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  1.  # 1

    artigo 16º da portaria 1379/2009
    talvez esteja confundido com a Coordenação de segurança aí sim não existe legislação que defina quem pode fazer
  2.  # 2

    Boas

    qual a legislação que diz que tem de ser um técnico qualificado


    Lei n.º 31/2009 de 3 de Julho

    Artigo 3.º
    Definições
    ...
    d) «Director de fiscalização de obra» o técnico, habilitado nos termos da presente lei, a quem incumbe assegurar a verificação da execução da obra em conformidade com o projecto de execução e, quando aplicável, o cumprimento das condições da licença ou da comunicação prévia, bem como o cumprimento das normas legais e regulamentares aplicáveis, e ainda o desempenho das competências previstas no Código dos Contratos Públicos, em sede de obra pública;

    cumps
    José Cardoso
  3.  # 3

    pois, mas segundo esses valores, mediação 4,4 % de 100.000€ e fiscalização 5,5 a 10,5% de 100.000€, eu cá vou deixar os projectos e fazer só fiscalização ou mediação.
    Penso mesmo que seria de mais utilidade ( e eu sinto falta disso) ter boas firmas a medir e orçamentar e a preparar bons cadernos de encargos como apoio a gabinetes e donos de obra que não tenham essa capacidade e ai sim tambem incluir a fiscalização.
    É que assim talvez se justificasse mais essas tais percentagens que diz poderem chegar aos 15%.
    acho que está mesmo a faltar é trabalho objectivo, medir,orçamentar e fiscalizar bem as obras, no fundo um bom planeamento á partida e um acompanhamento rigoroso da execução.
  4.  # 4

    Caro zedasilva,
    Está correcto. efctivamente o DF tem de ser um técnico qualificado.
    Cpts
    CF
  5.  # 5

    Caros Luís K.W., j cardoso, zedasilva, P+V ARQ e marco1

    Quem ler os vossos comentários poderá pensar que a mediação de obras é que é bom, que é só sacar/roubar dinheiro aos "parvos" dos clientes.

    Sempre defendi, defendo e defenderei que "cada macaco deve estar no seu galho". Tal como defendo que o Arquitecto não deve opinar sobre actos de engenharia, como o Engenheiro não deve opinar sobre actos de arquitectura, também defendo que devem existir outros técnicos que com as suas competências podem ajudar o dono de obra na realização da empreitada de construção do seu imóvel.

    Todos os intervenientes têm o seu valor, aportam mais valias para o dono de obra, e devem respeitar-se e colaborar entre si.

    Queixam-se da vossa "remuneração" ser tão baixa que o melhor é mudar para a mediação de obras. Já procuraram os porquês dessa situação?! Será que é porque existem colegas vossos de profissão que não cumprem determinados requisitos e fazem concorrência desleal?! E quando sabem dessa situação fazem alguma coisa?! Denunciam-nos?!

    Como em todas as profissões existem bons e maus profissionais, e podem estar certos de que isto da mediação de obras também terá com certeza maus e bons profissionais. E todos aqueles que pensarem que isto de mediar são favas contadas, venham daí experimentar. Ajudam a fazer divulgação de uma actividade que é recente, mas tenham presente que só ficarão no mercado os melhores, que não são de certeza os maus profissionais.

    Podem estar certos que isto de mediar, para ser um serviço que aporte mais valias para o dono de obra, não é tão simples de desenvolver como poderão pensar algumas pessoas.

    Até breve!
    Carlos Flores
  6.  # 6

    Boas

    Quem ler os vossos comentários poderá pensar que a mediação de obras é que é bom, que é só sacar/roubar dinheiro aos "parvos" dos clientes.


    Leu mal, o que o que escrevi foi:

    Acho também uma barbaridade o valor que se propõe cobrar, mas é apenas uma opinião, os possíveis clientes têm a palavra.

