li o que escreveu 2x, por isso é que respondi.
    E respondi porque depois escreveu: "Só serão exceção aqueles que possam ter nascido e crescido noutros países e tenham vindo (emigrado) para Portugal já para trabalhar."
    O que deduzo dali são 2 coisas:
    - Até aos 26 anos(não sei porque escolheu esta idade, penso que foi só para dizer que seria novo) está a dever bastante ao Estado.
    - A exceção, são "aqueles que possam ter nascido e crescido noutros países e tenham vindo (emigrado) para Portugal já para trabalhar."

    Onde é que está a maioria ? Aqueles que têm mais de 26 anos ? Ou estava só a comprar menores de 26 anos ?...É que estes têm uma vida contributiva quase zero.


    Aquilo que eu quis dizer foi que um indivíduo com 26 anos de idade, por regra, ainda não pagou muitos impostos, pois ainda terá começado a pagar IRS e Segurança Social há poucos anos. Em contraponto, já deu uma grande despesa ao Estado, particularmente em Saúde e Educação. Isto é, com essa idade, ainda tem um grande défice com o Estado e ainda vai necessitar de descontar durante uns bons anos para poder dizer que já descontou mais do que aquilo que usufruiu, a não ser que não tenha nascido nem estudado em Portugal.
  7. Esta discussão começa porque a maioria dos cidadãos não tem a real noção dos custos dos serviços. Se existisse uma sensibilização dos cidadãos nesse sentido, talvez fosse mais fácil compreenderem o quão gastadores somos, bem como talvez permitisse uma maior racionalização na hora de cada um de nós gastar recursos.
    • eu
    • 11 julho 2016
    Colocado por: J.FernandesNo seu raciocínio deveria ter usado a receita, porque parte da despesa é coberta por financiamento exterior. O que faria ainda baixar mais esse valor de 460/mês a que chegou.

    Se usasse a receita, iria calcular quanto é que cada Português contribui em média.

    E eu queria mesmo calcular quanto é que o estado fornece aos cidadãos, em média.
  8. Colocado por: luisvv

    Tão óbvio que andamos aqui a repetir isto:


    ou isto...

    É óbvio que são pagos por pessoas (não por OVNI's), o que não significa que essas pessoas paguem tudo aquilo que gastam (porque não pagam).
    • RCF
    • 11 julho 2016
    Colocado por: cla_pereira

    Ah, não sabia que os créditos bancários ou se quiser, FMI, são para pagar a cidadãos. Estava a pensar que era para pagar buracos do Banif, BES, etc.


    Pois... mas, por detrás dos buracos do Banif, do BES e do BPN estão cidadãos.
  9. Colocado por: ANdieselAqui nunca ninguém discordou em que os impostos são pagos por pessoas. Porque teima nessa retórica?

    Porque você e outros insistem nesta:
    Deve ser uma escassa minoria que tem poder económico para pagar mais ao estado do que aquilo que usufrui do mesmo. Não se esqueçam que o simples ato de sair à rua é o estado que o permite: mantém iluminação pública, estradas asfaltadas, passeios nas bermas, limpeza da via, segurança pública, etc.....

    .. que demonstra que não percebe (ou não quer perceber) o que está em causa. Os serviços do Estado custam X, e são integralmente pagos pelos cidadãos. O Estado não é nenhum aparelho mágico que "mantém iluminação pública" etc, do nada - não, apenas utiliza o dinheiro que retira aos cidadãos para o gastar.




    O problema e a discórdia aqui é que alguns não querem pagar impostos, queriam aplicar o dinheiro onde bem lhes apetecesse conforme as necessidades atuais. E tal não é possível, os sistemas tem que existir e estar organizados independentemente da vontade/necessidade individual de cada um a cada momento!



    Que horror, a ideia de haver serviços cuja existência depende da oferta e da procura. Qualquer dia lembram-se de fazer isso com coisas importantes como a comida, e estamos fritos. Imagine-se, alguém montar um sistema para vender todo o tipo de bens consoante as necessidades individuais e do momento. Seria terrível.
  10. Colocado por: luisvv
    Porque você e outros insistem nesta:
    Deve ser uma escassa minoria que tem poder económico para pagar mais ao estado do que aquilo que usufrui do mesmo. Não se esqueçam que o simples ato de sair à rua é o estado que o permite: mantém iluminação pública, estradas asfaltadas, passeios nas bermas, limpeza da via, segurança pública, etc.....