    Ou seja, acho os valores que pratica demasiado elevados para o serviço que se propõe prestar mas nunca disse que konsulimo ia “sacar/roubar dinheiro aos “parvos” dos clientes”. Um pouco mais de seriedade nos argumentos não lhe faria mal.
    Disse também, e repito, que o que pretende fazer não introduz – na minha opinião – nada de novo a não ser, talvez, o facto de englobar num “pacote” os serviços de projecto, fiscalização e gestão da obra. Devo dizer que, na óptica do cliente, não vejo isso como uma vantagem, antes pelo contrário. Entendo que a situação ideal – para o cliente – é aquela em que não há relação de qualquer espécie entre autores dos projectos, fiscais de obra e empreiteiro. Para usar uma palavra muito em voga, não há promiscuidades. Não duvido da seriedade de konsulimo, mas há que reconhecer que a situação que apresenta se presta às mil maravilhas para os “cambalachos” a que konsulimo chama “sistema”. Diria até que se eu quisesse montar um “sistema” para “sacar” dinheiro aos clientes não encontraria um esquema mais apropriado. Não quero com isto dizer que as empresas de mediação têm esse objectivo mas, como em todos os negócios, há gente séria e gente menos séria e este sistema parece-me fragilizar a posição do cliente.
    Termino como terminei anteriormente: os clientes têm a palavra, veremos a evolução desse negócio que começa a aparecer.

    Cumps
    José Cardoso
  7.  # 7

    Não tive paciência para ler todos os comentários de mediadores, engenheiros, arquitectos, empreiteiros, pedreiros, trolhas,..))
    Uma coisa consegui perceber : Todos querem money,money e ninguém se preocupa com o cliente. Ele que pague e não refile...

    Estou desiludida com o Forum! Já não haverá gente honesta?
  8.  # 8

    Caro José Cardoso,

    Diz o seguinte:
    a situação ideal – para o cliente – é aquela em que não há relação de qualquer espécie entre autores dos projectos, fiscais de obra e empreiteiro

    o que vem de encontro ao que a KonsulIMO pratica, senão vejamos:

    1º) a KonsulIMO não presta serviços de arquitectura nem de especialidades (presumindo que é a esta situação que se refere quando fala nos autores dos projectos) -> a nossa filosofia é procurar/seleccionar os melhores técnicos na área de projecto e propor ao cliente; no entanto, o cliente é livre de escolher técnicos fora dos que apresentamos;
    2º) relativamente ao 2º aspecto que abordou - fiscais de obra - aí sim a KonsulIMO presta o serviço;
    3º) a KonsulIMO não presta qualquer tipo de serviços de execução nas obras dos clientes que medeia, nem fora disso, pois não somos uma empresa de construção, mas sim uma empresa de consultoria -> julgando que é a esta situação que se refere quando fala em empreiteiro;

    Procuramos e negociamos os empreiteiros para as obras dos nossos clientes, indicando-lhe mais do que um no relatório que lhe apresentamos e tendo presente que em último recurso e se o cliente não estiver interessado em nenhum dos que lhe apresentarmos, poder escolher fora dos apresentados por nós e nós não cobrarmos nada pelo serviço, sim porque talvez o Sr.José Cardoso tenha presente a situação de algumas mediadores que são remuneradas pelos parceiros, mas a KonsulIMO não.

    Tal como dito anteriormente quem remunera o nosso trabalho é o Cliente, pelo que, quando indicamos determinados empreiteiros aos clientes, e isto depois de uma selecção que obedece a determinados critérios, não nos sentimos pressionados a indicar A ou B, senão pelas suas competências e referenciação.

    Talvez agora se compreenda que a mediação praticada pela KonsulIMO, apresente os honorários justos para não se correrem riscos de pressão. Julgamos que com esta situação não existirá promiscuidades como diz.

    Diz também:
    a situação que apresenta se presta às mil maravilhas para os “cambalachos” a que konsulimo chama “sistema”. Diria até que se eu quisesse montar um “sistema” para “sacar” dinheiro aos clientes não encontraria um esquema mais apropriado.

    e
    este sistema parece-me fragilizar a posição do cliente.

    mas não diz os fundamentos, pois num sistema como o apresentado pela KonsulIMO esse cambalacho não existe, senão vejamos:
    a) é o cliente que paga o nosso trabalho, pelo que não temos interesse em indicar o empreiteiro A,B ou C, desde que todos estejam nas mesmas condições de competência e referenciação;
    b) a mediação que a KonsulIMO formatou foi precisamente para defender os interesses do Cliente, pois se analisar bem é isso que acontece ao prestarmos o serviço de Acompanhamento, Fiscalização e Segurança em Obra.

    Esta é a nossa opinião e não descortinamos onde o negócio que a KonsulIMO montou irá fragilizar a posição do cliente, a não ser que nos explique onde está essa fragilidade. E deve lembrar-se que tal como a KonsulIMO não mete no mesmo saco os empreiteiros bons e maus, também não devemos comparar os sistemas distintos de mediação de obras que existem no mercado.