    .. que demonstra que não percebe (ou não quer perceber) o que está em causa. Os serviços do Estado custam X, e são integralmente pagos pelos cidadãos. O Estado não é nenhum aparelho mágico que "mantém iluminação pública" etc, do nada - não, apenas utiliza o dinheiro que retira aos cidadãos para o gastar.





    Que horror, a ideia de haver serviços cuja existência depende da oferta e da procura. Qualquer dia lembram-se de fazer isso com coisas importantes como a comida, e estamos fritos. Imagine-se, alguém montar um sistema para vender todo o tipo de bens consoante as necessidades individuais e do momento. Seria terrível.

    Seria mesmo terrível. Há serviços que tem que existir, independentemente da vontade de cada um. São eles os pilares básicos da nossa constituição, tais como saúde, educação, segurança e justiça. Acha que tais eram possíveis se fossem só privados? E quem não pudesse pagar? Os privados prestavam serviço por solidariedade?

  11. Parece-me que será preciso pagar vários milhares de euros de impostos (por mês!!!) para considerar que paga mais do que recebe... E mesmo assim o estado tem tantos custos indiretos para proporcionar a esse cidadão qualidade de vida e segurança, que não sei se é possível afirmar tal coisa!!


    O Estado gasta X. Esse valor é pago pelos cidadãos. Se uns recebem mais do que recebem, a aritmética garante-nos que outros fatalmente receberão menos. É irrelevante se tem que pagar dezenas, centenas ou até milhares de € em impostos por mês - é garantido que alguém os paga, porque o Estado os gasta.



    É que o sistema tem que existir e estar organizado para quando aquele cidadão precisar, ser servido.


    Sim, como o Pingo Doce tem que existir e estar organizado para lhe vender 1 kg de laranjas a 1€. Evidentemente, 1€ não paga os custos de ter o Pingo Doce a funcionar - paga uma parte, calculada pelo PD para poder ter lucro e continuar a fazer algo de útil para si (fornecer-lhe 1kg de laranjas a preço acessível). É uma chatice, se um dia você deixar de gostar de laranjas e preferir pêssegos, mas o PD continuará a vender algo que você queira comprar.
  12. Colocado por: luisvv

    O Estado gasta X. Esse valor é pago pelos cidadãos. Se uns recebem mais do que recebem, a aritmética garante-nos que outros fatalmente receberão menos. É irrelevante se tem que pagar dezenas, centenas ou até milhares de € em impostos por mês - é garantido que alguém os paga, porque o Estado os gasta.




    Sim, como o Pingo Doce tem que existir e estar organizado para lhe vender 1 kg de laranjas a 1€. Evidentemente, 1€ não paga os custos de ter o Pingo Doce a funcionar - paga uma parte, calculada pelo PD para poder ter lucro e continuar a fazer algo de útil para si (fornecer-lhe 1kg de laranjas a preço acessível). É uma chatice, se um dia você deixar de gostar de laranjas e preferir pêssegos, mas o PD continuará a vender algo que você queira comprar.

    O estado gasta mais do que arrecada: razão pela qual temos deficit.
    Quando se compara o funcionamento de um país a laranjas/pêssegos, está tudo dito!!
  13. Colocado por: cla_pereiraCertíssimo, mas isso não é resultado dos poucos impostos cobrados pelo Estado, mas sim nos gastos que o Estado tem em PPP's, créditos bancários porque não se pode financiar junto do BCE, etc.


    Dou-lhe um 1€ por cada ano que o CLA consiga listar, em que o Estado tenha tido saldo primário positivo. Mas não vá a correr gastar tudo em vinho e subscrições do Avante!.
  14. Colocado por: RCFo Estado gasta mais dinheiro connosco do que aquilo que nos cobra.

    Errado. Tudo o que nos dá a mais do que nos cobra, são empréstimos pedidos com o nosso aval que vão ser cobrados no futuro com juros. Há uma coisa chamada dívida pública, para quem não sabe.
    Concordam com este comentário: André Barros, scarecrow
 
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