    Melhores Cumprimentos
    Carlos Flores
  9.  # 9

    Caro Carlos Flores;

    Não resisto a fazer um comentário aos seus posts (mesmo correndo o risco de cometer algum erro, visto que não li tudo, porque para ler tudo o que esceveu tinha que estar aqui o resto da noite). Só quem não percebe nada de obras, aconselha as pessoas a construirem moradias por administração directa, além de que está a aconselhar a fazer uma coisa ilegal. Alguém acredita que uma pessoa que constroi a sua moradia por administração directa, fica habilitado a fazer mediação de obras, os seus clientes pedem-lhe o curriculum? o que é que lá escreve? Se alguém precisar de ajuda e aconselhamento para construir a sua moradia deve contratar um técnico devidamente habilitado, de preferência um Engenheiro civil, que seja simultâneamente "Coordenador da Fiscalização" e Coordenador de Segurança e fiscalize a execução dos trabalhos, nunca um "chico esperto", que é aquilo que me parece que o Sr. é.
  10.  # 10

    Colocado por: konsulimo Queixam-se da vossa "remuneração" ser tão baixa que o melhor é mudar para a mediação de obras.

    O que eu acho (e, creio, que os meus colegas também) é que receber 10 ou 15% do valor de uma obra sem que jamais me possam ser pedidas responsabilidades é obra!

    Por isso lhe fiz uma série de perguntas (que lei rege a mediação de obras? que autoridade supervisa a mediação de obras? etc.) para ter a certeza que esse "negócio" foge às malhas da lei, digo, é uma mina.


    (Repare que, mesmo quando eu tiver 90 anos, se ruir um prédio que eu construí aos 30, poderão vir chatear-me)
  11.  # 11

    Caro Picareta,
    Efectivamente por não ler tudo é que o seu comentário não está correcto.
    Quanto à questão da ilegalidade já foi respondida ao utilizador Luis K.W., mas volto a dizer que nada impede o dono de obra de ir mudando na câmara o álvara de construção apresentado inicialmente, ou então chegar a acordo com um empreiteiro geral, que agora a lei chama de entidade executante, e em vez de ser ele a "indicar" os sub-empreiteiros ser o dono de obra. Penso que isto não é cometer nenhuma ilegalidade.
    Em relação ao seu restante comentário, deixe-me dizer-lhe que em lado algum leu a dizermos que não seria um técnico devidamente habilitado a prestar os serviços de Acompanhamento, Fiscalização e Segurança em Obra.
    Quanto ao resto tire as conclusões que quiser tirar, embora eu nunca faria o comentário que fez, desconhecendo alguns dados, tais como a minha formação, experiência, etc.
    Melhores Cumprimentos
    Carlos Flores
  12.  # 12

    Caro Luis K.W.,
    O que afirmou:
    receber 10 ou 15% do valor de uma obra sem que jamais me possam ser pedidas responsabilidades é obra!

    não corresponde totalmente à verdade no caso da KonsulIMO, senão vejamos:
    a) a KonsulMO tem um seguro de responsablidade civil para o caso do cliente sofrer algum dano pelo(s) serviço(s) prestado(s);
    b) o(s) técnicos(s) que irá(ão) desenvolver o acompanhamento, a fiscalização e a segurança em obra é(são) posuidor(es) também de seguro de responsabilidade civil, cumprindo todos os requisitos exigidos pela legislação;
    Não posso compreender é que o Sr.Luís K.W. queira que as mediadoras sejam responsabilizadas por um trabalho que não efectuam. Como é que uma mediadora pode ser responsabilizada pela execução de uma empreitada senão é ela que a vai executar?
    Efectivamente neste momento, e que tenha conhecimento, não existe nenhuma legislação, nem entidade que supervisione o trabalho das mediadoras, isto porque é um negócio que está a dar os primeiros passos, sabendo tão bem como eu que no início de outras actividades tal situação também se verificou.
    Refere-se novamente ao valor dos 10-15% como sendo um valor exagerado, mas volta a esquecer-se de que desse valor só menos de 5% é que é para a prestação de serviço de pesquisa e negociação das empreitadas, pois o restante valor tem a ver com a situação da fiscalização e segurança em obra, que a lei impõe ao dono de obra e que terá de ser contratada independentemente de o mesmo recorrer às mediadoras ou não.
    Se considerar que para efectuar um acompanhamento, fiscalização e segurança em obra de uma construção com duração de 18 meses, em que o valor estimado de construção andará nos 185.000€, onde as visitas para o acompanhamento e fiscalização andará na ordem das 320 horas e 1 visita por semana para a Coordenação de Segurança em Obra, a que correspondem 72 visitas em 18 meses, englobando a elaboração do PSS poderá andar na ordem dos 500€ por mês, então terá de dizer aos seus colegas engenheiros que devem cobrar menos e talvez trabalhar de borla.

    E já agora queria voltar a dizer que a KonsulIMO, não abandona o cliente quando a obra termina, acompanhando-o nos anos seguintes, pois mais uma vez refiro que, a melhor publicidade é a que passa de boca em boca através de um cliente satisfeito.

    Melhores Cumprimentos
    Carlos Flores
  13.  # 13

    Cara Bitita,
    Até compreendo que possa estar desiludida com alguns comentários colocados no forum, ainda que nestas coisas de fóruns temos de ter presente que há de tudo, como na vida, os sérios e os menos sérios.
    Em relação à sua afirmação:
    Uma coisa consegui perceber : Todos querem money,money e ninguém se preocupa com o cliente. Ele que pague e não refile...

    e não sabendo o que faz, arrisco dizer que não trabalha de borla nem para aquecer!
    Num mercado livre o cliente é livre de escolher e tomar a decisão que acha mais adequada aos seus interesses. É assim que faço quando vou contratar algum serviço ou adquirir um produto valioso, procuro, analiso e decido depois de bem ponderar.
    Considero-me sério e honesto, tal como considero que existem muitas pessoas sérias e honestas, pelo que a Bitita não deveria meter todos no mesmo saco pois podem fazer o mesmo em relação a si.
    Melhores Cumprimentos
    Carlos Flores
  14.  # 14

    O que você propôs, de "chegar a acordo" com o empreiteiro-geral para ele abdicar das suas obrigações passando a ser o Dono de Obra a exercê-las (contratar e coordenar os subempreiteiros) é, claramente, um «empréstimo» do alvará. O que é ilegal.

    Ao dizer que só fica com 5% para mediação e os restantes 5 a 10% são para outros serviços - sempre são 10 a 15 mil euros (10% nas obras de 100mil a 5% nas obras de 300mil) por obra - quer dizer que você remunera razoavelmente os técnicos devidamente habilitados. Conte comigo! :-)

    Mas não impede que os outros 5% sejam um custo elevado para o trabalho que a sua empresa se propõe fazer.
    Colocado por: konsulimoNão posso compreender é que o Sr.Luís K.W. queira que as mediadoras sejam responsabilizadas por um trabalho que não efectuam. Como é que uma mediadora pode ser responsabilizada pela execução de uma empreitada senão é ela que a vai executar?
    Ainda por cima sem ter de assumir qualquer responsabilidade sobre o que está realmente em causa (a qualidade da construção), apesar de assumir que são da sua responsabilidade as propostas de escolha do empreiteiro, a escolha da fiscalização, etc.

    Uma obra de 185mil euros que é construída ao ritmo de 10mil euros/mês anda a passo de caracol! Que raio de empreiteiro é que contrataram? :-)

    Mau....! Com esses 500eur/mêsx18meses=9.000euros é que você já me está a furar as expectativas. Seguindo a lógica em cima, estava a contar com 7,875%, isto é, uns 14.500euros! :-)

    De qualquer maneira, se essa obra levasse o tempo «normal» (uns 10 meses) o custo dessas parcelas (fiscalização e segurança) para o cliente subiriam para 900euros/mês. O que não está mal para um part-time.
    Concordam com este comentário: cpf.eng
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Fernando Gabriel
  15.  # 15

    Boas


    colocado por Bititas:

    Não tive paciência para ler todos os comentários de mediadores, engenheiros, arquitectos, empreiteiros, pedreiros, trolhas,..))
    Uma coisa consegui perceber : Todos querem money,money e ninguém se preocupa com o cliente. Ele que pague e não refile...

    Os meus parabéns pelos seus poderes mediúnicos: consegue perceber as intenções sem ter lido o que dizem. Suponho que fez a sua aprendizagem com o Prof. Karamba, ou será o Tarot?
    Qualquer que seja a resposta tem garantida uma carreira de sucesso como a grande Sibila deste cantinho.

    colocado por Bititas:

    Estou desiludida com o Forum! Já não haverá gente honesta?


    A falta de honestidade dos membros era realmente a maior falha deste fórum. Felizmente apareceu aqui a Bitita que, para além das extraordinárias capacidades de adivinhação, fez descer sobre este fórum um manto virginal de honestidade. Espero que continuem as suas “aparições” por aqui mas tenha algum cuidado: corre o risco de parecer milagrosa aos nossos olhos de pecadores e, vai não vai, quando der por ela tem uma basílica em sua honra, direito a peregrinações anuais e a beatificação à porta.
    Eu te saúdo, Santa Bititas

    José Cardoso
  16.  # 16

    Caro Luís K.W.,

    Diz que:
    "chegar a acordo" com o empreiteiro-geral para ele abdicar das suas obrigações passando a ser o Dono de Obra a exercê-las (contratar e coordenar os subempreiteiros) é, claramente, um «empréstimo» do alvará. O que é ilegal.

    é claramente uma interpretação extravasada e empolada do que quis dizer. Não se pretendeu dizer que o empreiteiro-geral abdique das suas obrigações, até porque sabe tão bem como eu que hoje em dia serão poucos os empreiteiros gerais que têm todas as especialidades (pedreiro, trolha, carpinteiro, pintor, serralheiro, etc, etc), indo sub-contratar algumas das referidas especialidades. Contudo, agora o Sr.Luís já não coloca em questão que a legislação que está a defender prejudica o dono de obra e é dada a promiscuidades e a cambalachos? Pois aquilo que está a defender é que o dono de obra terá de se sujeitar a um empreiteiro-geral que escolhe ele as restantes especialidades e com quem pode ter os ditos cambalachos. Onde é que esta legislação está a defender os direitos do dono de obra? Foi feita a pensar em que grupo de interesses?

    Em relação às contas como é óbvio não coloco em questão a sua opinião, mas sim que algumas extrapolações que faz não estão totalmente correctas.

    Quanto à responsabilidade a que se refere (qualidade de construção) não vejo em que o dono de obra seja mais prejudicado se contratar/indicar ele os sub-empreiteiros (que terão de estar legalizados com álvara ou título de registo) ao empreiteiro-geral, em vez dos sub-empreiteiros habituais com quem o empreiteiro-geral trabalha. Pelo contrário, o dono de obra pode ser beneficiado com essa situação, quer a nível económico quer a nível de execução, pois vai ao mercado fazer uma selecção mais criteriosa e exaustiva dos empreiteiros em questão, contra os habituais do empreiteiro-geral, abdicando aqui de referir as desvantagens dessa situação para o dono de obra.

    Mas são opiniões e os clientes têm a última palavra como diz o colega de fórum José Cardoso.

    Melhores Cumprimentos
    Carlos Flores
  17.  # 17

    Colocado por: konsulimo ...aquilo que está a defender é que o dono de obra terá de se sujeitar a um empreiteiro-geral que escolhe ele as restantes especialidades e com quem pode ter os ditos cambalachos. Onde é que esta legislação está a defender os direitos do dono de obra? Foi feita a pensar em que grupo de interesses?
    A minha empresa trabalha como empreiteira-geral. Trabalho há uma carrada de anos com determinados sub-empreiteiros especialistas nas suas áreas (avac, aquecimento central, redes de informática, etc.). A "máquina" já está oleada, já existem rotinas de trabalho e canais de comunicação.
    Em determinadas obras, em que o papel dessas empresas é preponderante, considero-os empresas associadas à minha, e não «sub-» o que quer que seja.
    Era só o que me faltava, após o orçamento aprovado e licença levantada, virem dizer-me que querem OUTRO subempreiteiro na obra. Imagine que , por incúria desse subempreiteiro com quem nada tenho a ver, morre alguém na obra...

    Outra coisa é acordarem, logo à partida, que uma parte da obra que não interfere com outras actividades (p.ex.: a caixilharia, portão de estacionamento) será adjudicado directamente pelo dono-de-obra a outra empresa.

    As maiores empresas de construção nem sequer têm operários. Subcontratam TUDO (pedreiros, pintores, estucadores, etc.).
    Cambalachos entre os empreiteiros-gerais e os subempreiteiros?!? Como? O que raio quer dizer com isto?

    Você não estará a fazer confusão com cambalachos entre os empreiteiros-gerais e QUEM OS SELECCIONA, ou influencia quem toma a decisão de seleccionar?!?
    (tipo... a Konsulimo) ;-)


    Quanto às contas, só há uma maneira de as fazer. Tudo depende das premissas, claro...
  18.  # 18

    Caro Luís K.W.,

    Colocado por: Luis K.W.

    A minha empresa trabalha como empreiteira-geral. Trabalho há uma carrada de anos com determinados sub-empreiteiros especialistas nas suas áreas (avac, aquecimento central, redes de informática, etc.). A "máquina" já está oleada, já existem rotinas de trabalho e canais de comunicação.
    Em determinadas obras, em que o papel dessas empresas é preponderante, considero-os empresas associadas à minha, e não «sub-» o que quer que seja.
    Era só o que me faltava, após o orçamento aprovado e licença levantada, virem dizer-me que querem OUTRO subempreiteiro na obra. Imagine que , por incúria desse subempreiteiro com quem nada tenho a ver, morre alguém na obra...

    Outra coisa é acordarem, logo à partida, que uma parte da obra que não interfere com outras actividades (p.ex.: a caixilharia, portão de estacionamento) será adjudicado directamente pelo dono-de-obra a outra empresa.

    As maiores empresas de construção nem sequer têm operários. Subcontratam TUDO (pedreiros, pintores, estucadores, etc.).
    Cambalachos entre os empreiteiros-gerais e os subempreiteiros?!? Como? O que raio quer dizer com isto?

    Você não estará a fazer confusão com cambalachos entre os empreiteiros-gerais e QUEM OS SELECCIONA, ou influencia quem toma a decisão de seleccionar?!?
    (tipo... a Konsulimo) ;-)


    Portanto para si, que é empreiteiro-geral os cambalachos só existem entre as empresas de mediação de obra e os empreiteiros que estas sugerem ao cliente para escolha de contratação!
    De modo algum, em situação nenhuma, poderá existir cambalachos entre o empreiteiro-geral e os sub-empreiteiros, associados ou que lhe quiser chamar. Os empreiteiros-gerais e no seu caso especifico são um poço de virtudes, de honestidade e seriedade exclusiva e só as mediadoras é que são corruptas. Que bela teoria que advoga!

    Quanto à segurança em obra e penso que a legislação acerca desse assunto ainda não foi alterada até à sexta-feira passada, a última responsabilidade é sempre do dono de obra que tem de nomear um coordenador de segurança. É sobre este coordenador de segurança que recaim todas as responsabilidades, incluindo poder ser responsabilizado criminalmente, se existirem acidentes e se se provar que não tomou as devidas providências na protecção de segurança em obra, de todos os trabalhadores que actuavam na obra independentemente de ser da empresa A, B, C ou D. É ele que tem de verificar que todos os trabalhadores estão legais, os seguros estão OK, as máquinas e equipamentos cumprem a legislação em vigor, etc, etc.

    E nada mais tenho a acrescentar, as pessoas que lerem todos os comentários colocados neste tópico que tirem as devidas conclusões.

    Melhores Cumprimentos
    Carlos Flores
  19.  # 19

    Caro Carlos Flores;

    Continuo na minha. O Sr. não tem formação nem experiência para exercer essa actividade, (Presumo que a actividade da sua empresa não é exercida por Engenheiros, Engenheiros Técnicos, Arquitectos ou Agentes Técnicos de Arqª e Engª), nos seus textos tem várias afirmações que o demonstram, tal como: "...dono de obra que tem de nomear um coordenador de segurança. É sobre este coordenador de segurança que recaim todas as responsabilidades,..." esta é a história que o Sr. conta aos seus clientes para justificar os seus honorários, mas isto é falso, já viu algum coordenador de segurança ser responsabilizado por algum acidente em obra? A culpa é atribuida ao responsável pela execução dos trabalhos, o Director de Obra e o empreiteiro.
  20.  # 20

    Julgo que o custo que estas empresas tem para o cliente final são muito elevados em relação à mais valiam que lhe proporcionam, sem dúvida que um serviço integrado como o que a Extrapartner, Lda executa é bastante mais vantajoso para o cliente, que fica melhor servido, sem dores de cabeça e é acompanhado por profissionais da construção que o apoiam em todo o processo, (desde uma pequena recuperação à construção de uma moradia), não se limitando a pesquisar empreiteiros e verificar se a documentação está em dia.
 
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